Israel, o Estado Nazi

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22 respostas a Israel, o Estado Nazi

  1. Graza diz:

    Preocupantes os tempos que vivemos. Ainda ontem um amigo me dizia que deveria ser obrigatório que qualquer ser humano fizesse pelo menos uma vez na vida uma visita aos campos de Dachau, Auschwitz etc. para ver o que foram as autênticas linhas de montagem da morte, feitas pelo nazismo que estes judeus agora exibem. O mundo não vai outra vez acabar bem.

  2. JgMenos diz:

    Demagogia de MERDA!
    Não se pode pôr ordem em países cujos dirigentes são corruptos e criminosos porque isso ofende os direitos dos povos e é o execrável colonialismo! .
    Incitar à revolta e armar as populações é ofender o direito internacional e é o abominável imperialismo!
    Temos sim que dividir recursos e empregos com refugiados, para que assim esses bandos criminosos tenham menos bocas para alimentar!
    Vai chamar pai a outro!

    • djugashvili diz:

      Racista e estúpido de merda:Argumentos para quê?1 só neurónio não pode estabelecer um circuito q seja de pensamento……Pq não vai desabafar esse esterco de lógica para os sites nazistas?

      • Renato diz:

        Nazi aqui, talvez só o Estado de Israel. Certo?

      • JgMenos diz:

        não-sei-quê vili,
        Tudo que não seja slogan que recordes da cartilha …é o pânico!
        E nada como um chorrilho de invectivas para pôr os neurònios de volta à inação costumeira!

        • De diz:

          Menos “esquecido” que o brua-brua que expele faz parte da cartilha xenófoba costumeira … com os excrementos, perdão, com os elementos actualizados depois de breivik

          … e repare-se no terrível linguarejar do dito cujo: “Não se pode pôr ordem”…”incitar à revolta”, “armar as populações”
          Mais uma vez Menos mostra demais que o imperialismo, a agressão, o crime e a guerra andam ligados por um forte fio condutor…que passa pelo fascismo islâmico e por israel e desemboca nesta europa troikista e progressivamente mais xenófoba

          • JgMenos diz:

            Prefiro saladas mais simples, com menos variadade de produtos e molhos menos activos.
            Troika com islamismo faz-me uma azia particularmente grave que nem uma agressão imperialista consegue acalmar, pelo que em final os elementos de breivik me condenam a um prolongado incómodo xenófobo que me incita à revolta e a armar populações.
            Haja caridade!

          • De diz:

            O escrito está escrito .
            As necessidades de ” se pôr ordem” é uma velha exigência de Menos, que resvala para o apelo intervencionista directo,custe as vidas que custar.
            Como sucedeu de resto no Iraque.Como sucede na Síria, com o apoio da troika aos altos valores interventivos apoiados por Menos.
            Quanto ao racismo…ele aí está em todo o esplendor nas palavras de menos.
            Saudades do colonialismo português

    • Khe Sanh diz:

      Invadir países soberanos, desalojar pela força das armas populações inteiras das suas casas e dos seus territórios, não ofende o direito Internacional nem aumenta a fila de bocas para alimentar?

      Se te fosses lavajar numa poça de MERDA davas um ar de frescura a essa demagogia.

      • JgMenos diz:

        Contra tão sublime argumentação, não tenho mais que, penitente, retratar-me; e aqui me comprometer a sempre pugnar para que tais países soberanamente alimentem e cuidem as suas populações e as mantenham soberanamente dentro das suas fronteiras!

        • De diz:

          Nao serve nem a tentativa de hunor nem a tentativa de aldrabar e manipular

          Os tais paises soberanos que alimentem bem a população?
          Lembram-se do Iraque?
          “O país que George W. Bush e Tony Blair “libertaram” em 2003. Foi-nos dito que a intervenção militar ocidental iria abrir as portas a uma era maravilhosa de democracia, liberdade e direitos humanos. Em vez disso, abriu as portas a um aterrador banho de sangue já com mais de uma década de duração, com os iraquianos comuns a terem de suportar o pesadelo de viver naquilo que se tornou um dos mais perigosos países da terra.

          Bastante à semelhança da história de Sherlock Holmes “O curioso incidente do cão nocturno”, o silêncio dos comentadores e políticos pró-guerra no que diz respeito ao derramamento de sangue em curso no Iraque é particularmente revelador.

