lenha is the new black

some like it hota máquina de fazer pobres achou que era demais (…iado estrondo) um aumento de 11% nos preços espanhóis de electricidade, resultado dum leilão entre empresas eléctricas ao som do mantra ‘o-mercado-resolve‘ e anulou o leilão. 

a máquina de fazer pobres decreta que, na grécia, os pobres não precisam de electricidade – e, por extensão, de máquinas de lavar, computadores ou iluminação – de abril a outubro. nos meses mais frios, no entanto, e face à chantagem da queima de lenha em massa pelo povo grego, as autoridades gregas oferecerão energia aos pobres registados.

the future was herepor cá, que não estamos na grécia, como não se cansa de repetir a máquina de fazer pobres, secção portuguesa (.ch), apesar dos lucros esperados de mais de 800 milhões de euros este ano, pela EDP, e dos 300 mil cortes de luz por ano, o preço da electricidade aumenta outra vez, 2,8%, em janeiro. longa vida à máquina de fazer pobres. está tudo bem, continue calmo, e boa noite.

super fair

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41 respostas a lenha is the new black

  1. Francisco diz:

    Os mitos e fantasias neoliberais vão embatendo com a realidade, mas entretanto milhões ficam na miséria…

  2. Luís Marques diz:

    O presidente da máquina de fazer pobres é o Raúl Castro.

    • guicastrofelga diz:

      a máquina de fazer pobres é o capitalismo e não precisa de presidente: só de lucro e de regras que defendam… o direito ao lucro. o resto vai por inércia.

    • De diz:

      Luís marques?
      A “máquina de aldrabar e de mentir” e que nem sequer tem a verticalidade de assumir o que escreve?
      Neste post:
      Nome do Réu: Pobre do Bairro
      Posted on Novembro 1, 2013 por João Vilela

      Curiosamente também se falava na EDP.
      O tipo que ganha mais de 3 milhõees ao ano, ex-governante do PSD e comandantur do capital mandará alguns dos seus sicários polvilhar a rede da sua propaganda boçal?

  3. Joao Pereira diz:

    Máquina de fazer pobres? Os países mais prósperos do mundo são TODOS sem excepção países capitalistas. Até a miserável China arrancou para um crescimento e enriquecimento quando adoptou este modelo, pese embora musculado. Vossas excelências nem quando vão de trombas contra as evidências históricas mudam o discurso? Que impressão que me faz tamanha tacanhez.
    Por favor não falem de sistema eléctrico que está mais que visto que não fazem a mínima ideia de como funciona. Por favor também não escrevam sobre “lucros esperados de mais de 800 milhões” antes leiam alguma coisa como “Contabilidade para gente que não foi à escola” que lá deve estar explicada a diferença entre resultado líquido e dinheiro em caixa .. rapidamente perceberão que a EDP não é nenhuma máquina de fazer dinheiro.

    Deve ser tão simpático viver na revolta da ignorância.

    • guicastrofelga diz:

      a questão não é o crescimento, é a distribuição dos recursos, sempre. e sim, o problema é global. não se estique nos insultos e abra os linkzinhos, de onde tirei os valores, sim?

    • Ele há a «revolta da “ignorância”» e ele há a «beatitude do desconhecimento»
      E depois há também a ignorância dos factos históricos…
      Se é verdade que o capitalismo é uma máquina de fazer ricos também é uma máquina de fazer pobres…
      Já o «profeta» de Trier e o seu amigo Friederich de Barmen explicaram isso – da máquina de produzir pobres e ricos – num folheto chamado «O Manifesto», cuja leitura se recomenda como introdução ao estudo do sistema capitalista.
      Entretanto e à escala mundial o número de pobres aumentou (e continua a aumentar…) assim como tem aumentado – e de que maneira – o número de bilionários… Em termos técnicos, o Coefifiente de Gini do PIB mundial tem estado a aumentar, o que até é uma consequência lógica do funcionamento do sistema…
      Voltando à «revolta da ignorância», de facto, se não fosse o drama das dezenas de milhões de desempregados – e suas famílias – que o sistema vai produzindo, «isto» até que era uma maravilha… «O melhor dos mundos possíveis» como diria o doutor Pangloss…
      Tal como é verdade que se a minha avó tivesse asas, voava.

    • De diz:

      Hummmm
      Deve ser bom Pereira informar-se melhor em vez de investir como neoliberal de turno em defesa do que não tem defesa possível.
      Compreende-se: estamos cada vez pior.Este modelo de sociedade gera fome,miséria, desemprego,falta de habitação, falta de cuidados de saúde,dificulades no acesso à educação.
      Cada dia que passa engrossa mais o número dos deserdados da vida.A cada dia que passa concentra-se mais o capital num cada vez menor número de mãos.
      O que resta ao Pereira senão estes esgares de troglodita em regime de propagandista regimental ao capitalismo excremental?
      A tacanhez com que desatina, ou as trombas com que atina ou a ignorância que apregoa mais não são que o seu reflexo no espelho da degradação a que chegámos neste país.Ocultas com o espesso manto de desinformação grosseira com que Pereira asneira…

      “Quantos pobres são precisos para fazer um rico?”. É só pegar nos 2.6 milhões de pessoas em risco de pobreza e exclusão social em Portugal em 2012 e dividir pelos 785 multimilionários no mesmo período. Agora já sabemos: 3312. Sempre que ouvirem um multimilionário a dar xarope aos pobres sobre serem empreendedores, lembrem-se sempre deste número. 3312. É o número de pessoas na miséria para que ele possa mandar postas de pescada à nossa custa”
      Escrito pelo Francisco num post aqui no 5 dias: “Protesto de desempregados obriga a fechar Pingo Doce”
      Curiosamente também aqui um outro tentou debitar a mesma cantilena do Pereira.Com respostas adequadas da parte tanto do Francisco, como do Carlos Carapeto

