BASTA de PALHAÇADAS na Escola Pública!

Basta de palhaçadas

Há um Ministro que quer:

- Concursos com cunha e confusão;

- Afastamento ilegal de professores pela PACC;

- Turmas sobrelotadas;

- Rescindir apenas com os professores que ele quiser;

- Alunos com Necessidades Educativas Especiais sem apoios;

- Professores precários;

- Escolas fechadas;

- Mega-agrupamentos… não há pessoas, só números;

- Concluindo, desinvestir no Ensino Público ao mesmo tempo que cede milhões para os lucros dos privados.

Será isto o “implodir o Ministério da Educação” como o próprio Nuno Crato chegou a anunciar publicamente? Independentemente da resposta, a Escola Pública e as condições de quem lá trabalha (alunos, funcionários, psicólogos e professores) são demasiado importantes para serem cobaias de um Ministro que cada vez mais revela total impreparação para continuar a exercer o seu cargo.

No Encontro Nacional de Professores Boicote&Cerco realizado dia 13 de Setembro em Coimbra, as dezenas de professores de norte a sul do País (Almada, Seixal, Barreiro, Lisboa, Cascais, Leiria, Coimbra, Figueira da Foz, Viseu, Porto, Braga e Viana do Castelo) decidiram nomeadamente juntar forças ao Meet de protesto para a próxima segunda-feira, dia 15 de Setembro em Lisboa e dinamizar também protestos semelhantes no mesmo dia na região centro (Coimbra) e norte (Porto). Tantas mentiras, trapalhadas, desconsiderações e ilegalidades contra a Escola Pública não podem passar com o nosso silêncio: BASTA DESTA PALHAÇADA! Partilha com mais colegas e JUNTA-TE A NÓS esta segunda-feira às 15h. Se possível traz um cartaz a denunciar a tua situação. Mais informações em: https://www.facebook.com/groups/464249357012999/

Dia 15 de Setembro, apesar de todos os seus gritos de propaganda na televisão, não permitiremos que o Crato diga que tudo está a correr com total normalidade… NÃO SEJAS CÚMPLICE COM O TEU SILÊNCIO!

“O QUE ME PREOCUPA NÃO É O GRITO DOS MAUS MAS O SILÊNCIO DOS BONS” M. Luther King

André Pestana

Professor desempregado

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Há mais do que um 11 de Setembro (a não esquecer)…

Allende 11 Setembro

Não esquecemos o 11 de Setembro de 2001 mas também não podemos esquecer o outro 11 de Setembro, onde uma democracia e milhares de pessoas foram destruídas por um golpe fascista apoiado pelos Estados Unidos da América… QUE SE CONDENEM OS DOIS TERRORISMOS e não tentem apagar a história (esta crítica é para a maioria dos principais media). https://www.youtube.com/watch?v=rv4cWpXi_Uc&feature=share

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Manifestação em Madrid em solidariedade com o povo palestiniano

Manifestação em Solidariedade com o Povo Palestiniano a 31 de Julho de 2014 em Madrid.

Palestina Livre !!! Não é guerra, é um Genocídio !!!

Vídeo em: https://www.youtube.com/watch?v=0Yy07FWxEi4

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Grito global pela Palestina

Pela Palestina 1 Agosto

Os ataques na faixa de Gaza não param e consequentemente o número de mortos já ultrapassou os 1300 do lado palestiniano e cerca de 48 do lado Israelita… De referir também que além da disparidade quantitativa também existe uma brutal disparidade qualitativa. Enquanto que do lado israelita menos de 10% das vítimas mortais são civis (apenas cerca de 4 em 48) do lado palestiniano é o oposto, dos mais de 1300 mortos a maioria são civis (incluindo mais de 240 crianças…). O que se passa na Palestina é inadmissível e se à Palestina não é permitida voz, junta a tua voz amanhã, 1 de Agosto, em Lisboa às 18h no Saldanha seguindo em marcha até à Embaixada de Israel: https://www.facebook.com/events/1506806816200453/

e também amanhã, 1 de Agosto, na cidade do Porto às 16h na rotunda da Boavista: https://www.facebook.com/events/559979124124729/?ref=br_tf

 

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Declaração do IDC sobre Gaza

10563055_10204771774884048_1335898282060089210_n“O Internacional Dockworkers Council (IDC) condena veementemente os ataques de Israel em Gaza, exige o fim imediato da ofensiva militar por parte do exército israelita e a intervenção do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas para pôr fim ao conflito.

