Praxistas, os Estalines-da-caneta-de-feltro

O Bruno Nogueira explica-o melhor do que eu:

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Sobre João Labrincha

Agora escrevo no Botequim.info em http://botequim.info/author/jl4br1nch4/
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31 respostas a Praxistas, os Estalines-da-caneta-de-feltro

  1. lince diz:

    Gostava de um dia ser surpreendido e ver/ler um post do JL que faça sentido. O Estaline apareceu aí no título só para «dar nas vistas», não se percebe a relação…

    • João Labrincha diz:

      mas ouviste o Bruno? ao 1m31s do audio!

      • lince diz:

        Claro que ouvi, BN já não é de agora, mas daí criares um post e dares-lhe esse para criares um paralelismo com Estaline… patético.

        As pessoas ouvem Bruno Nogueira na mesma, com ou sem os teus posts palermas.

        • joão viegas diz:

          Foda-se, o João Labrincha é livre, maior e vacinado, mas se este comentario acéfalo fosse comigo, eu tinha imediatamente modificado o titulo do post e substituido a palavra “Estaline” pela palavra “Deus”.

          Isto ha com cada um…

          • lince diz:

            Eu também sou livre, maior e vacinado, e como o teu comentário não tem qualquer tipo de elevação só um pequeno reparo – não nutro simpatia pelo Zé, no entanto, mete-lo ao barulho por tudo e por nada não traz sustento à discussão.

            Há muito esse costume picuinhas de confundir sound bites com discussões sérias. E aqui não há nem uma coisa nem outra, apenas uma tacadinha para chamar a atenção. Pena não dar nas vistas pelas melhores razões…

            Isto há com cada mente mais oca…

          • joao viegas diz:

            Talvez sejas livre e antipatizes com o Zé, mas uma coisa é certa, não existe nenhuma diferença entre os teus comentarios sobre o post e as acusaões de blasfémia proferidas pelos religiosos mais fanaticos. Alias se fores capaz de explicar a diferença entre uma coisa e outra, pago-te uma imperial…

  2. José António Jardim diz:

    Realmente este Labrincha é um fonómeo. Deve ser do caviar……..

  3. Khe Sanh diz:

    João.
    Mas que raio tem Estaline a ver com as praxes?

    Já é tempo de ter a sensatez culpar Estaline por todas as peçonhas!

    • João Labrincha diz:

      Ouviste o áudio? O Bruno explica. E não me parece difícil encontrar no Estaline culpas e peçonhas para lhe ir apontando, durante muitos séculos…

      • Khe Sanh diz:

        Ouvi e compreendi perfeitamente a intenção ” estonteante” do B N.

        E tu repetiste-o. E na minha terra costuma dizer-se que “tão ladrão é quem vai à horta como quem fica à porta”.

        Já Hitler e Goebbels tinham a mesma opinião acerca de Estaline.

        Atualiza-te João, as histórias da lenda negra acabaram . As fabulações macabras tiveram que vergar-se à verdade.

        • João Labrincha diz:

          Acreditas mesmo nisso? É assustador!

          • Khe Sanh diz:

            Não só acredito como tenho certezas sobre aquilo que afirmo, porque conheço essa questão in loco.

            Pelo contrário a ignorância que manifestas acerca de um assunto que não pescas nada é pior que assustador, é aterrador.
            Prova que vives sob o jugo daquilo que a informação dominante te impôs.

            Agradecia que revelasses o que sabes sobre Estaline a não ser o que “saboreaste” de Montefiore e comparsas?

            Ou foi algum Trotskista “virtuoso” que te desoxidou as sinapses?

            Tem cuidado porque eu posso lembrar-te que a Operação Primavera levada a cabo por os Trotskistas chefiados por Tukhaschevsky em 1933/34 provocou mais vitimas que os “grandes” expurgos de 1937/38.
            Esse complot tinha como objetivo eliminar Estaline.

            Amigo; não me intrometo nos assuntos que desconheço.

          • João Labrincha diz:

            Não gosto de puxar galões mas, se a isso me incitas, aqui vai: estudei História na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, onde tive profs. das várias direitas e esquerdas e pude tirar as minhas próprias conclusões. Uma delas é de que defender Estaline está exactamente ao mesmo nível que defender Hitler. As atrocidades perpetradas por ambos, testemunhadas e largamente documentadas, provocam-me nojo de todas as pessoas que as negam. Em ambos os casos foram presxs, torturadxs, deslocadxs e forçadxs a trabalhar até à morte, tanto opositorxs como, por exemplo, judeus e outras minorias étnicas (é um facto a tentativa de esmagamento das características identitárias/culturais de várias repúblicas sovietizadas, especialmente a ucraniana). Negar o que se passou em Auschwitz tem exactamente a mesma gravidade de tentar desvalorizar, relativizar ou negar Kengir.