      Deve raiar o desespero a forma como Pereira tenta impingir a sua banha da cobra saída dos fornos tenebrosos da escola de chigaco

      • guicastrofelga diz:

        …ora bem, não lhe doam os dedos nas teclas. (mas folgamos em saber que a denominação ‘máquina de fazer pobres’ os incomoda assim tanto)

    • diz:

      mais simpático será eventualmente, viver do lado de quem controla os meios de subsistencia sua besta.
      A máquina de fazer pobres que é referida neste artigo não passa de uma figura que ilustra a ideia do capitalismo selvagem e desmedido, o tal que vivemos presentemente. se isso te passa ao lado das duas uma: ou vives no planeta da Isabel Jonet ou és só burro.

  4. Joao Pereira diz:

    Não há discussão possível com pessoas que acham que hoje há mais pobre que ontem. Sinto muito, o mundo é um local mais rico para todos do que era na década de 80, 70, 60, 50, 40, 30, 20 e todas as que consigam andar para trás. Hoje, na India e na China as populações têm mais do que um saco de arroz. Hoje, na Russia, as populações não morrem à fome como noutros tempos. Hoje, na América do Sul, com excepção das fantásticas nações dos senhores Morales desta vida, as populações andam de avião, compram televisões e vão aos supermercados … antes viviam na montanha e comiam … arroz.

    Podem escreves textos sem fim cheios de retórica e ideologia. Isto são factos. Não são sujeitos a contraditório.

    • guicastrofelga diz:

      … e claro que a evolução técnica e na produtividade (computadores, maquinaria e tecnologias várias) não tem nada a ver com o facto de o mundo em geral estar mais rico. nadinha. de novo, a questão não é o crescimento, é a (re)distribuição. se produzimos mais que o suficiente para alimentar toda a gente, porque há fome? e pobres, porque é que há pobres? (duh)

    • armando diz:

      é mais rico sim, tem toda a razão, mas a riqueza está na mão de cada vez menos, ou ainda não deu por isso? é precisamente isso que se contesta e não a negação da riqueza produzida, pois disso percebemos nós que a produzimos.
      o curso que aconselhou de contabilidade servia-lhe muito bem, talvez aprendesse alguma coisa, se é que tem essa capacidade.

  5. Joao Pereira diz:

    Acrescento, muito além de uma profunda ignorância ecónomica, financeira, histórica e social, o mas grave é isto – http://expresso.sapo.pt/jornalista-ucraniana-opositora-do-governo-brutalmente-agredida-perto-de-kiev=f847805 – ser o modos operandi de governos socialistas em todo o mundo. Em nenhum país se vê este tipo de barbarie.

    • guicastrofelga diz:

      querido, isso já começa a entrar no capítulo ‘areia para os olhos’ de uma forma tão desesperada que dá pena. o único com fantasmas do dito ‘socialismo real’ aqui é o caríssimo. não nos faça de parvos, sim? beijinhos na ponta do nariz.

      • De diz:

        Uma tristeza confrangedora.
        guicastrofelga acerta no alvo.Só alguém muito desesperado foge desta forma pusilânime e cobarde (pleonasmo pois claro) para os braços da Ucrânia, esse país verdadeiramente “socialista” .

        Duas questões se levantam:
        – A ignorância chega para justificar esta atitude perfeitamente destrambelhada de Pereira?
        – Até onde vai a desfaçatez de alguém, que, impossibilitado de fazer a propaganda (já considerada néscia) a passos , portas e seus muchachos, resolve refugiar-se num voo rápido em direcção a Cuba ou à Ucrânia só para fugir às condições concretas e reais deste capitalismo que só nos conduz à miséria e ao descalabro?

        Repare-se:
        Já nada têm para oferecer que não as cantilenas monótonas , mentirosas, desonestas, mafiosas, articuladas em alemão ou em cifrões personalizados de Passos e companhia.
        Já não têm nada para oferecer de concreto e de mobilizador.Daí que se entrenham com estas “flores” podres e medrosas
        Em direcção ao espaço e mais além…

    • De acordo com o Banco Mundial,
      http://www.worldbank.org/en/news/press-release/2013/10/10/report-finds-400-million-children-living-extreme-poverty

      «WASHINGTON, October 10, 2013 – The number of people living in extreme poverty around the world has sharply declined over the past three decades, but in 2010 it still included roughly 400 million children, or one-third of those living in such abysmal conditions, according to a new World Bank analysis released today that for the first time gives an in-depth profile of the poorest people in the world.
      The report found that 721 million fewer people lived in extreme poverty in 2010 – defined as under $1.25 a day – compared to 1981. But it also concluded that a disproportionate number of children were among them: Children accounted for one in three of those living in extreme poverty around the world in 2010, compared with only one in five of those living above the poverty line. In low-income countries, the percentages were even worse, with half of all children living in extreme poverty.»

