Nem a Bélgica merece Brel, nem o BE piropos

No entanto o município de Bruxelas pode dar uma autorização de trabalho permanente a quem certamente se dará bem com as coimas de 250 euros por piropo. Afinal, o paraíso “feminista” mora mesmo aqui ao lado.

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4 respostas a Nem a Bélgica merece Brel, nem o BE piropos

  1. Rafael Ortega diz:

    “O assunto tornou-se tema de debate nacional, na Bélgica, depois de Sofia Peeters, uma estudante de cinema, ter realizado um documentário onde retrata o assédio de que é alvo sempre que sai à rua.”

    Sempre que sai à rua?

    Ou a menina é muito comichosa ou podia fazer fortunas nas passerelles

  2. Lúcido diz:

    Ora vamos lá ver uma coisa (para rematar):

    ao contrário do que se diz por aí, assédio sexual fora do contexto laboral é coisa que não existe. pelo menos no código penal. não há no código penal em portugal qualquer artigo que vise criminalizar o assédio sexual. ora, se em contexto laboral o assédio sexual é negativo, em contexto não laboral, por muito que tentem branquear essas ações, não deixa de ser menos negativo.

    e chegados aqui, vamos ao ponto que me interessa. sabem porque razão certo tipo de condutas são criminalizadas? por exemplo o homicídio, o furto, o assalto, a violência doméstica? não é fazer o indivíduo pagar pelos seus pecados. é muito simplesmente para instituir o primado da lei perante tentativas de justioça pelas próprias mãos. a ver: se o homício não fosse criminalizado restaria a justiça pelas próprias mãos. lá se ia o primado da lei e da justiça e passaríamos a viver no salve-se quem puder permanente.

    o mesmo acontece com o “piropo” que tendo como destino uma mulher que não se conhece não deixa de ser um assédio sexual. não tendo esta conduta uma criminalização associada, é perfeitamente expectável que alguém, a própria vitima, um seu companheiro, familiar ou amigo pretendam fazer justiça pelas próprias mãos uma vez que a instituição jurídica, a lei e o direito nada podem relativamente a este tipo de comportamento.

  3. RC diz:

    Já agora, por que não criminalizar aquele assobio maroto que qualquer pessoa minimamente normal deixa escapar pelo menos algumas vezes quando fica impressionado pela “saúde visual” de alguém que passa?

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