Ponte(a)pé na troika e no governo!

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2 respostas a Ponte(a)pé na troika e no governo!

  1. Herberto diz:

    Isto é para quem sabe interpretar as marés, os ventos e as tempestades. Para si: “Playa Girón” de Sílvio Rodriguez. Um abraço e vamos à luta: http://www.youtube.com/watch?v=cQ_D_y8Jtyc

  2. @ diz:

    Não temos outro remédio em sair para a rua.

    Vejo assim as coisas:

    (1) A ideologia da austeridade tem servido para persuadir, convencer e embutir na mentalidade dos portugueses e não só, fazendo recurso a mecanismos mórbidos, perversos e pérfidos e psicologizantes presentes sobretudo na comunicação social – a larguíssima maioria comentaritas/políticistas/economistas/sociologos/historiadores, etc., para mim, deviam de regressar à universidade e destituídos dos seus graus académicos por burla qualificada) – de que as populações na generalidade, classes trabalhadoras, desempregados, reformados, estudantes, jovens e crianças , enfim, as famílias no seu todo, são «pobres». São «pobres» porquê? Porque o seu custo unitário não é simplesmente sustentável.

    (2) Nós, as famílias, pessoas de carne e osso, somos caras demais para a banca (instituições financeiras) e para o sistema financeiro. A dita banca e o dito sistema financeiro não não é mais do que a cartelização da banca (ou seja, organizam-se em termos de monopólio fingindo serem concorrentes entre si) em torno de um suposto objecto (o dito mercado financeiro que não é nem produtivo, nem competitivo porque se trata de um monopólio) através do qual se realizaram e realizam as mega-fraudes de que temos sido objecto e vítimas. Os accionistas desses bancos nacionais ou internacionais acabam por ser poucos. São esses accionistas que manipulam o sistema interbancário e o sistema financeiro global, basicamente através dos bancos centrais. Todas estas pessoas (os accionistas) têm nomes e famílias.

    (3) Por menos, já houveram Guerras na Europa. O que eu gostava e não deixarei nunca de acreditar, mesmo que entretanto morra por questões biológicas, é que estas e estes vigaristas/assaltantes/homicidas/assassinos/psicopatas sejam julgados, no banco dos réus, não por um Tribunal de Haia, porque não me parece que este seja imparcial pelo que se tem visto, e nem pensar em Tribunais de reconciliação como se realizaram na África do Sul. Terá de haver uma novo de tipo de Tribunal onde a Justiça seja aplicada.

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