A Alemanha xenófoba e o JN a acompanhar…

“O governo alemão, que esta quarta-feira completou cem dias em funções, está a preparar um delicado e controverso processo no sentido de implementar uma série de medidas para impedir a chamada “imigração da pobreza”, protagonizada em grande parte pelos imigrantes romenos e búlgaros, que beneficiam da liberdade de circulação na União Europeia e se aproveitam do generoso sistema social em vigor no território alemão.”

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17 respostas a A Alemanha xenófoba e o JN a acompanhar…

  1. Joao Pereira diz:

    “Esta medida surge depois de se descobrir que vários imigrantes registaram por diversas vezes os filhos, chegando mesmo a inventar a existência de descendentes, para poder beneficiar do apoio de 184 euros mensais que o Estado alemão paga às famílias por cada filho” .. puseram-se a jeito …

    • Rafael Fortes diz:

      Claro, toda a razão. Se fossem alemães era tirar-lhes a nacionalidade e deportá-los para a Madeira…

      • Censurado diz:

        Está a sugerir que é dever da Alemanha (ou de qualquer outro país) de, não só abrir as portas a todos os indigentes do mundo que para lá queiram ir viver, como também tem a obrigação de lhes conceder subsídios sem que, para tal, esses indigentes tenham precisado de contribuir com um dia do seu trabalho? (e impostos)

        • Rafael Fortes diz:

          Sim. se esse é o tratamento dado aos seus e se a Alemanha aceitou a abertura de fronteiras a cidadãos europeus, acho que é o que deve fazer.

          • Censurado diz:

            Não se admirem que a Frente Nacional, UKIP e outros que tais vão conquistando cada vez mais votos. Os responsáveis são precisamente os Rafaeis desta vida que defendem este tipo de subsiodiodependência insustentável.

            O que não deixa de ser espantoso é que tais defensores da liberdade de circulação sem restrições, da universalidade do acesso aos subsídios, da imigração desregrada, não demonstrem qualquer incómodo por nenhum dos estados socialistas actuais ou passados ter direitos e liberdade equiparáveis. Com efeito, nos países socialistas, não só a emigração é/era normalmente proibida, como até a circulação interna era limitada (vide URSS).

          • Rafael Ortega diz:

            Os Rafaeis desta vida não, que eu não tenho nada a ver com isso!

    • Carlos Carapeto diz:

      Em contrapartida a genorisade Alemã leva a que despache para cá os deliquentes e toxidependentes incomodos, pague muito acima do nosso ordenado minimo e nós como país bom acolhedor devemos ficar gratos por nos fazerem esse grande favor.

      Sempre são mais uns milhares de € que entram em tempos de crise.

      João Pereira o que acha?

      • Joao Pereira diz:

        Não percebi. Despacha para cá os delinquentes e toxicodependentes? Não estou a par dessa realidade ou então não percebi a metáfora ..

  2. JgMenos diz:

    Todo o carinho é devido aos desamparados deste mundo;
    – para que os seus líderes nacionais fiquem dispensados de qualquer pressão que os leve a roubar menos ou a fazer melhor;
    – para que os chicos-espertos convirgam para onde haja sociedades mais eficientes que possam ajudalos a bem desenvolver o seu mister;
    – para que os exemplos de sucesso não sejam tão escabrosamente evidentes e desmoralizadores para os piegas deste mundo!

  3. Censurado diz:

    Não vejo aonde está a xenofobia. Porque é os contribuintes alemães devem pagar a “turistas dos subsídios”?
    Nem um estado socialista permitiria isso.
    Na URSS, o nome oficial para essas pessoas era: parasitas sociais.

  4. Nunes diz:

    184 euros por filho ? quem nos dera a nós. Para todas as familias ? Cá o RSI é menos que isso,,, e é só para pessoas sozinhas, sem emprego nem subsidio nenhum.
    Mas a questão é outra, é que lembro-me da Angela Merkel dizer aos jovens gregos, devido às condições usurárias do Deutsche Bank que tem levado à miséria da Grécia, que os jovens gregos desempregados podiam emigrar para a Alemanha.

    Agora nem isso. Ela vai a um país, impõe medidas de pobreza drásticas, e nem sequer podem os jovens fugir.

  5. Rafael Ortega diz:

    Os alemães, ao contrário do Fortes, não acham piada a ter grupos de ciganos romenos sem tomar banho durante dois meses, a andar de comboio sem pagar e deixar o chão da carruagem todo cuspido, para saírem ali na zona de Sete Rios (ou o equivalente lá do sítio) para o acampamento que têm debaixo de um dos viadutos.