            Mas provavelmente o mais grave de tudo é que do nazismo já nada de bom se esperava à partida; mas ter um déspota sanguinário a dizer-se representante de uma ideologia de libertação como o marxismo causou moças provavelmente eternas na credibilidade de todas as pessoas, bem intencionadas, que lutaram ou lutam pela libertação dos povos oprimidos.

            “Messias, Deus, chefes supremos, nada esperemos de nenhum” – Internacional

          • JgMenos diz:

            ‘grandes’ purgas, Khe Sanh????
            Claro que não! Uns duzentos e poucos generai e almirantes (que não vieram a fazer falta nenhuma na guerra) e mais uns centos de milhar de gente insignificante…e que aliás fazia falta nas minas e noutros lugares salubres.
            (De los 1.966 delegados del XVII Congreso del Partido Comunista celebrado en 1934, 1.108 fueron arrestados y casi todos murieron ejecutados o en prisión)

    • koshba diz:

      Stalin está in,nas pessoas bem.

      • Khe Sanh diz:

        Meu Caro João Labrincha.

        Já que tiveste a iniciativa deste tipo de tratamento pessoal sem te dares aos cuidado de saber a condição e menos ainda a faixa etária do teu interlocutor, respondo com a mesma moeda.
        Isto porque tenho muito orgulho de um pai que dizia que nunca tirou o chapéu a quem se julgava superior a ele, faço questão de preservar essa herança.

        Mas vamos ao que nos traz aqui. Tiveste a “preocupação” de exibir o teu estatuto pessoal , assim como as fontes onde obtiveste os teus conhecimentos acerca da URSS.

        As tuas explicações singelas em tipo de nota de rodapé formuladas em clichés reducionistas provam duas situações muito concretas.
        Primeiro: demonstram que és alguém muito ingénuo que acredita que a verdade é uma via de sentido único.
        Segundo: tratas a história como se fosse um caderno de exercícios onde podemos apagar aquilo que nos desagrada.

        Caro João, tens que entender e aceitar que a história não tem dono, se pertence a alguém é aos seus próprios protagonistas.
        Portanto devias ter o cuidado de analisar se esses tais professores te explicaram a história tal como aconteceu.

        Da minha parte sempre tive a preocupação em diversificar as minhas fontes de informação, consultando as várias versões da histórica descrita por cada um dos seus criadores, para daí retirar as devidas ilações. Porque só assim se conseguem desfazer muitas duvidas e chegar mais perto da verdade.

        Além de como disse num comentário anterior , ter tido a sorte de falar pessoalmente com pessoas que viveram as situações.

        E para reforçar a defesa dos meus argumentos faço questão em expor algumas das fontes onde obtenho a informação que me faz ter a convicção que estou mais perto da verdade que aqueles que mais não fazem que alardear fabulações abstratas sem apresentarem provas dignas de credibilidade.

        Aqui:

        http://msuweb.montclair.edu/~furrg/
        http://vientosdeleste.wordpress.com/2013/02/17/preparaba-el-mariscal-tujachevski-el-derrocamiento-de-stalin/

        http://www.mariosousa.se/MentirassobreahistoriadaUniaoSovietica.html

        http://vientosdeleste.wordpress.com/2013/02/17/preparaba-el-mariscal-tujachevski-el-derrocamiento-de-stalin/

        http://sp.ria.ru/opinion_analysis/20130221/156466617.html

        Caro João julgo ter disponibilizado informação suficiente para que a partir de agora não vivas mais subjugado a uma versão racionalista dos historiadores ao serviço do capitalismo.

        Dispões aqui muito material para analise e reflexão.
        A não ser que as tuas ideias e tua opinião já se encontrem fossilizadas?

        Se pretenderes ler mais sobre Geoffrey Roberts, tem muitas obras publicadas sobre a mesma questão, todas traduzidas em Castelhano.

        Conti………

      • Khe Sanh diz:

        Caro João foste muito imprudente (por uma questão de respeito não aplico o nome próprio) na comparação que fizeste entre o nazismo e o comunismo, além da total ignorância manifestada sobre a “revolta” do campo de prisioneiros de guerra de Kengir ( à frente abordo estes assuntos com mais detalhe).