          Os mesmos figurões da elite que não paravam de escrever e de falar sobre o Iraque em 2002 e no início de 2003, dizendo quão terrível a ameaça das “armas de destruição massiva” de Saddam Hussein era para todos nós, e como necessitávamos de ir para a guerra com o Iraque não apenas para desarmar o seu perverso ditador mas também para “libertar” o seu povo, estão agora silenciosos perante o continuado derramamento de sangue e o caos provocado pela invasão ilegal. No decurso da invasão em Março de 2003, não se podia ligar um noticiário televisivo em Inglaterra ou na América sem que nos aparecesse um “neo-con” ou um “intervencionista liberal” obsessivamente fixado no Iraque. Na preparação para a guerra, estes grandes “humanitários” fingiam preocupar-se com a penosa situação dos iraquianos sob a ditadura de Saddam – mas nos dias de hoje manifestam pouca ou nenhuma preocupação pela penosa situação dos iraquianos regularmente esfacelados por bombas, a um ritmo quase diário. Não há apelos por parte dos “suspeitos do costume” a uma intervenção humanitária ocidental para deter a matança no Iraque. Para estes intervencionistas em série (serial interventionists) o Iraque, depois da invasão, tornou-se a maior não-história da era moderna. Em vez disso, a mesma gente que falava sem parar do Iraque em 2002-2003 hoje fala sem parar da Síria – fingindo preocupar-se com a penosa situação dos sírios da mesma forma que derramavam lágrimas de crocodilo sobre os iraquianos no início de 2003.

          É interessante verificar que, no que diz respeito a dados sobre as baixas, os políticos pró-guerra são capazes de nos dizer exactamente quantas pessoas morreram na Síria desde que a violência teve início em 2011, (e está claro que para eles todas as mortes são da responsabilidade pessoal do Presidente Assad), mas quando a questão diz respeito ao Iraque e ao número de pessoas que aí foram mortas desde Março de 2003, a informação passa a ser muito mais vaga. “Não fazemos contagem de vítimas entre gente alheia” foi a notável declaração de Donald Rumsfeld em Novembro de 2003. Os iraquianos mortos desde Março de 2003 (e o número de baixas varia entre cerca de 174.000 e bastante mais de um milhão) são, para a nossa elite política, “não-gente”. Em 2013 apenas os sírios mortos (e sírios por cujas mortes as forças governamentais sírias possam ser responsabilizadas) contam – não os iraquianos mortos.

          Se tivessem algum resto de vergonha, as pessoas que destruíram o Iraque podiam ao menos ter tido a gentileza de se retirar da vida pública. Mas os “neo-cons” e os imperialistas liberais não praticam nem a vergonha nem o remorso. O mesmo bando de intervencionistas “humanitários” e de falcões que pressionou a invasão do Iraque em 2003 passou os dois últimos anos a fazer propaganda por um ataque contra a Síria. Estes belicistas maníacos prefeririam que “virássemos a página” do Iraque para concentrar a atenção no próximo país do Médio Oriente da sua lista de objectivos a abater. Mas não devemos nunca “virar a página” do Iraque até que aqueles que destruíram esse país sejam levados a julgamento. O caos e o derramamento de sangue a que assistimos hoje no Iraque é consequência directa das desestabilizadoras e destrutivas políticas “neo-con” dos EUA e da Grã-Bretanha, e aqueles que são responsáveis pelo “supremo crime internacional” de infligir uma guerra de agressão contra um estado soberano devem prestar contas pela enorme desgraça humana que causaram.”

          Neil Clark

          “Pôr os países na ordem” proclamavam os assassinos de ontem .Os cúmplices repetem-lhes o estribilho

        • proletkult diz:

          Podes também pugnar por isso mesmo em relação aos teus amigos do actual governo pátrio, já que mandam emigrar, e as suas políticas em nada alimentam e cuidam a população. Ou o mal é outro?

    • De diz:

      Excremental!
      A figura de Menos a repetir ipsis verbis o ódio dos racistas nazis, dos racistas sul-africanos, dos racistas nas colónias portuguesas (mostrando a sua verdadeira face de colonialista sem escrúpulos)

      Por volta do minuto e trinta alguém repete o estribilho seguido por Menos.

      Sopram de novo fortes os ventos da alemanha dos anos 30.Victor Nogueira dirá com razão que campeia a xenofobia por essa europa fora.Na lìbia foi o que se viu.

      Graza : “O mundo não vai outra vez acabar bem.”

      Dos ovos da serpente surgem os novos breiviks

    • De diz:

      A este propósito vale a pena ler este post do Renato,escutar o espantoso texto de Luís Sepúlveda e apreciar o comentário de imbondeiro
      Aqui: https://5dias.wordpress.com/2013/10/10/o-maldito-cinismo-europeu-por-luis-sepulveda/

      Menos ao lado do império ,de barroso, da alquaeda, de bush e de tutti quanti. E declaradamente racista.
      Um bom ramalhete

    • CausasPerdidas diz:

      O seu comentário explica até à náusea o que estava por detrás das mentes que puseram os nazis no poder na Alemanha.

  3. Victor Nogueira diz:

    Bem sei que dirão que talvez seja descabido, mas a xenofobia e o racismo campeiam até na Europa mais “democrática” como a de Hollande, até na França dos Direitos Humanos” e contra os imigrantes, ciganos ou não. Sim, que o Holocausto não foi apenas para os Judeus, mas tamb+em para os eslavos, para os ciganos, para os comunistas e democratas ou anti-capitalistas. Onde já vai a “!nternacional” Socialista” da social-democracia, que baniu a democracia a favor do “súcialismo”

  4. LGF Lizard diz:

    A lógica da extrema-esquerda….

