A ler

A ministra mentiu vergonhosamente, por Ana Sá Lopes

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8 respostas a A ler

  1. Quem é que não mentiu no governo?

  2. Eles mentem todos «vergonhosamente», mas sem «vergonha» nenhuma…

  3. zé luís diz:

    Jornalista estúpida que não percebe a diferença entre “responsável” (a que nível de decisão?) e “parecer favorável (em que escala hierárquica?), além de emprenhar pelos ouvidos e ouvir a versão de um figurante que, antes, se queixou que era pressionado por Sócrates para fazer obra, obra, obra e por Costa Pina para contratar suópes, suópes, suópes para sustentar… o desequilíbrio financeiro que a todos asfixia agora.

    Ó Mota, que dizes tu?

    • De diz:

      Um exemplo vivo de alguém que invectiva outrém de estúpido, esquecendo-se da figurinha que faz.
      Uma espécie de chico esperto em actividade patética e impotente em defesa dos “negócios” da ministra.
      Nem vale a pena etiquetar tal coisa de nada. Primeiro porque é bom manter o debate com algum nível, sem ser ao nível do chão a que o zé está habituado. Depois porque o mesmo zé tem até um sítio onde costuma descarregar a bílis,naquela mediocridade pobre e cinzenta, apanágio duma direita confrangedora, neoliberal e pesporrenta. E isso só por si é um autêntico espelho do dito zé.

      A tentativa de ilibar a ministra e as assinaturas às cegas da dita, ocupada na altura em ler as crónicas fadisto-futebolísticas do zé?

      O insuspeito Público, um jornal claramente situacionista:
      http://www.publico.pt/economia/noticia/a-ministra-e-os-swaps-polemicas-omissoes-e-acusacoes-1606127
      Confronte-se o que a ministra foi dizendo, à medida que a bola ia rolando no campo ( linguagem ao jeito de.)

      Ou mesmo no DN
      http://www.dn.pt/Inicio/interior.aspx?content_id=3425253

      Fede.
      Ao nível das ratazanas amestradas.
      Como este outro exemplo:
      http://sempunhosderenda.blogspot.pt/2013/09/lembrem-se-disto-quando-ouvirem-as-suas.html

      • zé luís diz:

        Eu não defendo a ministra, constato que há acusações sem nexo. Esta é mais uma delas, nesta estória da treta em que continua a culpar-se o de hoje e a desculpar-se quem originou tudo isto.

        Não sou de direita, como nunca fui de esquerda. As ideologias há muito foram pela sanita abaixo. Merdas como tu também.

        Continuo sem ver, vendo as diferenças tangíveis e substantivas mais do que “formais” em que certos bestuntos insistem em intoxicar a opinião pública sendo que a publicada, pelo visto, vai no mesmo sentido de sarjeta, onde está a “responsável” que é diferente do “parecer a favor”, de resto apresentado em níveis distintos mas nunca por nunca decisórios.

        Do que escrevo futebolisticamente não deve ser do teu interesse. Da interpretação da politiquice e mixórdia que nos trouxe até ao Estado falido é cá comigo e não recebo lições de cabotinos bem-pensantes.

        A conversa nem era contigo, portanto vai dar a volta ao bilhar grande.

        Também tu, bestunto, não aduzes nada nem desmentes o que digo. Simplesmente, além desta pouca-vergonha dos suópes que devia envergonhar todos (e a mim me indigna, a ti só em parte, no que convém), o que está em causa é totalmente distinto do que escreve a pobre (de espírito) directora.

        Como convém à Esquerda militante, que eu desprezo totalmente por ser estúpida e anacronicamente inútil, o essencial não interessa nada. A directora passa por cima do essencial, alinha em jornalismo de causas e, como sempre, tem uma parcialidade estupidamente enviesada.

        O Almerindo é que era bom!

        • De diz:

          Confirma-se e completa-se o quadro.
          Um exemplo vivo do que é o estofo político de um neoliberal em trânsito, na defesa patétia e sórdida de uma da sua laia.Acrescido do retrato também vivo e pintado às cores do perfil de cidadania do dito cujo.
          Passemos de lado o vocabulário que confirma o retratado e que adorna a sua prosa. “Merdas e sanitas” constituem o habitat do dito comentador.Infelizmente para ele, o nível rasteiro a que está habituado é algo que não é compartilhado pelos demais,pelo que se agradece que continue a debitar os seus comentários futebolísticos medíocres e onanísticos no lugar mal frequentado que apresenta.Mas não poderá fugir quando tenta fazer passar o seu lixo ideológico e branqueador.

          Porque o que é substantivo na prosa do dito é essa forma pífia de tentar desculpar a canalha, servindo-se até de pseudo-vivas a um tal de almerindo.A utilização de “formalismos” como forma de fugir aos factos é apanágio em geral dos mafiosos.Pretendem-se esconder negócios sujos, tal como outros escondem na bola a sua vacuidade cidadã e mental.
          Porque está com muito azar este zé . Está com azar porque o seu discurso ( “é cá comigo” , dirá do alto da sua arrogância de capanga) é profundamente ideológico, apesar da tentativa pusilãnime de o negar ( as ideologias aí estão em toda a sua pujança.A do zé, bem patente, com a característica do dito nem sequer ter coragem para a assumir).Mas está sobretudo com azar porque os factos saltam à vista e a cada dia que passa se sabem mais pormenores sórdidos e fétidos.Infelizmente para o dito zé, que abafa as suas frustrações peculiares junto ao relvado em patéticas prosas, anacronicamente inuteis (mais uma vez o linguajar é o dele), não é só a referida jornalista a chamar o nome aos bois. Outros de outros jornais o fazem.E perante os exemplos dados mais não resta ao dito zé do que comer, engolir e calar.

          Que os demais confrontem o que se disse com os factos

          Porque a parcialidade dos neoliberais pesporrentos e de direita mais ou menos extrema está aí em toda a sua dimensão.Bem podem tentar esconjurar o que são.Tal como a ministra, são o que são e o que são é isto.
          Uma ratazana de esgoto terá mais dignidade do que a minsitra-swap.O zé apenas pretende defender a sua parceira ideológica, de cidadania e de ética.De forma cúmplice e venerada.

          Estão definitivamente bem uma para o outro ou um para a outra.

          E fedem

    • De diz:

      Mais dados (19/9):
      Relatório do Tesouro indica que ministra aceitou ‘swap’
      Auditoria feita a pedido de Maria Luís Albuquerque relata que o “swap” contratado pela Estradas de Portugal teve a aceitação específica, em 2009, do IGCP.
      Esta informação contradiz a explicação dada terça-feira pelo seu Ministério, segundo a qual, quando trabalhou no IGCP, a ministra procedeu apenas a “análise de pedidos das empresas públicas sobre empréstimos e não sobre “swaps””.

      O figurante referido acima não participou nesse relatório
      Sorry figurão

  4. De diz:

    As perguntas têm que se colocar.Porque motivo esta coisa está ainda onde está?.Quem a nomeou?Quem a mantém no cargo?
    Independentemente desta coisa estar lá pelos mesmíssimos motivos que estão lá os outros membros da quadrilha,a ministra-swap foi longe demais mesmo nos meios do terrorismo social onde se move.
    Que ela esteja pegada ao tacho como uma berlusconi de idêntico nível já é por demais significativo.Que o coelho a mantenha como parceira do irredutível portas começa a .

    Mas cavaco é também responsável.Dirá que não sabia de nada , e mantê-la-á, como manteve dias loureiro., seu amigo íntimo e colega de profissão

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