Não há pessoas anti-americanas…

… há é uma América anti-pessoas.

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224 respostas a Não há pessoas anti-americanas…

  1. Francisco d'Oliveira Raposo diz:

    E, no entanto, na América, como dizes…
    http://www.tymoore.org/,
    http://www.votesawant.org/primary_result_2013

    Lá, como cá, a luta continua

  2. “It’s called the American Dream because you have to be asleep to believe in it.”

  3. JgMenos diz:

    A América é tão anti-pessoas que os muros que constrói é para impedir que pessoas entrem, e não para impedir que saiam!
    Sabido que está longe da perfeição, tem um lema: liberdade e responsabilidade individual.
    Logo daí resulta que as diferenças são o princípio; sendo as diferenças por nascimento inevitáveis em todo o lado, tornam-se aí mais notórias pela ausência de um discurso de promoção da igualdade que é o lema em que a Europa se vem empenhando com resultados questionáveis.
    Comparativamente, os EUA são mais bem sucedidos no seu modelo do que a Europa no seu.

    • JgMais diz:

      E são tão defensores das “liberdades” que até criam sistemas informáticos onde cada peido que dás fica registado!
      Enfim, e depois ainda fala de responsabilidade individual.
      Vai dar uma volta e aproveita para desempoeirar essa tola cheia de pó e mofo!

    • De diz:

      O pior para Menos é que a realidade teima em desmentir sempre, não o seu posicionamento ideológico que é o que é , mas as palavras tipo slogan que apregoa em defesa de tal posicionamento
      Comecemos pelos muros construídos pelos EUA:
      Os EUA, em 1897, despojaram o México de mais de metade do seu território.”Se formos ao México e fizermos uma sondagem, estou certo que não reconhecem o direito dos Estados Unidos existirem sobre metade do México, terra conquistada na guerra”.
      O muro que se fala “é um muro que se estende ao longo de toda a fronteira, desde Tijuana até Laredo. Este muro existia desde há anos, com a peculiaridade de ser um muro humano que a Patrulha da Fronteira dos EUA criou para caçar emigrantes. Foi a partir do 11 de Setembro de 2001 que começou a sua construção física, alegadamente para combater o terrorismo. É uma hipocrisia. Segundo as conveniências e as necessidades de mão-de-obra dos norte-americanos, é ocasionalmente tolerada a entrada de mexicanos nos EUA, inclusive de maneira ilegal. Este muro é um muro da morte. Conduz a que a travessia realizada pelos ilegais mexicanos seja feita em condições de elevado risco para a sua vida. Segundo as estatísticas, morrem anualmente cerca de 500 mexicanos na tentativa de atravessar a fronteira. Por outro lado é um absurdo histórico porque essa zona dos EUA é um antigo território do México do qual fomos despojados. As minas de ouro da Califórnia permitiram o desenvolvimento do capitalismo norte-americano e, inclusive, que este entrasse cedo na sua fase imperialista. Este muro deveria ser denunciadoA burguesia teme as migrações maciças vindas do sul. Nós afirmamos que numa nova sociedade não haverá necessidade de que os nossos compatriotas deixem o país. Não será preciso que os mexicanos partam para os EUA, pois terão casa e trabalho no seu país. A solução é a mudança do sistema. Entretanto cabe-nos denunciar o muro como expressão da barbárie do imperialismo”

      A pequena frase de Menos sobre os muros que impedem de entrar afunal resume-.se a isto: propaganda em jeito de slogan.

      Mas há mais

      • De diz:

        Citações de Noam Chomsky, a primeira, e de Pavel Blanco, a segunda

        • LGF Lizard diz:

          Correcção: A guerra entre os EUA e México não foi em 1897 mas sim entre 1846 e 1848.

          Primeiro, o muro americano é para não deixar entrar emigrantes ilegais. Não desrespeita qualquer lei internacional e é um direito que assiste aos americanos. É criticável, mas não ilegal.

          Segundo, é mais do que sabido que na “nova sociedade” que vocês preconizam, o que a malta mais quer é pirar-se dela. Por isso, não faz sentido que digam ” numa nova sociedade não haverá necessidade de que os nossos compatriotas deixem o país”. É uma piada.

          Terceiro, é verdade que se houver trabalho no México, o número de emigrantes ilegais tenderá a descer. Mas nunca acabará, devido à diferença de salários. Também é preciso perguntar “quem é que irá criar emprego”? Se for o Estado, é certo que terá de ser com ordenados baixíssimos (como em Cuba), aumentando ainda mais o fosso entre mexicanos e americanos.

          Quarto, o que os mexicanos pensam do território perdido na guerra não interessa. Legalmente é território americano, reconhecido internacionalmente e reconhecido pelos próprios mexicanos.

        • De diz:

          A guerra entre o México e os EUA foi de facto entre 1846 e 1848.Mas não foi apenas nesta guerra que o México viu expoliado do seu território.A compra de Gadsden foi mais um episódio triste em toda esta história.

          Sobre a guerra de 46-48 a posteriori, um dos críticos proeminentes do papel dos Estados Unidos foi Ulysses Grant, que nela combateu com distinção quando jovem oficial do Exército invasor. Nas suas Memórias, Grant qualificou a guerra como
          …uma das mais injustas movidas em qualquer tempo por uma nação mais forte contra uma mais fraca

        • De diz:

          Quem começou por falar nos famosos muros que no dizer de Lizard “é criticável, mas não ilegal” foi JgMenos.Portanto as suas queixas sobre os objectivos “murais” faça-as ao alvo certo
          Ele. o muro, cointinua a ser criticável e deve continuar a ser denuinciado.Tal como outros muros vergonhosos levantados por Israel que aprenderam bem com os seus verdugos nazis

        • De diz:

          Segundo: A malta que lizard se refere deve ser a malta que brinca aos jogos peculiares de lizard. A piada de lizard parece assim falha de conteúdo.Claro que deve ser difícil apresentar como tentador o presente modelo de sociedade em que vivemos.Vai daí Lizard tenta fazer humor paupérrimo sobre o facto e antecipa-se ao futuro.Proclama o que tem a proclamar e mete o rabinho entre as pernas acerca das pulhices americanas denunciadas no texto citado por Renato.
          Tão,mas tão significativo
          🙂

        • De diz:

          Terceiro: Mais uma vez se regista a fuga do lizard.Desta vez para Cuba. Citar Cuba quando se fala no império é só por si uma afronta a todos os neoliberais que por ai andam e uma confirmação que Cuba ultrapassou todos os países que lhe eram comparáveis antes da revolução (sorry Lizard, eu sei que isto o perturba).

          Depois e voltando à vaca fria: Esta mania de Liazard ver o mundo fixo e preso ad eternum tal como está, só mesmo encontra paralelo naqueles trogloditas dos nazis que sonhavam com um reich por mil anos
          🙂

        • De diz:

          Quarto ( mas não último) :
          “O que os mexicanos pensam do território perdido na guerra não interessa” é o exemplo vivo da pesporrência anti-democrática de quem assim escreve.
          Ponto final.

          Quanto ao reconhecimento internacional…este tem destas coisas.
          Citemos Noam Chomsky:
          É unânime no mundo, incluindo a justiça americana, o julgamento de que qualquer transferência de populações (palestinianas)para os Territórios Ocupados constitui uma violação da lei fundamental internacional, as convenções de Genebra. E Israel concorda. De facto, até os seus tribunais concordam, simplesmente contornam o assunto de diversas formas ínvias. Por isso, não há problema. Aceita-se nos Estados Unidos que somos simplesmente uma espécie de estado fora-da-lei. A lei não se aplica a nós.”

          Já agora completemos o pensamento completo de Noan Chomsky sobre o México::Se formos ao México e fizermos uma sondagem, estou certo que não reconhecem o direito dos Estados Unidos existirem sobre metade do México, terra conquistada na guerra. E o mesmo acontece em todo o mundo. Mas, aceitam um entendimento político”
          O entendimento político, pois então.

          Vejamos o que o reconhecimento internaciona tem a dizer quanto à questão de Gibraltar e mais coisas assim do género.
          🙂

          • LGF Lizard diz:

            Gibraltar….. a população nada quer com Espanha. Tal como as Falklands, as populações, consultadas para saber o seu futuro, demonstraram quererem ficar sob domínio inglês. Assim, caem por terra as pretensões argentinas e espanholas.

          • De diz:

            Não diga asneiras.Essa mania apressada que alguns têm de confundir os seus desejos com a realidade.
            E de esconderem os seus desejos coloniais debaixo do capote…
            🙂

            Um artigo que tenta falar apenas em questões do direito internacional…embora eu ache que a questão é muito mais do que isso.
            http://jus.com.br/artigos/14478/as-malvinas-sao-argentinas

            Os desejos apressado de Lizard …

      • JgMenos diz:

        Para quando a devolução de Lisboa aos mouros?
        E quanto ao muro; é gente a querer entrar ou não?
        A dialéctica marxista ou a arte da falácia!

        • De diz:

          Menos vai até aos anos mil para tentar justificar o quê?As guerras de roubo e esbulho dos EUA?
          🙂
          Parece que é demais

          Também parece que os muros que a burguesia levanta em torno dos seus condomínios de luxo são alvo da cobiça dos que lá tentam entrar.Os objectos da procura não são os muros mas sim o que está lá dentro, pois claro.
          A arte da falácia de Menos fica reduzida ao zero quando repenicamos a sua questão:querem entrar ou sair?

          A ausência de dialéctica de Menos leva a estas coisas.Sublinhada pelo silêncio ensurdecedor sobre as outras falácias de Menos. A “liberdade e responsabilidade individual”

          Mais dados fresquinhos:
          http://www.publico.pt/mundo/noticia/nsa-violou-regras-de-espionagem-milhares-de-vezes-1603213.
          Mas há mais,Olá se há

    • Request diz:

      Sir, I’m afraid I don’t agree with you. What on earth were thinking of?

      I belong to the «Tea Party» and we simply hate the poor people, even the poorest of the poor.

      To tell you the truth we hate and loathe them from the bottom of our hearts.

      They screw up our economy: too many soup kitchens, too many food stamps, too many housing projects and so on and so forth. It’s indeed a huge expense and we simply cannot afford it.

      Well, we have tried to squeeze them into ghettos for ages and it simply doesn’t work. It’s a real bore!

      Will you accept them in your country? We’ll be delighted to get rid of them.

    • Miguel diz:

      Até que enfim que o JgMenos defende aquilo que acredita: os Estados Unidos da América.
      É sempre interessante descobrir os seus apoiantes, os que dormem tranquilos, enquanto o “American Dream” vai matando mais paquistaneses, com drones; vai fazendo as suas experiências nos seus laboratórios humanos, como em Guantanamo; vai espiando os seus adversários, como fez com Noam Chomsky nos anos setenta (sem que este soubesse); vai aprisionando pessoas e silenciando-as, como Leonard Peltier, Mumia Abu-Jamal, entre outros; vai vendendo a sua alta tecnologia militar a países, como Israel, para que estes, por sua vez, ataquem o Egipto e a Síria, com drones…

      Para pessoas, como «JgMenos», nomes como «Snowden» ou «Bradley Manning» são apenas fantasmas. Não existem.

      E por falar em muros, esqueceu-se do muro “tortilla”. Os mexicanos sempre entram e alguns são abatidos, à queima roupa. Por cada mexicano morto, «JgMenos» grita: «Long live the American Dream!»

      • LGF Lizard diz:

        Leonard Peltier e Mumia Abu-Jamal são assassinos de polícias….. só mesmo a extrema-esquerda para tornar assassinos em heróis. Já agora, não querem endeusar o Marcos Fernandes, que matou dois agentes da PSP na Amadora?

        Quanto aos drones, é deixá-los estar. A malta da Al-Qaeda está a ser dizimada pelos ataques com drones. Quanto aos paquistaneses, eles não estão muito preocupados. Não têm mão no Warizistão (que para todos os efeitos é praticamente independente e território sem lei) nem nos rebeldes que por lá estão. Reclamam com os americanos por causa dos ataques (para inglês ver) mas dão-lhes os parabéns por enviar terroristas islâmicos a um encontro antecipado com as suas 72 feias virgens.

        Quanto aos israelitas, não atacaram o Egipto. Os ataques aos sírios têm sido feitos com a força aérea israelita, não com drones. Bolas, ao menos sejam verdadeiros nas acusações que fazem. Pedia-se um bocadinho de rigor, não?

        Quanto aos programas de espionagem americanos, a pergunta que se coloca é esta: quantos americanos já foram presos por expressarem opiniões contrárias? A resposta meus caros, é zero.

