Arco da governabilidade (aka: partidos da troika) perde cerca de 750 mil votos

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O comparativo em número de votos absolutos é o melhor indicador para analisar a evolução do comportamento do eleitorado.

Em 2009:

PS: 2.027.195
PSD: 1.237.259
PPD/PSD.CDS-PP: 513.593
CDU: 533.701
CDS: 167.001
BE: 162.046
MRPP: 13.419
PNR: 1.202
Brancos e Nulos: 158.372
Votantes: 5.365.705

Em 2013:

PS: 1.757.022
PSD: 802.060
PPD/PSD.CDS-PP: 371.903
CDU: 546.555
CDS: 147.014
BE: 116.878
MRPP: 22.494
PNR: 2.976
Brancos e Nulos: 329.600
Votantes: 4.840.231

O arco da governação (aka partidos da troika: PS, PSD e CDS) perdeu cerca de 750 mil votos. Assim, o número de votos perdidos é quase tanto quanto o número de eleitores que (ainda) votaram no PSD e metade dos que (ainda) votaram no PS. Diga-se, sobre esse indicador, que só o PS perdeu cerca de 300 mil votos, sete deles na capital. A CDU ganhou 13 mil. O BE perdeu perto de 50 mil. O MRPP dobrou a votação e o PNR triplicou, ainda que no caso destes sem chegar aos 3 mil votos. Brancos e Nulos sobem para quarta força política, à frente de CDS e BE (mesmo somados), numa eleição onde mais de meio milhão de eleitores se juntou à abstenção. Continuem a cantar vitórias a fingir, continuem. A insurreição agradece. 

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Clique na imagem para conferir os resultados por Freguesia, Assembleia e Câmara Municipal, ainda em actualização (já sem capacidade de mudar o resultado final) com as últimas freguesias por apurar. 

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46 respostas a Arco da governabilidade (aka: partidos da troika) perde cerca de 750 mil votos

  1. antoniocarlos diz:

    Falta contabilizar os “independentes” (321.912 votos) que na sua grande maioria são eleitorado dos partidos do arco da governabilidade (Porto, Matosinhos, Oeiras, …), embora desalinhados com a escolha autárquica das respectivas estruturas partidárias. Ainda assim, houve um aumento da abstenção. Como nos anos anteriores. Big deal!

  2. antoniocarlos diz:

    Também não deixa de ser interessante que, com tanto descontentamento com o governo (PS/CDS) ou com a alternância (PS), 330.000 pessoas tenham tido o “trabalho” de se dirigir às urnas e não tenham votado CDU ou BE. Não é só o arco da governação que tem de reflectir. Aliás, o BE ainda existe?

  3. Rocha diz:

    A estratégia da CDU para as eleições autárquicas é consolidar e reforçar bastiões – chamo a atenção do Renato para isto – e esses objectivos foram largamente cumpridos e superados em vários sítios, desde as maiorias absolutas do Alentejo e Setúbal à eleição de vereadores em todos os concelhos da área metropolitana do Porto (onde só havia um na cidade do Porto). De resto as vitórias da CDU foram literalmente de norte a sul, incluindo eleição de um vereador no Funchal, como dizia isto é consolidação e reforço de bastiões. E a vitória de Loures é também muito importante (há muito tempo que a CDU não tinha uma bastião tão grande e importante em Lisboa).

  4. antonimo diz:

    o bloco é preocupante. sem ele não há alternativas de esquerda, mas também não vejo por onde possa crescer sem ir buscar votos ao PS.

    por sua vez, sem o PS (reformulado de alto a baixo) não existe uma real hipótese de um governo de esquerda, pois os PR indicam sempre o partido mais votado para tentar forma governo e se o próprio PS perdesse os votos que merece perder para o BE nunca seria o partido mais votado para ser indicado e governar com pcp e be

    ora para ser mais votado e sem roubar votos ao be, ps teria de os ir buscar a algum lado, tipo ao psd, o que implicava uma maior alinhamento do que o actual.

