Resposta ao texto no site da FENPROF

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Resposta ao texto no site da FENPROF

“A FENPROF vale muito mais do que uma carta semicerrada!!! O Mário Nogueira não precisa de “cartas abertas.”

(http://www.fenprof.pt/SPE/?aba=75&mid=204&cat=333&doc=8037)

Durante os últimos 2 meses e meio, estive absorvido a participar na luta contra a Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades (PACC) e com o desenvolvimento do Movimento Nacional de Professores Boicote&Cerco (que culminou com o 1º Encontro Nacional de Professores no passado 1 de Fevereiro de 2014). Só passado este tempo de intensa actividade é que reparo que em pleno site da FENPROF está um texto (pelos vistos desde inícios de Dezembro) alusivo à minha Carta Aberta ao Mário Nogueira (CAMN1) que escrevi em finais de Novembro. É importante referir, que quando publiquei a CAMN tive a preocupação de enviar primeiro um email à direcção da FENPROF (para que a pessoa em causa pudesse ter acesso a esta) e no blogue 5dias.net (onde a publiquei) garanti que se existisse resposta do Mário Nogueira (algo que nunca aconteceu), publicaria essa resposta na íntegra. Infelizmente nunca fui informado da publicação deste texto, a mim dirigido, da colega Ana Cristina Rodrigues Martins (dirigente do Sindicato de Professores da Grande Lisboa, SPGL, e do Conselho Nacional da FENPROF), ficando assim totalmente amputado de exercer o meu legítimo direito de defesa. Esta situação é ainda mais grave quando o mesmo texto se encontra repleto de mentiras e de relatos de situações que, caso fossem verdadeiras, deveriam ter sido alvo de processos disciplinares contra mim dentro do SPGL. Tal não aconteceu porque, como a colega bem sabe, não passam de calúnias e difamações que mais não visam do que atacar pessoalmente o Professor André Pestana por delito de opinião! Mas vamos ao conteúdo do texto.

A colega fala num Plenário do SPGL (de dia 20 de Junho de 2013) onde, é verdade, fiz uma intervenção em que referi que por ter sido pai pela primeira vez e ter ficado desempregado fui viver para Coimbra, para perto da minha família.

Para a mentira ser segura e atingir profundidade tem de trazer à mistura qualquer coisa de verdade

António Aleixo

Infelizmente, como muitos professores, encontro-me desempregado desde 1 de Setembro de 2012 e ainda não encontrei outra actividade – vivo actualmente do subsídio de desemprego e tenho documentos que o demonstram. Sinceramente não sei (como a maioria dos professores desempregados) se, perante tantos ataques à Escola Pública, voltarei a ter lugar numa Escola Pública nos próximos anos. Penso que respondi às questões da colega, porém, continuo sem perceber se, segundo a sua interpretação, permaneço um colega e, ainda, qual o “número mágico” de meses que se pode estar desempregado até deixarmos de ser considerados colegas; e já agora que o diga perante milhares de outros professores contratados que se encontram desempregados, alguns dos quais há mais tempo do que eu, e mesmo nessa situação, continuam, como eu, a pagar quotas ao sindicato. Relativamente à inscrição na PACC, na CAMN penso sinceramente que deixei claro a compreensão e respeito com os colegas que se inscreveram. Além disso, como nunca estive inscrito na mesma, tendo apenas sido dispensado da prova (pelos meus anos de serviço) após o fim das inscrições e estando desempregado e com o agregado familiar aumentado, penso que, ao contrário do que a colega sugere, detenho alguma “autoridade moral” para apelar a outros professores para que também boicotem a prova. Felizmente não fui o único a apelar ao boicote (e à união entre o boicote dos contratados e a greve dos vigilantes) e os resultados estão à vista de todos (sobretudo do Ministro Nuno Crato que teve uma importante derrota dia 18 de Dezembro).

Depois a colega fala em mais um Plenário (penso que se refere ao debate das listas nas eleições para o SPGL em Maio de 2012) onde eu teria alegadamente defendido “que os professores, em dia de greve, deveriam quotizar-se e pagar aos funcionários das escolas para que estes fizessem greve e assim a escola pudesse encerrar…”. Ao contrário do que insinua e para que fique claro: não “furei” a greve pagando a outros para que a fizessem no meu lugar. O que aconteceu, foi que além de apelar a que os professores fizessem greve, defendi também que os professores se unissem e ajudassem os funcionários. Nomeadamente, fazendo um fundo de greve, em benefício dos funcionários (que têm salários de miséria apesar da sua enorme importância),  conseguimos aumentar o impacto da greve contra o governo.

A colega alega que terei “desmobilizado” mais do que sindicalizado. Desafio-a a apresentar números concretos dessas taxas de “dessindicalização” nas escolas por onde passei e tive responsabilidades sindicais comparando com a média do SPGL. É que por exemplo na Escola onde leccionei mais anos (Escola S. Julião da Barra- Oeiras), durante o tempo que lá estive, a taxa de sindicalização aumentou 20% (contrastando com a infelizmente significativa diminuição da sindicalização média no SPGL) e se ainda tem dúvidas pode perguntar a esses colegas, que se sindicalizaram, quem ajudou na sua sindicalização. Estes números de sindicalização foram apresentados durante a Campanha eleitoral do SPGL 2012 (nomeadamente na revista do SPGL: Escola informação nº252 de Abril/Maio 2012 na página 54 ou na página do Movimento Professores 3R´s2) e ninguém de nenhuma das listas, questionou esses números. Porque será?

