De Caracas a Roterdão

De um lado a Torre David, gigantesca torre de 45 andares, em Caracas, transformada num  imenso squat vertical.

Do outro, De Rotterdam, o mais recente projecto do OMA em Roterdão. Quatro enormes blocos com 150 metros de altura e 100 de largura podem agora ser vistos na margem sul do rio Maas, dando mais um passo para a sua tão sonhada “Manhattanism” 

Como diz Wouter Vastiphout em declarações ao Guardian (professor de design and politics em Delft) “The building is a cynical and brutal monument to the city’s delusions of grandeur”. Em tempos Torre David terá sido o mesmo. 

A view across the River Maas

Photo do Guardian

http://www.theguardian.com/artanddesign/2013/nov/18/rem-koolhaas-de-rotterdam-building

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7 respostas a De Caracas a Roterdão

  1. tony ramos diz:

    “Dando mais um paço”?!

  2. RD diz:

    “A quarta edição da Mostra de Cinema da América Latina (MCAL) terá lugar entre os dias 12 a 15 de Dezembro no Cinema de São Jorge, em Lisboa. Este ano, pela primeira vez, haverá lugar a quatro sessões no Cinema City de Alvalade no sábado, que irão servir de complemento à mostra no Cinema de São Jorge” http://www.raiadiplomatica.com/4257

  3. Ricardo diz:

    Espetáculo!
    Há uma série de filmes sobre o movimento ocupa brasileiro. Conheces alguns? Poderias postar aqui os nomes?
    Vi uns tantos há uns 2 ou 3 há uns tempos mas já não me lembro do nome de nenhum… Bad memory…

    • ana catarino diz:

      Não, não conheço, e fiquei curiosa. Mas, convém esclarecer que no caso da Torre David o squat foi um tudo nada diferente (isto presumindo que o que te referes no Basil tem a ver com o que por aqui se chama ocupa). Em Caracas a ocupação da Torre foi feita por uma comunidade que vivia em favelas. Foi, digamos, mais uma questão de sobrevivência, que um manifesto político sobre casas desocupadas na cidade. Ainda que o que fizeram seja uma acção política.

      Seja como for, estou curiosa com o que falas do Brasil.

      • Ricardo diz:

        Estou a falar do Movimento dos Sem Teto (embora me pareça que existam vários movimentos deste tipo). Fazem ocupações de edifícios abandonados no Brasil. Agora, não consigo encontrar os documentários nem me lembro do nome deles. Pena…

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