        • De diz:

          A classificação apressada de Leonard Peltier e Mumia Abu-Jamal como “assasinos de polícias” diz mais da “honestidade intelectual” de Lizard do que do seu posicionamento ideológico, embora este se confunda sistematicamente com aquele.
          Alguém que por simples palavras tenta arrumar esta questão é merecedora de um nome feio.Alguém que tente ainda comparar os casos citados com marcos fernandes (?) fica credor não só de tal um nome feio mas da sua confinação ao espaço reservado aos vermes de esgoto

          • LGF Lizard diz:

            Não é “honestidade intelectual”. É a realidade dos factos.

            Peltier sempre assumiu ter disparado contra os agentes.

            Tanto um como o outro estavam na cena do crime. Dispararam contra agentes da autoridade. Relatórios balísticos indicam que balas de armas deles mataram os agentes da autoridade.

            Só a extrema-esquerda para transformar assassinos de polícias em heróis.

            Se Peltier e Mumia fossem brancos, ninguém se lembraria deles.
            Fossem os agentes negros ou índios e estaria-se perante um crime racial (aos olhos da extrema-esquerda).

            Nojo.

          • De diz:

            Desonestidade intelectual é pouco.

            Não há mais comentários a acrescentar.Os factos estão aí e o registo de onde se foi buscar também. Os de lizard repousam aonde?

            É particularmente chocante os seus comentários sobre as balas dos crimes:
            “Years later, after an FOIA request, the FBI ballistics expert’s records were examined. His report said that he had performed a ballistics test of the firing pin and concluded that the cartridge case from the scene of the crime did not come from the rifle tied to Peltier. That evidence was withheld from the jury during the trial.”
            …”At the conclusion of Peltier’s trial, the prosecutor closed his argument saying, “We proved that he went down to the bodies and executed those two young men at point blank range.” However, at the appellate hearing, the government attorney conceded, “We had a murder. We had numerous shooters. We do not know who specifically fired what killing shots…We do not know who shot the agents.”.

            A insistência de Lizard na mentira e na manipulação permite compor melhor a imagem que se tem desta coisa.
            Abjecta

        • De diz:

          Leonard Peltier:
          Não vale a pena ir mais longe por enquanto.Consultemos a Wikipedia, fonte insuspeita de ser crítica dos EUA:
          Peltier’s indictment and conviction have been the subject of much controversy; Amnesty International placed his case under the “Unfair Trials” category of its Annual Report: USA 2010, citing concerns with the fairness of the proceedings.

          Daqui:http://en.wikipedia.org/wiki/Leonard_Peltier

          Numerous doubts have been raised over Peltier’s guilt and the fairness of his trial, based on allegations and inconsistencies regarding the FBI and prosecution’s handling of this case:
          FBI radio intercepts indicated that the two FBI agents had been pursuing a red pickup truck; this was confirmed by the FBI the day after the shootout. Red pickup trucks near the reservation were stopped for weeks, but Leonard Peltier did not drive a red pickup truck. Evidence was given that Peltier was driving a Suburban vehicle, sometimes known as a stationwagon or panelvan, a large sedan with an enclosed rear section, able to be accessed from inside the front of the vehicle, by climbing over the seats, or by opening the door or hatch at the rear. Peltier’s vehicle was red with a white roof; not a red, open-tray pickup truck with no white paint. The FBI agents’ radio message said that the suspect they were pursuing was driving a red pickup truck, with no additional details. At Peltier’s trial, the FBI testified that it had been searching for a red and white van, which Peltier was sometimes seen driving. This was a highly contentious matter of evidence in the trials.[17]
          Testimony from three witnesses placed Peltier, Robideau and Butler near the crime scene. Those three witnesses later recanted, alleging that the FBI, while extracting their testimony, had tied them to chairs, denied them their right to talk to their attorney, and otherwise coerced and threatened them.[10][17] Robideau said during an interview in the Robert Redford/Michael Apted film Incident at Oglala (1992), that “we approached” the agents’ cars.
          Unlike the juries in similar prosecutions against AIM leaders at the time, the Fargo jury were not allowed to hear about other cases in which the FBI had been rebuked for tampering with evidence and witnesses.[17]
          An FBI ballistics expert testimony during the trial asserted that a shell case found near the dead agents’ bodies matched the rifle tied to Peltier. He said that a forensics test of the firing pin, which would have more definitively matched the gun to the cartridge case, was not performed because the gun was damaged in the fire. A less definitive test indicated that the extractor marks on the case and rifle matched.
          Years later, after an FOIA request, the FBI ballistics expert’s records were examined. His report said that he had performed a ballistics test of the firing pin and concluded that the cartridge case from the scene of the crime did not come from the rifle tied to Peltier. That evidence was withheld from the jury during the trial.[17]
          Though the FBI’s investigation indicated that an AR-15 was used to kill the agents, several different AR-15s were in the area at the time of the shootout. Also, no other cartridge cases or evidence about them were offered by the prosecutor’s office, although other bullets were fired at the crime scene.[10][17] During the trial, all the bullets and bullet fragments found at the scene were provided as evidence and detailed by Cortland Cunningham, FBI Firearms expert, in testimony. (Ref US v Leonard Peltier Vol 9).
          At the conclusion of Peltier’s trial, the prosecutor closed his argument saying, “We proved that he went down to the bodies and executed those two young men at point blank range.” However, at the appellate hearing, the government attorney conceded, “We had a murder. We had numerous shooters. We do not know who specifically fired what killing shots…We do not know who shot the agents.”.[10]
          According to Peltier, when he appealed his first degree murder conviction in 1992, the charge was illegally changed to aiding and abetting.[18]
          The Pennsylvania Parole Commission, which presides over the Lewisburg prison where Peltier was held, denied Peltier parole in 1993 based on their finding that he “participated in the premeditated and cold blooded execution of those two officers.” But, the Parole Commission has since stated that it “recognizes that the prosecution has conceded the lack of any direct evidence that [Peltier] personally participated in the executions of the two FBI agents.”[19]

          A classificação apressada de lizard sobre esta questão faz lembrar a extrema direita e o seu modus operandi a tudo o que não lhe cumpra as ordens.

        • De diz:

          Mas o “rigor”, que Lizard suplica a páginas tantas, é sistematicamente esquecido nas frases do próprio lizard.

          Mais uma vez a wikipedia
          Mumia Abu-Jamal:
          Mumia Abu-Jamal foi condenado a morte por, supostamente, matar um policial que espancava seu irmão, no início dos anos 80.
          Jornalista e militante negro anti-racista, Mumia foi preso em 9 de Dezembro de 1981, sob a acusação de ter assassinado o oficial de polícia Daniel Faulkner, em Filadélfia. Ao longo de 20 anos de uma incessante batalha judicial, repleta dos apelos por um julgamento justo por parte de personalidades e milhares de manifestantes, e apesar da constatação de inúmeras irregularidades em seu processo, a data de sua execução foi várias vezes marcada e depois suspensa. Por mais que as autoridades tentem tratá-lo como um criminoso comum, Jamal é atualmente, o único prisioneiro político dos Estados Unidos condenado à morte, embora não tenha sido o primeiro.
          Segundo o relato de várias testemunhas, tudo começou quando Jamal interveio para socorrer seu jovem irmão, que estava sendo brutalmente espancado por Faulkner. Havia um outro homem, não identificado, no meio da briga. Houve muita confusão, gritos e disparos. Quando outros policiais chegaram ao local, Jamal estava ferido e Faulkner morto. As mesmas testemunhas declararam ter visto o homem não identificado – que não se parecia com Jamal – fugir do local.
          Aqui começam as flagrantes irregularidades: nenhuma perseguição ou busca foi feita na hora pela polícia. A arma que foi encontrada com Jamal não poderia ter disparado as balas que mataram o policial. Nenhum exame de balística foi efetuado para saber se a arma de Jamal tinha sido utilizada. E mais: nenhuma das testemunhas que saíram em sua defesa foi arrolada no processo. Uma delas declarou que a polícia o ameaçou de prisão se testemunhasse. Alguns asseguraram que a polícia os havia intimidado para que eles mudassem seu testemunho. Para coroar essa montanha de irregularidades, o juiz que presidiu o processo, Albert Sabo, declarou publicamente sua hostilidade em relação a Jamal, que em sua juventude foi membro do movimento Black Panthers.

        • De diz:

          Jamal foi levado a julgamento em Junho de 1982 e condenado à morte em 3 de Julho. Sabo era já famoso como o “recordista” em número de condenações à morte (seis antigos promotores de Filadélfia declararam, sob juramento, que nenhum réu poderia esperar julgamento imparcial na Corte de Sabo). O júri só foi formado após a remoção de onze negros perfeitamente qualificados.
          O advogado de defesa declarou publicamente que não havia entrevistado nenhuma das testemunhas, e que não estava preparado para o julgamento. Apesar disso, Sabo recusou a Jamal o direito de fazer sua própria defesa. Segundo a promotoria, Jamal teria confessado, no hospital, a autoria da morte de Faulkner, mas um relatório assinado pelo policial Gary Wakshul (que fez a guarda do réu), e não apresentado ao júri, diz que “o negro nada comentou”. Quando a defesa convocou Wakshul, a promotoria alegou que ele estava de férias e fora de alcance, e o juiz não aceitou esperar seu regresso; hoje se sabe que ele estava em casa.
          O médico de Jamal também negou ter ouvido qualquer confissão. As supostas incongruências se acumulam, seriam necessárias várias páginas para as descrever.A promotoria não apresentou nenhuma prova material de suas acusações. Em contrapartida, foi comprovada a prática de intimidação de testemunhas. Veronica Jones, que primeiro depôs contra Jamal e depois mudou a história, declarou que fora obrigada a mentir: policiais haviam ameaçado usar contra ela antigas acusações de mau comportamento que poderiam custar-lhe a guarda dos filhos. Quando Verónica contou isso, foi imediatamente presa.
          Mas o caráter político do julgamento pode ser inferido dado que o FBI (polícia federal) apresentou, como “prova” contra Jamal, um arquivo de mais de 600 páginas contendo um resumo de suas atividades como militante do movimento negro. Foi preso pela primeira vez, em 1968, aos 14 anos, durante o protesto contra o racista George Wallace, então em campanha presidencial. Aos 15 anos, participou do movimento para rebatizar sua escola com o nome Malcolm X e ajudou a criar o comitê do Partido dos Panteras Negras (Black Panther) em Filadélfia.
          Mais tarde, tornou-se membro da redação central do jornal do movimento. Nos anos 70, passou a fazer parte de uma lista do FBI de pessoas que “ameaçam a segurança dos Estados Unidos” (ou seja, um dos que seriam imediatamente presos em casos de “emergência nacional”). Jornalista graduado, Jamal tornou-se locutor de rádios locais e de uma rede nacional de emissoras negras. Além de entrevistar gente como Bob Marley e Alex Haley, ficou conhecido como “a voz dos que não têm voz”.
          Denunciava a violência policial – em particular, as de natureza racista – e os dramas diários da população pobre. Foi várias vezes ameaçado por policiais e autoridades, como o prefeito Frank Rizzo. Em 1994, a rede Rádio Pública Nacional o contratou para fazer comentários sobre a vida na prisão. O programa foi cancelado antes de começar, sob forte pressão do The New York Times, do senador Robert Dole (então, líder da maioria no Senado) e da Ordem Fraternal (que tentou, em 1995, proibir a publicação de seu livro Live from Death Row – Ao Vivo do Corredor da Morte, lançado no Brasil pela Conrad Editora).

        • De diz:

          Seguiu-se uma complexa e árdua batalha judicial e política logo após a sua sentença de morte em julho de 1982. A dimensão do caso, levou a que várias entidades e personalidades clamassem por justiça, em sua defesa, tais como : Congresso Nacional Africano, Amnistia Internacional, Parlamento Europeu, Ordem Nacional dos Advogados (dos Estados Unidos), Coalizão Nacional pela Abolição da Pena de Morte, Jacques Derrida, Stephen Jay Gould, Jesse Jackson, Danielle Mitterrand, Salman Rushdie, arcebispo Desmond Tutu, Elie Wiesel.

          Lizard “arruma” a questão naquelas frases acima indicadas e ainda se arroga comparar o caso com um outro da forma rasteira e baixa como o faz.

          O espelho que Lizard se olha quotidianamente teria vergonha de o reflectir se possuisse sentimentos humanos

        • De diz:

          Mas o extremismo de lizard continua.
          Ei-lo a defender os drones e a pregar sobre a posição dos paquistaneses, numa espécie de justificativo de crimes com base em estados de alma “para inglês ver”
          O conceito de justiça deste lizard está ao nível do conceito de justiça dos nazis que mandavam executar populações civis como represália pelo facto da resistência abater e bem elementos das SS.(Como se sabe os sionistas aprenderam mais tarde com os seus verdugos alguns dos métodos destes)

          Há escassos dias:;
          ONU pede que uso de drones seja submetido ao direito internacional
          Secretário-geral da ONU pediu que mortes de civis sejam evitadas.