Depois a colega escreve “situação de crispação com a direcção da escola onde então se encontrava colocado, provocada por uma atribuição de horários mal elaborados”. Mais uma vez mistura um pouco de verdade do que aconteceu na Escola Secundária Aquilino Ribeiro, com uma suposta “total falta de coragem” da minha parte em enfrentar a direcção da Escola e que não teria sido capaz de contestar o meu próprio horário…Não me vou alongar sobre esta questão por serem cabais e inequívocas as provas que demonstram (nomeadamente os requerimentos no final deste texto) que, novamente, a colega recorreu à calúnia para tentar fazer prevalecer o seu ponto de vista. Se a colega tem provas que demonstrem o contrário, que as torne públicas e deixe de lançar sistematicamente acusações infundadas que só a descredibilizam a si e infelizmente também ao SPGL e FENPROF (porque é dirigente de ambos e é no site da FENPROF que estão publicadas tais acusações).

Sobre a conferência de imprensa da FENPROF do passado dia 15 de Novembro, a questão é que pessoas experientes (como a composição do Secretariado Nacional demonstra) poderiam muito bem, já que a PACC não tinha sido efectivamente suspensa nesse dia, tê-la adiado para sábado ao final do dia (ou segunda de manhã) o que naturalmente não desmobilizaria os professores para dia 16 de Novembro. Ao contrário do que diz, não “inventei” nada sobre isso. Apenas disse e reafirmo que essa conferência de imprensa objectivamente levou à confusão (sobre a suspensão), devido a frases como “Os procedimentos que o Ministério pode levar por diante neste momento estão suspensos e estão suspensos porque já foram aceites liminarmente pelos tribunais administrativos e fiscais nove das 12 providências cautelares3”, e levou à desmobilização de muitos professores para as Manifestações de 16 Novembro.

Posteriormente, mais uma vez, ao não afirmar ter estado presente nas ditas manifestações e por não questionar o facto da FENPROF e SPGL não terem publicitado (sem qualquer encargo financeiro) nos seus sites/mailinglist as manifestações desse dia, parece revelar que o seu desejo de “retumbante sucesso” mais não é do que um desejo vazio. Eu, pelo contrário, e como comprovam por exemplo os registos seguintes4, estive presente nas iniciativas contra a PACC (independentemente de serem marcadas pelos sindicatos ou pelo movimentos independentes de professores). Infelizmente, os elementos da direcção da FNE e da FENPROF, apenas compareceram nas iniciativas que convocaram. É que não basta dizer o “apelo à união de todos os professores na luta contra a PACC” quando depois não se ajuda a unir efectivamente os professores para 16 de Novembro ou quando a FENPROF no concreto não defendeu a união (que foi a chave do sucesso desta luta) entre o boicote (dos professores contratados) e a greve (dos vigilantes). O único Movimento Nacional de Professores que defendeu essa união foi o Movimento Boicote&Cerco, o qual juntamente com muitos outros professores (sindicalizados e não sindicalizados), faço parte. Diz ainda que “Tanto no plano jurídico como no plano estritamente sindical, tudo o que é possível fazer-se está a ser feito.” Então porque não se convocou a greve de dia 18 de Dezembro de 2013 para todo o serviço escolar docente (como acontece normalmente) e apenas se convocou para o serviço associado à PACC? Sabendo com antecedência que uma das estratégias do MEC para dificultar a mobilização dos professores (nas escolas onde não estava agendada a PACC) foi marcar muitas reuniões de avaliação para “prender” os colegas nessas escolas e longe da luta… Se tivesse sido convocado greve a todo o serviço, teríamos potenciado ainda mais a luta contra a PACC a 18 de Dezembro, já que poderiam ter estado muito mais professores a reforçar o Boicote por todo o país (porque assim poderiam ter faltado às reuniões de avaliações) e a derrota do Ministro Nuno Crato teria sido ainda maior.

Por último, a colega refere-se a mim como “reconhecido membro de várias organizações de onde acaba sempre por sair em ruptura, logo que as suas opiniões não sejam acolhidas pela maioria”. É curiosa essa afirmação da colega, quando milhares de professores viram por exemplo a 30 de Novembro de 2013 (no Porto) e a 5 de Dezembro de 2013 (à frente do Parlamento) precisamente o colega André Pestana a não ter problemas nenhuns em “dar voz” a todos os professores (mesmo os que não concordam comigo). Ou quando a minha permanência ao longo destes anos no SPGL revela, ao contrário do que afirmou no seu texto, que convivo bem com a diferença e não saio facilmente em “ruptura”, mesmo quando as minhas opiniões não são acolhidas pela maioria. Fica evidente quem é que queria que eu entrasse em ruptura com o sindicato… precisamente uma dirigente do SPGL e do Conselho Nacional da FENPROF… mas segundo a dirigente, como sempre sem nunca apresentar qualquer prova, o André Pestana é que leva professores a se “desmobilizar/afastar” do sindicato…

“Para criar inimigos, não é preciso declarar guerra, basta dizer o que pensa”

M. Luther King

Concluindo, ao contrário do que é afirmado, e como lido bem com a diferença de opinião, fica evidente que coloquei disponível o link para o texto da colega no 5dias.net (quem não deve, não teme). No entanto será que a FENPROF, através do seu site, fará o mesmo? Será que esta minha resposta (o direito elementar do exercício de contraditório) poderá ser lida no site da FENPROF? É que se no mínimo já é “estranho” uma dirigente nacional escrever um texto com tantas calúnias, o que dizer do facto da maior Federação Nacional de Professores publicar um texto com este teor no seu site (sem sequer avisar o colega sindicalizado visado)? Ainda por cima quando este texto é precisamente colocado na parte, não do SPGL mas de outro Sindicato da FENPROF – o Sindicato dos Professores no Estrangeiros (SPE) (provavelmente o que tem menos sócios e por isso menos visitado…). Fica evidente que este texto na prática não é apenas subscrito pela colega em causa, mas de certa forma também, tem o aval da direcção da FENPROF, já que esta não publica no seu site “qualquer opinião”. Será que temos um sindicalismo democrático e plural (onde nomeadamente se publica a opinião de professores sindicalizados e/ou membros eleitos em órgãos eventualmente com opiniões diferentes) ou temos um sindicalismo onde quem não está 100% com o “líder”, está contra ele e, como tal, pode ser ostracizado, caluniado e adulteradas as suas afirmações? Já agora o que leva uma dirigente do Conselho Nacional da FENPROF a atacar de forma mais violenta um colega precário, que já chegou a receber 363 euros para leccionar em Serpa, agora desempregado com um filho pequeno, do que o próprio Ministro Nuno Crato? Sinceramente espero que a FENPROF demonstre no mínimo alguma pluralidade e espírito democrático e que publique o meu legítimo direito à resposta. Apesar deste ataque vil, por muito que custe a esta dirigente nacional, continuarei a participar e a ser exigente com o sindicato e prosseguirei nas manifestações justas (independentemente de quem as convoca). Isto porque sinceramente acredito que, apesar das diferenças de opinião, temos mesmo que juntar forças contra quem tem destruído a Escola Pública e o nosso país. Atitudes como a que a colega demonstrou neste texto, na prática, só favorecem este governo de ladrões… e para isso não contem comigo.