      Agora resta esclarecer que em 1981 o número de referência era 1 (um) dólar por dia.
      Depois é levar em linha de conta que um dólar em 1981 valia mais do que $1,25 em 2010. Muito, mas MUITO mais…
      Começo por assinalar que se alguém definir a extrema pobreza a partir de uma determinada “fasquia” e depois baixar (objectivamente) essa fasquia, é natural que o «número de pobres» abrangidos por essa fasquia mais baixa ($1,25 de 2010 em vez de $1 de 1981) é natural, dizia, que o tal «número de pobres» também desça.
      Depois, em seguida, é pensar em termos de Sociologia (uma disciplina ainda mais chata que a Economias…) – ou «de como os relatórios econoómicos são, às vezes, “gatos escondidos com o rabo de fora”».
      Estou a referir-me ao «disproportionate number» de crianças em extrema pobreza.
      Em 1981, a «autosubsistência» era muito maior do que em 2010 (uma complexa questão de “desruralização”,das populações) facto esse que reforça ainda mais – para pior – a comparação entre o $1,25 de 2010 com o $1,00 de 1981.
      O facto objectivo é que, apesar de o mundo estar objectivamente mais rico, a pobreza mundial aumentou. Tal como aumentou o número de bilionários assim como a proporção da riqueza mundial agora em poder desses bilionários…
      Tudo isto é o «pão nosso de cada dia» nos mestrados de Estudos Africanos (mas não só…).

    • armando diz:

      e já agora, aqui vai uma petição em favor de um dos países ‘pobres’ de que invoca:

      http://thehungersite.greatergood.com/clickToGive/ths/hunger-in-the-us?link=ctg_ths_hunger-in-the-us_from_home_MegaNav

    • Carlos Carapeto diz:

      “ser o modos operandi de governos socialistas em todo o mundo. Em nenhum país se vê este tipo de barbarie”.

      Com que então a Ucrânia é socialista? Só existe uma maneira de destruir essa ignorância, a leitura.

      Por favor tenha piedade de quem lê as brutalidades que escreve.

      Einstein disse que haviam duas coisas infinitas “o universo e a estupidez humana” quanto à primeira ainda não se sabia, da segunda já se tinha a certeza.

      Mas será que estas pessoas não têm noção de quando deixam de ser sensatas e passam a ridiculas?

      É um ignorante que ainda desconhece que o socialismo acabou há mais de vinte anos na Ucrânia.
      Nem tão pouco sabe que vigora por lá um capitalismo selvagem controlado por máfias. Com o beneplacito do capitalismo Ocidental.

      A Ucrânia quando do fim da URSS era a 10ª economia mundial, tinha o sistema mais avançado de produção de aço do mundo (em Zaparojiia).

      Na Ucrânia socialista construiam-se as maiores turbinas para produção de eletricidade (Turboatom).

      O maior avião de carga era construido na Ucrânia, ainda existem alguns em serviço.

      Foi também na Ucrânia socialista que pela primeira se usou a soldadura a arco eletrico e a soldadura de cromo niquel (Sumy Frunze) .
      Foi ainda desta fábrica que saiu o super compressor para a produção de amónia (850 atmosferas) em 1937.

      A Ucrânia e as republicas que faziam parte da URSS eram bastante desenvolvidas ao contrário daquilo que os seus inimigos pretendem fazer crer.

      Há muita gente que ainda acredita que os ursos andavam a vaguear por as ruas das cidades Soviéticas.

      Agora sim; a desolação, o atraso e o subdesenvolvimento tomaram conta daqueles povos.

      • Carlos Carapeto diz:

        O video que coloquei no comentário sobre o maior avião de carga do mundo, não abre, vamos ver se assim se consegue abrir.

      • Dezperado diz:

        “A industrialização soviética teve início da Ucrânia a partir do final dos anos 1920, o que levou a produção industrial do país a quadruplicar nos anos 1930. O processo impôs um custo elevado ao campesinato, demograficamente a espinha dorsal da nação ucraniana. Para atender a necessidade de maiores suprimentos de alimentos e para financiar a industrialização, Stálin estabeleceu um programa de coletivização da agricultura pelo qual o Estado combinava as terras e rebanhos dos camponeses em fazendas coletivas. O processo era garantido pela atuação dos militares e da polícia secreta: os que resistiam eram presos e deportados. Os camponeses viam-se obrigados a lidar com os efeitos devastadores da coletivização sobre a produtividade agrícola e as exigências de quotas de produção ampliadas. Tendo em vista que os integrantes das fazendas coletivas não estavam autorizados a receber grãos até completaram as suas impossíveis quotas de produção, a fome tornou-se generalizada. Este processo histórico, conhecido como Holodomor (ou Genocídio Ucraniano), levou milhões de pessoas a morrer de fome.

        Na mesma época, os soviéticos acusaram a elite política e cultural ucraniana de “desvios nacionalistas”, quando as políticas de nacionalidades foram revertidas no início dos anos 1930. Duas ondas de expurgos (1929-1934 e 1936-1938) resultaram na eliminação de quatro-quintos da elite cultural da Ucrânia.”

        De facto, em 1937 os ucranianos viviam muito melhor!!!!!

        “Mas será que estas pessoas não têm noção de quando deixam de ser sensatas e passam a ridiculas?”

        Concordo a 100% com esta frase!!!

        • De diz:

          Desperado a fazer honra ( infelizmente só a isso) ao seu nick.
          De forma desesperada tenta refugiar-se na Ucrânia, alvo já de uma tentativa de deriva por parte do Pereira.
          A fuga aí está confirmada e sublinhada desta forma tão pungente como cómica.

