50 anos depois do sonho de Martin Luther King continua a viver-se o pesadelo

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E sobretudo nos EUA, de Obama, que se prepara para iniciar mais uma frente de guerra na Síria. Como bem pergunta Robert Fisk, saberá o herdeiro de King que se aliou à Al Qaeda?

Ainda bem que há quem não desista e continue a sonhar…

Nota: As notícias que chegam da Rússia e algo surpreendentemente do Egipto, a serem verdade e a concretizar-se, dão razão aos que viam neste conflito o pretexto que a indústria do armamento precisava para voltar a destruir, massivamente, as forças produtivas.

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8 respostas a 50 anos depois do sonho de Martin Luther King continua a viver-se o pesadelo

  1. imbondeiro diz:

    O sonho de Martin Luther King – um sonho de igualdade, um sonho de fraternidade, um sonho de Paz – foi magnificamente glosado pelo primeiro presidente negro dos EUA quando, há pouco menos que três anos, financiou, armou e activamente ajudou com as suas forças especiais e a sua força aérea um grupo de assassinos que levou a cabo a limpeza étnica de boa parte da população negra líbia. Agora, o galardoado com o Nobel da Paz prepara-se para bombardear, baseado na mais cristalina das mentiras, um país soberano, ajudando, assim, outro bando de saqueadores e de assassinos. A morte de crianças, de mulheres e de homens sírios será a estrondosa e metálica trilha sonora das comemorações das inspiradas palavras “I have a dream” do pastor protestante. Sim, King teve um sonho… que outros transformam em medonho pesadelo. Que mais meridiana demonstração de podridão ética e moral há do que, nas vésperas de mais um aniversário do 11 de Setembro, tranformar a USA Air Force na força aérea da Al-Qaeda?

  2. Miguel diz:

    13 pilotos sírios ofereceram as suas vidas para atacar os navios americanos, como “kamikaze”, caso haja intervenção declarada. A moral do povo sírio é alta. Há 60 anos que lutam contra Israel.

    Os Estados Unidos da América preparam-se para a guerra, mas não olham para o que está a acontecer no seu país: uma greve de fome numa prisão da Califórnia.
    Os americanos estão cheios de problemas e querem fazer uma guerra.

    O primeiro-ministro, Cameron, deu um passo atrás e só avança, após os resultados da inspecção das armas químicas. O seu opositor, Edwrad Milliband, votará contra a intervenção.

  3. José Luís Moreira dos Santos diz:

    De alguém que aceita receber o galardão de promotor da Paz quando nem como porteiro participou em algo que pudesse ser entendido como tendo algo a ver com tal propósito, que espera o mundo? A forma mais vergonhosa de renegar King, é aceitar ser bobo na corte de uns quantos verdadeiramente poderosos, e espantalho que serve para amedrontar e debandar passarinhos. A origem serve para tudo, até para trair.
    José Luís Moreira dos SAntos

  4. Luís Marques diz:

    Miguel, há sessenta anos que a Síria perde todas as guerras com Israel, esta vai ser só mais uma. Cumprimentos

    • De diz:

      Há sessenta anos que Israel tem todo o apoio,incluindo como é óbvio o militar, do país mais poderoso do mundo
      Nem um nem outro têm quaisquer pruridos nos crimes que cometem.As provas acumulam-se e só mesmo o desinteresse (tanbém condicionado) e a fortíssima propaganda sionista e afim conseguem esconder a imundície que atola quer israel,quer os eua.
      De facto a afirmação do Miguel é absolutamente verdadeira.A Síria tem sabido resistir tanto a israel como aos states.
      Por isso também é que se está a assistir ao que se está a assistir.

    • imbondeiro diz:

      Pois… A de 1973, não fosse a prestimosa e maciça ajuda militar dos EUA ( e, no processo, que boa que se mostrou a serventia da Base das Lajes, meu Deus! ) tê-la-iam ganho… em sonhos. O meu caro amigo, desculpe-me a franqueza, mas anda um pouco equivocado acerca das recentes capacidades militares das forças armadas israelitas: na última invasão do Líbano, dizem as más línguas ( calúnias, certamente… ) que um afamado grupo israelita de operações especiais viu o seu efectivo dizimado até ao último homem pelos combatentes do Hezbollah. É que isto de lutar com gente endurecida pela guerra não é a mesma coisa que massacrar civis palestinianos na Faixa de Gaza.

    • Carlos Carapeto diz:

      E o Hezbollah na primeira grande confrontação que teve com Israel colocou os sionistas de cócoras, que ainda hoje estão lambendo as feridas.

      Fizeram várias tentativas de transpor a fronteira com o Libano e foram sempre repelidos, perderam algumas dezenas de tanques e outro material de guerra do mais sofisticado que existe.

      Coisas difíceis de entender?

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