André Pestana

Professor desempregado, eleito numa lista alternativa, para o Conselho Geral do SPGL – o maior sindicato da FENPROF (financeiramente não recebe qualquer benefício por isso).

Coimbra, 10 de Fevereiro, de 2014

Nota final importante:

O texto da colega nunca apresenta fontes/links onde possamos confirmar várias das suas graves afirmações. Espero que numa eventual próxima resposta possa fazê-lo. Ao contrário do comportamento da colega, vou garantir que receba prontamente este meu texto (via email para a direcção do SPGL e FENPROF), para que assim, possa responder com a maior brevidade possível (e, por favor, se me responder faça o mesmo). Se existir resposta da colega Ana Cristina, naturalmente publicá-lo-ei na íntegra. Algumas fontes/provas do que afirmei ao longo da minha resposta:

  1. https://5dias.wordpress.com/2013/11/28/carta-aberta-ao-mario-nogueira/
  2. http://www.movimento3r.pt/3rs-lista-c-spgl/
  3. http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=1&did=129477
  4.  http://www.tvi24.iol.pt/503/sociedade/professores-contratados-prova-exame-fne-tvi24/1513396-4071.html
    http://www.tvi24.iol.pt/videos/video/14018817/1

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2º+Requer folha 1.. 2º+Requer folha 2. 2º+Requer folha 3..

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41 respostas a Resposta ao texto no site da FENPROF

  1. mariaau56 diz:

    É por estas e por outras que chegamos a esta tristeza.Professores contra professores.Uma vergonha!

    • pestanandre diz:

      Cara Mariaau56, como disse no final do meu texto, continuarei a juntar forças (apesar das diferenças de opinião) em todas as lutas justas (independentemente de quem as convocar). Por isso, pelo menos se depender de mim, como sempre, sem sectarismo, continuaremos unidos contra o governo. No entanto, perante tal texto calunioso lançado contra mim por uma dirigente nacional da FENPROF e do SPGL, penso que tenho que ter pelo menos o direito de me defender (ainda por cima, apresentei alguns documentos a comprovar que a dirigente nacional da FENPROF mentiu claramente). Sinceramente se lhe lançassem acusações caluniosas não se defenderia?

  2. João Pedro diz:

    Olho para o texto do André Pestana, e não consigo libertar-me do sentimento de que estou perante um texto divisionista.

    É isto que penso, André.

    João Pedro, bancário reformado

    • pestanandre diz:

      Caro João Pedro, penso que fui claro que não pretendo dividir quando por exemplo escrevi no final do meu texto “continuarei a participar e a ser exigente com o sindicato e prosseguirei nas manifestações justas (independentemente de quem as convoca). Isto porque sinceramente acredito que, apesar das diferenças de opinião, temos mesmo que juntar forças contra quem tem destruído a Escola Pública e o nosso país.”. Por isso apesar de respeitar a sua opinião, espero que compreenda que não concordo com ela (mas mesmo assim, publico o seu legítimo ponto de vista e não o vou caluniar para tentar prevalecer a todo o custo o que penso). No entanto João Pedro, se não tem problemas nenhuns (com toda a legitimidade) em caracterizar o meu texto como “divisionista”, como caracteriza o texto da dirigente nacional da FENPROF e do SPGL? Será que esse texto da dirigente nacional não divide ao lançar calúnias sobre um professor (ainda por cima, quando o professor visado nem sequer foi avisado negando-lhe o elementar direito de se defender)?

      • Aurora L. diz:

        J.P., como professora, delegada e activista sindical (o mais activa que os actuais dirigentes me permitem – ex.: quase me impediram de participar no boicote&cerco de 18/12 por insistirem, apesar dos apelos democráticos de muitos colegas sindicalizados, como o André P., em optar por uma greve divisionista que obrigou inúmeros professores, lutadores, de todo o país, a ficarem fechados nas reuniões de avaliação), congratulo-me pelo interesse que um bancário reformado revela em participar nesta discussão que a leitora anterior considera de “professores contra professores” mas que deveria ser o mais alargada possível, por se inserir na luta pela defesa da escola e da res pública. Bem precisamos da intervenção atenta, crítica, combativa e democrática que permita a unidade de acção de TOD@S @s trabalhadores, inclusive d@s aposentad@s e d@s desempregad@s, como tem defendido e dado o exemplo o colega André P., ao contrário de muitos “dirigentes” sindicais que não dirigem a luta (nem tentam, apenas desmotivam quer os (+-) jovens contratados quer os professores do quadro que desistem de ser sindicalizados – conheço vários!) e, para não perder “o poleiro”, dedicam-se a boicotar os que, de forma exemplar (ética, laboral, sindicalmente…), à custa de sacrífícios pessoais e familiares, sem qualquer privilégio ou sectarismo, se esforçam por apelar à mobilização colectiva (inclusive à sindicalização!), como sempre ouvi (e li) o André P. a fazer, de forma a combater, eficazmente, o ataque (des)governamental de que os docentes (e discentes!), por ex., têm sido alvo. O inimigo (como o André P. sublinha sempre, inclusive para acalmar colegas com comentários anti-sindicais) é o ministro Crato (e o seu governo), mas eu, que não sou tão paciente, conciliatória nem “consigo libertar-me do sentimento de” revolta pela injustiça e vileza das calúnias a um colega que, como muitos, tanto admiro (não por preconceitos ou interesses “umbiguistas” mas pelo “pós-conceito” da camaradagem de profissão e intervenção de vários anos, sem nunca decepcionar ou trair), acrescento: com “amigos” assim, como a “dirigente” Ana Martins, quem precisa de inimigos?! Quem é “divisionista” e muito mais (ou menos), J.P.?
        Aurora Lima, prof.ª que o André P. não sindicalizou (ainda não o conhecia, nos primeiros meses do exercício da profissão) mas já impediu, várias vezes, de “bater com a porta”, por (quase) não conseguir tolerar os que tão mal “dirigem” o sindicato (conquista histórica dos trabalhadores conseguida com sangue e lágrimas que deveriam honrar) e o prejudicam, assim como os pares com quem deveriam aprender a bem trabalhar e lutar, como o inclusivo A.P.!

