Acordar ou continuar o pesadelo?

Segunda-feira: Passos Coelho congratula-se com resultado eleitoral. Seguro declara-se vitorioso. Empate em número de presidências lança confusão na Associação Nacional de Municípios (ANMP).

Terça-feira: Depois de processar a capa do livro “Os Privilegiados”, Celeste Cardona decide processar a Madame Min de uma contra capa. Oliveira Costa compra banco nas ilhas Caimão. Dias Loureiro nunca existiu.

Quarta-feira: Troika avisa que os cortes não serão de 4,7 mil milhões mas de 7,4 mil milhões. Erro de Excel ou dislexia de Portas? Deutsche Bank saúda governo português por capitalização extraordinária proveniente de contas de familiares de ministros, secretários de Estado e banqueiros de Portugal.

Quinta-feira: Solução para ANMP poderá passar por independente Isaltino Morais. Independentes reúnem-se em Felgueiras e divergem entre formar partido apolítico ou apartido político.

Sexta-feira: Portas parte de férias depois de campanha eleitoral. Anúncio dos cortes novamente adiado. Segundo resgate a caminho. (15h00) Foi suspensa toda e qualquer actividade bancária. Contas bloqueadas.

Sábado: Crescem as filas à porta das agências bancárias esperando que abram na segunda-feira. Nas comemorações do dia, realizadas à porta fechada, Cavaco Silva apela à serenidade e anuncia acordo para presidência bicéfala da ANMP com Mesquita Machado e Valentim Loureiro. Louco interrompe a cerimónia gritando “Mataram a República!”

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