Marketing de Guerrilha Contra o Bloqueio Informativo

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Um irónico chamado a favor da troika, subscrito por meia dúzia de pessoas e sem fonte certificada, angariou mais jornalistas do que um chamado contra a troika subscrito por perto de um milhar de pessoas. Genial. Uma verdadeira bofetada de luva branca na censura que parece ter tomado conta da comunicação social.

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25 respostas a Marketing de Guerrilha Contra o Bloqueio Informativo

  1. Bruno Aleixo diz:

    Renato? só renato?

    mas pensas que és a madonna ou quê?

  2. Pingback: Obrigado, Troika – Aventar

  3. Caxineiro diz:

    boa jogada!

  4. XICO GUERRA diz:

    A CENSURA NUNCA DEIXOU DE TOMAR CONTA DA COMUNICAÇÃO SOCIAL. O QUE ACABOU FOI O LÁPIS AZUL, SUBSTITUÍDO POR OUTRAS SUBTILEZAS BEM MAIS CHORUDAS

  5. Antónimo diz:

    Tivessem lido o que disse ao Tiago Mota Saraiva na sede devida, logo primeira mensagem do seu dele post sobre isto:

    «Antónimo diz:
    Outubro 20, 2013 às 6:59 pm

    Ó, homem, a rapariga que assina chama-se justamente vasconcelos, como o miguel filipino, obviamente será piada.»

    Ou seja, para se ter emprego como jornalista não é preciso ser inteligente, basta só ser estúpido. Abençoados editores de política de toda uma imprensa de referência

  6. De diz:

    O termo é mesmo esse:
    “Genial”!

  7. caracas diz:

    Os jornaleiros,cairam que nem uns patinhos.Eles mandados pela classe terrorista…..PQP!

  8. tiago diz:

    mas a pergunta é, onde está agora essa esquerda tão revolucionária e elevada, a única inteirada das reais aspirações da classe trabalhadora, que tanto criticou a manif da CGTP? não deveria ter lutado ferozmente contra esta manif que era dirigida contra os trabalhadores? não deveria ter andado em levantamentos e críticas, em apelos radicais, paralisações e bloqueios, contra os seus reais inimigos, a troika e os seus defensores? Não. Depois das críticas à CGTP, o silêncio. Está tudo dito.

  9. Ricardo Horta diz:

    É notícia quando o homem morde o cão, não o contrário. Sabiam? Sabichões.

    • Caxineiro diz:

      deve ser por isso que quando surge alguem a contrariar a K7 do “não há alternativas” ou “vivemos acima das possibilidades” os jornalistas correm todos a dar-lhe tempo de antena.

  10. A ironia da manifestação faz dar gargalhadas tanto à troika como ao Governo de Traidores do Estado. Pergunto qual foi o ganho desta manifestação?

  11. Pingback: Obrigado, troika – Aventar

  12. Leonor Lopes diz:

    a expressão “vitória de pirro” ocorre-me à mente, não sei bem porquê… já a minha saudosa avó costumava dizer que não se apanham moscas com vinagre… depois admirem-se… enfim, quem, na realidade, descreveu com a sagacidade que lhe é habitual este suposto “movimento independente”, oriundo das jotas do BE e do PCP foi o Alberto Gonçalves… much ado about nothing e, à semelhança do BE dos velhos tempos, muito mais “palco” do que a expressão popular o justificaria!

    • De diz:

      Alberto quê?
      Sagacidade habitual quê?
      Este capanga defensor da tortura e da morte?