          Já nem conseguem defender a canalha ( espero que não esteja a ser ofensivo para a autora do post) governamental.Já não conseguem defender este modelo de sociedade geradora das misérias a que quotidianamente assistimos.
          Puxam, pobres coitados, da imaginação (tanbém ela paupérrima) e pospegam citações da wikipedia:por acaso (ou não) pedaços provenientes do “exército insurrecto da Ucrânia”…(lol)
          Sinceramente pensará desperado que agora iremos à pesca seguindo o anzol ridículo oferecido desta forma tão desesperada?
          Francamente mas o holodomor não foi já bastas vezes aqui desbastado para servir de novo a pretensas manobras de camuflagem medíocre?
          Honestamente, nem os abundantes pontos de exclamação de desperado podem esconder o que se passa na Grécia, em Espanha ou aqui.

          Como estes dados sinistramente objectivos e que devem deixar incomodados todos os desperados deste mundo sejam Menos ou não ( incomodados por virem a lume entenda-se):
          -”De acordo com o relatório da eléctrica, o montante global bruto das remunerações pagas aos membros dos órgãos de administração e fiscalização da EDP, no exercício de 2012, rondou os 18 milhões de euros.”
          http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interior.aspx?content_id=72464

          Há mais.Fica para depois

        • Carlos Carapeto diz:

          “A industrialização soviética teve início da Ucrânia a partir do final dos anos 1920, o que levou a produção industrial do país a quadruplicar nos anos 1930″

          Para tornar o enredo da novela que escreve mais atrativo, a Ucrânia tinha que aparecer como o motor da industrialização Soviética. Ou está a tentar colar-se às informações que coloquei no meu comentário?

          Indique as fontes de onde tirou esta informação?

          Depois ainda tem insensatez de plasmar três falsidades em menos de duas linhas.
          .
          1º– A industrialização Soviética não se iniciou na Ucrânia.
          2º– Não foi nos finais dos anos 1920.
          3º– ´Também não quadruplicou nos anos 1930.

          Esse logro desmascara-se com facilidade..
          A industrialização Soviética iniciou-se um pouco por todo o país em especial próximo das fontes de matérias primas e das vias de comunicação.
          Foi a criação da NEP que deu o impulso para o processo industrial logo que acabou a guerra civil.

          E por fim nos anos 1930 a produção industrial mais que quintuplicou , porque enquanto os países Ocidentais estavam atolados numa crise profunda a economia Soviética cresceu sempre acima de 12% ao ano, chegou a atingir os 15 %.

          .” O processo impôs um custo elevado ao campesinato, demograficamente a espinha dorsal da nação ucraniana”.
          Justamente!

          E quem trabalhou nos campos para a produção de trigo a partir de 1933 atingir números nunca antes alcançados ?
          Em 1930 foi de 83,5 milhões de toneladas, 1931 e 1932 , 69,5-69,9 m/t sabotagem dos Kulak junto a dois maus anos agrícolas. A partir daqui foi sempre a subir , 1933/34/35 , com 89,8- 89,4 e 90,1 milhões de toneladas, 1936 também foi um mau ano agricola com apenas 69,3 m/t os efeitos foram superados com as abundantes reservas existentes.
          Depois de 1938 a 1940 a produção manteve-se sempre em alta, 120,9 , 94,99, 105 e 118,8 milhões de toneladas respetivamente.

          Interessante largarem este tipo de atoardas tentando fazer dos outros uma cambada de néscios. Contam apenas com a vossa esperteza menosprezando a inteligência dos outros. Já lá vai esse tempo de mentir à vara larga.

          Quanto a processos meu caro Dezperado.
          O processo de propaganda do reacionarismo capitalista é que tem tido um custo incomensurável na destruição da verdade, procurando despudoradamente obter dividendos à custa das vitimas, não só destas, mas de todas, as do lado contrário inflacionando os numeros, as do seu próprio lado justificando-as ou reduzindo as cifras.

          Embora o feudalismo no Imperio Czarista tivesse sido abolido na segunda metade do seculo XIX , no entanto o sistema perdurou até à Revolução Bolchevique de 1917.
          O analfabetismo era altissimo entre os camponeses, haviam regiões que apenas uma em quinhentas pessoas sabia ler.
          Eram os Kulaks que decidiam tudo sobre a vida dos servos, inclusivamente autorizavam os casamentos e escolhiam os noivos às jovens.
          A servidão dos assalariados rurais foi uma prática até os comunistas tomarem o poder.

          A Rússia Czarista era um país fundamentalmente rural mais de 80% da população trabalhava no campo. O subdesenvolvido industrial era generalizado , nalgumas áreas estava 100 anos atrasada em relação aos países i mais desenvolvidos.

          Contribuia também para esse atraso e subdesenvolvimento o facto de a quase totalidade dos terrenos agrícolas estar nas mãos dos grandes latifundiários.

          Quando foi instituida a NEP em 1922 o governo preocupou-se mais com a industrialização do país, por um lado para reconstruir as infraestruturas que foram destruidas durante a guerra civil e por outro para recuperar o atraso que tinha em relação aos outros países e ao mesmo tempo fazer face ao boicote economico imposto por os países capitalistas.

          Portanto a estrutura fundiária permaneceu intocável. Até ao momento em que os grandes agrários começaram a impor regras pretendendo controlar os preços dos produtos agricolas.

          Com a industrialização a desenvolver-se a um ritmo elevado , começou a verificar-se um grande fluxo migratório dos campos para as cidades (como em toda a parte).

          Continua

          • Carlos Carapeto diz:

            Face a isso também era necessário aumentar o fornecimento de bens alimentares às populações urbanas.
            Os Kulaks e os comerciantes de cereais aproveitaram esse contexto, para num sentido controlarem os preços e por outro açambarcando os produtos para provocar escassez e descontentamento com o objetivo de boicotar a revolução, isto sucedeu depois das colheitas de 1928 (a coletivização só foi iniciada em 1929).

