Homenagem ao Alto Comissário

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Sobre Ivo Rafael Silva

Mestre em Tradução e Interpretação Especializadas; Licenciado em Assessoria e Tradução; Investigador de História e Etnografia; Investigador do Centro de Estudos Interculturais (CEI) do ISCAP; Tradutor freelance; Secretário administrativo; Militante do PCP desde os 18; Membro da JCP desde os 16.
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21 respostas a Homenagem ao Alto Comissário

  1. Miguel diz:

    Que pena não ser aqui também, quando Passos Coelho visita as escolas ou vai à praia tomar uma cachaça.

  2. JgMenos diz:

    Gente mesquinha só bate em quem está no chão!

    • Pois é… coitadinho do Relvas…

      • JgMenos diz:

        Abomino o Relvas!
        Ele é o exemplo acabado do abrilesco!
        Um pobre diabo que acreditou que mobilidade social é coisa a conseguir de letra e pendurado num partido político.

        Em algum momento, os abrilescos mal sucedidos levaram-lhe a mal o seu sucesso.
        E com a arma que bem conhecem por ser comum – a letra – e invocando a sua vacuidade que bem conhecem por ser comum – derribaram-no!
        E sempre o mesquinho bate em gente derribada!

        • De diz:

          Vamos a ver se Menos percebe
          Os seus estados de alma a respeito de quem quer que seja não são particularmente relevantes.Menos para menos.
          As suas solidariedades também não.

          Mas o significado político dos amados por menos (mesmo que “odiados”), e o dos odiados ( sempre odiados) já o é.
          A posição de classe de menos espelha-se bem neste seu deambular entre as lágrimas amargas que verte por relvas ( ou por qualquer outro crápula da sua classe) e o ódio brutal que patenteia por quem não é dos seus comensais.

          Mas há aqui uma coisa particularmente repugnante que não pode passar impune.A desigmação de “abrilesco” a relvas. A confirmação que:
          -Menos tem contas a ajustar com a Revolução de Abril .Foi derrubado nessa data.Ficou esta agonia que expele qual vulgar líquido fisiológico. A sua solidariedade vai para os vencidos na ocasião e para outras lágrimas vertidas pelos ministros encontrados a chorar nos corredores do quartel do Carmo

        • De diz:

          Mas há ainda outra (grande) questão.
          Relvas não é filho de Abril ( o desgraçado nem sequer conhecia a Grândola).
          Relvas é apenas a continuação das “elites” (tão amadas por Menos) que nos governaram antes do 25 de Abril e que assumiram esta forma neoliberal desavergonhada dos dias de hoje.
          Produto do capital que envergava características próprias no fascismo antes de 74, consequência desse mesmo capital que hoje nos governa da maneira como o faz.
          A corrupção, a falta de carácter, a ausência de coluna vertebral são também o desenho típico duma sociedade que conduz necessariamente a estas condições porque as incentiva, assumindo a exploração e o lucro como os alfa e os omega da condição humana.
          Por mais que isso incomode menos, relvas é o retrato actual dos que nos governaram antes de Abril.Com os mesmos fins, os mesmos objectivos e com a mesma falta de escrúpulos.
          Apenas sem as características próprias do fascismo e sem a mão estendida dos serventuários do salazarismo

    • De diz:

      No chão ?
      relvas no chão?
      “O do cargo de Alto Comissário da Casa Olímpica da Língua Portuguesa? Função que exigiria alguma cultura (pelo menos geral, mas de preferência um pouco mais erudita) e que ainda há uns meses não tinha sequer capacidade para tirar um cursozito dos mais correntes numa Faculdade , seguindo as regras mínimas do ensino?”

      Aquele que frequenta hoteis de luxo no Brasil está no chão?

      Dois pequenos pormenores sobre esta posição de menos:
      -As lágrimas vertidas pela canalhada e pelos terroristas sociais que nos governam em contraponto com
      -os comentários ácidos,acerados, odientos que o mesmo menos dedica a quem está desempregado, a quem é funcionário público , a quem é marginalizado, a quem é “atrasado mental” , a quem não está na selecção das elites de menos.

      Os torcionários fascistas condenados também foram alvo desta comiseração de Menos?

      ( mas no chão?esta coisa de nome relvas no chão?)

    • imbondeiro diz:

      Assim sendo, o senhor está vitaliciamente livre de toda e qualquer carga de porrada, visto que a esmagadora maioria das pessoas não bate em quem eternamente rasteja. Ele há gente cheia de sorte…

    • vaitefoder diz:

      Pois é!É um capo e, como capo, devia levar um tiro nos cornos, como é evidente!

    • Khe Sanh diz:

      A hiena malhada apressas-se a defender um membro do clã!

  3. «Umas Valentes Cuspidelas» diz:

    Um dia que apanhar a jeito esta «besta quadrada», juro que lhe mando várias cuspidelas.

    Um dia destes aparece estendido na rua, num beco sem saída.

    Eu até pago ao «Jackal» para fazer o «trabalho».

    P.S. Conheço vinganças «históricas».

  4. imbondeiro diz:

    É pouco. Um balde carregadinho de estrume naquelas trombas é o mínimo que se impõe.

  5. «O Professor do Relvas Também foi Meu» diz:

    O Professor de Relvas também foi meu.

    Quando soube que o meu «professor doutor catedrático traidor de Política» no 4ºano do meu curso, na universidade PÚBLICA, tinha sido um dos dois que assinou uma das cadeiras «falsas, porque não frequentadas e avaliadas» na Lusófona do RELVAS, fiquei absolutamente furiosa.

    O nome do dito «professor traidor» é José Fialho Feliciano

    O que ele exigiu da nossa turma foi absolutamente inacreditável: éramos trabalhadores estudantes.

    As aulas tinham um carácter de «violência política», uma das razões que me afastou da matéria. Contudo, consegui ser a sua melhor aluna do ano. Não é peneirar, mas apanhei-o no «centro» nevrálgico da sua «vaidade intelectual». Mexe-se bem, andava para lá em África, nos «arranjinhos» universitários e desconfio que em «negócios» e era um dos que estava à frente do Centro de Estudos Africanos.

    P.S. O meu nome não pode ser divulgado, por favor.

    • «O Professor do Relvas Também foi Meu» diz:

      Esqueci-me de dizer que era conhecido apenas por Prof. José Fialho – para não haver enganos…

  6. Lomumba diz:

    Grande peixeirada, bem ao nível que o nosso Portugal dos pequeninos nos habituou.

    • De diz:

      Mais vale o silêncio cúmplice e agradecido?

      Sorry mas a posição de invertebrado, que alguns defendem, não é partilhada por todos.
      E ainda bem

    • Khe Sanh diz:

      O respeitinho no tempo de Salazar era assunto de gente crescida?

      ´Cuidado que eles já começaram a sair da toca. Primeiro saíram os coelhos agora são as ratazanas.

  7. Lomumba diz:

    Se nos puséssemos a injuriar políticos aqui do Portugal de Abril em todas as cerimónias públicas, não tínhamos voz para mais de uma semana. Não há ninguém que preste neste regime “encravado”.

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