        • De diz:

          Num relatório publicado pela Faculdade de Direito da Universidade de Columbia em Outubro – que cruza os seus próprios dados com os do Bureau of Investigative Journalism, da New America Foundation e do Long War Journal –, só em 2011 podem ter sido mortos 155 civis no Paquistão, a somar a um máximo de 575 combatentes. Nos oito anos de ataques no Nordeste paquistanês terão sido mortas 176 crianças, de acordo com o Bureau of Investigative Journalism – uma organização privada de jornalistas, fundada em 2010 no Reino Unido, sem fins lucrativos, e que já viu os seus trabalhos de investigação premiados pela Amnistia Internacional e pela Thomson Reuters.
          um relatório conjunto das universidade de Stanford e de Nova Iorque, que resultou de nove meses de investigação no terreno, começa as suas recomendações com um parágrafo ainda mais afirmativo: “Nos EUA, a narrativa dominante sobre a utilização de drones no Paquistão é a de uma ferramenta precisa e eficaz que torna o país mais seguro ao permitir assassínios selectivos de terroristas, com contrariedades e impactos colaterais mínimos. Esta narrativa é falsa.”

          Os investigadores da Clínica de Direitos Humanos Internacionais e Resolução de Conflitos de Stanford e da Clínica de Justiça Global de Nova Iorque defendem que “os políticos dos EUA e o povo americano não podem continuar a ignorar as provas dos danos causados a civis e dos impactos contraproducentes dos assassínios selectivos e ataques com drones no Paquistão”. Aconselham os jornalistas a deixarem de “se referirem a mortes de ‘combatentes’ sem informações adicionais”

          Para a investigadora Nathalie van Raemdock, do italiano Instituto Affari Internazionale, a questão torna-se ainda mais difícil de gerir à luz da lei internacional, quando é sabido que os drones usados para assassínios selectivos de alegados membros da organização terrorista Al-Qaeda no Paquistão são operados pela CIA, uma organização não militar e, por isso, à margem das leis da guerra.

        • De diz:

          Os parabéns néscios a que Lizard se refere provêm também doutra área em que lizard é especialista. O da manipulação.
          Dados publicados :
          Tal como no caso da morte de civis, a avaliação da atitude dos paquistaneses em relação aos drones é também escassa. Num dos poucos exemplos, uma série de sondagens do Centro de Pesquisa Pew realizadas no Paquistão em 2011 revela que apenas 12% tinham uma opinião favorável dos EUA, o valor mais baixo da última década. “Em conjunto com o assassínio de Bin Laden, outro esforço americano para eliminar líderes de grupos extremistas em território paquistanês é também impopular: os ataques com drones.”

          As mortes de civis estão naturalmente no topo das preocupações dos paquistaneses: dos 56% de inquiridos que sabiam da existência de ataques com drones, 89% consideraram que os aviões não tripulados dos EUA “matam demasiadas pessoas inocentes”.

          Lizard aprendeu com goebbels.As tais virgens inocentes de que fala é apenas a modernização sionista do vocabulário do nazi

          • LGF Lizard diz:

            Mais uma vez o De lá tenta. Mas não consegue.

            Em relação a Bin Laden, a pergunta é como poderia ele viver no Paquistão sem ser com a poderosa protecção do ISI (serviços secretos)?
            Não são os Talibans apoiados pelo ISI, que se transformou num estado dentro do estado, uma agência renegada, com objectivos próprios, muitos deles contrários aos do governo paquistanês?
            Não é o Warizistão, para todos os efeitos, uma terra-sem-lei, independente do Paquistão?

            “89% consideraram que os aviões não tripulados dos EUA “matam demasiadas pessoas inocentes””… os próprios paquistaneses dizem que não se importam com os ataques contra os terroristas, mas sim com os danos colaterais.

            Até os próprios paquistaneses o desmente, De.

            É preciso ter azar.

          • De diz:

            Não.Não consegue lizard escapar à acusação de ser um reles mentiroso.E muito mais coisas

            Já falámos da “arma” de Peltier.
            E quanto a Jamal?
            “A arma que foi encontrada com Jamal não poderia ter disparado as balas que mataram o policial. Nenhum exame de balística foi efetuado para saber se a arma de Jamal tinha sido utilizada. E mais: nenhuma das testemunhas que saíram em sua defesa foi arrolada no processo. Uma delas declarou que a polícia o ameaçou de prisão se testemunhasse. Alguns asseguraram que a polícia os havia intimidado para que eles mudassem seu testemunho”

            Mete de facto asco

          • De diz:

            É assim difícil confrontar um indíviduo desta estirpe.
            Mas façamos um esforço para ultrapassar as náuseas de replicar a uma coisa assim.

            Bin Laden?Mas quem falou neste?Que manobra de diversão é esta?

            “Os paquistaneses importam-se com os danos colaterais”?
            Mas é precisamente destes que falámos.

            Que tonteria vem a ser esta?

          • De diz:

            Hoje soube-se também que os drones são bem amados pela escória mais baixa do jornalismo de sargeta
            http://www.publico.pt/mundo/noticia/wikileaks-exige-demissao-de-jornalista-da-time-que-sugeriu-assassinar-assange-1603394

            Um jornalista da Time, conhecido pelas ligações aos sionistas, sonha com a liquidação de Assange por um drone
            Um vómito

          • De diz:

            Mas sabe-se mais:
            EE.UU. reclutó a un ‘espía’ de 8 años para poder matar con un drone a su tutor en Yemen
            El ejército de EE.UU. reclutó a un niño de 8 años para que colocara un dispositivo de rastreo electrónico en el bolsillo de su tutor a fin de que fuera detectado y eliminado en un ataque programado con un drone, según una publicación norteamericana.

            http://actualidad.rt.com/actualidad/view/103302-eeuu-reclutar-ni%C3%B1o-matar-alqaeda

        • De diz:

          “Quanto aos israelitas, não atacaram o Egipto.”
          Este tipo mente e tenta passar a mentira desta forma despudorada?

          “A Força Aérea Israelense lançou um ataque preventivo e arrasador à força aérea egípcia. Segundo Menahem Begin, “em junho de 1967, tivemos novamente uma alternativa. As concentrações do exército egípcio nas proximidades do Sinai não provam que Nasser estivesse realmente a ponto de atacar-nos. Temos que ser honestos. Nós decidimos atacá-lo.” Yitzhak Rabin, chefe do Estado Maior de Israel em 1967, declarou: “Não penso que Nasser buscava uma guerra. As duas divisões que enviou ao Sinai não seriam suficientes para lançar uma guerra ofensiva. Ele sabia e nós o sabíamos”

          Mete cada vez mais asco esta forma de “agir” de Lizard

          • LGF Lizard diz:

            Nem sabes do que se está a falar.

            O assunto era “supostos ataques israelitas com drones” ao Egipto…. que, como é sabido, não aconteceram.

          • LGF Lizard diz:

            Lindo….

            O mais engraçado é que Nasser e os egípcios faziam e diziam o contrário….

            “on May 27, Nasser stated “Our basic objective will be the destruction of Israel. The Arab people want to fight.””

            “On the eve of the war, Egypt massed approximately 100,000 of its 160,000 troops in the Sinai, including all of its seven divisions (four infantry, two armored and one mechanized), four independent infantry brigades and four independent armored brigades. No fewer than a third of them were veterans of Egypt’s intervention into the Yemen Civil War and another third were reservists. These forces had 950 tanks, 1,100 APCs and more than 1,000 artillery pieces”

            Para quem não queria uma guerra…. vou ali e já venho.

            E se não queriam guerra… nunca teriam fechado o Estreito de Tiran à navegação israelita. Além desse fecho ser ilegal, os israelitas avisaram que um eventual fecho seria considerado acto de guerra.

            Percebe-se a ideia do De. Tentar mostrar os israelitas como agressores. Infelizmente para ele, a História e os factos não perdoam e desmentem completamente a sua versão.

            Melhor sorte para a próxima vez.

            You loose.

          • De diz:

            Lizard ainda está numa de “you loose”
            Faz lembrar aquelas bestas que nos são retratadas nos maus filmes americanos em que o cerne da questão se restringe ao “you loose” ou não
            🙂

            Sorry mas a questão é sobre a verdade dos factos
            E sobre a tentativa pífia de lizard persisir na mentira e na manipulação..Infelizmente para ele tudo o que ele transcreve não contradiz em nada, mesmo nada, o dado essencial aqui da questão.Eu repito:
            “Quanto aos israelitas, não atacaram o Egipto.”
            Este tipo mente e tenta passar a mentira desta forma despudorada
            (sem ponto de interrogação)
            Sorry lizard.
            Infelizmente para ele, o que se escreveu não perdoa e desmente completamente a sua nova versão.

          • De diz:

            Ou de como se confirma o ataque sionista de israel ao Egipto.Até pelos comentários bélicos e sionistas de lizard

            Ou seja: nazismo e sionismo,os dois grandes males do ultimo século

        • De diz:

          A autoridade com que lizard fala na ausência de drones israelitas na guerra com a Síria é suspeita.
          Fonte privilegiada? Ou mais uma manipulação à sua maneira típica?

          La guerra con los drones israelíes en cielos sirio-libaneses
          http://noticiasdelibano.blogspot.pt/2013/02/la-guerra-con-los-drones-israelies-en.html

          Segundo uma fonte militar ocidental ditada pelo Fígaro:
          Para evitar ser detectados por los dispositivos antiaéreos del régimen sirio, “los drones israelíes vuelan por la noche”, precisó la fuente, que también indicó que van armados, de forma que pueden atacar objetivos en cualquier punto de Siria.

          • LGF Lizard diz:

            Uns dizem que foi a Força Aérea… outros dizem que foi a Marinha…. outros dizem que foram drones.

            Nem sabem como foi. Nem sabem se aconteceu.
            Mas foram os israelitas….. como sempre.

          • De diz:

            Mais uma vez vemos lizard nesta terrível tarefa de tentar desmentir o que ele próprio disse.
            Os dados estão aí e sobra este papel patético para o lizard
            Será que este tipo é sionista?

        • De diz:

          Parece que Lizard também afere a “qualidade” dos programas de espionagem pelo numero de americanos presos por expressarem opiniões contrárias.
          Mas este tipo faz de nós parvos ou quê?
          Há pouco falámos de Jamal e dissemos citando fontes: o caráter político do julgamento pode ser inferido dado que o FBI (polícia federal) apresentou, como “prova” contra Jamal, um arquivo de mais de 600 páginas contendo um resumo de suas atividades como militante do movimento negro.
          O manancial de infiormações que agora poderiam ter compilado hein?Para condenar inocentes hein?
          (Claro que não se percebe bem esta questão do direito à liberdade estar só garantida para os americanos.Claro que não se percebe porque Jamal não é considerado americano 🙂 )

          Também não é irrevelante Joseph McCarthy e a sua fúria criminosa

          Como não é de todo irrelevante um facto que nem Lizard nem ninguém desmentiu:
          Maior população prisional do mundoElevando-se desde os anos 80, a surreal taxa de encarceramento dos EUA é um negócio e um instrumento de controle social: à medida que o negócio das prisões privadas alastra-se como uma gangrena, uma nova categoria de milionários consolida seu poder político. Os donos destas carcerárias são também, na prática, donos de escravos, que trabalham nas fábricas do interior das prisões por salários inferiores a 50 cents por hora. Este trabalho escravo é tão competitivo, que muitos municípios hoje sobrevivem financeiramente graças às suas próprias prisões, aprovando simultaneamente leis que vulgarizam sentenças de até 15 anos de prisão por crimes menores como roubar chicletes. O alvo destas leis draconianas são os mais pobres, mas, sobretudo, os negros, que representando apenas 13% da população norte-americana, compõem 40% da população prisional do país.
          Os dados que esta máfia está a compilar é para garantir o prosseguimento do negócio presente e futuro. Perdão, dos negócios presentes e futuros

          Como também não é de todo irrelevante que todos os imigrantes sejam obrigados a jurarem não ser comunistas para poder viver nos EUA.

          Mas há mais.Muito mais.
          O”meus caros” coloquial com que Lizard abrilhanta o final desta triste prosa tem um outro nome feio.
          Mas o fulano aprendeu assim o que de há-de fazer?

          • LGF Lizard diz:

            O país é deles, logo se eles acham que não querem comunistas a emigrar para lá…. é um direito que lhes assiste. Os comunistas que emigrem para Cuba ou para a Coreia do Norte. Sei que já não há muitos países comunistas….. mas isso é outra conversa.