            Perante isso o governo decidiu criar cooperativas agrícolas (kolkozes) nos terrenos confiscados aos Kulaks que participaram na campanha de sabotagem.
            Só que isso gerou um onda de entusiasmo e uma dinâmica de tal ordem por parte dos camponeses pobres que o governo perdeu o controle da situação.
            O governo não dispunha de condições técnicas nem materiais para avançar com o processo tão rapidamente.

            Lynde Viola escreveu “ a coletivização adquiriu muito rapidamente uma dinâmica própria, imprimida essencialmente pela iniciativa dos quadros rurais. O centro correu o risco de perder o controlo do movimento”

            Perante tal emergência o governo lançou um apelo a pedir o apoio de 25 mil (apresentaram-se mais de 70 mil) operários experientes das grandes fábricas para se dirigem para o campo e apoiarem na coletivização. A chamada campanha dos «25 mil».

            Sobre estes operários Lynde Viola também escreveu “viam a Revolução como uma solução para os problemas do atraso, do défice aparentemente crónico de alimentos e do cerco do capitalismo” .

            A reação dos Kulaks foi destruir maquinas e instalações , incendiar searas, matar o gado, organizar bandos armados para atacar os Kolkozes assassinando os dirigentes e trabalhadores.
            A policia e os militares protegeram os trabalhadores contra a ira dos geófagos criminosos. Foi para esse efeito que foram para os campos.

            Frederick Schuman que viajou por a Ucrânia durante o período da fome, quando já era professor no Williams College escreveu um livro que publicou em 1957 em que aborda a chacina dos efetivos pecuários por parte dos Kulak, em alguns casos ficaram reduzidos a 1/3. Destruiam as colheitas e recusavam-se semear as terras.
            Leiam neste livro de Douglas Tottle
            “ Fraude, Fome, e o fascismo: O Mitodo do Genocídio Ucraniano de Hitler até Harvard”

            O jornalista, escritor e filosofo Irlandês profundo conhecedor da Rússia escreveu o seguinte sobre os Kulak “ De todos os monstros humanos que encontrei durante as minhas viagens, não me recordo de nenhum que fosse tão mau e odioso como o Kulak Russo”.

            Quem ficar ainda com duvidar pode ler de R W Davies (não é comunista) “ A Ofensiva do Socialismo, A Coletivização da Agricultura Soviética”.
            Também Charles Bettelheim um Trotskista “A Economia Soviética”.

            Quanto à fabulação dos mortos podem tirar deste cardápio a contabilidade macabra que mais lhes agrade.

            Horslet Grant inventou a “estimativa” de 15 milhões de mortos (60 % da população Ucraniana, que contava em 1932 com 25 milhões de pessoas).
            Robert Conquest no livro “Grande Terror” publicado em 1973 calculou o numero de mortos em entre cinco e seis milhões metade dos quais na Ucrânia. Treze anos mais tarde aumentou as “estimativas” para 14 milhões.
            Dushnyck inventou um método “cientifico” para calcular o ”genocídio” baseado no aumento médio da população em 2,36 % ao ano.
            Enfim; começaram em 1 milhão até chegarem à cifra alucinante de 15 milhões, tudo baseado em estimativas, porque entre 1926 e 1939 não houve nenhum censo. Depois não tiveram em conta as deslocações de pessoas do campo para os centros urbanos e para outras regiões da URSS, além de os habitantes da região de Kúban em 1926 estarem registados como Ucranianos em 1931 passarem a fazer parte da Rússia.
            E a falsificação ganha maiores contornos quando ignoram que as fronteiras da Ucrânia em 1939 não srem as mesmas de 1926.
            E o mais vergonhoso no meio desta propaganda toda é quando valorizam os mortos da Ucrânia omitindo por completo os outros , quando a fome de 31/32 atingiu a Rússia e as outras Republicas por igual.

            Sobre a fome de Bengala em 1942 nem abrem pio. Eram Indianos pois?

            “Mas será que estas pessoas não têm noção de quando deixam de ser sensatas e passam a ridiculas?”
            Concordo a 100% com esta frase!!!”
            Não rasteje, porque nem aos meus cães permito que me lambam as botas.
            Não se pode acreditar em quem faz uso de propaganda fragmentada , descabida de provas , identificando-se apenas como um herdeiro do anticomunismo primário.
            Qualquer discussão para ser séria não deve postular-se em ideias pré concebidas, isso não significa nada.
            Se pretendemos que acreditem naquilo que dizemos temos que revelar as fontes onde obtemos a informação. Se assim não for, cai-mos no descredito da charlatanice inventada.

          • Dezperado diz:

            ó Carlos ao contrário do De, que diz sempre a mesma coisa, não consegue sair daquela cassete, por vezes ate concordo com algumas frases dita por si.

            Mas o “vosso” problema, é que para mostrarem os erros causados pelo capitalismo, que têm…e muitos, querem limpar com uma esponja o que foi o comunismo….

            Responda só sim ou não: os ucranianos vivem hoje pior que nos anos 30????? não brinque com a história!!!!

