A caminho de mais uma grande manifestação

 

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7 respostas a A caminho de mais uma grande manifestação

  1. JgMenos diz:

    Grande lata!
    Quando é para gastar dinheiro e distribuir direitos e mordomias – é tudo inevitável!
    Quando chega a conta – é tudo evitável!

    • De diz:

      Eis mais uma vez a porfia de menos a tentar apresentar o fado mesmo como fado.
      Direitos e mordomias espalhadas pelos que nos governaram e governam de direita pesporrenta a neoliberal.Com tiques salazaristas no presente.
      E agora esta canalha quer que sejamos nós a pagar a despesa da mesma canalha?
      As “poupanças” em perigo do cavaco,do dias loureiro e da merkel em perigo transtornam menos.

      A forma como ele se aproxima da boca de cena e “apresenta a conta” faz lembrar uma cena dum mafioso rasca

      • JgMenos diz:

        ‘O drama da esquerda é um problema de visão – hemianopsia altitudinal – pelo qual vêm o canalha que rouba a cobertura do bolo e não vêm a canalha que leva tudo o mais.
        E vivem nesta ilusão de que se salvassem a cobertura linham muito mais bolo!
        Acontece que os tipos que forneciam o fermento dizem que o bolo não é para comer todo, e até recomendam que não se faça a cobertura.’
        Extraído de ‘O capitalismo para trengos’ (no prelo).

        • De diz:

          A canalha que rouba a cobertura do bolo é a mesma canalha que rouba tudo o mais.
          Esta é a definição exemplar da troika e dos seus serviçais.

          “Torne a mentira grande, simplifique-a, continue afirmando-a, e eventualmente todos acreditarão nela” Adolf Hitler.
          Eis o método de Menos.

          Mas não fiquemos por aqui

          “JUROS E DÍVIDA

          Acerca da dívida diz-se que temos de “honrar os nossos compromissos”. Trata-se do mesmo tipo de “honra” do servo na defesa do senhor feudal. Vejamos então em que consiste a dívida e o juro.

          Quem paga a dívida? A dívida é impossível de pagar nas actuais condições. Marx cita o economista Hodgskin (1797-1869) que em vários textos adoptou “o ponto de vista proletário”: “Nenhum trabalho, nenhuma força produtiva e nenhuma arte podem satisfazer as exigências dos juros compostos”. [5]

          Tal é sabido desde a antiguidade, compreendendo que o juro era a forma dos grandes proprietários e grandes comerciantes expropriarem os pequenos, os plebeus, ou ainda apropriarem-se dessas pessoas. Por isso, legisladores de então fixaram limites ao juro e o cancelamento periódico de dívidas, para evitar a destruição da economia e a desestabilização social.

          Para demonstrar como são impagáveis as dívidas na base de juros (acima do que a taxa de crescimento económico permita) o matemático Richard Price em 1769 calculou que 1 xelim à taxa de 6% ao ano daria desde o nascimento de Cristo até àquela data o equivalente a uma esfera de ouro com 1 780 milhões de milhas de diâmetro! [6]

          Tal é mais que evidente no endividamento dos países ditos em desenvolvimento: entre 1970 e 2009 esses países pagaram como serviço de dívida 4 529 mil milhões de dólares, isto é, reembolsaram 98 vezes o que deviam em 1970, mas a dívida é 32 vezes maior, atingindo 1460 mil milhões de dólares. (Les Chiffres de la dette, 2011, CADTM)

          Portugal, submetido à burocracia antidemocrática da UE, enveredou pela via do subdesenvolvimento, agravada com a troika. Entre 1999 e 2012, Portugal pagou de juros de dívida pública 65 716,8 milhões de euros, a soma dos défices do Estado foi de 112 117 milhões, porém a dívida pública passou de 58 657,1 para 204 485 milhões de euros (mais 145,8 mil milhões!). Ou seja, quanto mais se paga mais se deve. Em 2013, os juros atingiriam cerca de 100% do défice do Estado previsto pelo governo, como o défice aumentou representam agora 82% (contra 69% em 2012), cerca de 5% do PIB! Mas o governo diz que estamos no “bom caminho” – de quem?

          O aumento da dívida é devido à especulação financeira. Com as receitas a reduzirem-se devido à paragem do crescimento económico, com o grande capital exigindo partes crescentes do RN, através das privatizações, das PPP, dos SWAP, dos “resgates” e garantias financeiras à banca, o país, sem soberania financeira, ficou submetido “aos humores” da especulação e respectivos juros usurários.

          Compreende-se assim como é importante manter as pessoas na ignorância, (destruir a escola pública e generalizar a pobreza – como no fascismo – ajuda…) propagandeando como um “êxito” a “ida aos mercados”, na realidade um verdadeiro suicídio coletivo. Entre 2014 e 2021 os encargos da dívida pública atingem uma média anual de 18 000 milhões de euros; estimativas apontam para 20 mil milhões anuais nos próximos três anos; 20 mil milhões de euros adquiridos nos “mercados” a 6% representam mais 1 200 milhões de euros ano de juros a adicionar aos existentes. E isto sem diminuir o endividamento!

          A riqueza criada no país vai servir para pagar juros e ser “livremente” transferida para centros financeiros.

          A direita considera que o Estado será eficiente, cortando no social, vivendo do crédito privado obtido com taxas negativas (abaixo da inflação) no BCE. Mas crédito é dívida, e no fim a questão é: quem paga esta “eficiência”.

          Este ano as maiores empresas da Bolsa portuguesa distribuíram mais de 1,7 mil milhões de euros em dividendos aos accionistas; cerca de 1/3 vai para o estrangeiro. ( Jornal de Negócios, 13/Maio/13).
          “O juro revela a forma como a mais-valia se reparte entre as diferentes espécies de capitalistas.” [7]

          O BCE está organizado para os Estados vergarem a sua soberania ao peso da dívida, constituindo uma reserva de mão-de-obra barata e sem reivindicações significativas de forma a garantirem a competitividade da UE no processo de “globalização” imperialista.

          O endividamento do Estado é um álibi para impor esta estratégia assegurando a perpétua obtenção de rendas financeiras, através da austeridade, o eufemismo adotado para designar a exploração generalizada e sem direitos, ou seja, um programa económico e social idêntico ao do fascismo.”
          Daniel Vaz de Carvalho

          O livrinho de Menos, inspirado no modus faciendi do adolf, tem perna curta

  2. roma maria diz:

    No Porto irá decorrer também uma manif. deste movimento? É que não encontro nehuma informação a esses respeito.

  3. Rafael Ortega diz:

    Só arranjam estes?
    Se convencerem a Jessica Alba a convocar pessoas para a manifestação eu apareço…

  4. M.Almeida diz:


    Grande corrida TSF RUNNERS: Venha dia 26 ao Terreiro do Paço, venha ao mercado saudável, venha fazer massagens, A Câmara Municipal de Lisboa e a EGEAC também correm ao lado da TSF. READY TO CHALLENGE? http://www.readytochallenge.pt/

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