O uso desproporcionado de força e a intensa intervenção militar lançada a partir do dia 8 de Julho de 2014, pelo governo Israelita, alegadamente em resposta ao disparo de foguetes por parte dos militantes palestinianos do Hamas, serviu de pretexto para a sua ofensiva terrestre na Faixa de Gaza, tem tido como alvo civis palestinianos, sendo que mais de 200 palestinianos já foram mortos e há mais de 1.400 feridos registados*. Sem sombra de dúvida a população da Faixa de Gaza, sujeita à escassez e à deterioração das condições de vida, é mais uma vez vítima de violência indiscriminada por parte do governo de Israel, com dezenas de milhares de pessoas deslocadas para o norte de Gaza.

A partir do IDC denunciamos a ocupação da Palestina por Israel e as agressões sofridas nas áreas da Cisjordânia, Jerusalém e Gaza. Apelamos para a mobilização da comunidade internacional e para um cessar-fogo que permita negociações de paz abrangentes e justas – incluindo o respeito pelas fronteiras de 1967, a retirada das tropas israelitas dos territórios palestinianos e o fim do bloqueio a Gaza.

Pelo IDC

Nota: Na próxima sexta-feira, dia 1 de Agosto, está marcado um dia de protesto internacional em defesa da Palestina e pelo fim do massacre em curso na Faixa de Gaza. Mais informações aqui, aqui ou aqui

* Números registados no início da operação. Hoje, infelizmente, manifestamente ultrapassados.

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Médicos e cientistas europeus chocados com agressão militar israelita a civis

Gaza

24 médicos e cientistas do Reino Unido e de Itália denunciam a agressão militar israelita em Gaza, numa carta ao The Lancet, publicada no dia 22 de julho. O texto explica muito bem a situação que se vive na Gaza cercada e bombardeada.

“Somos médicos e cientistas, que passamos a nossa vida a desenvolver meios para cuidar e proteger a saúde e as vidas. Também somos pessoas informadas; ensinamos a ética das nossas profissões, conjuntamente com o conhecimento e a prática. Todos trabalhámos em Gaza e conhecemos há anos a sua situação.

Baseando-nos na nossa ética e prática, denunciamos o que testemunhamos na agressão a Gaza por Israel. Pedimos aos nossos colegas, velhos e jovens profissionais, que denunciem esta agressão israelita. Desafiamos a perversidade de uma propaganda que justifica a criação de uma urgência para mascarar um massacre, uma suposta “agressão defensiva”. Na realidade, trata-se de um ataque implacável de duração, extensão e intensidade ilimitadas. Queremos referir os factos tais como os vemos e as suas implicações nas vidas das pessoas.

Estamos chocados pelo ataque militar a civis em Gaza sob o pretexto de castigar os terroristas. Este é o terceiro ataque militar em grande escala a Gaza desde 2008. De cada vez, o número de mortes confirmadas refere-se principalmente a pessoas inocentes de Gaza, em particular mulheres e crianças, sob o pretexto inaceitável de Israel erradicar os partidos políticos e a resistência à ocupação e ao cerco que impõe.

Esta ação também aterroriza aqueles que não são diretamente atingidos e fere a alma, a mente e a resiliência da geração jovem. A nossa condenação e aversão são agravadas ainda mais pela negação e proibição de Gaza receber ajuda externa e suprimentos para aliviar as terríveis circunstâncias.

O bloqueio a Gaza está mais apertado desde o ano passado e tem um custo mais gravoso para a sua população. Em Gaza, as pessoas sofrem de fome, sede, poluição, escassez de medicamentos, eletricidade e de todos os meios para obter um rendimento, não só por serem alvejadas e bombardeadas. Crise de energia, escassez de gasolina, escassez de água e comida, vazão de esgoto e sempre a diminuição dos recursos são catástrofes provocadas directa e indirectamente pelo cerco.

O povo da faixa de Gaza está a resistir a esta agressão, porque quer uma vida melhor e normal e, mesmo quando chora de tristeza, dor e terror, rejeita uma trégua temporária que não oferece uma oportunidade real de um futuro melhor. Uma voz no meio dos ataques em Gaza é de Um Al Ramlawi que fala por todos em Gaza: “Eles estão a matar-nos a todos, de toda a maneira — ou uma morte lenta pelo cerco, ou uma rápida pelos ataques militares. Nós não temos nada a perder — devemos lutar pelos nossos direitos, ou morrer ao tentar.”

Gaza tem sido cercada por mar e terra desde 2006. Qualquer indivíduo de Gaza, incluindo pescadores, que se aventure além de 3 milhas marítimas da costa de Gaza, arrisca-se a ser baleado pela marinha israelita. Ninguém de Gaza pode sair pelos dois únicos check-points, Erez ou Rafah, sem permissão especial dos israelitas e dos egípcios, o que é difícil de obter para muitos, se não impossível. As pessoas de Gaza não podem ir para o estrangeiro para estudar, trabalhar, visitar famílias ou fazer negócios. Feridos e doentes não podem sair facilmente para obter tratamento especializado fora de Gaza. Foram restringidas as entradas de alimentos e medicamentos em Gaza e muitos produtos essenciais para a sobrevivência foram proibidos.