          • De diz:

            Lol.
            O Carlos respondeu a desperado com o saber e o conhecimento que faz com que desesperadamente desperado meta a viola no saco ( as fontes,essas vergonhosas fontes)
            E que Desperado fique limitado desta forma vergonhosa a uma pergunta a uma afirmação que ele próprio formulou.
            Será que ele não se enxerga?
            :

            Quanto à cassete…que fazer?
            Quando a igorância, a má-fé, o perfil ideológico, a mentira e a manipulação se condensam para resultarem afirmações deste tipo:
            ” o que foi o comunismo”
            tem mesmo que se tentar corrigir os “disparates” de forma sistemática e metódica

            É um processo educativo também
            🙂

        • LGF Lizard diz:

          Se a URSS (e demais satélites soviéticos) eram um paraíso, como o caro Carlos Carapeto faz crer, então qual a razão de esses países em 1990 (aquando da queda do comunismo) já serem pobres? Qual a razão que impede esses povos de voltarem ao “paraíso”, já que são livres? Porque razão esses povos nada querem com os comunistas? Porque razão não ganham os partidos comunistas as eleições, se prometem voltar ao “paraíso” de outrora?
          O capitalismo é a distribuição desigual da pobreza. O comunismo é a distribuição igualitária da pobreza.

          • LGF Lizard diz:

            Errata: O capitalismo é a distribuição desigual da riqueza.
            O comunismo é a distribuição igualitária da pobreza.

          • De diz:

            Ora porque será?
            Uma pergunta tola e tonta.Vamos lá a pensar porquê, antes de dizer acefalamente que esses países já eram pobres…A distribuição da riqueza não estava era devidamente concentrada nas mãos adequadas, não era? Agora “as coisas ” estão melhores?

            Mas há dados objectivos perante esta pequena deriva ( mais uma ) de Lizard
            http://actualidad.rt.com/sociedad/view/114970-urss-ciudadanos-anorar-tiempos-sovieticos

            As eleições…por acaso estas levaram também ao poder tipos como Hitler ou como Sharon
            Eleições livres?
            Mas que eleições?
            Porque será que as eleições promovodas pelo estado-terrorista de israel quando rouba a terra aos seus legítimos proprietários são eleições que não permitem aos colonozados sonhar com o seu pedaço de terra?

            Porque será que tudo serve de pretexto para não se discutir os crimes vergonhosos dos mafiosos que nos governam e que fazem do saque aos cidadãos o seu modo de vida e o seu credo religioso?

          • Carlos Carapeto diz:

            Caro Dezperado.
            “não consegue sair daquela cassete, por vezes ate concordo com algumas frases dita por si”

            Se entende que eu ainda sai do tempo da cassete, então a sua ladainha enfadonha anti comunista não evoluiu do tempo da grafonola.

            Não tem que concordar com muitas ou poucas frases minhas , tem que ter a humildade de vergar-se à verdade.

            Porque a preservação da verdade “histórica” é um dever que as pessoas coerentes têm a responsabilidade de defender em quaisquer circunstâncias.

            E quando envolve a vida de outros essa responsabilidade é ainda mais premente, não pode ser adiada.

            Isto para dizer que; sobre o assunto que estamos a debater (URSS e Ucrânia) pela experiência pessoal que vivi nesse maravilhoso país, rejeito as “verdades” pré concebidas por quem não conheceu como funcionava aquele modelo social, ou por aqueles que sempre estiveram do outro lado da barricada ideológica, fazendo da propagação da mentira o seu modo de vida, escrevendo livros, competindo entre eles na tentativa alucinante de ver quem atinge o recorde das falsificações..

            Repito aquilo que já aqui afirmei muitas vezes. Se a URSS não era um jardim florido de Kichnev a Providénia também não era aquele inferno em chamas como os seus inimigos propagandeiam, e se o foi, qual lá cheguei nem as cinzas vi.

            Vi um povo culto, trabalhador e quanto a miséria nem resquícios por onde andei.

            Basta dizer que os consumidores domésticos não tinham contadores de água, energia elétrica e em muitos casos nem de gaz, no entanto as pessoas preocupavam-se com os desperdícios desnecessários.

            Por outro lado se não reparou já devia ter reparado que quando se trata de abordar este tema (URSS) faço-o com muita seriedade, disponibilizando sempre as fontes de onde obtenho as informações.

            Pode constatar também que as opiniões que coloco são maioritariamente de autores não comunistas, raramente cito opiniões destes últimos.
            Sabe porquê? Porque sei que a maioria dos anti comunistas rejeitam a verdade mesmo aquela divulgada por os deles.

            Quanto ao assunto que estamos a debater (Ucrânia) , só tem que dizer se aceita ou refuta as informações que coloquei. Tem lá as fontes onde fui obter a informação.

            Para finalizar, recomendo que passe a prestar mais atenção àquilo que lê.

            Não fiz qualquer comparação entre as condições de vida na Ucrânia dos 1930 e os dias de hoje. Julgo que qualquer pessoa sensata não se atrevia defender tal coisa mesmo até no país mais atrasado.

            Volte atrás e veja que o escrevi foi isto “ A Ucrânia quando do fim da URSS era a 10ª economia mundial”.

            Quanto ao Holodomor se sabe Inglês leia.

            http://rationalrevolution.net/special/library/tottlefraud.pdf

            Depois admito que discuta o assunto comigo. Não disponho de tempo para lavar roupa suja no lavadouro publico, evolui um pouco, já uso máquina de lavar.

          • Carlos Carapeto diz:

            Se eram satélites, satélites continuam sendo, com a agravante que a força gravitacional do novo “astro” esmaga a maioria dos seus habitantes.

            Não escrevi e ainda menos defendi que se tratava de um paraiso, mas também nunca foi esse inferno que os seus inimigos pretendem fazer crer.
            Se teve invernos rigorosos também existiram muitas primaveras esplendorosas.

