Elementos para reflexão, a caminho de um balanço e perspectivas II

Das profundas alterações nas relações laborais, da alteração da relação de forças entre a burguesia e proletariado e  dos impactos que isso terá nas organizações da classe trabalhadora (e.g. CGTP).

De igual modo, a cobertura da negociação coletiva – uma instituição que provou ser essencial para prevenir a perda de emprego em empresas viáveis em países como a Alemanha, a Holanda e a Itália – tem diminuído em proporções sem precedentes. A reforma da negociação coletiva de 2011 visou promover acordos ao nível da empresa, entre os empregadores e os trabalhadores. No entanto, até ao momento, a reforma resultou numa redução geral da cobertura dos convenções coletivas, aumentando assim a pressão para a redução dos salários e contraindo ainda mais a procura interna.  A proporção de trabalhadores a auferir o salário mínimo mais do que duplicou desde o início da crise.

Daqui.

Isto está longe de ser um caso isolado.

EStagioNaoRemunerado

O tempo não é um factor neutro.

Estamos a defender os restos dos restos. Dá me a impressão que estamos apenas a ganhar tempo, quando o tempo joga todo a favor da burguesia, estamos a ganhar tempo para apodrecer, para prolongar a agonia. E chamamos a esta porra de esperança??? A esperança nunca existe para quem está de joelhos.

Daqui.

Anúncios
Esta entrada foi publicada em 5dias com as etiquetas , , , , . ligação permanente.