Antes do presente ataque, os produtos médicos armazenados em Gaza já estavam no nível mais baixo de todos os tempos devido ao cerco. Esgotaram-se agora. Da mesma maneira, Gaza é incapaz de exportar os seus produtos. A agricultura tem sido severamente prejudicada pela imposição de uma zona-tampão, e não podem ser exportados produtos agrícolas devido ao bloqueio. 80% da população de Gaza é dependente das rações de comida da ONU.

Muitos dos edifícios e da infraestrutura de Gaza foram destruídos durante a operação Chumbo Derretido, em 2008-09, e os materiais de construção foram bloqueados, de modo que escolas, casas e instituições não podem ser correctamente reconstruídas.

As fábricas destruídas pelos bombardeamentos raramente foram reconstruídas, acrescentando o desemprego à miséria.

Apesar das condições difíceis, o povo de Gaza e os seus líderes políticos actuaram recentemente para resolver os seus conflitos “sem braços nem danos” através do processo de reconciliação entre as facções, os seus líderes renunciando a títulos e posições, para que um governo de unidade pudesse ser formado, abolindo a política factional que existe desde 2007. Esta reconciliação, embora aceite por muitos na comunidade internacional, foi rejeitada por Israel. O actual ataque israelita cortou esta oportunidade de unidade política entre Gaza e a Cisjordânia e separou uma parte da sociedade palestiniana, destruindo a vida do povo de Gaza. Sob o pretexto de eliminar o terrorismo, Israel está a tentar destruir a crescente unidade palestiniana. Entre outras mentiras, é afirmado que os civis em Gaza são reféns do Hamas, quando a verdade é que a faixa de Gaza está cercada pelos israelitas e egípcios.

Gaza tem sido bombardeada continuamente durante os últimos 14 dias, seguindo-se agora a invasão terrestre por tanques e milhares de tropas israelitas. Mais de 60.000 civis do norte de Gaza foram intimados a deixar as suas casas. Estas pessoas deslocadas internas não têm para onde ir uma vez que o centro e o sul de Gaza estão também sujeitos ao bombardeamento de artilharia pesada. Toda Gaza está a ser atacada. Os únicos abrigos em Gaza são as escolas da Agência da ONU para os refugiados (UNRWA), abrigos incertos já alvejados durante a operação Chumbo Derretido, onde muitas pessoas morreram.

De acordo com o Ministério da Saúde de Gaza e o escritório da ONU para a coordenação de assuntos humanitários (OCHA), até 21 de julho 149 dos 558 mortos em Gaza e 1.100 dos 3.504 feridos eram crianças. Os que estão enterrados sob os escombros ainda não estão contados. Enquanto escrevemos, a BBC noticia o bombardeamento de um outro hospital, que atingiu a unidade de cuidados intensivos e salas de cirurgia, com mortes de pacientes e funcionários. Há agora receios relativamente ao principal hospital Al Shifa. Além disso, a maioria das pessoas estão psicologicamente traumatizadas em Gaza. Qualquer pessoa com mais de 6 anos já viveu o seu terceiro ataque militar por parte de Israel.

O massacre em Gaza não poupa ninguém e atinge deficientes e doentes em hospitais, crianças brincando na praia ou em cima do telhado, com uma grande maioria de não-combatentes. Hospitais, clínicas, ambulâncias, mesquitas, escolas e edifícios de imprensa têm sido todos atacados, com milhares de casas particulares bombardeadas, o fogo claramente direcionando para alvejar famílias inteiras e matá-las dentro das suas casas, privando as famílias de suas casas ao mandá-las sair uns minutos antes da destruição. Uma área inteira foi destruída em 20 de julho, deixando milhares de pessoas deslocadas sem tecto, ao lado de centenas de feridos e matando pelo menos 70 — isto é muito além do propósito de encontrar túneis. Nenhum destes são objetivos militares. Estes ataques visam aterrorizar, ferir a alma e o corpo das pessoas e tornar-lhes a vida impossível no futuro, assim como também demolindo as suas casas e proibindo os meios para reconstruir.

É usado armamento conhecido por causar danos a longo prazo na saúde de toda a população; em particular armamento de não fragmentação e bombas de ponta-dura. Vemos armamento de precisão a ser usado indiscriminadamente em crianças e vemos constantemente que as chamadas armas inteligentes falham a precisão, a menos que elas sejam deliberadamente usadas para destruir vidas inocentes.