    • Francisco Rodrigues diz:

      Meu Caro João Pedro, liberte-se lá desse sentimento e de todos os outros que lhe toldam o raciocínio! O texto do André é somente um acto legítimo de defesa de honra, baseado em factos documentados, contra um ataque imoral a todos os títulos e ridículo de alguém que pelo cargo que ocupa deveria por-se ao lado de todos os professores e não recorrer à mentira e calúnia para atacar quem se propõe fazer algo por uma classe atacada constantemente por quem governa e fragilizada pelo sindicalismo do tipo “serviços mínimos” a que temos sido sujeitos!

  3. Rui Ferreira diz:

    Espero que o sindicato tenha vergonha… Se tratam assim os colegas sindicalizados, como será o tratamento para com os restantes. Para mim os elementos do sindicato só pensam na sua própria mordomia e bem estar, os “burros” que paguem para eles. Já fui sindicalizada, mas nunca mais… Só olham para os seus interesses e dos seus amigos, os contratados ninguém se lembra deles…
    O sindicato exige coisas que só nos prejudicam, sejam sensatos e deixem-se de utopias!!!

    • pestanandre diz:

      Caro Rui Ferreira, penso que não devemos confundir o sindicato (uma conquista histórica importantíssima arrancada com sangue e lágrimas) com os dirigentes sindicais actuais (que infelizmente têm estado muito aquém das necessidades e das potencialidades como se revelou, mais uma vez, na recente luta contra a PACC). Por isso colega, apesar de compreender a sua revolta, acho que não devia desistir do sindicato. Isso na prática só favorece o governo e os dirigentes que temos tido porque os colegas que poderiam ajudar a construir uma verdadeira alternativa no sindicato saem… Se reparar é isso que a dirigente nacional da FENPROF e do SPGL deseja profundamente quando praticamente me convidou a sair do sindicato…

  4. José António Jardim diz:

    È com “escribas” deste quilate que o “cinco dias” está pelas ruas da amargura.O cinco dias hoje resume-se á “nata” daqueles que se consideram “educadores da classe operária” assim tipo raquel varela,mas que não conseguem reunir dois trabalhadores para uma concentração ou manif.Este tipo de gente tem nojo dos trabalhadores e falam dos mesmos bem recachados no sofá.incapazes de se colocarem na vanguarda da luta, enquanto teclam toda a sua raiva por serem insignificantes.
    Conclusão;este pestana andré é outro que aspira a ser mais um “educador da classe intelectual” neste caso,que está sempre disponivel para fazer um frete ao crato na tentativa de dividir os professores especialmentes aqueles que são sindicalizdos nos Sindicatos que integram a Fenprof.
    QUO VADIS “cinco dias” com os “cadaveres” raquel varela,joana lopes e pestanas andrés.

    Deviam ao menos ter a coragem de mudar o nome ao blog.

    • pestanandre diz:

      Caro José António Jardim, quando faz afirmações graves sobre pessoas como “Este tipo de gente tem nojo dos trabalhadores “, nomeadamente dos escribas do 5dias.net referidos por si (eu incluído) deve pelo menos tentar provar com factos/documentos o que escreve. É que de outra forma fica evidente que não passam de fantasias caluniosas sem qualquer base na realidade. Ao contrário do que escreve “mas que não conseguem reunir dois trabalhadores para uma concentração ou manif.” acho que ficou evidente que professores por todo o país como eu (sindicalizados ou não) conseguiram dinamizar várias iniciativas significativas (por exemplo: manifestações com centenas de professores dia 16 de Novembro, não apoiadas pelos sindicatos: http://www.youtube.com/watch?v=Ytrf2dJGuLs ou quando a 30 de Novembro mais de 1000 professores foram até ao Aliados sem qualquer apoio dos sindicatos: http://www.publico.pt/sociedade/noticia/mais-de-500-professores-manifestamse-no-porto-contra-prova-de-avaliacao-1614545#/0) culminando dia 18 de Dezembro com a vitória dos professores contra o Ministro Nuno Crato. A união entre o Boicote e a greve dos vigilantes foi a chave do sucesso dessa luta mas infelizmente nenhum sindicato defendeu essa união e o Movimento Nacional de Professores Boicote&Cerco foi o único a defendê-lo. Depois escreve “fazer um frete ao crato na tentativa de dividir os professores especialmentes aqueles que são sindicalizdos nos Sindicatos que integram a Fenprof.”, como já respondi penso que ficou evidente que não dividimos e pelo contrário, o Boicote dos professores contratados ajudou de uma forma significativa na derrota do Ministro Crato; também tenta passar a ideia que teríamos uma postura “anti-sindical” no entanto, muitos dos professores do Movimento Boicote&Cerco também impulsionam listas alternativas no maior sindicato da FENPROF, estando a crescer cada vez mais, representando cerca de 6% e elegendo pela primeira vez um membro para o Conselho Geral nas últimas eleições:http://www.movimento3r.pt/3rs-lista-c-spgl/ José, como se viu, provei com factos afirmações que contrariam o que disse, o colega tem algo que prove as acusações que fez?