            Sobre o Jamal, tudo dito. Jamal foi condenado por matar um policia, não por ser um militante do movimento negro. De, é preciso ter azar….

            A verdade é que 0 americanos foram presos por delitos de opinião. Por mais que o De espume de raiva……. a verdade é apenas uma.

            Outra: não são os “municípios” que passam leis criminais. São os Estados ou a lei federal.
            Sentenças de 1 ano ou menos: prisão municipal
            Mais de 1 ano:prisão estadual ou federal.

            Aprendam.

          • De diz:

            O assumir por parte de lizard daquilo que todos já sabíamos é apesar de tudo positivo
            Os eua deixaram de ser a referência dos tão propalados e hipócritas direitos humanos.
            Resta esta babugem dum seu seguidor acéfalo a gritar “Apoiado,apoiado”.
            Tal qual os esclerosados ma assembleia nacional fascista
            🙂

          • De diz:

            Pois claroi que o país é “deles”….
            Parece que se confirma o velho ditado.É mais fácil os EUA aceitarem um nazi emigrado que um comunista.

        • De diz:

          Cómo EE.UU. acaba con las empresas que se niegan a someterse a las escuchas?

          http://actualidad.rt.com/actualidad/view/102685-fisa-tribunal-inteligencia-eeuu-lavabit

        • De diz:

          Percebe-se que o império e os sionistas estejam desesperados com Snowdem e mostrem este espectáculo confrangedor que passou pelo desvio do avião de Evo Morales até a atitudes de chantagem dignas da máfia.Snowden pôs a nú todo um sistema que Lizard tenta obscenamente esconder e que nem todos os seus “meus caros” do mundo conseguem esconder.

          Uma pergunta se põe?
          ¿Por qué EE.UU. no abre un proceso judicial contra él?

          Texto completo en: http://actualidad.rt.com/actualidad/view/101751-abogado-snowden-eeuu-hace-declaraciones-politicas-abre-proceso-juridico

          Será por isso que lizard diz da, forma cómica como o faz, que nenhum americano é preso por expressar opiniões contrárias?Os ajustes de contas secretos e à revelia da lei não contam?
          E as execuções por drone, sem julgamento, também obviamente não contam.
          Himmler ou Ariel sharon diriam exactamente o mesmo

          • LGF Lizard diz:

            Comparar Himmler com Ariel Sharon só mesmo de uma cabeça tonta.

            Mas estou à espera (sentado), que o De me indique quantos americanos foram presos por delitos de opinião.

            Ah, e se fala nos traidores americanos que se juntaram aos movimentos terroristas islâmicos e que levaram um Hellfire….. é melhor nem entrar por aí. Porque irá perder…. mais uma vez.

          • De diz:

            É mesmo para comparar sharon com himmler

            Há sete anos sem matar ninguém (roubada a um post do Renato)

          • De diz:

            Parece que Lizard está um pouco perdido.Ou de cabeça perdida.
            Parece que ele tem dúvidas em que época situar os presos por delito de opinião.
            Em todas.
            E quanto aos assassínios e aos massacres…em todos

            E eu vou repetir.Parece que metem na cadeia também por motivos rácicos e por motivos de simples crapulice
            Por exemplo,basta ver o sucedido com Jamal
            Sorry lizard

          • De diz:

            Mas há mais:
            El fiscal Greg Abbott, que es miembro del Partido Republicano, acentuó en una carta remitida a la Organización para la Seguridad y la Cooperación en Europa (OSCE) que “bajo la ley de Texas, los representantes de la OSCE no tienen derecho a entrar en el territorio de los colegios electorales. Si se encuentra a un integrante de la OSCE a una distancia de 30 metros de la entrada al lugar puede ser considerado un delito penal”, por lo que podrían enfrentarse a una persecución judicial.

            O delito penal de presença eleitoral
            🙂
            Ell organismo europeo considera inaceptable la amenaza de sanciones contra sus miembros, recordó que EE.UU. también pertenece a la OSCE y asegura que la decisión se produce en respuesta a una petición de varios grupos.

            Lorenzo Topete señala que últimamente “EE.UU. se ha caracterizado por tener unas elecciones bastante dudosas” y como consecuencia de esto “los ciudadanos (estadounidenses) ya no entienden si viven en una democracia o no”, subraya.

            Texto completo en: http://actualidad.rt.com/actualidad/view/57044-sistema-electores-estadounidenses-entienden-viven-democracia-o

        • De diz:

          Mais uma para o “meus caros” e a resposta nula ( é mais uma nuildade) de Lizard:

          Ladar Levison, fundador del ya cerrado servicio de correo electrónico Lavabit, que fue usado por Edward Snowden, expresó en una entrevista que tiene suerte de no haber sido arrestado, porque -afirma- en EE.UU. la gente que habla va a la cárcel.

          http://actualidad.rt.com/actualidad/view/103148-fundador-lavabit-correo-arrestar-eeuu

          • LGF Lizard diz:

            Tristes.

            Não é a “gente que fala” que vai parar à prisão. É quem desafia e viola as leis que vai parar à prisão.

            Nem isso sabem postar.

          • De diz:

            Sorry lizard mas talvez seja melhor aprender espanhol.
            Ora veja lá o que disse Levison
            E Levison sabe do que fala.E como a credibilidade de lizard está reduzida a uma gargalhada de desprezo depois de o ouvirmos falar sobre as balas de Peltier e Jamal …
            en EE.UU. la gente que habla va a la cárcel.

  4. samuelquedas diz:

    Grande, grande “micropost”!!! 🙂

  5. De diz:

    Mas há mesmo muito mais.Tanto que se hesita por onde começar.
    As revelações inéditas do ex-agente Edward Snowden sobre a vigilância orwelliana acusam directamente os Estados Unidos,
    “A Agência de Segurança Nacional (NSA), cujo quartel-general fica em Fort Meade (Maryland), é a mais importante e mais desconhecida agência de inteligência norte-americana. É tão secreta que a maioria dos norte-americanos ignora sua existência. Controla a maior parte do orçamento destinado aos serviços de inteligência, e produz mais de cinquenta toneladas de material por dia… É ela – e não a CIA – a proprietária e operadora da maior parte do sistema de colecta de dados da inteligência secreta dos EUA. Desde uma rede mundial de satélites até as dezenas de postos de escuta, milhares de computadores e as florestas de antenas localizadas nas colinas de West Virgínia. Uma de suas especialidades é espiar os espiões — ou seja, os serviços secretos de inteligência de todas as potências, amigas e inimigas. Durante a guerra das Malvinas (1982), por exemplo, a NSA decifrou o código secreto dos serviços de inteligência argentinos, o que lhe possibilitou transmitir, aos britânicos, informações cruciais sobre as forças argentinas.”
    Ignacio Ramonet
    http://www.odiario.info/?p=2939

    A dimensão da incrível violação dos nossos direitos civis e nossas comunicações é compatível com a arenga da “responsabilidade individual e da liberdade”?

    “Por meio dessa violação, o governo estadunidense pode aceder a arquivos, áudios, vídeos, e-mails e fotografias de usuários dessas plataformas. O PRISM converteu-se, desse modo, na ferramenta mais útil da NSA para fornecer relatórios diários ao presidente Obama. Em 7 de Junho, os mesmos jornais publicaram uma directiva da Casa Branca que ordenava, a suas agências (NSA, CIA, FBI), estabelecer uma lista de possíveis países susceptíveis de serem “ciberatacados” por Washington. E em 8 de Junho, o Guardian revelou a existência de outro programa, que permite à NSA classificar os dados recolhidos na rede. Esta prática, orientada a ciber-espionagem no exterior, permitiu compilar – só em Março – cerca de 3 bilhões de dados de computador nos Estados Unidos”
    ( do mesmo artigo)…

    É certamente para assegurar que a “responsabilidade individual”dos cidadãos ,incluindo norte-americanos, não saia dos carreiros da “liberdade” made in usa”, que o Big Brother vigia desta maneira

  6. De diz:

    Mas há mesmo muito mais.Só sobre a “liberdade” e a “responsabilidade individual” tão laboriosamente vigiadas no seu cumprimento pelo império dito benigno
    http://actualidad.rt.com/actualidad/view/102461-nsa-gran-red-espionaje-eeuu
    La red de espionaje de la NSA podría ser más amplia de lo que se creía. La agencia ha estado revisando sin permiso judicial importantes cantidades de ‘emails’ de estadounidenses que nombran en ellos a extranjeros sujetos a vigilancia.

    “El programa descrito por el ‘New York Times’ supone una gran invasión de la vida privada de millones de personas”, afirmó a través de un comunicado el subdirector de asuntos legales de la Unión de Libertades Civiles de EE.UU., Jameel Jaffer.

    O cheiro que emana de todo este respeito pela “liberdade” e “responsabilidade individual ” é tão fétido que não acaba por aqui.

    E não, não há “promoção da igualdade” Eles sabem o que fazem e é por isso que:
    22% das crianças americanas vive abaixo do limiar da pobreza.
    Entre 1890 e 2012, os EUA invadiram ou bombardearam 149 países
    125 norte-americanos morrem todos os dias por não poderem pagar qualquer tipo de plano de saúde
    Os EUA foram fundados sobre o genocídio de 10 milhões de nativos. Só entre 1940 e 1980, 40% de todas as mulheres em reservas índias foram esterilizadas contra sua vontade pelo governo norte-americano
    O preço médio de uma licenciatura numa universidade pública é 80 mil dólares.(igualdade?Isso é propaganda comunista)
    Há mais norte-americanos que acreditam no Diabo do que os que acreditam em Darwin.

    • JgMenos diz:

      A permanência em órbita por demasiado tempo pode trazer sérios prejuízos para a sua saúde!
      Recomendam-se periódicos regressos à Terra.
      Nota: um dos sinais mais reveladores de perturbação orbital é a mistura de temas e a não diferenciação de relevância de factos avulsos.

      • De diz:

        Permanância em órbita?
        Mistura de temas?
        Factos avulsos?

        O primeiro tema refere-se a um ponto fulcral.O da “liberdade e responsabilidade individual” , apanágio dos norte-americanos e por isso “mais bem sucedidos no seu modelo do que a Europa no seu” no combate à igualdade que põe tão nervoso Menos.

        A liberdade tem destas coisas.Bem como a “responsabilidade individual”
        Sorry menos mas pode perguntar ap pároco das berças a decifração do conteúdo

        • LGF Lizard diz:

          O De foge como o diabo da cruz a responder a uma pergunta que coloquei em diversos comentários:

          Quantos americanos foram presos por delitos de opinião, por comentários na Internet, detectados pelos programas de ciberespionagem?

          A minha resposta é ZERO. Já o desafiei (e continuo a desafiar) que desminta este número.

          Continuo (sentado) à espera de uma resposta.

          • De diz:

            Milhoes.
            Desde que usurparam metade do território ao México

            Ah,parece que lizard mudou a pergunta e quer saber os detectados pelo programa de ciberespionagem

            Isso não sei porque os crápulas os serviços secretos não dizem.Mas os testemunhops que há…parece que bastantes.
            Parece que quem fala demais é preso. de acordo com a opinião de Levison.
            E esta?

            Quanto ao big brother ..ele aí está em toda a sua extensão e assiste-se a este “meus caros” a tentar esconder a trampa para debaixo do tapete

          • De diz:

            . Lei HR 347 criminaliza os protestos do Occupy

            O Presidente Obama assinou em março de 2012 a lei HR 347, que considera “ofensa criminal” participar de manifestações em áreas definidas como “restringidas”, tais como proximidades de edifícios federais e certos parques. Os legisladores violentaram os direitos da Primeira Emenda para criminalizar os protestos do Occupy, que caracterizam como um perigo mundial para a superclasse do 1%, que controla a economia dos Estados Unidos e do mundo, uma vez que fizeram com o serviço secreto utilize mais ou empregue mal as leis atuais para prender manifestantes sob o pretexto falso de atividade crimin

            Os dados obtidos pela ciber espionagem têm permitiodo identificar os envolvidos em tais manifestações.
            E esta?

          • De diz:

            Florida ejecuta a un enfermo mental incumpliendo la Constitución
            Florida ha llevado a cabo la ejecución de un hombre esquizofrénico a pesar de la prohibición de la Constitución de EE.UU. de acabar con la vida de los enfermos mentales condenados a muerte, informa el rotativo británico ‘The Guardian’.

            http://actualidad.rt.com/sociedad/view/102192-eeuu-ejecuta-enfermo-mental-inconstitucional
            Para este desgraçado a ciberespionagem não serviu para nada

            A barbárie

          • De diz:

            O zero (semi-histerico) de Lizard não passa por aqui:
            El día en que EE.UU. celebra su independencia, el historiador Paul Pirie debate la importancia de la revolución estadounidense de 1775—1783.