Denunciamos o mito propagado por Israel de que a agressão é feita com a preocupação de poupar as vidas de civis e o bem-estar das crianças.

O comportamento de Israel insultou a nossa humanidade, a nossa inteligência e dignidade, bem como a nossa ética profissional e os nossos esforços. Até mesmo aqueles de nós que querem ir e ajudar são incapazes de chegar a Gaza devido ao bloqueio.

Esta “agressão defensiva” de duração, extensão e intensidade ilimitadas tem de ser travada.

Além disso, se o uso de gás for confirmado, isto é inequivocamente um crime de guerra, pelo qual, antes de mais nada, sanções graves terão de ser tomadas imediatamente sobre Israel, assim como a ruptura de qualquer comércio e acordos de colaboração com a Europa.

No momento em que escrevemos, são relatados outros massacres e ameaças sobre o pessoal médico nos serviços de urgência e o impedimento da entrada de comboios de ajuda humanitária internacional. Enquanto cientistas e médicos, não podemos ficar em silêncio enquanto este crime contra a humanidade continua. Instamos os leitores a também não ficarem em silêncio. Gaza presa no cerco está a ser morta por uma das maiores e mais sofisticadas máquinas militares modernas. A terra está envenenada por detritos de armas, com consequências para as gerações futuras. Se aqueles de nós capazes de se exprimir não o fazem e não tomam uma atitude contra este crime de guerra, também somos cúmplices da destruição das vidas e das casas de 1,8 milhão de pessoas em Gaza.

Registamos com consternação que apenas 5% dos nossos colegas académicos israelitas assinaram um apelo ao seu governo para parar a operação militar contra Gaza.

Somos tentados a concluir que, à excepção desses 5%, o resto dos académicos israelitas é cúmplice do massacre e da destruição de Gaza. Vemos também a cumplicidade dos nossos países na Europa e América do Norte neste massacre e a impotência mais uma vez das instituições e organizações internacionais para parar este massacre.”

Fonte (e signatários): The Lancet: Leading doctors and scientists denounce Gaza violence http://www.thelancet.com/gaza-letter-2014

Comité de Solidariedade com a Palestina https://www.facebook.com/ComitePalestina palestinavence.blogs.sapo.pt

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PROFESSORES: Big Brother is watching you?

big-brother-poster-feature Crato

Um episódio particularmente surreal passou-se comigo no dia da prova a 22 de Julho em Viseu. Quando um polícia estava a passar a multa (sem qualquer pré-aviso) a um colega nosso por ter no seu carro apitado perto das salas onde se realizava as PACCs, ao tentar, juntamente com mais professores, interceder a favor do nosso colega junto do polícia, a dado momento o polícia vira-se para mim e diz algo como:

- O André sabe que estiveram a fazer barulho à vontade à frente da escola mas buzinar no carro não podem.

Surpreendido pelo facto do polícia saber o meu nome, disse (ainda em tom de brincadeira):

- O sr. agente sabe o meu nome, estou a ver que sabe muita coisa…

Ao que o polícia responde:

- Sei isso e sei muito mais. Sei que não é a primeira vez que veio a Viseu.

Aí respondo já com um semblante mais pesado:

- Desculpe mas é a primeira vez que venho a uma manifestação a Viseu, as outras vezes foi por motivos pessoais…

Nesse momento o polícia (provavelmente percebendo que já teria falado demais) fica completamente atrapalhado e tenta mudar de assunto.

Felizmente várias pessoas estavam ao meu lado nesse momento e puderam ouvir na íntegra esta conversa… Ou seja, é verdade que já vários colegas me tinham avisado (na brincadeira ou não) que eu nos últimos meses (devido à luta dos professores) devia estar “a ser mais vigiado do que o 1º Ministro”… mas uma coisa é suspeitarmos outra é termos a confirmação que estamos a ser vigiados (o meu telemóvel já há uns meses que faz uns barulhos e ecos suspeitos). Torno esta situação pública para que pelo menos o nosso povo comece a saber e a perceber no tipo de sociedade em que já estamos a viver… onde começam a proibir direitos civis elementares (reuniões sindicais dentro das escolas, etc) e vigiam quem luta nomeadamente em defesa da Escola Pública mas a banqueiros e políticos corruptos nunca parecem vigiar, de outra forma não desapareceriam milhares de milhões de euros que tanto faltam na Saúde e Educação Pública…

Perguntam-me se não tenho medo? O meu maior medo é deixar uma sociedade cada vez mais sem direitos para os nossos filhos. E acredito profundamente que se juntarmos forças por nós e pelos nossos filhos nenhuma nova ou velha ditadura vencerá.

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