            Mesmo sendo esse tal “inferno” ninguém foi queimado vivo na via publica em rituais macabros, ou enforcado em arvores nas avenidas, também ninguém foi segregado em qualquer parte (autocarros, hospitais, casas de banho, escolas etc.) só por ter nascido com a cor da pele diferente da classe dominante.

            Nenhum tadjique, tchutkcha, buriátio tinha que ceder o lugar a qualquer pessoa de outra etnia nos transportes publicos, frequentavam todas as mesmas escolas, eram assistidos nos mesmos hospitais.

            Depois há outra verdade que os inimigos do Socialismo (comunismo) recusam admitir. Em toda a história da humanidade nenhuma sociedade se conseguiu desenvolver com um povo analfabeto.

            A União Soviética em 1917 era o país mais atrasado da Europa e em poucas decadas conseguiu sem a ajuda de ninguém ( pelo contrário bloqueada) transformar-se na segunda potencia mundial no que não estava na dianteira encontravasse em segundo lugar, mais de vinte anos do seu fim ainda continuam na dianteira em tecnologia espacial.

            Por muito que os seus inimigos se esforcem negar , isto só se consegue com tecnicos altamente especializados.

            E o exemplo que desmente os acrobatas das falsificações, é a preparação que a maioria dos imigrantes que para aqui vieram trabalhar provaram possuir.

            “então qual a razão de esses países em 1990 (aquando da queda do comunismo) já serem pobres? “.

            Em que dados se baseia para fazer esta afirmação?

            Muita pobreza existe agora. Todos os padrões de vida regrediram.
            Se dispõe de algum dado (um apenas) que comprove que existiu algum progresso e desenvolvimento em qualquer desses países nos ultimos vinte anos coloque-o aqui que eu agradeço.

            Ponho a questão de outro modo. Diga o que foi que não se agravou na vida da maioria das populações desses países?

            Qual desses países já alcançou o PIB de 1991? Mesmo transformando-se em colonias de matérias primas.

            O busilis da questão é esse mesmo. Pode usar os argumentos e os ardis que muito bem entender por aqui não permito que passe.

            Os factos são coisas teimosas.

            Quanto às eleições o “acepipe” predileto dos “democratas” , tem muitas e variadas leitura, respostas não menos .

            Por isso começo por algumas perguntas.

            Inteire-se saber por quem são governados os países da Ásia Central da ex- U.Soviética?
            Depois agradeço que diga se essas populações que elegem há mais de vinte anos ditadores déspotas, corruptos da pior espécie se também o fazem para rejeitar o comunismo?

            Olhando aqui para dentro de “casa”. Talvez os Portugueses os Espanhóis e outros povos da Europa que votaram em governos que estão a destruir as suas condições de vida retirando direitos sociais inalienaveis também o fizeram para rejeitar o comunismo?

            É daqueles que ignora “nega” que a razão principal dessas escolhas nefastas por parte dos eleitores tem por causa a falta de informação e de consciência politica, nada mais?

            “O capitalismo é a distribuição desigual da riqueza.
            O comunismo é a distribuição igualitária da pobreza.”

            Em cheio!

            Vivem enganados aqueles que pensam que a concentração de riqueza nas mãos de poucos satisfaz as necessidades da maioria.

            O capitalismo continua a ser o maior sistema de criar desigualdades sociais. Se cria dsenvolvimento num lado provoca pobreza e desolação em maior escala noutro.

            Porque o capitalismo preocupa-se apenas em produzir bens com o fito de acumular capital ao passo que o socialismo produz bens para satisfazer as necessidades das populações.

            E a prová-lo está o facto de a URSS ser o maior podutor de trigo a nível mundial, o maior produtor de carne, de batata de electricidade…………!

            Os falsificadores da história sempre se têm esforçado por separar esta da verdade, jamais o irão conseguir. A verdade é filha da história e ambas resistem ao tempo e à mentira.

  6. Joao Pereira diz:

    Vou fazer mea culpa. Têm toda a razão, o capitalismo cria desigualdades completamente inaceitáveis. http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/3121335/pobreza-argentina-atinge-populacao-cristina-desiste-candidatura Vamos seguir estes bons exemplos e ser todos pobres.

    • De diz:

      Pobre Pereira que de tão descuidado faz coisas impensáveis pelos anais neoliberais .
      Fala da Argentina a tal que levou o garrote do FMI…
      Será que o coitado não saberá que a Argentina é um país capitalista?
      Será que o coitado, na sua frenética obsessão por encontar fantasmas do socialismo, também os encontra na Argentina?

      Atente-se na diferença de linguagem do pobre Pereira entre o seu iniciar e o seu findar.
      De repente some-se a prosápia. O tom de pesporrência arrogante deu lugar a “isto” .A cátedra neoliberal esboroou-se perante os factos apontados, com a clareza que outros já nos habituaram.
      Os bons exemplos de Pereira travestidos neste final de página numa gargalhada involuntária

    • Carlos Carapeto diz:

      “Joao Pereira diz:
      Hoje, na Russia, as populações não morrem à fome como noutros tempos.”

      João Pereira.
      A que outros tempos se refere ?

      Pode dizer isso a quem não conheceu ou não conhece a situação atual.

      Da minha parte provo com factos em como a realidade nos dias de hoje não é assim.

      Essas “verdades” só duram até os seus autores tropessarem com quem sabe das coisas, porque a partir daí passam a ser aquilo que são, mentiras.

    • Carlos Carapeto diz:

      Pergunto.