      Replico aqui as palavras de Antónimo:
      “O mais nojento e abjecto dos comentadores é fascista, sem protos nem porras nenhumas. Nem lhe falta o desejo de sangue e morte. O carácter é superiormente desmontado em texto do provedor do DN. Atente-se no final, que ao longo dos anos fui aqui lembrando por conta própria cada vez que alguns de vocês referia este dejecto intelectual e humano”:

      http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=3375140&seccao=%D3scar%20Mascarenhas

      • Leonor Lopes diz:

        Oh homem, não se exalte porque o tema/visado não merece tanta acrimonia… é tão ridiculo e pouco inteligente adjectivar o AG dessa forma como seria se eu dissesse que este “movimento independente” não passa de um bando de inúteis, com daddy issues por resolver e aversão à autoridade e às regras da democracia representativa… como sou uma pessoa civilizada e mais preocupada com a substância e as consequências das acções, não o faço… e quanto ao senhor Mascarenhas apenas me apraz dizer que lamento, muito sinceramente, que seja o sucessor de nomes como Diogo Pires Aurélio, José Carlos Abrantes ou Mário Bettencourt Resendes, e congenere de outros como José Queirós… é por estas e por outras que o DN deixou de ser leitura lá por casa, ao fim de muitas décadas…

        • De diz:

          Parece ó mulher que não percebeu
          A senhora pode ter as leituras que quiser em sua casa e pode pedir os certificados do pedigree a quem quiser.
          Não pode é fazer propaganda impune dum canalha fascista como o seu protegido AG ( é assim que o trata?)

          Tem sagacidade para perceber o dito ? Pode sempre pedir emprestado ao pulha em causa, pois de canalhas pinochetianos estamos nós fartos

        • De diz:

          E como parece que LL nem sequer leu o que Óscar Mascarenhas escreveu eis um extracto do calibre da escrita do canalha:
          “”Santiago do Chile, 12 de Setembro de 1973, um dia após o golpe de Pinochet. Victor Jara, cantor de “intervenção” local, viu-se preso e fechado com milhares de outros “suspeitos” no Estádio Nacional. Consta que Jara puxou da guitarra (aparentemente no Chile as pessoas eram detidas com os respectivos instrumentos) e tentou animar os camaradas. Consta que um militar não gostou do recital e esmagou as mãos de Jara. Consta que Jara lá se calou. Um amigo meu garante que o militar em causa deu o maior contributo à história da música desde que Bach desenvolveu a polifonia.
          Enquanto o leitor recupera o fôlego com a leitura desta bojarda, vou tentar repor alguma da verdade histórica tanto quanto foi possível reconstituir por entre os segredos de uma ditadura sanguinária. A prisão de Jara não foi no Estádio Nacional, mas no Estádio Chile, hoje Estádio Victor Jara, um pequeno recinto para desportos que requerem menos espaço. Não há nenhuma guitarra presente nos relatos, nem o esmagamento das mãos se deu à vista de outros presos. Deduz-se que foram esmagadas à coronhada numa ou mais sessões de tortura, antes de Jara ter sido morto com 44 tiros e o seu corpo atirado para um matagal nas traseiras de um cemitério, juntamente com mais três cadáveres a 16 de Setembro. Não é isso, no entanto, que importa agora analisar, mas o texto de Alberto Gonçalves, se antes não for acometido de vómitos.

          Ad nauseam!”

  13. Leonor Lopes diz:

    “Propaganda impune”, “protegido”?! O senhor Renato estará muito nervoso e o excesso de adrenalina estará a toldar-lhe o raciocínio.
    O facto de utilizar o termo “sagacidade” não significa per si que se concorde nem com o dito nem com o conteúdo da generalidade dos seus textos. Aliás, levar a generalidade dos textos do AG a sério não abona muito a favor da capacidade de interpretação do seu leitor. Excepção feita à alusão ao “movimento independente” QSLT, claro está.
    Eu sei que todos os que não tem a capacidade de compreensão profunda do mundo como a Raquel Varela, o Daniel Oliveira e até o Lavos serão sempre canalhas fascistas, pinochetianos e quejandos, nada de novo. Parece que, segundo o DO, também o José Miguel Tavares o é. Ninguém escapa à pena rotuladora e inquisidora dos moralistas de algibeira, de facto. Aliás, esta é uma interpretação curiosa que a extrema esquerda sempre faz da liberdade de expressão, numa especie de neo-Bushismo revisitado “either you are with us, or you are with the (fascists)”. No dia que perceberem que há mais “cores” no mundo para além do preto e do branco, talvez consigam reunir mais de 20 membros nestas, como é que é mesmo o acrónimo, agitprops…
    E quanto ao OM (que mania a minha de reduzir a essência de um ser a singelas vogais e consoantes), parei definitivamente de o ler aquando do episódio dos briefings… é demasiada aleivosia ideológica para um cargo que se pretende rigoroso, técnico e substantivo. Só isso…

