Mais um neo-moderado

Sou avesso a excessos” escreve o homem que titulou “O ‘hip hop’ também mata” quando morreu MC Snake, sobre a iniciativa “Em defesa da Constituição, da Democracia e do Estado Social”.

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11 respostas a Mais um neo-moderado

  1. Antónimo diz:

    Aqui estamos com grande propiedade na presença de um auto-proclamado fascista e defensor da tortura.

    Recorde-se, mais uma vez, o que dele disse há pouco Oscar Mascarenhas, na senda dos muitos comentários que por aqui tenho feito sempre que por cá se cita a serpente saída do ovo, o material de cloaca:

    http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=3375140&seccao=%C3%93scar%20Mascarenhas

    Aos domingos, quase só se pode ler sem máscara e sem luvas, pasme-se, a crónica de Pedro Marques Lopes, tal é o elenco encontrado no DN para entregar as crónicas deste dia.

  2. HSL diz:

    O melhor exemplo de moderação do comentador “o bando de privilegiados da Aula Magna, que no entender de muitos devia estar na cadeia (…) pelas desmioladas soluções que agora propõe.”

  3. Argala diz:

    A diferença é que o Adalberto que escreve, diz coisas com as quais não concordo, mas com estrutura inteligível. Ele é um liberal e pede aos carbonários da aula magna, o favor de esperarem pelas próximas eleições. E quem está amarrado ao abrilismo constitucional, só tem que fazer o que ele diz. Como o farão, não tenham dúvidas.

    Se for eu a dizer o que disse o general novembrista, era um aventureirista pequeno-burguês, um provocador ao serviço da reacção. Eu sempre soube que me faltava aquele pedigree..

    O resto são jogos de espelhos, reabilização da reacção e fumaça.. muita fumaça. Faltou referir o Pacheco Pereira e a sua fina ironia ao pedir o hino nacional para imitar tempos que já lá vão “nem que fosse só pelo prazer de gritar o “às armas..” para logo concluir o maroto sorridente “estejam sossegados, não era isso que eu queria dizer”. A plateia ri – ah! ah! ah! – e a vida continua.

    • Antónimo diz:

      Leia o texto do Oscar Mascarenhas que deixei no primeiro post e onde o excrementício cronista Alberto, que nunca trabalhou na vida, elogia a tortura de um homem que logo de seguida seria executado pelos militares sem sequer um simulacro de julgamento e o modo como no Chile se pôr fim a um governo eleito e depois reafirme o que diz neste comentário.

      • De diz:

        Na mouche caro Antónimo
        Abjecta a especie de defesa muito “rebolucionária” deste canalha do gonçalves.
        Exemplar e elucidativo.

        ( e parece que há plateia que se ri destas coisas .Têm o pedigree essencial para o efeito.E gostam mais da forma burguesa que do seu conteúdo…)

      • Argala diz:

        Refere-se a isto? “Consta que um militar não gostou do recital e esmagou as mãos de Jara. Consta que Jara lá se calou. Um amigo meu garante que o militar em causa deu o maior contributo à história da música desde que Bach desenvolveu a polifonia.”

        Então nesse caso não só reafirmo como reforço a ideia.

        Caro antónimo, eu não vivo desse oxigénio, a indignaçãozinha dos perdidos, que serve normalmente para esconder a ausência de soluções. Eu não critico o inimigo por saber o que quer e não estar atarantado. O inimigo, representado pelo Adalberto, limita-se a cumprir a sua função, e a defender os seus interesses de classe. E está a ganhar sem espinhas.

        Atarantados andamos nós, que ainda não percebemos que já saltou o verniz, que está na hora de tirar as luvas e depois ainda temos que ouvir a Subcomandante Roseta a apelar à violência. Isso sim, é para criticar.

        Cumprimentos

        • De diz:

          Refere-se exactamente a isto.Mas mais alguma coisa.
          É favor ler .
          Mas confirma-se o papel “rebolucionario” destes pseudo-magalas de opereta.

          Cada vez mais clara a ignorância sobre os personagens em presença.Ignora-se ( ainda bem por um lado) que um dos pulhas em exercício se chama alberto e não adalberto:provavelmente o desaparecimento em combate dos argalas em trânsito deriva da busca frustrada de “rebolução” em espanha,onde infelizmente as coisas estão como estão.

          Sem espinhas este é o discurso vazio e balofo dos subcomandantes que buscam as subcomandantes roseta como pretexto para pouparem os canalhas fascistas.
          Está-lhes na massa do sangue.
          A História já comprovou onde nos levam estas coisas.

          Mas uma pergunta (ou várias ) permanecem

          • Argala diz:

            “Mas uma pergunta (ou várias ) permanecem”

            Uma pelo menos: que raio esgaratujou vocemessê? Daqui não se percebe nada.

            Eu não estou a defender o Adalberto, é exactamente ao contrário. Por reconhecer que o Adalberto é um fascista convicto se torna inevitável que, quando estiverem reunidas as condições subjectivas, ele seja dos primeiros a comer com um pouco de justiça revolucionária. Se ele não tivesse escrito aquilo que eu acabei de citar, um gajo ainda ficava na dúvida.

            Agora volte lá para a trincheira do abrilismo constitucional e largue-me da mão.. que já vi que você é um caso perdido.

            Cumprimentos

          • De diz:

            Argala:
            Volte lá para a trincheira dos pseudo-educadores da eta em processo de orfandade e deixe lá as suas listas bem elaboradas de quem tem que comer com a justiça revolucionária.
            Um pobre coitado este argala a fazer pela vida e a deixar a sua marca de classe no processo rebolucionário contra as madames roseta,enquanto lhe passam pelas barbas os fascistas em pelo.
            No fundo até se admiram uns aos outros.São uns queridos que até se esquecem dos fdp que lhes estão aí à frente.Argala e adalberto.adalberto e argala

            E deixar-lhe da mão?
            Oh argala isso depende das alarvidades colaboracionistas que vossemecê debita, travestidas posteriormente de listas de alvos para a justiça “rebolucionária”

            Sai agora uma soluçãozinha ao gosto do argala que está ainda à procura do pai lá para os lados do país basco.

            Faltam agora os cumprimentos da praxe, bem ao jeito da farda com que se masturbavam intelectualmente
            🙂
            Resquícios pequeno-burgueses travestidos de.
            Há mais . Fica para depois

          • De diz:

            “quanto ao caso perdido”

            Deixe lá esse jeito de papa-missas em processo de evangelização, que isso já foi desbastado há bastos anos..

            Já não é uma doença infantil, é mais um modus operandi de alguns sacerdotes em função.

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