  5. Victor Nogueira diz:

    CDS e BE ou CDU E BE ? Aliás e sgd o Público na Madeira o BE cooligou-se com o CDS e mesmo com o PNR. Mas curiosamente não com a CDU.

  6. José Sequeira diz:

    O comentador António Carlos já introduziu e bem a questão dos independentes que também pertencem ao arco da “governabilidade”, mais o aumento da abstenção. A questão futura,uma vez que o bloco se integrou de vez na ala esquerda do PS, deverá ser se o PS terá ou não maioria absoluta em 2015. Aí a tendência será para os votos autárquicos do PCP “voarem” para o PS e então teremos a repetição de 2005. Caso o PS não tenha maioria absoluta veremos se o PCP quererá ser o “CDS” do PS. A vitória da CDU em Loures é muito importante. Agora veremos se os condicionalismos do país permitem que as promessas do PCP para esse concelho possam ser cumpridas. Se não o forem, daqui a 4 anos volta tudo ao que era dantes. Para já estamos ainda muito longe do que aconteceu na Grécia. O bloco PSD/CDS foi penalizado, mas se contarmos com os “independentes” dessa zona, não foi nem por sombras reduzido a expressões mínimas, tendo até tido algumas vitórias importantes (Porto, Braga, Guarda) e mantido ainda muita coisa. Pela minha parte, que votei CDU em Lisboa, fico satisfeito com os resultados.

    • Rocha diz:

      O José realmente não entende nada do que é o PCP. No PCP a luta social não é retaguarda das eleições mas são as eleições a retaguarda da luta social. Todas as câmaras e eleitos do PCP não servem para nada se não servirem de apoio ao combate maior contra todos os partidos da Troika: PS, PSD e CDS.

      Quem conhece o PCP e conhece os candidatos que o PCP apresentou nestas eleições sabe muito bem que todas estas vitórias locais são meramente instrumentais para derrotar o PS, PDS e CDS. A luta do PCP é contra o grande capital/burguesia monopolista e o mafioso capital financeiro, contra o imperialismo e tudo isso é contra os partidos burgueses PS, PSD e CDS.

      • Rafael Ortega diz:

        “eleitos do PCP não servem para nada se não servirem de apoio ao combate maior contra todos os partidos da Troika: PS, PSD e CDS.”

        Se só servem para isso não sei bem como pensam governar a câmara de Loures, visto que o PCP tem 5 vereadores e os outros partidos 6, e na assembleia municipal esses 3 partidos têm 19 dos 33 lugares.

        É precisamente por muita gente no PCP pensar isso que das autárquicas para as legislativas 100 mil votos desaparecem.

        • Rocha diz:

          Se em Loures o PCP não tem maioria sem o voto favorável de outros partidos em muitas outras câmaras os executivos PS, PSD e (pseudo) Independentes não têm maioria sem o voto favorável do PCP. Mas a questão não é essa, a questão é que a confiança dada à CDU (em locais estratégicos) reforça a torrente de luta popular para derrotar de vez os governos da Troika e os partidos da Troika. As lutas sociais são alavancadas por diversas vitórias chave – como é o caso de Loures. Nem tudo que se decide se decide nos gabinetes e para os interesses do povo tudo se decide principalmente nas ruas, nas empresas e nos bairros.

          • Rafael Ortega diz:

            Isso é muito bonito, mas não explica como é que vai governar uma câmara se é contra todos os outros partidos que têm lugares de vereação, e esses dois juntos podem bloquear todas as decisões.

      • José Sequeira diz:

        Caro Rocha.
        Não vou discutir consigo “quem entende o que é o PCP”. Não tenho essa pretensão nem penso aderir ao partido para poder saber como é. Acredito que você acredite no que escreve e isso já é suficiente. Mantenho a minha opinião sobre a realidade: o PCP, em Portugal, no século XXI, é um actor desta trama que se chama democracia. Joga com as armas que tem, faz o melhor que pode, comete grandes proezas e não se livra também das calinadas em que a vida de todos os dias é fértil. É um partido como os outros, com qualidades e defeitos, gente boa e outra que “não interessa a ninguém”.
        Cumprimentos.