    • O amigo Jardim não tem a mínima noção do que fala. Por que razão ataca tão ferozmente aqueles que sempre se empenharam, não em liderar nada, mas em abrir as estradas da luta de bases conducentes às victórias (parciais embora) que a classe tem conseguido? A razão só pode ser uma. Jardim é apenas mais uma pessoa cegamente obediente à voz do dono e a quem os factos não interessam para nada. O seu desprezo pelos activistas no terreno e pelas movimentações das bases mostra bem que o seu único objectivo se prende com a manutenção do status quo. Todos os que lutam pela mudança são seus inimigos, logo devem ser vilipendiados com mentiras e calúnias, a bem da sua ultrapassada ideologia partidária. Que não haja ilusões! O futuro só pode pertencer àqueles que o constroem e não aos que preferem regressar ao passado e desprezam os factos do presente.
      ZM

    • Francisco Rodrigues diz:

      Só me ocorre um ditado popular: “Vozes de burro não chegam ao céu”… como é possível dizer tanta asneira e dar tanto erro num texto com somente 142 palavras!!!

  5. Temos de enquadrar os ataques caluniosos ao nosso colega André na estratégia mais vasta de um estalinismo serôdio que continua infelizmente a dominar ideológicamente o maior sindicato docente. Não é por acaso que alguém da direcção visa especialmente o André. Eles sabem muito bem que ele é o expoente máximo, o principal pólo aglutinador e dinamizador da luta das bases contra a vergonhosa política deste governo. Logo, urgia diminuí-lo, caluniá-lo, desacreditá-lo e como não há factos que permitam tal proeza, vá de inventar e mentir descaradamente. É uma estratégia já muito batida. Tal revela à evidência que os dirigentes sindicais (e os partidos que os sustentam) não pretendem nenhuma alteração fundamental ao status quo porque são profundamente situacionistas. Não acreditam nas lutas que dizem querer construir. Vivem para ludibriar as pessoas que ainda vão na sua conversa. Apenas fazem que se opõem, mas de facto não querem nenhuma mudança. É por isso que se encarniçam contra o André, porque percebem que ele é um dos principais agentes da mudança e das vitórias que as bases têm conseguido. Nessa medida, o André é para eles um perigoso inimigo a abater por qualquer meio, mesmo os processos mais vis. Para essa gente vale tudo, desde que seja para manter a coisa como está. Mas felizmente, um grande número de professores está a colocar de pé um novo movimento independente e não alinhado, conscientes de que a velha via sindical não conduz a nada (nem sequer marcaram a greve a todo o serviço no dia da prova, para evitar que a classe se unisse). E é isso que eles querem torpedar como sempre fizeram. A direita agradece reconhecida. É o sindicalismo-que-temos e que tem os dias contados.
    ZM

  6. pin diz:

    Lamento estas guerras que só servem para dividir.
    Não sei quem tem razão, se o colega Pestana se os sindicatos, se bem que concorde que o texto que lhe chama “o professor desempregado Pestana” me pareça duma má educação desnecessária. No entanto não diria que ele é mais maltratado que o Crato. Mal estaríamos.

    Quanto à greve à PACC, a minha escola foi uma das escolhidas para o execrável exame, e eu fui um dos escolhidos iniciais para vigilantes, ainda antes de ser chamada toda a malta. Anunciei que não vigiava a dia vergonhosa PACC desde o 1º dia. Pedi escusa, foi negada, Faltei à vigilância da dita excrescência, e pretendo agora requerer a devolução do dinheiro que me foi descontado por greve, já que entendo que não faltei a serviço que me competisse fazer. Se os sindicatos o quisessem acho que até seria possível ir a tribunal por este dinheiro.

    Discordo do colega Pestana na questão do sindicato ter anunciado apenas a greve à PACC. Se fosse greve geral, nas escolas sem PACC ela teria falhado, pois o pessoal está com falta de pilim, e a visibilidade da greve em escolas sem PACC era ZERO. Ou seja, ou se sabotava a realização da PACC ou não, o resto ia ser ignorado.

    Apelo aqui a que se entendam e não deixem que os media se passem a interessar mais por estas guerrinhas internas que só prejudicam, em vez de explicarem ao “tuga vulgaris” a pouca vergonha que são as medidas tomadas pelos cratinos que nos governam.

    • pestanandre diz:

      Caro Fernando, fez muito bem na sua escola face à PACC e parabéns por isso. Relativamente à questão da greve a todo o serviço para dia 18 de Dezembro, é verdade que as pessoas estão com “falta de pilim” e isso dificulta; mas não nos podemos guiar apenas por esse argumento porque dessa forma não poderíamos apoiar mais nenhuma greve porque infelizmente enquanto não tirarmos este governo do Poder, cada vez mais teremos “falta de pilim”. Fernando, o que defendemos (greve a todo o serviço dia 18 Dezembro) não era nada de “inédito” ou arriscado. Por exemplo, na greve convocada pela FENPROF dia 5 de Dezembro de 2013 para permitir que quem quisesse, pudesse ir ao Parlamento. Apesar de, infelizmente, cerca de 99% dos professores não ter feito greve para se dirigir ao Parlamento penso que foi correcto marcar essa greve porque permitiu a quem quisesse ir ao Parlamento protestar. A questão para dia 18 de Dezembro deveria ter sido semelhante: mesmo que a maioria dos professores não fizesse greve dia 18 de Dezembro, o facto de estar convocada, iria permitir que colegas que tinham sido chamados para reuniões de avaliação pudessem (quem quisesse) se ter juntado e reforçado, ainda mais, o Boicote desta ignóbil PACC. Dessa forma a derrota do Ministro Nuno Crato teria sido (ainda) maior e isso teria sido importante para toda a classe docente. Relativamente ao apelo “que se entendam”, por mim, como sempre (apesar das diferenças de opinião) estou disponível a juntar forças em defesa da Escola Pública. No entanto colega, espero que entenda que a dirigente nacional da FENPROF e do SPGL nesse texto não demonstrou apenas uma “má educação desnecessária” (como o Fernando considera) mas SOBRETUDO fez graves afirmações caluniosas (sem mostrar qualquer prova) a meu respeito (e não foi num blogue); e que perante tamanho ataque (nunca a vi a maltratar desta forma o Ministro Nuno Crato) tenho o direito de me defender, ou não?