        Por te intrometeres em questões que não sabes nem tão pouco estás preparado para discutir é que te vou advertir que bem podes puxar dos galões e de todos os galardões que entenderes que não te livras de levar uma surra de alguém que apenas aprendeu a apertar porcas e parafusos, a universidade que frequentou foi a da vida.

        Sou filho de dois pobres camponeses analfabetos a quem muito agradeço a educação que me souberam dar . Também a eles devo a preparação que recebi para poder enfrentar as agruras da vida.

        O prémio que conseguiram oferecer-me por ter feito a 4ª classe com dez anos foi ir trabalhar atolado em água e lama até à barriga nos arrozais do país governado por Salazar. Como eu milhares de outros meninos tiveram a mesma sorte.

        Não pretendo obter estatuto com o meu passado de exclusão.

        No entanto nunca perdoarei a quem me roubou a infância e me assassinou a juventude.
        E já adulto para subir alguns degraus na escala da vida fi-lo com grandes sacrifícios e enormes privações.

        Por esse facto mesmo quero lembrar às pessoas politicamente bem “intencionadas” que nos dias de hoje centenas de milhões de meninos vivem nas mesma condições e estão sujeitos ao mesmo tipo de privações, sem que perturbe a consciência daqueles que se advogam na defesa dos direitos dos mais fracos. Inclusivamente é uma triste realidade que voltou aos países que faziam parte da URSS.

        Tudo isto para dizer o quê?

        Para dizer que na URSS a primeira preocupação das autoridades foi dirigida a proporcionar o bem estar possível às suas crianças, garantindo-lhes protecção social, assistência médica, ensino, cultura e formação profissional totalmente gratuitos, desde as grandes cidades aos pontos mais recônditos do país.

        Apesar das enormes dificuldades que o país teve que enfrentar, e das múltiplas ameaças e agressões internas e externas que teve que vencer.

        Caro João os factos são coisas teimosas e quem tenha a veleidade de discordar desta realidade está do lado errado da história.

        Cont……..

      • Khe Sanh diz:

        Caro JGMenos.

        Não respondo às suas provocações inconsistentes, sem qualquer credibilidade, isentas de rigor histórica e esvaziadas de verdade, sustentadas em falsidades saídas de uma mente insana.

        Apresente as suas fontes de informação que nessa altura faço o esforço de responder-lhe, de outro modo entendo as sua opinião como lucubrações inventivas, com o objetivo único de espargir o ódio por um sistema politico que se encontra nos antípodas daquele que professa e defende.

        Consegue dizer quais os livros que já leu sobre a URSS?

  4. um anarco-ciclista diz:

    mais uma razão para não lhe apontar culpas e peçonhas que lhe são alheias… O 5 dias já parece o Correio da Manha da blogosfera nacional…

    • Onus diz:

      um blogue de esquerda com chorões de todo o lado. Meninos chorões… será que se aperceberam que estavam a escrever num blogue «de esquerda»?

      Esta porra está pior que a Maria ou a ANA+atrevida… bati a porta da tasca. Adeusinho!

      • Khe Sanh diz:

        “ estudei História na Faculdade de Letras Universidade do Porto”

        Isso é razão para se outorgar o estatuto de sapiência? E mais em assuntos que não se está habilitado discutir.

        “ Uma delas é de que defender Estaline está exactamente ao mesmo nível que defender Hitler.”

        O grande equivoco dos anti-comunistas começa aqui mesmo, considerar que o nazismo é um irmão gémeo do comunismo.
        Ignoram eles que o nazismo é uma continuação da radicalização da tradição colonial e da ideologia racial que acompanhou o colonialismo.

        Se procurar-mos a palavra chave da ideologia nazi, encontramos Untermensch (sub-humanos). Esta palavra tem as suas origens nos mentores da supremacia branca nos Estados Unidos, defendida publica e exaustivamente por Lothrop Stoddart.
        Foi nos Estados Unidos onde primeiro se defendeu a “purificação da raça” “higiene racial” “ a ciência da eugénia” . Mesmo o termo decisivo “solução final” foi usado primeiramente nos Estados Unidos para resolver a questão negra e indígena.

        O comportamento de todas as potencias coloniais em relação aos povos colonizados nunca foi muito diferente.

        Por isso mesmo se pretender-mos entender Hitler e o nazismo devemos começar a partir da história colonial. Porque tanto um sistema como outro pautaram sempre os seus princípios na supremacia racial. A regra usada foi sempre a regra racial.