  7. pedro diz:

    falta este dado:
    Votantes 2009: 5.365.705
    Votantes 2013: 4.840.231

  8. Pedro diz:

    Falta é contabilizar mais uns 200 ou 250 mil votos das 70 freguesias que ainda não tiveram resultados. Que serão distribuídos por todos. Estas contas terão mais interesse depois de concluídas todas as contagens.

  9. JMatos diz:

    “O arco da governação (aka partidos da troika: PS, PSD e CDS) perdeu cerca de 750 mil votos. ”
    “A CDU ganhou 11 mil. O BE perdeu perto de 50 mil.”

    Se acha que isto é um resultado bom para a extrema-esquerda vou ali e já venho….
    Os votos que fugiram à “troika” (como você lhes chama) foram para outros lado, de forma massiva. Os 11 mil do PCP são uma gota de água no Oceano. Independentes, pseudo-independentes, brancos, nulos e abstenção. E muitos dos independentes ou pseudo, são de direita que não se identificaram com candidatos despesistas (aka, xuxualistas), “aparelhistas” ou para-quedistas.

  10. José Fontes diz:

    Com tantas vitórias desde 1975 (em que tiveram 13% sozinhos) ainda estão neste estado?
    Que grande progresso.
    Já tiveram 52 câmaras.
    O que aconteceu às restantes?
    Tornaram-se independentes ou integraram-se em Espanha?
    Já sei que a culpa é da Direita, do PS (que é mole), da Troika, do Capitalismo, etc., etc.

  11. ignatz diz:

    crescendo a este ritmo, 11.000/4anos, a cdu precisa de 444 anos para alcançar o ps.

    • Khe Sanh diz:

      “ignatz diz:

      Setembro 30, 2013 às 1:32 pm

      crescendo a este ritmo, 11.000/4anos, a cdu precisa de 444 anos para alcançar o ps.”

      444 anos é um formidável recorde de longevidade.

      E os partidos de direita a perder a este ritmo, a quantos mais atos eleitorais resistem?

    • Antónimo diz:

      mas ainda era mais lenta a alcançar o PS se a contabilização fosse feita em milhões em negociatas que tramaram o país, em número de parcerias público-privadas ruinosas, ou pelo número de vezes que cada um dos partidos piorou as leis laborais desprotegendo os mais fracos da equação trabalhista, verdade?

  12. Herberto diz:

    Importa referir algumas pequenas histórias destas eleições. Em Lisboa, na zona de São Domingos de Benfica, o PSD tentou tudo para ganhar a freguesia. Prepararam uma festa ou banquete para celebrar a vitória do seu candidato, Ricardo Crespo, com muito arroz doce, preparado pela Dona “Quibi”. Assim que viram a derrota por perto, a maior parte fugiu da Junta e deixaram os comes e bebes ao relento (foi uma debandada). Só ficaram meia dúzia de gatos pingados, em conversa fiada, até à uma da manhã.
    Esta manhã, quem quisesse tinha arroz doce de borla no café da Junta. Em São Domingos de Benfica, o PS ganhou com mais de mil votos; para assembleia ganhou com mais de 3 mil. De referir que para as eleições desta Junta, a sigla do PCTP/MRPP apareceu ao lado da sigla PCP-PEV, baralhando alguns dos votantes. Não me admira o aumento de votação no Garcia Pereira.
    Por último, parabéns pelas fotos, Renato. Já dei umas boas gargalhadas.

    • Nuno Cardoso da Silva diz:

      “De referir que para as eleições desta Junta, a sigla do PCTP/MRPP apareceu ao lado da sigla PCP-PEV, baralhando alguns dos votantes. Não me admira o aumento de votação no Garcia Pereira.”