  7. João Medeiros diz:

    Divisionista, o André? É dos jovens activistas sindicais do SPGL que mais tem lutado para unir a classe nas lutas travadas contra o ataque dos sucessivos governos à escola pública e aos direitos dos docentes – lembram-se do Memorando de Entendimento, do Acordo de Princípios, assinados pelos dirigentes da Fenprof sem consultar a classe? Quem divide quem? O que não lhe perdoam é não ler na mesma cartilha que tem levado a classe a sucessivos recuos, à dessindicalização progressiva, até à situação de actual marasmo em que se encontra.
    Os professores precisam de NOVOS DIRIGENTES SINDICAIS, com espírito de luta e não de burocratas conciliadores, que sucessivamente arrastam as lutas para a mesa das negociações, onde “vendem” os interesses dos professores por promessas de reuniões no Ministério, em busca de protagonismo político-partidário.
    É com jovens como o André que o movimento sindical docente poderá um dia caminhar pelos próprios pés, com DEMOCRACIA, UNIDADE E LUTA!

    Os cães ladram, André … A LUTA CONTINUA! Grande abraço solidário.

  8. José António Jardim diz:

    O “obreirismo” sindical do pestana andré contado aqui no “cinco dias” pelo próprio com o fim de se promover.A isto chama-se cultivar o “culto de personalidade”
    Que seriam dos Sindicatos e dos trabalhadores afetos ao MSU sem os “pestanas andrés” e outros “obreiristas” e “educadores da classe operária e inteletual”?
    Se calhar já estariam a “pão e água” trabalhando de sol a sol”
    Já não há pachorra………

    • pestanandre diz:

      Caro Jardim, antes dizia que “não conseguem reunir dois trabalhadores para uma concentração ou manif.”, depois de lhe ter demonstrado com provas/factos que isso não era verdadeiro, agora já me acusa de “cultivar o culto de personalidade”… isso sempre, sem apresentar qualquer prova para demonstrar as graves acusações que fez e faz… Perante tal método de discussão/acusação curiosamente há uma parte do que escreveu (no final) que concordo consigo: de facto “já não há pachorra”…

    • Os jardins deste país continuam a sua saga de denegrir todos os que saem fora do rebanho e não alinham pela voz do dono. Claro que o André é um dos seus inimigos principais (não o Crato ou o Coelho), porque, juntamente com muitos outros docentes, conseguiu com o seu esforço dinamizar um movimento que já se estende de norte a sul contra as políticas desastrosas de destruição da escola pública. E então, os defensores do pensamento único, em vez de saudarem os que têm lutado corajosamente sem apoios de ninguém, em vez de se congratularem com as victórias obtidas pelas bases, em vez de incentivarem as acções no terreno, preferem optar por atacar, não o governo e a sua agenda neoliberal, mas precisamente quem mais se destacou no combate, na dinamização e na organização das lutas. Não tendo factos para apontar, resolvem inventar as maiores e mais rasteiras falsidades,segundo o velho método estalinista, para tentar diminuir os colegas que se destacaram. Com essa atitude, revelam bem de que lado da barricada é que se posicionam. Mostram à evidência que não pretendem alterar nada pois só desejam ficar bem na foto do situacionismo. Apenas querem manter o status quo. Ainda nem sequer perceberam que o futuro só pode pertencer aos que lutam por alterar o sistema apodrecido, e não aos que pretendem salvá-lo do colapso inevitável. Por aqui se vê quem são os “cadáveres” de que falava um outro “camarada”. Concordo que já não há paciência para tão descarada fuga às realidades.
      ZM

    • Francisco Rodrigues diz:

      Caro André, admiro a tua paciência mas não resisto a dar-te um conselho, se é que sou alguém para esse efeito… tens que ser mais selectivo nas tuas respostas! Quando tentas responder a um periférico de uma máquina enferrujada estás a desperdiçar aquilo que tens de mais valioso… o teu tempo! Um abraço!

  9. Joaquim Silva diz:

    É preciso uma grande sede de protagonismo, para desenterrar agora uma polémica de Novembro passado !!
    Quem está de boa fé e quer fazer parte das lutas dos professores, participa nas actividades do seu sindicato, acata o que for decidido pela maioria e não anda entretido em manobras divisionistas que só aproveitam ao cratino,

    • pestanandre diz:

      Caro Joaquim, só se está a “desenterrar agora uma polémica de Novembro” precisamente porque houve uma experiente dirigente nacional da FENPROF e do SPGL que colocou no site de um sindicato da FENPROF tal texto (que demonstrei com provas ser calunioso) sem nunca ter comunicado ao colega visado (para este ter pelo menos o direito à sua defesa). Relativamente a supostas “manobras divisionistas” também se ouvia essa crítica quando surgiu o Movimento Nacional de Professores Boicote&Cerco mas penso que a grande derrota do Crato no dia 18 de Dezembro demonstrou que a união entre a greve dos professores vigilantes e o boicote (sobretudo dos professores contratados) não foi aproveitada de todo “ao Cratino” mas sim pela classe docente.