        Ao passo que o Socialismo (comunismo) na URSS nunca teve como objectivo impor o domínio de um povo sobre outro, o extermínio ou a supremacia racial nunca fizeram parte da ideologia politica da União Soviética, todos eram iguais e todos usufruíam dos mesmos direitos.

        O que se pretendeu fazer na URSS foi abolir (erradicar ) uma classe social parasitária, foi isso que os inimigos do Socialismo nunca aceitaram .

        “ Negar o que se passou em Auschwitz tem exactamente a mesma gravidade de tentar desvalorizar, relativizar ou negar Kengir”

        Caro João neste ponto não resisto em manifestar o mais agressivo repudio.
        Porque tentar comparar Kengir a Auschwitz é um exercício de demagogia porca , vergonhosa.
        Pior ainda, é esforçar-se por branquear os crimes hediondos do nazismo.
        É colocar-se descaradamente ao lado dessa ideologia tenebrosa sem ter coragem de se assumir.

        Obrigado João, estás a prestar um belo serviço ao Nazismo. Isto porque tentas fazer de vitimas aqueles que praticaram os crimes mais sujos e repugnantes ao serviço do exercito Alemão e da Gestapo.

        Não sabes que em Kengir só estavam presos criminosos de guerra.

        Kengir foi um campo de prisioneiros de guerra no Cazaquistão a maioria membros da organização terrorista Ucraniana UPA que lutou ao lado dos nazis. Os mesmos que provocaram uma orgia de sangue logo em 27 de Junho de 1941 em Lvov. Reuniram os prisioneiros por famílias para os executarem na praça publica.

        A URSS no final da guerra capturou mais de um milhão de prisioneiros Alemães, quase outros tantos colaboracionistas e centenas de milhares de tropas de países aliados da Alemanha. A maior parte foram enviados para além dos Urais.

        Pergunto. E qual foi o país que tratou uma revolta de prisioneiros de guerra inimigos com benevolência? Neste caso em particular aqueles que tinham lutado ao lado das forças nazis.

        A revolta dos prisioneiros de guerra de Kengir foi pela primeira vez “relatada” por Soljenitsin em o “Arquipelago de Gulag”. E daí espalhou-se o eco como sendo uma coisa tenebrosa e os papagaios adestrados nunca mais se cansaram de repetir a mesma lenga lenga .

        Esse mesmo Soljenitsin que escreveu no citado livro que a coisa que o mais chocou na vida e ainda hoje guardo essa recordação “foi ver um jovem soldado Alemão feito prisioneiro, nu da cintura para cima vestido com uma calças do exercito Soviético ser vergastado por os seus captores”.

        O canalha não se lembrou dos horrores, das sevicias, dos crimes que os Alemães praticaram contra o seu próprio povo?

        Sobre isto li em “ GULAG” de Anna Applebaum uma citação muito curiosa (mais concretamente uma grande mentira).
        “As deportações aumentaram vertiginosamente depois do final da guerra”.

        Com mais de dois milhões de prisioneiros de guerra nas mãos em 1945 nem podia ser de outro modo.
        Ou será que a “senhora” pretendia que os colocassem nas instancias de férias do Mar Negro?
        Assim se constrói uma fabulação tenebrosa . Assim se consegue associar Estaline ao sinonimo de terror.

        Existe um detalhe muito importante nas lucubrações imaginativas dos inimigos da URSS.
        Até hoje pouco ou nada conseguiram documentar acerca das invencionices que fabricam.

        Mas que raio aquilo era alguma rebaldaria em que nada ficou escrito? Não existem documentos escritos das reuniões politicas e das decisões que foram tomadas?
        E se existem porque não tornam públicos esses documentos?
        Gorbachov e Yeltsin não mandaram vasculhar os arquivos Soviéticos de alto a baixo? E porque razão não tornam publico o que lá encontraram?
        Não basta dizer que aconteceu é preciso apresentar provas fidedignas.

  5. João Pedro diz:

    oh labrincha deixa o STALINE em paz, pah !!!!

    João Pedro

  6. JgMenos diz:

    O Estaline vem muito a propósito porque tem tudo a ver com poder.
    E como os praxistas dominam as Associações de Estudantes, os verdadeiros seguidores de Estaline estão a começar a fazer-lhes a cama e preparam-se para lhes tomar o lugar!
    Em vez de praxe vamos trabalhar para ter: esclarecimento das massas, justas lutas e consequente arebanhamento juntando a intelectualidade à fortíssima aliança operária-camponesa – a revolução está em marcha!