      É curioso que só os eleitores da CDU se deixaram baralhar. Os eleitores do PCTP aparentemente sabiam todos onde colocar a cruzinha. Quererá isso dizer que os eleitores do PCTP são mais inteligentes do que os eleitores da CDU?…

      • Herberto diz:

        Já não é a primeira vez que a sigla do PCTP/MRPP serve para tirar votos à CDU. Também serve para confundir. Daí o interesse em manter este partido e esta sigla nos boletins de voto. É claro que os partidários do MRPP sabem onde votar, mas muitos comunistas descuidam-se, na hora do voto. Esse descuido tem valido muito ao MRPP em eleições, como foi a deste caso.

  13. LMR diz:

    Vendo a coisa pelo outro prisma, o “arco” anti-troika perdeu votos entre as duas últimas autárquicas (cm tudo aquiolo que sabemos de permeio), mesmo adicionando aquela misturada do Funchal…

  14. Zé das Riscas diz:

    Importa dizer que o MRPP é um partido fantasma. Na minha mesa de voto foram 5 votos nulos em que o voto do MRPP aparece riscado e depois uma cruz limpa na CDU. Fora da mesa de voto ainda ouvi outra senhora dizer que votava no PCP, assinalando no edital o símbolo do MRPP.

    É incrível como é que a Constituição não permite símbolos duplicados e o MRRP continua a poder utilizar a foice e o martelo, quando o PCP têm mais 40 anos que eles. Este partido alimentado pela CIA em 74, só tem cartazes quando o PS paga. Loures então foi um escandâlo. Após a sondagem da SIC em que a CDU aparecia a 4,5 pontos do PS, na semana a seguir estava o concelho cheio de propaganda do MRPP.

    A tipa de Lisboa nem sabia o que queria dizrer MRPP. E o único dirigente desse partido que conheço é um tal de Garcia Pereira que não hesita em defender o Portas. Profissionalismo do homem ou grave contradição com o seu discurso pseudo-radical?

    A sério, magoa tanto ver pessoas que se enganam a votar (e sei do que falo, inclusivamente jovens) para entregar um voto a um produto do capital.

    • Rafael Ortega diz:

      “Na minha mesa de voto foram 5 votos nulos em que o voto do MRPP aparece riscado e depois uma cruz limpa na CDU”

      Gente burra. Se se enganou pode sempre pedir outro boletim e entregar o inutilizado à mesa.
      Põe-se na acta que o eleitor inutilizou o boletim e siga.

      • Herberto diz:

        Isso é fácil de escrever, mas a realidade é bem diferente. O comentário do Zé das Riscas é oportuno e responde à pergunta do Nuno Cardoso da Silva. Alguns comunistas, na hora do voto, por descuido, votam na sigla da foice e do martelo, sem olharem com atenção para o boletim. Este descuido tem servido muito ao MRPP.

        • Nuno Cardoso da Silva diz:

          Já viu que está a passar um atestado de estupidez aos eleitores da CDU? Com franqueza, não me parece que eles o mereçam.

          Quanto ao fenómeno PCTP/MRPP é em grande parte devido, não à confusão dos eleitores, mas à irritação com um PCP que é mais cordato mas não evolui. Votar CDU é sempre brincar com o fogo, e só se faz – para quem não for militante – enquanto não houver o risco da CDU vir a ser governo. Por mim, que voto CDU quando me parece que é isso o mais conveniente, estou na disposição de votar (em Lisboa) no PCTP/MRPP nas próximas eleições para a AR, para ver se finalmente há oposição a sério nessa AR. Do que conheço do Garcia Pereira, ele sozinho seria mais eficaz como oposição que o conjunto das bancadas do PCP e do BE.