            El nuevo Estado, según escribe Paul Pirie en un artículo publicado en el diario ‘The Washington Post’, empezó a promover la vida y la libertad mientras mantenía esclavizada a una parte sustancial de su población. En Canadá, en cambio, la esclavitud comenzó a abolirse casi 20 años antes de la guerra de 1812, que en EE.UU. a veces es llamada ‘la segunda revolución’.

            Hablando de la libertad, el autor añade que, según datos oficiales, en 2011 fueron encarceladas 2 millones de personas en EE.UU. Para entender mejor la magnitud de la cifra podemos recurrir a datos del Centro Internacional para Estudios Penitenciarios, que sitúan a EE.UU en la cabeza de la lista de países con mayor número de reclusos por cada 100.000 habitantes, mientras que Canadá se encuentra en la posición 136. Según datos de la Oficina de Estadísticas Jurídicas, en 2010 el número de afroamericanos encarcelados era seis veces superior al de presos de piel blanca.

            http://actualidad.rt.com/actualidad/view/99186-esclavos-revolucion-eeuu

            Foi solicitado oficialmente o número de detidos, dentro desta massa enorme de presos, que o foi por ciberespionagem.
            Aguarda-se a resposta.

          • Dezperado diz:

            Lizard, pelos vistos ainda não conhece bem o De. Não vale a pena entrar em debate com tal personagem, porque como se ve pelos posts, não faz mais que trascrever textos soltos, quando não tem resposta muda de conversa, mistura alhos com bugalhos, na tentativa de baralhar as respostas.

          • De diz:

            Desperado: recuperado do puxão de orelhas que levou?
            Tal qual o seu amigo Camilo?
            🙂
            Gostou da citação
            🙂

    • De diz:

      O que resta …é a transcrição ipsis-verbis de alguns dos itens do link apresentado pelo Renato.
      🙂
      Veja-se bem.Eu confesso que quando o fiz foi para realçar o seu conteúdo porque há gente que nem lê os links.Aí está também bem patente a promoção da “liberdade” e da “responsabilidade individual” do Império.

      Agora confesso que apanhar um Menos a saltitar ,qual vero dançarino, e a protestar pelos “factos avulsos”?
      Será que Menos nem sequer leu o texto apresentado e partiu logo para o seu trabalho?
      🙂
      …e que trabalho!!!

    • LGF Lizard diz:

      149 países? Que tal fornecer uma lista dos países invadidos ou bombardeados?

      • De diz:

        Entre 1890 e 2012, os EUA invadiram ou bombardearam 149 países.

        O número de países nos quais os EUA intervieram militarmente é maior do que aqueles em que ainda não o fizeram. Números conservadores apontam para mais de oito milhões de mortes causadas pelo país só no século XX. Por trás desta lista, escondem-se centenas de outras operações secretas, golpes de Estado e patrocínio de ditadores e grupos terroristas. Segundo Obama, recipiente do Nobel da Paz, os EUA conduzem neste momente mais de 70 operações militares secretas em vários países do mundo.

        Agora o lizard pode sair da sau zona de conforto e descobrir a lista de países.
        Certo?

        • LGF Lizard diz:

          A lista já a descobri.

          Mas infelizmente, vendo essa lista, o tal número de 149 países invadidos desaparece…

          É a lista é de “intervenções das forças armadas dos EUA”….. e constam lá intervenções em solo americano (parece que os EUA invadem-se a si próprios), missões de recolha de cidadãos em território estrangeiro em países em revolução (perfeitamente normal).

          Ou seja, os tais 149 países invadidos passam a 1/2 ou a 1/3 se aplicarmos o termo correcto de invasão ou bombardeamento… e estamos a contabilizar também missões perfeitamente aprovadas e ordenadas pela ONU, como a intervenção na Somália ou a intervenção no Haiti em 1994 que correu com a ditadura que se recusava a reconhecer o presidente eleito Aristide.

          Em suma, o número de 149 países é uma mistificação.

          http://academic.evergreen.edu/g/grossmaz/interventions.html

          • De diz:

            Enganado Lizard.
            A lista que vossemecê apresenta diz textualmente:
            “FROM WOUNDED KNEE TO LIBYA:
            A CENTURY OF U.S. MILITARY INTERVENTIONS”
            E acrescenta:
            The following is a PARTIALl list of U.S. military interventions from 1890 to 2011.
            Percebe as diferenças?

            Mas há mais:
            This guide does not include:

            mobilizations of the National Guard
            offshore shows of naval strength
            reinforcements of embassy personnel
            the use of non-Defense Department personnel (such as the Drug Enforcement Administration)
            military exercises
            non-combat mobilizations (such as replacing postal strikers)
            the permanent stationing of armed forces
            covert actions where the U.S. did not play a command and control role
            the use of small hostage rescue units
            most uses of proxy troops
            U.S. piloting of foreign warplanes
            foreign or domestic disaster assistance
            military training and advisory programs not involving direct combat
            civic action programs
            and many other military activities.

            Em suma.Lizard mistifica e tenta mistificar o próximo

  7. LGF Lizard diz:

    Com tantos supostos defeitos que os EUA têm (ao contrário das virtudes dos paraísos como Cuba, Coreia do Norte ou a antiga URSS), a malta de esquerda deve ficar com um melão do tamanho de um porta-aviões ao perceber que o sonho da grande maioria dos emigrantes é ir para os EUA…. muitas vezes fugidos dos “paraísos” comunistas.

    Deve doer como o caraças…..

    • De diz:

      Pois é.
      A exposição pública de um pequeno fragmento da imundície norte-americana deixa Lizard fora de si.
      A última frase do coitado é bem reveladora do facto,remetendo-nos para as “experiências reais ou imaginárias” do referido Lizard.
      Traído pelo linguajar.
      🙂

    • Carlos Carapeto diz:

      “Deve doer como o caraças…..”

      Vai doer, mas a sério.

      “Leonard Peltier e Mumia Abu-Jamal são assassinos de polícias…..”

      Os anarquistas Vanzetti e Sacco também foram condenados à morte por “assaltar” bancos “assassinar” empregados bancários e policias. Cinquenta anos depois foram ilibados.

      O anarquista André Salsedo “atirou-se” de um 14ª em Nova Iorque quando estava a ser interrogado por ter “assassinado” um policia.

      O casal Rosemberg (comunistas) também foi condenado à morte por espionagem a favor dos Soviéticos.

      Já os Independentistas Porto Riquenhos, uns “suicidam-se” na prisão, outros enfrentam a policia a tiro, e há os que “assaltam” bancos. Em suma os que não apodreceram debaixo da terra estão a apodrecer nas prisões Americanas.

      ” ao perceber que o sonho da grande maioria dos emigrantes é ir para os EUA….”

      Não se envergonha de escrever estas bacoradas?
      Em poucas palavras arrumava-se o assunto. Mas para quem não compreende os motivos que provocam esta situação o melhor é ir-mos aos pormenores.

      Acha que a Rússia é algum paraíso?
      E porque razão milhões de cidadãos dos país limítrofes fogem para lá, submetendo-se a condições de vida e trabalho degradantes?
      Moldavos, Ucranianos, Quirguizes, Uzbeques, Tadjiques, Georgianos, inclusivamente das Republicas Bálticas. São mais de oito milhões de imigrantes a trabalhar na Rússia, a maioria clandestinos.
      Tadjiques são cerca de um milhão e meio, num país com cinco milhões de habitantes.

      Mas nem precisamos sair do nosso país para atestar as razões que levam as pessoas a imigrar e a aceitarem condições de trabalho escravo.

      Portugal no momento atual é algum El dorado?

      E porque motivo os imigrantes de Leste, Tailândia e outros países vêm para cá trabalhar?

      Se soubesse que são as condições de vida miseráveis dos países de origem que obriga essas pessoas a ter que imigrar não descia tão baixo nos comentários que escreve.

      Está tão alheado daquilo que se passa em Portugal para não saber as condições desumanas impostas a muitos imigrantes que aqui trabalham?

      A sua ignorância impede-o de compreender esta triste realidade, por isso mesmo, em vez de favorecer a vitima, tece elogios ao carrasco..

      Quantas empresas dos países que são originários esses imigrantes que procuram o sonho Americano operam no território dos EUA?

      No entanto subsiste outra questão não menos importante que omite, a 1/6 dos Americanos é-lhes negado quaisquer direitos básicos de uma sociedade dita avançada.

      Há mais……..

      • LGF Lizard diz:

        “Vai doer, mas a sério”. A vocês.

        “Não se envergonha de escrever estas bacoradas?”. Não. Não são bacoradas. São a realidade… aquilo que vocês se recusam a ver.

        A Rússia um paraíso? Só nos tempos comunistas….. onde só os papalvos comunistas acreditavam em tais patranhas.

        Qual a razão dos habitantes das repúblicas da Ex-URSS emigrarem para a Rússia? Porque vão em busca de melhores condições de vida…. que as suas terras natais não lhes conseguem dar. Países que demonstram bem o “paraíso” que era a URSS.

        “Está tão alheado daquilo que se passa em Portugal para não saber as condições desumanas impostas a muitos imigrantes que aqui trabalham?”
        O que tem o cú a ver com as calças? O que tem a ver com os EUA a maneira como os emigrantes em Portugal (que são cada vez menos) são tratados?

        • Carlos Carapeto diz:

          Tenho imenso prazer em esmagar patifes. Surgiu-me a ocasião que mais desejava, gosto de discutir daquilo que conheço, e quando apanho papalvos da tua laia, cilindro-os sem dó nem piedade.

          O que sabes da União Soviética a não ser através dos pasquins ultra reacionários que te impregnam de ódio asqueroso?

          Conheci a União Soviética e sei muito bem a descida aos infernos da vida daqueles povos depois da instauração do capitalismo ( já lá chegamos).

          O império Czarista estava 50 anos atrasado em relação ao resto da Europa, nalguns casos 100 anos, ainda vigorava o feudalismo muito embora tivesse sido abolido por lei em 1868, nos campos eram os senhores feudais que decidiam da vida das pessoas, inclusivamente as raparigas não podiam casar sem o seu consentimento , eram eles que escolhiam o marido. Vê o filme “Ana Karenina” e observa o diálogo entre o latifundiário e o encarregado sobre a filha.

          Esta passagem do filme testemunha a realidade social da Rússia antes da Revolução

          Havia regiões que apenas 1 em 500 pessoas sabia ler, os camponeses para resistir ao frio faziam botas de casca de tília, a esperança média de vida não ultrapassava os 35 anos.

          A Rússia Czarista não tinha industria, as linhas de caminho de ferro existentes em 1917 foram os Franceses e os Ingleses que as construíram.

          A União Soviética além do atraso generalizado herdado do Czarismo, foi destruída por uma feroz guerra civil apoiada por as potencias capitalistas onde morreram seis milhões de pessoas.

          Duas décadas depois, não só já tinha recuperado do atraso e da catástrofe sofrida, como conseguiu ultrapassar a maioria das potencias Europeias.

          Foi graças aos avanços e progressos desse glorioso povo que a humanidade se livrou do nazismo, embora o povo Soviético tivesse que pagar um preço muito elevado.

          Foram oficiais filhos de camponeses, alguns deles analfabetos nos alvores da Revolução de Outubro que esmagaram os oficias nazis filhos da alta aristocracia Europeia , formados nas melhores academias da Europa e do mundo.

          A União Soviética além de ter recuperado do atraso que tinha em relação aos países Europeus mesmo tendo sofrido duas guerras devastadoras, poucas décadas depois já tinha ascendido a segunda potencia mundial. Naquilo que não estava em primeiro lugar estava em segundo.

          ESSAS PROEZAS NÃO SE CONSEGUEM COM ANALFABETOS E ESCRAVOS.
          E fê-lo apenas com os seus próprios recursos. A União Soviética não tinha multinacionais a rapinar outros povos.

          Vem aí mais………

          • LGF Lizard diz:

            “Tenho imenso prazer em esmagar patifes.”
            Não me digas que te esmagas a ti próprio…..

            “Surgiu-me a ocasião que mais desejava, gosto de discutir daquilo que conheço, e quando apanho papalvos da tua laia, cilindro-os sem dó nem piedade.”
            Sabes lá tu. Recitas a cartilha comunista e nada mais.

            “Conheci a União Soviética”
            Viste só a o que te quiseram mostrar, certo? Ver mais além também não te interessava…
            Viste as bichas para adquirir os mais básicos bens essenciais? Viste a falta de liberdade? Viste os Gulags? Viste as condições de vida do povo?
            Não deves ter visto isso e muito mais.