  7. Anónimo diz:

    o joão sabe que a regra que postula que à medida que o tempo passa numa discussão na internet (neste caso o assunto seriam as praxes) a probabilidade de alguém acusar outro de ser ou defender hitler ou o nazismo se aproxima de 1, também vale para estaline, não sabe?

  8. imbondeiro diz:

    Depois do bem achado e genialíssimo símile fotográfico da praxe com as delicadezas ianques de Abu Ghraib, o ressuscitar ( e logo num fartíssimo plural ) de Estaline, desta feita, vestidinho de negra e académica fatiota e/ou incorporado no vastíssimo bando dos virtuosos executores da tatuagem chunga a caneta de feltro do chinês. Que se seguirá nessa sua tão vertiginosa quanto patética queda niilista? Um Mao Zedong de colherzinha-de-pau debaixo da sovaqueira? Um Pol Pot de garruço? Um Adolf Hitler de tesourinha tonsurante nos dedinhos? Um Mengele de achincalhante, seviciador, exterminador, e sempre pronto a ser desferido à bem talhada caloira que passa, piropo nos lábios? Um Augusto Pinochet Ugarte distribuidor do post-it ordinarão afrontosamente colado na testa da verde e aterrorizada caloirada, caloirada essa prestes a ser barbaramente executada ( os nóveis Victor Jara ) a golpes de copo de traçadinho ou de imperial? Ou será que, para a próxima, vai fazer-nos o favor de escrever alguma coisita que se mantenha um pouco acima da linha-de-água da mais pura indigência intelectual? Vá lá, com um pouco de esforço, o senhor até consegue…

  9. Argala diz:

    João Labrincha,

    Uma proposta: vocêmessê abandona o 5dias e em troca eu tento meter uma cunha pot si na TSF. Estou a falar a sério.

    Cumprimentos

    • Khe Sanh diz:

      Será esse o lugar (TSF) mais indicado para a pessoa?

      Ironicamente aconselho-o a imigrar para a Grécia, para ajudar a rapaziada de lá que se encontra metida em apuros.

      Quem tem desabafos destes está bem é junto dessa maralha.

      «««««Negar o que se passou em Auschwitz tem exactamente a mesma gravidade de tentar desvalorizar, relativizar ou negar Kengir.»»»»»»»

      É difícil compreender alguém que se diz de esquerda e que afirma ter estudado história escrever monstruosidades destas. Não há justificação possível.

      O autor da peça que coloca aí por baixo (um nazi confesso) reconhece que a maioria dos prisioneiros de Kengir eram colaboracionistas da organização terrorista Ucraniana OUN-UPA de Stefan Bandera um criminoso de guerra

      Os restantes pertenciam a outros grupos colaboracionistas, tais como elementos do tristemente celebre batalhão Rossignol que foram chefiados Románe Chukhévitch outro criminoso, esse mesmo que no dia 30 de Junho de 1941 (no comentário anterior escrevi 27) entrou em Lvov atrás das tropas nazis e massacrou na praça publica sete mil judeus e comunistas.
      Também lá estavam membros da Divisão Galitchina condecorada pessoalmente Himmler.

      Da ROA, da POA de Vlassov, das Waffen SS da Letónia os mesmos que hoje desfilam orgulhosamente em paradas publicas fardados exibindo as condecorações recebidas ao serviço dos nazis.

      Conclusão; Kengir era um campo exclusivamente de prisioneiro de guerra que lutaram ao lado dos Alemães, os que fizeram os trabalhos mais sujos às ordens das SS. Como o massacre de Babi Yar.

      Aqui:

      http://darussia.blogspot.pt/2012/05/revolta-de-kengir-cronicas-do-gulag.html

      Há um livro publicado por o General Aleksei F Fiódorov que foi o organizador da resistência nos territórios ocupados da Ucrânia durante a guerra e mais tarde responsável por os campos de prisioneiros , que esclarece muito bem esse e outros episódios.

      Para terminar: considero que seria um acto de grande coragem da parte do João Labrincha admitir que cometeu um enorme erro com a comparação que fez.
      Obrigado

      Cumprimentos.

      Khe Sanh

  10. Luís Grilo diz:

    asneirola da boa, para quem não tem mais nada que fazer senão discutir o óbvio e quem defenda o indefensável…, mas há aqui cada pérola… lindo, o Bruno tem 1 jeitão para os assanha, e assim se faz rádio…eu gosto!!!

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