    Que xenófobos de um raio! O Fortes devia ir à Alemanha dizer-lhes que assim não pode ser, que têm que importar todos os coitadinhos do mundo.

    Enquanto o Fortes, e amigos que pensam de forma semelhante, não deixarem de defender o indefensável vão continuar a haver referendos do género que houve na Suíça há pouco tempo, com os resultados que se conhece, sem que o Fortes e amigos percebam porquê.

    • Rafael Fortes diz:

      não se esqueça dos pretos, dos chinocas e dos indianos…e há boleia tb podem ir as bichas loucas e os comunas…

      • Rafael Ortega diz:

        Já que quer desconversar aqui vai:

        Pretos conheço vários, e os que conheço trabalham e não chateiam ninguém.
        Dizem que há muitos no gamanço. Não sei, não conheço ninguém que ande no gamanço para perguntar como é a estrutura étnica dos amigos do alheio.

        Chinocas, termo seu, conheci alguns na Universidade. O estereótipo que passam a vida a estudar e que são bons alunos é mesmo isso, um estereótipo. Alguns trabalhavam muito, outros eram uns baldas.
        O chefe da informática da empresa onde trabalho é chinês e muito competente, por sinal.
        De resto, os chineses que cá estão há mais anos, seja em restaurantes ou lojas, costumam ser vistos a trabalhar. Nunca vi um chinês sentado a pedir à porta do supermercado, se lhe interessar saber.

        Indianos não conheço nenhum pessoalmente, mas se for de Lisboa há um restaurante porreiro na Av. Duque de Ávila, onde fazem um chicken madras bastante bom, e não é muito caro. Ali perto, na Av. Praia da Vitória, há um indiano com uma loja de artigos para telemóveis, onde comprei um carregador, que me tem servido bastante bem. Não creio que os indianos que andam nas ruas a vender flores passem factura. Acha que devia denunciá-los ao fisco?

        Não sou capaz de deixar de notar a enorme xenofobia do Fortes em deixar de fora da lista os brasileiros, que são uma grande comunidade em Portugal. Sou amigo de vários, mas acredito que tal não interesse ao Fortes, porque optou por os ignorar.

        Não falou em árabes e fez mal. Veja lá que eu até fiquei uma vez a dar um olho na loja/restaurante de um egípcio numa 6ª feira enquanto ele ia à mesquita.
        Um dos meus rituais preferidos enquanto estudava era almoçar uns kebabs e fumar uma shisha enquanto escrevia a tese. Expulsem todos os emigrantes, mas não me expulsem o senhor Nasser!

        Estou a reparar que falo em muitos restaurantes. Antes de me chamar burguês, ou algo do género, lembre-se que isto só abona em favor dos imigrantes que os abrem, têm capacidade para dinamizar a economia enquanto satisfazem o estômago dos indígenas. Nunca vi um restaurante de ciganos romenos…

        Constato também que não falou nas comunidades de leste. Russos, conheço alguns. Russas nenhumas (o que é pena). Tenho uma grande desilusão que as polacas prefiram ir para o Reino Unido. Checas, croatas ou húngaras podem vir povoar o nosso país, quantas mais melhor.

        Bichas loucas, não conheço. Homossexuais, conheço alguns. Felizmente nenhum deles padece de problemas do foro psiquiátrico.

        Mandar embora os comunas? Até mandava, mas para onde? Tenho a certeza que qualquer país civilizado prefere um surto de peste a um avião cheio de Bernardinos, Nogueiras do Bigode, ou Ratos ignorantes.

        Para finalizar, se alguma coisa que escrevi no comentário anterior fosse mentira, o Fortes tinha rebatido em vez de desconversar.

  6. imbondeiro diz:

    A grande filha de um Pastor alemão que é Frau Merkel devia mandar pendurar na parede do posto fronteiriço lá do teutónico tasco um letreiro informando “Reservado o direito de admissão a cidadãos da UE”.
    A letrinhas pequeninas (por enquanto) podia juntar-lhe “Vindos do Sul, se aceitam médicos, enfermeiros e engenheiros”. Uma maneira sibilinamente eufemística de nos esfregar na cara a muito norte-europeia inabalável convicção de que o Sahara termina ali pertinho dos Pirinéus…

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