            “Foi graças aos avanços e progressos desse glorioso povo que a humanidade se livrou do nazismo”
            Querem ver que foram só os russos a combater na 2ª Guerra Mundial?

            ” A União Soviética não tinha multinacionais a rapinar outros povos.”
            Rapinou os povos dos países do leste da Europa, que tiveram o azar de ficar debaixo da sua bota opressora.

          • De diz:

            O que impressiona é que,sem deixar de considerar que os erros são para apontar e corrigir, nada do que o Carlos disse é refutado pelo lizard.
            Mesmo nada.
            A lizard só restou este estrebuchar clássico e vazio feito de lugares-comuns saídos da caserna do império

        • De diz:

          Insiste, insiste.Flecte flecte.
          É assim a vida para Lizard

          E comtinua com o tom de muito baixo nível

          Será sionista?

        • Carlos Carapeto diz:

          “que as suas terras natais não lhes conseguem dar. Países que demonstram bem o “paraíso” que era a URSS.”

          Se considera que a URSS era esse país atrasado. Não acha que o capitalismo tinha o dever e tempo suficiente para resolver a situação? Agora era ao capitalismo que lhe Incumbia essa responsabilidade.
          Afinal o que foi que melhorou? Coloco a questão de outra forma. O que foi que não se agravou naqueles países?

          Tem consciência do afundanço que aquela sociedade deu ? Afinal quem é mais incompetente que quem?

          Costuma dizer-se que o naufrago nos momentos de aflição agarra -se ao lastro do navio na esperança de se salvar.
          O Lizard como não consegue dar resposta às questões com que é confrontado inventa novas patranhas.

          “paraiso” que era a URSS? Se foi um inferno em chamas quando lá cheguei nem cinzas vi.

          Só uma mente deformada, alguém muito mal informado, um alienado por a informação burguesa dominante pode defender que a URSS era um país atrasado.

          Digo mais; este tipo de opinião só pode sair de uma pessoa politicamente ignorante, um estupido em questões de história , um demoníaco politico impregnado de reacionarismo retrogrado, uma criatura que não conheça mais que a rua onde mora pode fazer afirmações deste teor.

          Não arranja uma palavrinha sequer acerca dos devaneios dos seus amiguinhos Yanques?

          E porque não explica as razões que leva muitos cidadãos das Republicas Bálticas a emigrar para a Rússia e não só? Fazem parte da C E!

          Não será que a vida nesses países se degradou a níveis terceiro mundistas? Para milhões de pessoas regrediu a antes de 1917.

          E os Bielorrussos não emigram porquê?

          Fabrique mais umas das suas habituais mentiras para justificar esta situação.

          Outra questão que coloquei no comentário anterior e não obtive resposta.

          E que justificação encontra para que nenhum desses países tivesse ainda conseguido alcançar os níveis de desenvolvimento de 1991?

          Inclusivamente nenhum atingiu o PIB da época Soviética.
          A culpa também é dos comunistas?

          Ignora que a URSS era o maior produtor de aço do mundo? O maior produtor de cereais? O maior produtor de carne suina? Tinha a maior frota pesqueira? A maior frota fluvial? A maior e mais segura frota de aviação comercial? Era o país mais avançado em tecnologia espacial? Ainda hoje os Americanos não conseguiram ultrapassa-los.

          Naquilo que não estava em primeiro lugar estava em segundo.

          Como escrevi noutro lado. Isto consegue-se com escravos e analfabetos?

          Por certas pessoas viverem alheadas desta realidade é que desatam a largar disparates.

          Para desmistificar a campanha odiosa da propaganda burguesa contra o socialismo nada melhor que confrontar com os factos.

          E os factos são sempre coisas teimosas.

          A Rússia atualmente é o maior exportador de hidrocarbonetos, já exporta mais petróleo que a Arábia Saudita no entanto é a 12 ª economia, está atrás da Espanha e do Brasil. Não é por a venda massiva de matérias primas que milhões de Russos deixam de viver com menos de 2 € por dia. Porquê?

          A União Soviética era o país do mundo com mais cidadãos com cursos universitários (os emigrantes que para aqui vieram comprovam-no).
          A taxa de alfabetização rondava os 98 % mesmo nas Republicas de religião muçulmana. Hoje o analfabetismo já é uma realidade entre as camadas mais jovens.

          A esperança média de vida rondava os 77 anos nas mulheres e 74 nos homens, atualmente em certas regiões da Rússia desceu para menos dos 55 anos. A ponto de Putin ter declarado recentemente que tinham que baixar a idade de reforma dos homens para menos dos 60 anos.
          A Rússia nos últimos vinte anos tem vindo a perder uma média anual de 800 000 habitantes. A queda demográfica a continuar a este ritmo está a por em causa a existência do país.

          Existem hoje mais crianças abandonadas na Rússia que existiam no tempo da II GG. Os chamados órfãos com pais.

          Em menos de vinte anos a Rússia enviou (vendeu) mais de 69 000 crianças para os EUA. A Rússia tornou-se no maior exportador de crianças, muitas delas perdeu-se-lhe o rasto.

          A Ucrânia e todas as outras Republicas, com exceção da Bielorrússia estão na mesma situação.

          A União Soviética era o segundo país em inovação de ciência e tecnologia. Hoje a Rússia encontrasse no 93ª lugar.

          A União Soviética era o país com a melhor e mais extensa rede ferroviária.

          A linha Nevsky 800 km Moscovo/ Leninegrado (S Petersburgo) foi totalmente renovada há poucos anos, foi a Siemens que forneceu o material (tudo, desde carris a locomotivas).

          O troço Sapsan 430 km Moscovo/Gorki (Nijninovgorod) as locomotivas são da Siemens o restante equipamento é Espanhol. Já tinham vendido anteriormente 2500 carruagens.

          Como citei atrás a Aeroflote a maior companhia aérea mundial, considerada a mais segura, está reduzida a uma insignificância, os acidentes são frequentes, a frota está obsoleta,, as aeronaves não têm sido renovadas. Porque a Rússia deixou de fabricar aviões de longo curso.

          É uma pequena demonstração dos efeitos nefastos que o capitalismo provocou.

          Se consideram que as coisa estavam tão mal porque razão deixaram agravar tudo para pior?
          Em mais de vinte anos não era já tempo suficiente para terem melhorado mesmo pouco que fosse ?

          Ainda têm o descaramento de atribuir a culpa aos comunistas?

          • LGF Lizard diz:

            “O maior produtor de cereais?”
            E mesmo assim tinham de importar cereais dos EUA… porque a produtividade…. essa não chegava aos píncaros dos americanos.

            “O maior produtor de carne suina?”
            Lá por ser o maior (o que não é difícil, com a área que têm) e mesmo assim a população não tinha carne.
            Claro que para a nomenklatura e para os papalvos estrangeiros a comida era do bom e do melhor….

            “A Rússia atualmente é o maior exportador de hidrocarbonetos, já exporta mais petróleo que a Arábia Saudita no entanto é a 12 ª economia, está atrás da Espanha e do Brasil. Não é por a venda massiva de matérias primas que milhões de Russos deixam de viver com menos de 2 € por dia. Porquê?”
            Pergunte ao Putin. Ela saberá melhor do que ninguém.
            Mas se quer a minha opinião, tal se deu ao facto de a Rússia ter perdido o comboio da revolução tecnológica, da inovação e da competitividade.

            “A União Soviética era o segundo país em inovação de ciência e tecnologia. Hoje a Rússia encontrasse no 93ª lugar”.
            Exactamente aquilo que eu digo.
            Perderam o comboio.

            “Como citei atrás a Aeroflote a maior companhia aérea mundial, considerada a mais segura, está reduzida a uma insignificância, os acidentes são frequentes, a frota está obsoleta,, as aeronaves não têm sido renovadas. Porque a Rússia deixou de fabricar aviões de longo curso.”
            Lá está… não há capacidade nem inovação tecnológica para competir com o resto do mundo.
            Os standards da aviação estão sempre em evolução, em mudança. Aviões mais económicos, confortáveis, mais seguros, mais avançados.
            A URSS/Rússia pura e simplesmente deixou de ter capacidade de competir com o resto do mundo.
            Mas algumas companhias russas conseguem competir. A Sukhoi consegue.

            “A União Soviética era o país do mundo com mais cidadãos com cursos universitários (os emigrantes que para aqui vieram comprovam-no).”
            Não serve de nada ter cidadãos licenciados se estes vão exercer funções em que o seu curso pouco ou nada serve.
            Tal como cá, onde ter jovens licenciados em call-centers não conta para nada. Não faz avançar o país em nada.

            “A União Soviética era o país com a melhor e mais extensa rede ferroviária.

            A linha Nevsky 800 km Moscovo/ Leninegrado (S Petersburgo) foi totalmente renovada há poucos anos, foi a Siemens que forneceu o material (tudo, desde carris a locomotivas).

            O troço Sapsan 430 km Moscovo/Gorki (Nijninovgorod) as locomotivas são da Siemens o restante equipamento é Espanhol. Já tinham vendido anteriormente 2500 carruagens.”
            Japoneses e chineses safam-se bem nos comboios de alta velocidade.

            “É uma pequena demonstração dos efeitos nefastos que o capitalismo provocou.”
            Não. É uma demonstração de como um regime que pára no tempo provoca efeitos nefastos.
            A URSS viveu em estagnação desde a década de 70.

          • De diz:

            Muito bom.
            E duma coerência notável

          • De diz:

            Mais uma vez a negação patética do que o Carlos diz.
            A URSS afundou-se de facto com a passagem para o capitalismo.
            Tudo piorou.Tudo

            E o que diz lizard?
            “Foi por ter perdido o comboio…..perderam o comboio” ..perderam o comboio.hu-hu-hu

            Mas parece que a recuperação do atraso da URSS face à Rússia medevalesca foi extraordinária. Nada de comboios perdidos. Singrando a todo o vapor.
            O silêncio ensurdecedor de lizard chega a ser cómico quanto a este dado

            E tão revelador,tão mesmo revelador a tentativa canhestra do lizard em tentar desdenhar do conhecimento.Parece o ministro relvas quando em acasalamento com o miinistro crato dizem algo parecido.Os neoliberais repetem-se e defendem-se uns aos outros.E mostram que este tipo de sociedade que defendem não tem nada já para oferecer.Apenas um big brother do tamanho do mundo,miséria exploração, fome e guerra

            Mas a chave de ouro do silêncio comprometedor de lizard, a lembrar outros silêncios comprometedores do mesmo lizard é o que diz respeito à esperança média de vida.Ou à situação das crianças.
            Um silêncio que compromete lizard e que ele tenta escoinder desta forma que se torna assaz ruidosa

            O legado do capitalismo na ex-URSS está à vista.

            Entretando ainda bem que falou em Sukhoi. o enorme engenheiro aeroespacial soviético, que fundou em 1939 a companhia.Depois da queda da URSS,as fábricas e os escritórios de tal companhia foram privatizados.Em 1996 o governo russo reparou que não podia deixar este património das mãos de gatunos. Reuniu-as na sua maior parte, refundiu companhias (The Russian government merged Sukhoi with Mikoyan, Ilyushin, Irkut, Tupolev, and Yakovlev as a new company named United Aircraft Corporation. Mikoyan and Sukhoi were placed within the same operating unit) .Permitiu equipar a Russia com aviões que voltaram a causar problemas ao império. Ao menos isso.A Russia já se apercebeu que com o fascismo que desponta nos EUA nada está seguro

        • Carlos Carapeto diz:

          “O que tem o cú a ver com as calças? O que tem a ver com os EUA a maneira como os emigrantes em Portugal (que são cada vez menos) são tratados?”

          Prefere este tipo de linguagem?

          Tem tudo a ver, não há distinções. Ou está a tentar convencer-me que os imigrantes nos EUA são tratados de maneira diferente que em Portugal?

          Com este comentário acabo de confirmar definitivamente que Vc politicamente é uma pessoa doente, muito doente.

          A febre provocada por essa doença leva-o a recorrer à mentira descarada.

          As trafulhices que escreve desprestigiando os comunistas e elogiando o imperio provam que é um mitómano compulsivo. Vc não tem capacidade nem conhecimentos para dialogar, só sabe mentir. Mente como uma criança aterrorizada.

          Não seja charlatão responda sobre aquilo que escrevi acerca dos crimes praticados por os Yanques no seu próprio território.

          Vá aparecendo por aqui que ainda temos que ajustar continhas sobre o Camboja.

          Como escreveu Robert Fisk acerca de Bush, gosto de esmagar patifes.