    • De diz:

      Mais uma vez a dona traz a imagem de marca da desonestidade.
      Coloquemois os pontos nos is.Se quiser responder-me faça-o, mas evite essas figurinhas tristes em relação ao Renato.

      A dona parece que ainda não percebeu o essencial.Quero lá saber se gosta ou não do patife em causa, como o trata ou qual é a sua apreciação crítica sobre o pulha em questão. O que não pode passar impune é o que o crápula escreveu e como o escreveu.Se a dona o cita em público ainda há a liberdade de denunciar quem a dona toma por sagaz.

      Mais uma vez a dona parece que está a brincar no clube das donas de qualquer coisa.
      O que está em causa não é a minha sagacidade ou sequer a sua. A questão é mais funda e vai muito mais longe do que essas choraminguices ridículas sobre as cores do mundo e a apreciação do Daniel Oliveira ou do Lavos ou de quem quer que seja.A fuga perante os factos sempre me causou náuseas.Venha de onde vier.E os factos são os escritos pelo crápula em questão.Se a dona não percebe a gravidade dos ditos e prefere a conversa de tia que aqui esboça, isso é um problema só seu.Mas não a isenta de ver ser desmascarado esse paleio pseudo-crítico a bush que só por si denuncia a ousilanimidade que paira sobre tais coisas.

      Daí que o seu babar agit prop sobre as posturas conceptuiais de outros não seja mais do que isso mesmo.Uma espécie de credo profundamente ideológico com que tenta tapar o cheiro nauseabundo que o seu amigo ou não amigo, sagaz ou nem sempre e que se leva a sério ou não, de acordo com os altos critérios críticos da LL

      E se o cheiro que emana daquele patife que celebra a tortura, a morte e o assassinato não a impressiona e a faz debitar a conversa de chacha triste e pegajosa da ordem, então lastimo mas digo de caras e sem rebuços que tal cheiro repugnante a contagia a si

      E que nem todas as lavagens e fragâncias do mundo conseguirão disfarçar tal nojento odor.

      • Leonor Lopes diz:

        apenas dois pontos: 1) I rest my case, fique lá com o micro-ondas porque já nem eu tenho paciência para este linguajar à estudante de Sciences Po. Vou voltar ao meu “A Criada Malcriada” de cabeceira para ver se descubro mais umas técnicas de opressão do proletariado. 2) aparentemente, não é o senhor Renato o meu interlocutor nestes “posts”. Erro meu, pelo que lhe peço (ao senhor Renato, naturalmente), desculpa pelo lapso. Afinal há esperança. Parece que o “debate” foi com um senhor chamado De… um bem haja

        • De diz:

          O micro-ondas que me quer dar não é aceite.
          Sorry

          As suas leituras de cabeceira sobre a opressão da sua criada ou qualquer coisa assim do género também não me entusiasmam mesmo nada,mas cada um é livre de ocupar o seu tempo como quiser..

          Quanto à sua paciência, o que lhe posso dizer senão que …paciência.Vá perguntar ao seu amigo estudante o que pode fazer para melhorar a vossa relação e o linguarejar de ambos.Eu por mim retiro-me

          Mas esta conversa da treta com que nos presenteia não interessa mesmo para nada.Ainda bem que pediu desculpa a quem de direito.

          Ainda bem que os pontos nos is foram colocados em relação ao canalha do amigo dos torturadores.

  14. Tchiii tenham calma 🙂

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