          • Herberto diz:

            Não percebeu e não reflectiu bem neste problema. O descuido não é uma estupidez. De facto, há pessoas que se enganam a votar na CDU, dando o seu voto ao PCTP/MRPP. Este problema já foi abordado em outros blogues. É pena que não tenha participado nesses debates.
            Depois, parece que também não sabe a origem do MRPP (instrumento contra-revolucionário). Para isso, há que investigar um pouco.
            Por último, não conhece mesmo nada de Garcia Pereira e ainda bem que não. Em especial, os jantares com o seu amigo Proença de Carvalho, no restaurante do Casino do Estoril. Estas amizades do Garcia Pereira são muito enigmáticas, mas isso o Nuno Cardoso, é claro, vai dizer que nada tem a ver e “deixe lá o homem ter os seus amigos», não é assim?

          • Nuno Cardoso da Silva diz:

            Não perfilho da ideologia do PCTP/MRPP nem tenho ilusões. O Garcia Pereira dá-se com pessoas dos mais diversos quadrantes, desde o Proença de Carvalho ao Freitas do Amaral, passando por mim próprio, o que não significa que ele faça concessões ideológicas. Mas não recusa eventuais apoios de quem quer que seja, já que não tem a menor intenção de ficar a dever seja o que for a quem quer que seja. O que me interessa no Garcia Pereira é a sua combatividade, a sua inteligência, a sua total falta de respeito pelo sistema. Fosse ele eleito deputado à AR e teríamos alguém que não daria um milímetro de espaço ao poder capitalista, que os zurziria a torto e a direito sem qualquer concessão a salamaleques da praxe, que desempenharia uma função pedagógica essencial relativamente ao povo português, não deixando qualquer espaço à mentira, e ao argumento especioso e falso. Nada que os deputados do PCP não pudessem fazer mas, o que é facto, é que não fazem. Quantas vezes vejo, nos debates na AR, o PCP – e o BE – deixarem espaço de manobra ao governo que nunca deveria ser deixado. Quanto desperdício de falatório sem que a essência da mentira do poder seja exposta. É preciso ser-se duro, muito duro, e o PCP não é. O Garcia Pereira seria.

        • Rafael Ortega diz:

          O Zé das Riscas foi muito explícito em dizer “5 votos nulos em que o voto do MRPP aparece riscado e depois uma cruz limpa na CDU”.

          Deduz-se que essas 5 pessoas perceberam o erro, riscaram o voto errado e puseram o que queriam.

          O problema é serem desinformadas (chamemos assim…) e não saberem duas coisas:
          1ª isso é um voto nulo;
          2ª se se aperceberam do erro podem comunicar à mesa, entregar o boletim que será considerado como “inutilizado pelo eleito”, receber outro e colocar o voto certo;

  15. Pingback: O povo contra-ataca | cinco dias

  16. EA diz:

    Sou brasileiro e não tenho embasamento para comentar a politica portuguesa em seu todo, mas chamou me a atenção a declaração do João Semmedo, cujo a analise mais profunda que conseguiu fazer de sua campanha foi externar sua alegria pelo inimigo ter perdido votos face as ultimas eleições, então é assim? não importa se perdi desde que o inimigo venceu menos???

    • Rafael Ortega diz:

      Sim, extrema esquerda é assim.
      O PCP ganhou todas as eleições desde 1975. Pelo menos dizem sempre que ganharam e derrotaram a direita.
      Quando finalmente têm um resultado assinalável a maioria das pessoas já reage com um bocejo. É como o puto que gritava lobo.

      • Herberto diz:

        O melhor que o Rafael tem a fazer, com esse seu comentário, é «externar» com o seu amigo brasileiro E.A. que comenta as eleições naquele jeito próprio brasileiro, de telenovela “Dona Xepa”. Sejam felizes!

  17. Fernando Brites diz:

    Não consigo perceber! Então o PS perdeu assim tantos votos e consegue ganhar o maior número de Câmaras que alguma vez algum partido conseguiu?

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