    • O “camarada” Joaquim vem aqui apelar ao mais puro carneirismo sindical, fazendo crer que os divisionistas são os que lutam por fora das estruturas institucionalizadas. Respondo-lhe que a classe só luta por fora, precisamente porque as direcções se demitem do seu papel, se recusam a organizar lutas a sério e o pouco que fazem é só para capitular logo a seguir, como se tem visto. Os professores organizaram o BOICOTE-CERCO porque os situacionistas não lhes deixaram alternativa. Sempre que nos limitarmos a ir caninamente atrás dos dirigentes seremos cilindrados pelo inimigo instalado no governo. Que ninguém tenha dúvidas. Ou os dirigentes sindicais avançam para as lutas necessárias ou avançamos nós sem eles. Depois queixem-se de perder o comboio. Os movimentos de base só são o que são porque os burocratas de serviço apenas pretendem puxar as lutas para trás e não para a frente. Já vimos essas cenas tristes demasiadas vezes para pensarmos em alinhar nessa estratégia. Não, meus amigos. Nós lutamos para ganhar e não para perder e agora será à nossa maneira.
      Adianto que permaneço sócio do sindicato, embora em nada me identifique com a práxis destes dirigentes completamente vendidos à situação. Se fossemos na conversa de certos dirigentes, teríamos ido todos para casa descansar, enquanto o inimigo cozinhava a farsa da PAC com a cumplicidade deles.
      ZM

      • Joaquim Silva diz:

        Que o mais esforçado defensor destas práticas utilize a palavra camarada entre aspas, mostra bem a natureza deste movimento…
        A linguagem típica da extrema direita de braço dado com linguagem revolucionária já tem muitos anos e daí vem o cratino, o burroso. e tantos outros “intelectuais” agora ao serviço de quem nos rouba.
        Mudam-se os tempos, mas as tácticas desta gentinha permanecem…

        • pestanandre diz:

          Caro Joaquim, está a querer dizer que a “extrema direita” esteve nomeadamente dia 18 de Dezembro a ajudar a derrotar a PACC do Ministro Crato? Tem provas para demonstrar o que afirmou?

          • Joaquim Silva diz:

            Que anda por aqui em sua defesa, basta ver o palavreado do seu intrépido defensor que multiplica coments, um tal José Oliveira…

  10. Boa noite 🙂

    Não simpatizo consigo, André. No entanto, e apesar disso, achei que o devia alertar para o seguinte erro: no seu post escreve que “Só passado este tempo de intensa actividade é que reparo que em pleno site da FENPROF está um texto (pelos vistos desde inícios de Dezembro) alusivo à minha Carta Aberta ao Mário Nogueira (CAMN1) que escrevi em finais de Novembro. ”

    Ora bem, o site onde o texto a que se refere foi publicado não está “em pleno site da FENPROF”, como afirma. Aliás, o André publica uma imagem do site e até remete para o link. O site onde o texto foi publicado é o site do SPE, ou seja, como deve saber, o Sindicado dos Professores no Estrangeiro.

    Rosalina Simão Nunes

    • José António Jardim diz:

      BUMBA!A fobia até o cega!Coitado…não é lider quem quer….

    • pestanandre diz:

      Cara Rosalina, se reparar também escrevi no meu post: “Ainda por cima quando este texto é precisamente colocado na parte, não do SPGL mas de outro Sindicato da FENPROF – o Sindicato dos Professores no Estrangeiros (SPE) (provavelmente o que tem menos sócios e por isso menos visitado…).” Já agora seria interessante explicar porque uma dirigente do SPGL (e simultaneamente dirigente nacional da FENPROF) escreve um texto cheio de graves acusações sobre um colega do SPGL e o seu texto é colocado no site de outro sindicato da FENPROF…

      • Olá 🙂

        O André pode dizer o que quiser, ou não… Mas o que escreve no seu post é: “Só passado este tempo de intensa actividade é que reparo que em pleno site da FENPROF está um texto (pelos vistos desde inícios de Dezembro) alusivo à minha Carta Aberta ao Mário Nogueira (CAMN1) que escrevi em finais de Novembro. ”
        E destaco do que então transcrevi a expressão que o faz cometer um erro: ” reparo que em pleno site da FENPROF está um texto ” / “em pleno site da FENPROF”.

        O título do seu post é “Resposta ao texto no site da FENPROF”.

        Portanto, está a cometer um erro.

        Ora, o SPE, que foi onde o texto foi publicado e como eu deduzi que soubesse até porque a isso se refere no seu próprio post, é um sindicato independente e com autonomia para decidir o que quer que seja no seu site, suponho eu, não é? E deve supor o André também, certo?

        Como escrevi no anterior comentário, eu nem simpatizo consigo, mas até aqui lhe vim deixar um comentário esclarecedor do erro que está a cometer. Mas, claro, se não quiser aceitar e quiser continuar a insistir no erro, o problema é seu. Acho, no entanto, se me é permitido dizer, que não lhe fica bem, enquanto pessoa esclarecida insistir num erro.

        É verdade, obrigada por ter publicado o comentário inicial e já agora este, se o resolver publicar, mesmo que seja só daqui a 3 ou 4 dias.

        Bom domingo. Parece que está Sol.

        Rosalina Simão Nunes

        • pestanandre diz:

          Cara Rosalina,
          neste contexto em que um professor é caluniado desta forma por uma dirigente nacional da FENPROF e do SPGL (e nem sequer avisado foi para se poder defender), é curiosa a sua preocupação em avisar-me de tudo o que não considera 100% correcto na minha resposta… E já agora, qual a sua observação sobre o texto da dirigente Ana Cristina ou não lhe merece nenhum reparo? Fala em 3 / 4 dias mas o que diz da direcção do SPGL que ainda não me respondeu ao email (sobre esta questão) há quase 8 dias? Ou o facto da Rosalina ter pertencido à lista da actual direcção do SPGL (e penso que também é dirigente do SPGL, ou não?) a condiciona… p.s. Continua por explicar porque uma dirigente do SPGL (e simultaneamente dirigente nacional da FENPROF) escreve um texto cheio de graves acusações sobre um colega do SPGL e o seu texto é colocado no site de outro sindicato da FENPROF… Conhece outro exemplo semelhante no passado? Se sim qual?