    • Carlos Carapeto diz:

      “Com tantos supostos defeitos que os EUA têm (ao contrário das virtudes dos paraísos como Cuba, Coreia do Norte ou a antiga URSS),”

      Supostos defeitos? Autênticos, verdadeiros, confirmados! Tem duvidas?

      Ignora que o primeiro país que instituiu leis eugénicas, recorreu à esterilização compulsiva, proibiu casamentos inter raciais foram os EUA? Isto até 1967, já o “tenebroso” Estaline tinha morrido havia mais de uma década.

      Também não sabe as razões porque Rosa Parkers ficou conhecida mundialmente? Foram as mesmas que deixaram o Estado do Alabama reduzido a cinzas em 1968. Só assim terminou a segregação racial nesse país que defende não ter defeitos.

      Também não sabe como é tratada a população Índia ainda hoje? Vive em reservas como o gado! Além de durante muitos anos terem sido submetidos a experiências médicas idênticas às que os nazis efetuaram nos campos de extermínio.

      Quanto Cuba. Era maravilhoso os Cubanos viverem ao mesmo nível dos Haitianos, Hondurenhos , Paraguaios e outros?

      Coreia do Norte. Fazia um jeitão do caraças transferir os 40 000 soldados Americanos estacionados na Coreia do Sul para as fronteiras da China e da Rússia, colocar umas quantas baterias DAM e Patriot à vista da principal base Russa do Pacifico e Pequim mesmo ali à mão de semear?

      Os Norte Coreanos são maus por impedir que isso aconteça, não é por mais nada.

      Tal como Lukashenko da Bielorrussia está a impedir que as tropas da NATO estacionem a menos de 500 Km de Moscovo.

      URSS? E o afundanço que aquela ( Mer…. ) sociedade deu não se fala?

      Sabemos muito bem porquê.

      Porque o capitalismo participou ativamente na destruição do país, é responsável por a desarticulação desastrosa do modelo económico e social instituído, nunca em tempos de paz se verificou um descalabro de tamanhas proporções, os danos foram superiores aos provocados por a invasão nazi durante a II GG.
      Passados vinte anos após a instauração do capitalismo, nenhum daqueles países alcançou o nível de desenvolvimento de 1991. Portanto são crimes que jamais podem prescrever.

      Foram os países capitalistas que ajudaram a provocar o caos social, económico e de desenvolvimento generalizado, mergulhando milhões de pessoas na miséria extrema, no atraso e no subdesenvolvimento.

      Contribuíram para que ditadores déspotas usurpassem o poder, os países capitalistas disponibilizaram somas astronómicas a bandos de mafiosos e a politicos corruptos para se apoderarem das riquezas do país, porque sabiam que a “aplicação” desse capital no futura lhes era bastante proveitosa.

      Por isso mesmo os órgãos de informação burgueses raramente abordam o assunto. Sabem a desgraça que provocaram.

      • LGF Lizard diz:

        O comunismo acabou porque era um sistema podre, falido e impossível.

        Avabou em todos os países onde foi experimentado pela simples razão que não funciona. E onde foi experimentado, tal experiência custou milhões de vidas humanas.

        Lá por vocês quererem viver em ditadura, tal não quer dizer que a maioria dos outros o o queira.

        O caixote de lixo da História registará o século XX como um dos mais mortíferos. As experiências ideológicas do nazismo e do comunismo mataram milhões.

        • De diz:

          Lizard vossemecê endoidou.
          O comunismo acabou ? Sério?

          E acabou em todos os países em que foi experimentado?

          Ó liizard e ainda quer vossemecê que o levem a sério.
          É igmorância, burrice, sionosmo ou equivalente?
          Uma dica para ver se atina.Ainda nenhum país “experimentou” o comunismo
          🙂

          O século XX registará muita coisa entre as quais os crimes do nazismo e do fascismo .Do capitalismo em geral.Também dos crimes bem menores cometidos pelos que os combatiam
          E é bom não esquecer dos vastos crimes do nazi-sionismo.

          Já ouviu falar das relações directas e indirectas de amizade e cumplicidade entre o sionismo e o nazismo?
          :Um horror.Um verdadeiro horror

          • LGF Lizard diz:

            “Ainda nenhum país “experimentou” o comunismo”
            Claro que não. A destruição que o caminho para o comunismo provoca impede a chegada do comunismo… 🙂

            “E é bom não esquecer dos vastos crimes do nazi-sionismo.”
            Sionismo conheço, “nazi-sionismo” não.
            Não discuto termos idiotas empregues pela extrema-esquerda anti-semita.

            “Já ouviu falar das relações directas e indirectas de amizade e cumplicidade entre o sionismo e o nazismo?”
            Conheço bem melhor as relações de amizade dos palestinianos com o nazismo.
            Para o De ver, é procurar pelo Mufti de Jerusalém.
            Verá umas fotos bonitas do líder palestiniano com os nazis.
            Verá as (nada) secretas ideias do líder palestiniano em como lidar com os judeus. Que não diferem em muito das ideias dos árabes em geral e dos palestinianos em particular.
            Curiosamente, ideias que em nada perturbam a extrema-esquerda… que apoia, pactua e comunga dos mesmos ideais.

          • De diz:

            LLizard.
            ““Ainda nenhum país “experimentou” o comunismo”.
            Pois não. Mas quem disse que “o comunismo acabou” foi vossemecê.Agora diz que “pois não”?

            Deixe de ser cobardolas e assuma o que diz

          • De diz:

            Nazi-sionismo existe pois.
            Pode não gostar porque o termo só por si permite identificá-los bem

            Em homenagem também ao Carlos Vidal que faz aqui falta mais os seus posts que estoiravam com a hipocrisia oficial:
            NAZI-SIONISMO – nunca um termo foi tão apropriado (apesar do título, este post é apenas isto: alguma coisa contra a Alemanha, mas tudo, mesmo tudo, contra Israel, estado ilegal e pária)
            – See more at: http://5dias.net/2012/06/04/nazi-sionismo-nunca-um-termo-foi-tao-apropriado-apesar-do-titulo-este-post-e-apenas-isto-alguma-coisa-contra-a-alemanha-mas-tudo-mesmo-tudo-contra-israel-estado-ilegal-e-paria/#sthash.5gkfEIBr.dpuf

          • De diz:

            Ora bem.Vamos então documenter-nos sobre o nazi-sionismo,um tema que os sionistas tentam a todo o custo esconder , utilizando todo o seu potencial mediático para o efeito.

            Acuerdo “Ha’avara” SIONISMO/NAZISMO: Dos caras de la misma moneda genocida.
            «Heskem ha’avara» en hebreo, o “Acuerdo de Traslado – Transferencia-” firmado en 1933, entre el Sionismo y la Alemania nazi para facilitar la emigración de judíos a la Palestina ocupada en aquellos momentos por el Imperio británico.
            Este acuerdo concluido en 1933 después de tres meses de negociaciones y que permaneció oculto durante tres décadas, permitió el traslado y transferencia de más de 55.000 Judíos y 100 millones de dólares (casi 1.700 millones de 2009)[ a Palestina, con la condición de que las organizaciones sionistas pusieran fin a su boicot económico de la Alemania nazi, una táctica potente que amenazaba con debilitar el gobierno de Hitler, sólo en su primer año en el poder.

            La Ha’avara era una compañía comercial creada por la Organización Sionista Mundial que tenía como misión comerciar con los nazis. El convenio se celebró con la intención de trasladar a los judíos hacia Palestina con sus familias y bienes, a razón de 1000 libras esterlinas en divisas por emigrante (15.000 reichmarks, “Marco Imperial”, moneda de 1933. En ese periodo una familia de 4 personas podía vivir un año por 300 libras) bienes por valor total de 20.000 marcos. y otros equipos industriales alemanes.

            La Organización Sionista Mundial recibió permiso para organizar en territorio alemán alrededor de 40 centros de adiestramiento profesional y rural para los futuros emigrantes a Palestina. El gobierno nazi puso a su disposición granjas y otros medios.

          • De diz:

            En octubre de 1933, la línea marítima alemana más importante, la Compañía Naviera Hamburgo Sud América, implementó un servicio directo desde Hamburgo a Haifa. En un discurso realizado ese año, Hitler destacó el Acuerdo de Traslado y los beneficios que significaban para la comunidad hebrea

            Entre 1.933 y 1941 emigraron de Alemania unos 304.500 judíos, de los cuales 65.000 se fueron a Palestina, que era mandato británico con mayoría árabe–palestina, el resto a EE.UU., Gran Bretaña, Francia, Argentina etc.

            En 1934, para conmemorar el viaje del barón Leopold Itz Edler von Mildenstein (alias LIM) a Palestina, Goebbels se entusiasmó tanto con el proyecto de estos pioneros judíos que mandó acuñar una medalla conmemorativa que, en el anverso figuraba la estrella de David y en el reverso la cruz gamada. Del lado de la estrella decía en alemán: EIN NAZI FÄHRT NACH PALÄSTINA (Un nazi viaja a Palestina); y del lado de la svástica, UND ERZÄHLT DAVON IM ANGRIFF (Y se publica en “Der Angriff”. – Periódico de Goebbels-)

          • De diz:

            Este no fue el único pacto que los sionistas propusieron a los nazis. Yitzhak Shamir fue uno de los sionistas que en 1.941 contactó con Hitler y le hizo una propuesta un tanto extraña. La iniciativa sionista consistía en la formación y entrenamiento en Europa de la organización militar internacional NMO = “Irgun Zwai Leumin”, (“famosa” por los actos terroristas contra el mandato británico después de 1.945). Esta organización terrorista constituyó el núcleo inicial de lo que más tarde sería el Ejército israelí IDF. La documentación sobre este acontecimiento está celosamente guardada en los archivos de Alemania con el núm. E 234158, de fecha 11-1-1.941.

            La ideología nazi alemana por tanto se TRANSFIERE también con “Ha’avara” desde los mismos comienzos de la colonización y después con la formación del estado sionista de Israel, necesitando necesariamente para su fortalecimiento y expansión territorial -Gran Israel- , decenas de miles de colonos, muchos de ellos obligados por la connivencia y los acuerdos alcanzados entre los Jerarcas nazis y sionistas en los primeros años.

          • De diz:

            El Secretario de Estado del Ministerio del Interior del Reich, Wilhelm Stuckart declaró en su momento:

            «No hay duda de que el procedimiento Ha`avara ha hecho la mayor contribución a la construcción tremendamente rápida de Palestina [Israel sionista]. El procedimiento no sólo se plasmó gracias a las grandes sumas de dinero [de Alemania] sino que también suministró a los hombres más inteligentes entre los inmigrantes y, por último, abasteció con las máquinas y los equipos industriales necesarios también de Alemania.»

          • De diz:

            Mufti de Jerusalém? Qual?
            Mufti al-Hussein? Hummmm Viu-me a defendê-lo? Ficava bem ao lado de certos personagens já citados.
            Não ,de facto em geral não gosto de lideres religiosos sorry

          • De diz:

            “recuso(-me) a entrar em contas de mercearia macabras, mas tem havido uma política sistemática, desde 1948, de agressão planeada sobre o povo palestiniano, com o simples intuito de o expulsar da sua terra, de forma a permitir a ocupação israelita. Nesse processo de agressão, foram aplicadas várias metodologias, entre as quais o massacre de populações inteiras, o que, a longo prazo, nos permite definir o que se passa na Palestina como um genocídio, mais ou menos premeditado, depende das circunstâncias. Também não gosto de traçar uma linha de continuidade absoluta entre o nazismo e o sionismo, mas o facto de não haver uma indústria do genocídio em Israel, como havia na Alemanha, não nos permite fechar os olhos à existência de um massacre continuado na Palestina, ao longo de mais de 60 anos.

            Ademais, que o nacional-socialismo e o sionismo nasceram no mesmo berço ideológico etno-nacionalista, disso não há dúvida. Há inúmeros estudos sobre isso, é uma questão de pesquisar um pouco sobre o assunto, em vez de nos insultarmos e repetirmos inúmeros lugares-comuns sobre o tema.”

            Tiago Silva

        • Carlos Carapeto diz:

          Será que pretendia dizer Marxismo?
          Não acabou e muito menos está morto, na medida em que o capitalismo não está interessado em erradicar as razões que lhe dão vida. Mantêm-se todas as condições sociais, económicas e politicas para que continue a viver e resistir.

          O capitalismo com as suas contradições e as suas crises sistemicas nos momentos de maior aflição recorre a métodos puramente Marxistas na tentativa de adiar a sua morte anunciada, tem acontecido com a atual crise.