    Israel
    Problema com emigrantes ilegais? Estado Nazi.

    Europa / EUA
    Problema com emigrantes ilegais? Obrigação de os acolher

    Resto do mundo
    Problema com emigrantes ilegais? Não queremos saber.

    Cada vez mais me convenço que a extrema-esquerda é tão ou mais anti-semita do que a extrema-direita….

    • De diz:

      Lizard pode-se convencer daquilo que quiser.
      Não pode é tentar desta forma expedita safar-se do autêntico libelo acusatório que constitui este pequeno vídeo

      Quem diz que os sionistas imitam os seus anteriores verdugos está coberto de razão.
      O ódio sem peias, tão bem retratado neste documento, faz lembrar o ódio dos nazis aos judeus ( mas não só, definitivamente não só).
      O mesmo histerismo, a mesma selvajaria, a mesma desumanidade, o mesmo inferno descendo à terra.

      (E depois…
      e depois a suprema hipocrisia própria de autênticos nazis de considerarem aquela terra como sua exclusiva propriedade…tudo uma questão de “emigrantes ilegais”
      Fede )

    • CausasPerdidas diz:

      O problema, meu caro, é que até os eritreus, descendentes de uma das tais “tribos perdidas de Israel”, são alvos desse mesmos ataques, porque são pretos. Que autoridade têm filhos da puta vindos de paragens como a Rússia, Europa e América latina sobre os outros? Que direito têm de roubar e expulsar da sua terra os palestinianos? O facto de serem brancos? “Raça Pura”, “Povo Eleito”… é tudo a mesma merda!
      Já agora: nos Estados Unidos os americanos “de gema” não mandam muito.
      É curiosos como nestas “merdas” do anti-racismo a direita pára sempre no anti-sionismo, que teimam em confundir com “anti-semitismo”. Pois, os mesmos que há bem poucos anos entendiam que o bolchevismo fazia parte da “conspiração judaica” para tomar conta do mundo…
      Devia ver (não quer ver, mais insisto) como as potências pesqueiras ocidentais arrastam e pilham as costas africanas obrigando as suas populações a procurarem destinos onde não passem fome – coisa que qualquer um de nós faria por si e pelos seus. Qualquer um de nós, meu caro cretino, já foi emigrante/imigrante/migrante alguma vez, em alguma geração, sabia?
      Espero que os do norte da Europa sejam bem mais tolerantes perante os portugueses que o governo lhes envia todos os dias. Não falta lá, também, quem ache que “esses preguiçosos do sul” estão a invadir a sua casa. São os mesmos anormais que não entendem que o seu (por enquanto, e relativo) bem-estar não passa de uma migalha que lhes é dispensada pelos que impõem a desgraça aos outros povos. Ainda ninguém lhes disse que chegará a sua vez.

      • proletkult diz:

        Em relação à questão pesqueira da costa africana, de referir que quando o povo organiza frotas de defesa, substituindo uma inexistente marinha ou polícia marítima, aqui chamam-lhes “piratas”. Lá, na Somália, chamam-lhes “salvadores dos mares”.

  5. proletkult diz:

    Ninguém mata mais semitas que os europeus que fundaram e governam o estado-pária dito “de Israel”.

    A boçalidade do Hitler, e dos anti-judeus todos no geral, esteve (e está) em considerarem-nos um “povo” (na dimensão genética do termo), caindo na armadilha retórica do excepcionalismo (primeiro bíblico, depois político) que os judeus foram montando ao longo dos séculos (ajudados por perseguições e pogroms dos ignorantes cristãos e dos aristocratas e burgueses que queriam as suas propriedades). A mesma armadilha que alimenta o mito do lendário, e inexistente, Reino de Israel na terra que eles, durante 2000 anos de diáspora por todo o globo, nunca quiseram como destino. Uma terra que agora, como diz um nazi qualquer a dada altura do vídeo, é “diferente” e não pode aceitar os imigrantes. A não ser que pertençam à seita dos sem-prepúcio.

  6. imbondeiro diz:

    Geralmente, caro Renato, acompanho com gosto e gostosamente subescrevo os seus “posts”. Desta vez, e com muita pena minha, não o posso fazer. Se tivesse apodado Israel de Estado racista, se o tivesse crismado de Estado xenófobo, se lhe tivesse colado o adjectivo “criminoso”, eu concordaria consigo. Chamando-o de “nazi”, mais não faz do que cair no mesmo erro em que caem articulistas que estão nos seus antípodas e a quem eu já apontei a recorrente maleita que, agora e pela primeira vez ( espero que a última), lhe aponto: a banalização do Mal absoluto. Cordiais saudações.

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