Pontapé na Dívida, toda.

CARTAZ_16OUT_PONTE-01

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8 respostas a Pontapé na Dívida, toda.

  1. «Toda», salvo seja…
    Os reformados e pensionistas também são CREDORES, através dos respectivos Fundos de Investimento e «institutos de gestão» das ´”pensões” que agora são supostas estar a ser pagas e aquelas que no futuro serão supostas vir a ser pagas….
    Por isso mesmo é que «é preciso, é urgente» uma AUDITORIA à dívida pública.

    • Raquel Varela diz:

      Caro Guilherme, esse valor seria devolvido, creio que não é preciso legitimar a dívida por isso. Até porque se assim for ela cada vez é mais legítima porque é cada vez maior a massa salarial directa ou indirecta a ela associada.
      Abç
      Raquel

      • Cara Raquele,
        Eu não estava a legitimar a dívida!… De todo!
        Estava a chamar a atenção para a necessidade de «separar as águas».
        Pela minha parte, o simples facto de haver bancos centrais que são cartéis de bancos privados a quem o Estado – ilegitimamente – delegou a função soberana de emissão de moeda (de modo supostamente proporcional ao funcionamento da economia real), já é em si um facto gerador de dívida pública», através dos juros (mesmo que pouco exorbitantes) que o cartel de bancos comerciais cobra ao Tesouro Público pelo serviço público (e de custo ZERO) de «imprimir mais dinheiro».
        Mais do que a soma dos défices acumulados, a «Dívida Pública» resulta assim da acumulação destes juros exorbitantes.
        A tal auditoria deveria servir para isso mesmo, para «separar as águas».
        Quanto à «devolução do valor» (que tenha sido contribuído (pelos trabalhadores e entidades patronais), eu por mim adopto uma posição algo mais radical.
        O que se trata é antes a necessidade de a sociedade reconhecer o contributo REAL que cada cidadão fez (ou vai fazendo) ao longo da vida para o progresso geral da sociedade.
        A minha mãe – tal como as mães de muitos milhões de humanos vivos – «nunca descontou» para nenhum «fundo de pensões» e não foi por isso que não deixou de trabalhar a vida inteira e ter contribuido para o progresso da Humanidade.
        O actual esquema socialmente (ou institucionalmente) vigente, é apenas um «artíficio» (uma invenção social) e a forma instituída de reconhecer de forma indirecta os contributos de cada um de nós para o bem estar social.
        Por exemplo, eu contribuia MUITO para o progresso social (de modo formal e registado) e portanto «ganhava muito» e «descontava muito».
        O problema daquelas Mães foi o facto de o seu contributo (designadamente a educação cívica dos filhos e filhas) não ter ficado formalmente quantificado e registado.
        Por isso fico sempre algo irritado quando algumas pessoas argumentam que a (alegada) «falência» do nosso Estado Social (dizem eles…) se dever em parte ao facto de com o «25 de Abril» terem sido «admitidos» (na segurança social) «centenas de milhar de pessoas que “nunca tinham contribuído”»…
        Abraço!

        • Pedro diz:

          Ahhh, o argumento da divida boa e da divida má…
          Afinal o argumento já não é qual foi o objecto da dívida (para que é que ela serviu) mas sim quem é titular da dívida….
          Se os donos dela são esses bandidos dos bancos, fundos e diabo a quatro é mandá-los para as urtigas porque nos querem roubar até ao último cêentimo da dignidade lusa, agora se os titulares são os nossos desprotegidos concidadãos aí o estado tem a obrigação de pagar, obviamente.
          Podemos dizer que isto é um upgrade ou downgrade no pensamento colectivista?!

          Já agora a Argentina já faz algo parecido e têm tido um sucesso assinalável…..

          A ter tanta gente a pensar assim não sei porque nos admiramos de sermos pobres

  2. Dívida??? diz:

    Dívida??? Trata-se de desmascarar quem praticou e pratica a mega-fraude, não é?

  3. Rocha diz:

    Lá jeito para fazer cartazes não vos falta.

  4. JgMenos diz:

    Pleno emprego!
    Função pública para todos!

    • João diz:

      Porque é que associa o pleno emprego à função púbica (ideia um bocado saloia, convenhamos) e não, por exemplo, à reorganização dos nossos modelos produtivos e das condições da prestação do trabalho, esses sim, eixos com tal virtualidade? E, por outro lado, no tom de invectiva que é o seu, porque razão “criminaliza” o pleno emprego? Será porque lhe faz falta um “exército industrial de reserva”?

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