      Quem foi responsável por o colapso da Argentina?

      Em que situação se encontrava a economia e quais os niveis de pobreza quando Nestor Kirchner assumiu a presidencia ?

      É sabido que os Kirchner assim como os outros que os antecederam depois da queda da ditadura, governaram para servir os interesses do grande capital, no entanto é justo reconhecer que foi durante a governação dos Kirchner que a economia mais cresceu e mais pessoas foram retiradas da pobreza.

      O que os Pereiras deste mundo não têm coragem de reconhecer e muito menos aceitar , que foi a extrema direita sob os auspicios do polvo yanque que arruinou a sociedade Argentina, deixando um rasto de miséria, morte e exilados politicos.

  7. JgMenos diz:

    Continua em ritmo ‘Reader’s Digest a defesa dos coitadinhos deste mundo por comparação com o que fulano ganha e sicrano lucra!!!
    Fulano Mexia fez um contrato como qualquer proletário que quer vender o que vale – nem foi a votos nem fez promessas, ganha se outros ganharem.
    Sicrano EDP é suposto que tenha lucros que remunerem os capitais investidos pela Republica (Popular) da China e demais accionistas – negar esse racional é de cretinos!

    • De diz:

      Menos agita-se trémulo, com o seu quê de patético em defesa de não sei quê do reader digest.
      Depois tenta confundir os dados e fala no que sicrano ganha em comparação com um qualquer outro fulano.
      Menos manipula e mente.Os dados não são esses.Claro que pelo meio tenta num jeito feito de misérias mesquinhas nomear fulano e sicrano como que a tentar encontrar espaço para a desculpabilização dos seus mestres e ídolos.
      (Mexia ou a EDP ou seja o que ele quiser).

      Mas o desnorte tem destas coisas. Devia ler mais os clássicos em vez de viver das rendas.
      Não serve.esta sociedade em que o fulano citado tão afanosamente por Menos se apropria do esforço alheio e de tal forma o faz que cumpre o seu papel no ciclo quotidiano dos mandadores à força.Do PSD para o goiverno do governo para o lugar respectivo na empresa respectiva.Pago a peso de ouro para servir os interesses dos que defende.Eis a reprodução do ciclo de vida de quem tem o poder económico e domina o poder político.

      Devia Menos ler mais os clássicos embora se saiba que só o seu nomear (os clássicos) lhe provoque queixas intestinais agudas.Porque reduzido à defesa dos lucros e dos capitais, lhe sobra só este gesto inútil e decadente da defesa da miséria desta sociedade podre e irremiediavelmente destinada a ser o lobo do Homem.Duma forma tão grosseiramente mercantll e tão nesciamente ingénua que só mesmo um malabarista circense se lembraria de o fazer.A “máquina de fazer pobres” explicada em linguagem fria e pretensamente lógica à maneira dos canalhas que governam os”coitadinhos deste mundo” (linguagem do dito)

      Menos devia de facto ler mais os clássicos.Porque de forma hipoteticamente cretina,ele, que apelida outros de cretinos, tenta esconder duma forma mais elaborada a hipotética cretinice de Pereira e o seu (dele Pereira) desabar medíocre.
      Mas esquece-se ( cretinamente?) que nem a boçal tentativa de chamar a China (popular,pois então) ao barulho constitui alibi para um simples facto:
      O mundo deve ser de quem trabalha e não de quem explora quem trabalha.E que a concentração da riqueza e dos meios de produção nas mãos de uns poucos não constitui argumento para que tal estado de coisas persista até ao findar dos tempos

      Deixemos por agora os trejeitos salazarentos de Menos sobre a ida a votos e as viagens a Fátima ( fazer promessas,pois então)

  8. De diz:

    O porfiado esforço de se fugir dos assuntos em debate passa também pelo esconder de algumas das consequências da governação terrorista
    “Em três anos de governo PSD/CDS:
    As remunerações dos trabalhadores, reformados e pensionistas tiveram uma quebra, em termos nominais, de 9,2% (8 mil milhões de euros)
    A inflação acumulada foi de 7%,
    O que significa, uma quebra real das remunerações de 16%.
    A quebra do consumo atingiu cerca de 9%,
    O que contribuiu decisivamente para o encerramento de milhares de empresas e a extinção de milhares de postos de trabalho, 395.200 segundo dados do 3º trimestre do Inquérito ao Emprego realizado pelo Instituto Nacional de Estatística.
    Os cortes previstos no OE/2014 para os salários dos trabalhadores da Administração Pública e sector empresarial do Estado atingirão em média 9,3%,
    Segundo o último inquérito publicado pelo INE em 2012, sobre as despesas familiares, referente a 2010 e 2011, cerca de 50% do orçamento familiar era destinado às despesas com a habitação (renda, água, electricidade e outros combustíveis) e os transportes.
    Os aumentos de preços acumulados, referentes a 2012 e 2013 foram para a habitação de 11,4% e para os transportes combinados de passageiros de 14,6%.”

    Agora os pulhas atiram sobre os reformados.

    • Carlos Carapeto diz:

      Os Menos desta praça, esperneiam, bracejam são capazes de se contorcerem até partir a espinha, soltando bramidos até à exaustão que o Estado é mau gestor por isso não deve intervir na economia.

      No entanto se aparecer uma empresa estrangeira controlada maiotariamente por qualquer Estado que pretenda abocanhar uma das nossas empresas publicas aplaudem eufóricos.

      São estes que se dizem patriotas? Eles são mas é um corja de prostitutos!

      Alguns não vendem a mãe porque não vale nada.

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