          • Olá 🙂

            Havia decidido ter dado por terminada com o anterior comentário a participação nesta discussão.

            Provavelmente, não irá perceber o cirtério de escolha, mas eu vou apenas responder a uma das suas perguntas e que transcrevo de seguida: “E já agora, qual a sua observação sobre o texto da dirigente Ana Cristina ou não lhe merece nenhum reparo?”.

            Terei sido a primeira ou das primeiras pessoas a partilhar o texto da Ana no meu mural do Facebook, copiado do mural da Ana que foi onde o texto foi publicado.

            Se o André tivesse o prazer de ser amigo da Ana, como eu, teria tido oportunidade de lhe responder. Deduzo que não seja.

            Desejo-lhe uma boa semana e agradeço, uma vez mais, o facto de ter publicado o meu comentário, desta vez de forma mais célere.

            Rosalina Simão Nunes

          • pestanandre diz:

            Cara Rosalina, além de ficar claro que só quer responder as questões que lhe interessam (eu ao contrário, penso respondi a todas as questões do texto da Ana Cristina e também às suas) fica também evidente a “justiça” nos seus critérios ao ter afirmado: “Terei sido a primeira ou das primeiras pessoas a partilhar o texto da Ana no meu mural do Facebook, copiado do mural da Ana que foi onde o texto foi publicado”, um texto que demonstrei ser calunioso (com provas) contra um professor sindicalizado… e a dirigente Ana Cristina, sabendo que não era “amigo” dela no Facebook deveria ter garantido que eu recebesse o texto para me poder defender (como fiz, via FENPROF, com a minha carta ao Mário Nogueira). Parece que a “resposta” à minha Carta ao Mário Nogueira foi feita não pelo seu secretário da FENPROF (o próprio Mário Nogueira) mas por uma dirigente nacional da FENPROF e do SPGL (Ana Cristina Rodrigues Martins).. e agora, quem “responde” à minha resposta ao texto da dirigente Ana Cristina não é a própria mas sim a dirigente regional do SPGL Rosalina?… Será que é mesmo assim? Mas a quem acusam de “total falta de coragem” é a mim (no texto da Ana Cristina e que a Rosalina fez questão de partilhar)… Rosalina, apesar de tudo isso, publico os seus comentários e não a calunio para fazer prevalecer o meu ponto de vista… p.s. A direcção do SPGL (onde se inclui a dirigente Ana Cristina) ainda não respondeu ao meu email sobre esta questão (e já passaram mais de 10 dias!).

  11. Caro André Pestana, admiro a tua paciência para responder a esta gentinha que se refere a ti sempre como «professor desempregado» e que por estares desempregado questiona a tua qualidade de professor. Até a OIT reconhece que um desempregado é um trabalhador, embora na situação de desemprego! Parabéns pela tua defesa, que é uma acusação aos caluniadores de ofício! Não sei se teria paciência para gastar cera com tão ruins defuntos (que é o que eles são, se bem que ainda não tenham dado por isso).

  12. Caro André: como colega que o viu trabalhar em prol da união dos professores, sem pôr em causa a FENPROF, em nenhuma circunstância, dentro do movimento Boicote&Cerco, é com profunda tristeza que vejo estes ataques “ad hominem”e com tiques estalinistas, de quem, ao contrário do André, preza o culto estalinista do Grande Líder. É vergonhoso que a FENPROF não perceba que não é com purgas, insultos patrocinados pelo coletivo e com meias verdades (que é outra forma de dizer mentiras…) que irá conseguir obter mais apoio dentro da nossa profissão e irá aumentar o nº de associados que, desde os tempos dos “acordos que não eram bem acordos” com Mª de Lurdes Rodrigues, não têm parado de diminuir assustadoramente. Força André, os professores merecem o seu empenho e interesse e, quando a FENPROF o perceber e perceber o que faz muitos professores procurar apoio e ajuda de movimentos não sindicais, também deixarão de haver estes vergonhosos ataques por delito de opinião.

  13. João Medeiros diz:

    São cadáveres vivos à espera de coveiro, André! Enterremo-los de vez, na luta, dentro e fora das estruturas de conciliação de classe em que transformaram os NOSSOS SINDICATOS, quando o que os professores precisam é de dirigentes sindicais firmes e frontais na defesa dos seus interesses.

    • Joaquim Silva diz:

      Linguagem do MRPP dos anos 70, a fazer lembrar o Durão Barroso desses anos. E assim chegou longe, o moço 🙂

      • pestanandre diz:

        Caro Joaquim, só falta dizer que muitos dos professores que dinamizaram o Boicote (e ajudaram nesta importante derrota do Ministro Nuno Crato e deste governo que está a destruir muitas das conquistas da Revolução de Abril) são pagos pela CIA… como nunca apresenta provas, se calhar o Joaquim pode acusar as pessoas do que bem entender, certo?

  14. Manuel Silva diz:

    pestanandre diz:
    Fevereiro 15, 2014 às 4:31 pm

    Caro Joaquim, só se está a “desenterrar agora uma polémica de Novembro” precisamente porque houve uma experiente dirigente nacional da FENPROF e do SPGL que colocou no site de um sindicato da FENPROF tal texto(…)

    Parece-me que o André só “viu a luz”, isto é, só percebeu não ter sido a autora do texto que tanto o incomodou a colocá-lo no SPE, algures entre as 16:30 do dia 15 e as 11:01 do dia 16, hora a que responde à comentadora Rosalina.
    De notar que essa Rosalina fez o seu comentário no dia 13, quando o André julgava ter sido a autora a colocar num site da FENPROF:

    Por fim, para ir mesmo aos factos e calar a tal dirigente sindical, mais do que aquele requerimento apresentado seria bom esfregar-lhe na cara o seu tempo de serviço. Qual é ele?

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