Depois de perguntar foi preso, uma vez preso e imobilizado foi electrocutado com uma taser, e depois de tudo isto sabe-se lá o que aconteceu ao jovem. Assim vai a democracia dos EUA, com as pernas bambas com uma simples pergunta.
Depois de perguntar foi preso, uma vez preso e imobilizado foi electrocutado com uma taser, e depois de tudo isto sabe-se lá o que aconteceu ao jovem. Assim vai a democracia dos EUA, com as pernas bambas com uma simples pergunta.
isto ja tem uns aninhos, nao?
http://en.wikipedia.org/wiki/University_of_Florida_Taser_incident
Cinco ou seis. Mas por cá, nem assobio.
Não é democracia. É Ditadura , pura e dura!Com prisões onde pratica a tortura medieval
O ‘sabe-se lá o que aconteceu ao jovem’ é tão só aquela parte que distingue os sistemas políticos: no vídeo ao lado está o dito cujo com o pai, a mãe e o advogado a serem entrevistados numa televisão ‘nation wide’!
Vá dizer isso ao soldado Manning.
O soldado Manning sabe.se bem o que lhe destinam pela sua inconfidência ( Falta de lealdade, infidelidade, conjuração, abuso de confiança, revelação de segredo confiado).
Não vejo grandes diferenças entre os EUA e a Coreia do Norte na forma como tratam os alegados “traidores da pátria”. Mas cada um plasma-se onde bem entende.
Eu ‘plasmo-me’ na inconfidência.
A traição à Pátria pressupõe um inimigo, a inconfidência basta-se a si mesma.
“depois de tudo isto sabe-se lá o que aconteceu ao jovem”
As of April 2011, Meyer attends the Florida International University College of Law.[3] Meyer registered “Don’t tase me, bro” as a trademark in September 2007 and uses the publicity to sell t-shirts on his website.[3][11] Meyer wrote a book titled Don’t Tase Me Bro! Defending Life, Liberty, and the Pursuit of Happiness, but he had not found a publisher as of April 2011.
Nas democracias defendidas pelo Renato e demais colegas do 5 Dias, o jovem teria apanhado 25 anos de trabalhos forçados no GULAG ou levado um balázio. Se fosse na amada e democrática Coreia do Norte, a família teria também ganho um bilhete de ida para os “campos de reeducação”.
Nos selvagens e ditatoriais EUA, o tipo está vivinho da silva e ainda ganha uns cobres à conta deste incidente.
Grande fortuna de então ter o soldado…