          O Estado intervir diretamente na economia nacionalizando empresas se não são métodos da teoria económica do Marxismo, então o que é?

          O capitalismo para onde vai leva sempre o progresso, paz, desenvolvimento e prosperidade? Isso é não ver nada ou então é pensar que vê mais que todos.

          Sabemos o que é a vossa democracia, começa e acaba no dia das eleições, a maioria das vezes com menos de 50% de participação.
          Neste sistema caduco e impróprio para consumo social em que se revê o único direito reservado à maioria do povo é legitimar quem o deve explorar.
          Porque no que respeita a outros direitos já não faz parte dessa dita democracia

          Isso não é democracia e muito menos garante liberdade.
          Pode falar-se em democracia quando são negados à maioria da população os direitos mais elementares para viver condignamente? Saúde, ensino, cultura, habitação, proteção na infância e velhice.

          “As experiências ideológicas do nazismo e do comunismo mataram milhões”.

          Suponha-mos que é como diz. E se aconteceu foi por as mesmas causas? Talvez me queira convencer que o capitalismo tem as mãos limpas.

          Lembre-se de Dresden, Hamburgo, Hiroxima, Nagasaki, a destruição da Coreia, Vietname, do apoio a Sadan Hussein na agressão contra o Irão, a Bin Laden, a grande fome de Bengala, o genocídio dos Indios, a participação do genocídio do povo Timorense, a orgia de sangue na Indonesia, Pinochet. a guerra suja na Argentina, a Operação Condor que espalhou a morte e o terror de um extremo ao outro da América Latina. A segregação racial na sede do império, o apoio ao regime racista na África do Sul

          Chega?

          O Camboja fica para ajustar-mos contas noutra ocasião.

          E é assim tão fracote nesta coisa da politica para não saber distinguir entre comunismo (socialismo) e nazismo?

          Dedique-se a ler e estudar porque é a única forma de destruir essa ignorância.

  8. De diz:

    Depois é de uma pobreza confrangedora a necessidade de Lizard recorrer a Cuba, a Coreia à ex-URSS como justificação para.
    As realidades são tão diferentes como as realidades da emigração o são.E as realidades parece que estão a mudar para desconforto ( e irritação) de Lizard.
    Os fluxos migratórios fazem-se de acordo com critérios,múltiplos e plurais. Parece que Angola vê crescer um caudal imenso de portugueses em fuga do terriórino nacional.
    O pobre do lizard precisará de modificar o seu discuro feito à pressa.A demagogia barata e de direita tem destas coisas.Confunde a nuvem por Juno

    Ei…! Lizard…a Historia não acabou ainda…
    🙂

    • Carlos Carapeto diz:

      Não me ocorreu lembrar ao Lizard o “sonho” Angolano para milhares de Portugueses que fogem ao desemprego e à miséria.

      O grande problema da criatura é não ter aprendido ainda que a verdade resiste ao tempo e à mentira.

      • LGF Lizard diz:

        Não é o MPLA, o partido que governa Angola desde a independência, um partido marxista, com direito a tenda na “Festa do Avante”?

        Angola, outro paraíso marxista desde a independência.

        • Carlos Carapeto diz:

          Consegues explicar a razão porque os Portugueses emigram para lá em massa?

          Vão à procura do sonho Marxista?

        • De diz:

          Mas, mas ,mas…
          Angola não é o destino de tantos e tantos portugueses?
          A estória da emigração está um pouco mal contada
          🙂

          • Carlos Carapeto diz:

            O fenómeno migratório tem a ver apenas com as necessidades dos seus intervenientes.

            Quer sejam humanos ou de qualquer outra espécie. Procura de alimentos, clima, espaço, etc.

          • De diz:

            Isso mesmo caro Carlos.
            Por isso mesmo o sarcasmo ao comentário de Lizard

    • LGF Lizard diz:

      Para Cuba ou para a Coreia do Norte ninguém emigra…… e quem lá vive pira-se de lá.

      Azar, De.

      • Miguel diz:

        Parabéns, LGF Lizard, por todos os comentários emitidos neste post.
        Pelo feito, deveria-lhe recomendar um “pin” com a bandeira dos Estados Unidos da América.
        Fica a ideia de um poster, onde está o LGF Lizard, todo sorridente, com uma t-shirt a dizer “I love USA” e o seu amigo Obama, ao lado esquerdo, com um sorriso satânico e uma mão esquerda a fazer-lhe um “malocchio” por cima da sua cabeça.

      • Carlos Carapeto diz:

        No entanto para o Haiti é um corrupio de imigrantes a tentar entrar.

        E para as Filipinas não há números que avaliem o fluxo de imigrantes que arribam àquele país.

        E se for para viver neste “resort” .

        Se isto fosse na Coreia do Norte já o Lizard espumava baba venenosa até ao chão.

        Só por a formosura das mulheres Coreanas vale a pena viver naquele país.

      • De diz:

        Azar De?
        Este anda perdido.
        Azar porquê?
        Vossemecê pelo estilo andou a estudar lá nos states e provavelmente é criacionista.
        Isto explica muita coisa mas não tudo
        🙂

        Quanto a Cuba parece que está equivocado.Parece que recebe mais de 2 milhões de turistas.E não é que há quem queira ficar?

        Uma delas foi a filha do Silva Pais , aquele director sinistro da Pide
        (Parece que também filo-sionista)

      • De diz:

        Azar mesmo o seu lizard.

        Confunde fluxos migratórios e esconde-se atrás de Cuba e da Coreia.Para tentar proteger os EUA.
        Que vergonha

        E mesmo assim não consegue…
        Isso é que é mesmo azar
        🙂

      • carlos Carapeto diz:

        As condições de vida de um país avaliam-se apenas por receber imigrantes?

        Partindo desse principio temos que admitir que a África do Sul no tempo do apartheid era o melhor dos paraísos sociais?

        Angola igual? Só por receber imigrantes aos milhares somos forçados a aceitar que não existem quaisquer problemas!

        A Grécia também continua a braços com um afluxo maciço de imigrantes?

        É uma forma reducionista de avaliar o fenómeno da imigração, esvaziada de rigor técnico (como se soubesse o que é) comprovadamente tendenciosa com o objetivo único de enaltecer os “valores” do capitalismo, dos EUA em especial.

        Cuba não recebe imigrantes, mas recebe milhares de jovens sem recursos de outros países, para estudar gratuitamente nas suas universidades. Por outro lado envia milhares de médicos para salvar vidas em cerca de cem países, incluindo Portugal.

        Quanto à ladainha sobre a Coreia do Norte o cerne da questão reside no facto de até hoje ter tido a nobreza de enfrentar as hordas capitalista sem vacilar. O problema ali não são direitos humanos, porque se tivessem preocupados com isso tinham muito por onde começar.

        O problema é de domínio territorial, controlo de uma zona com um alto valor estratégico para o domínio global.

        Se estavam interessados na democracia por que motivo se recusaram a cumprir o que ficou acordado na conferencia de Potsdan . Eleições livres.

        Pelo contrário logo em Outubro de 19145 ocuparam a parte sul da peninsula Coreana. Os Soviéticos retiraram as tropas da parte norte.

        Na Indochina foi precisamente igual, rasgaram os acordos de Genebra.

        Mas sobre a situação na Coreia do Norte o melhor é ouvir o que este este senhor aí em baixo tem para dizer.

  9. De diz:

    Mais uma prova terrível do carácter abjecto dos EUA:
    Posguerra química en Irak: “indescriptible” aumento de niños con malformaciones
    Los doctores y las familias afectadas atribuyen el crecimiento catastrófico de estas enfermedades y muertes al fósforo blanco y uranio empobrecido usado por las tropas estadounidenses durante los bombardeos de Faluya en 2004, cuando la ciudad fue escenario de un encarnizado enfrentamiento entre las tropas estadounidenses y los insurgentes iraquíes.
    Fisura palatina, cabezas enormes, extremidades malformadas, ojos, orejas y narices deformes. La doctora ha consignado casos tan extremecedores como el de un niño con un solo un ojo en el centro de su cara, niños sin órganos o con órganos internos fuera del cuerpo, o el de una criatura con forma de rana en la que “todos los órganos abdominales están intentando salir del cuerpo”.

    http://actualidad.rt.com/actualidad/view/103131-irak-armas-quimicas-defectos-ninos

    Afinal as armas químnicas foram utilizadas pela soldadesca americana a mando dos seus patrões.

    • Carlos Carapeto diz:

      Eles encontram sempre justificação para essas atrocidades.

      Quando são confrontados com as evidencias, provadas e testemunhadas, como resposta usam a mentira e a falácia rasteira sem qualquer base ou testemunho documental.
      Disputam entre eles olimpíadas matemáticas macabras com o intuito de ver quem consegue alcançar as cifras mais fantástico de vitimas praticado por o adversário

      Não permito nem tão pouco tolero, que os meus adversários políticos de forma oportunista obtenham dividendos à custa de vitimas inocentes.
      Se estavam inocentes e foram vitimas de ações criminosas (não interessa quais) devem merecer todos o mesmo respeito, ser tratadas por igual.

      Perante esta situação quando alguém não consegue provar-me aquilo que diz, não estou com rodeios chamo-lhe aldrabão.

      É uma forma digna de respeitar essas vitimas.

      Se foram praticadas por aqueles que estão do nosso lado temos que ter a hombridade de assumir essa responsabilidade, com verdade e rigor.

      Por exemplo; quando um agente da burguesia me confronta provocatoriamente com o caso Katyn, não me resta outra alternativa que lembrar-lhe Babi Yar.

      O massacre de Fallujah por a desumanidade com que foi praticado continua atual, convém ser lembrado insistentemente. àqueles que ainda apoiam a agressão criminosa ao Iraque.

      Não foram a penas mortos combatentes adversários, assassinaram milhares de civis inocentes, ainda hoje se desconhece o numero exato. Além de ter provocado um numero indeterminado de refugiados.

      O mais grave de tudo ainda são as consequências provocadas no meio ambiente e saúde publica por o uso de armas químicas proibidas nas convenções internacionais e a utilização de uranio empobrecido que vai continuar a provocar problemas por algumas décadas.

      • Miguel diz:

        Sobre Katyn, também o caso de soldados italianos mortos por ordem de Patton. Convém também recordar a guerra entre a Polónia e a União Soviética, em 1920 e o número de oficiais soviéticos mortos pelo exército polaco, conotado com a aristocracia conservadora.
        Mais recentemente, no Iraque, o número de civis mortos por “marines” apenas por brincadeira, como o caso de uma patrulha que abateu tudo o que passou numa estrada, à sua frente. O filme apareceu no you tube, mas foi retirado.

        • Carlos Carapeto diz:

          Sobre o caso Katyn o próprio presidente Polaco reconheceu que tinha sido um ato de vingança por a morte de milhares de prisioneiros Soviéticos às mãos dos Polacos.

          http://sp.rian.ru/international/20090901/122932496.html

          Pior que Katyn foi isto

          .http://pt.wikipedia.org/wiki/Babi_Yar

          No entanto os inimigos da URSS não se dignam denunciar esta monstruosidade praticada contra civis indefesos.
          Considero uma falta de respeito para com as vitimas, todas as vitimas sem exceção, quando os inimigos da URSS se referem a Katyn omitindo despudoradamente o crime de Babi Yar de proporções mais terríveis.

          Pretendem tirar dividendos políticos à conta das vitimas, como se as vitimas do lado deles fossem mais importantes.

          • LGF Lizard diz:

            Fazes bem lembrar Babi Yar.

            Katyn e Babi Yar são a expressão máxima do que as duas mais assassinas ideologias da História (comunismo e nazismo) são capazes.

            Mas falhas quando mencionas Babi Yar em relação a Katyn.

            “Considero uma falta de respeito para com as vitimas, todas as vitimas sem exceção, quando os inimigos da URSS se referem a Katyn omitindo despudoradamente o crime de Babi Yar de proporções mais terríveis.”

            É que dás um tiro nos pés. Vais comparar os crimes nazis com os crimes do comunismo?
            Acho bem. Tanto uns como outros cometeram crimes contra a Humanidade.
            Só que os nazis foram condenados… enquanto que os criminosos comunistas nunca o foram, Aliás, até lhes batem palmas….

            “Pretendem tirar dividendos políticos à conta das vitimas, como se as vitimas do lado deles fossem mais importantes.”

            Errado. Apenas se demonstra a crueldade do sistema comunista.
            Katyn é mais uma amostra das monstruosidades cometidas na URSS.

            Por isso, o comunismo e o nazismo estão bem um para o outro.
            Ambos assentam na negação dos direitos dos indivíduos e na sua subjugação ao sistema reinante.
            Felizmente, tanto um como o outro fazem parte do caixote do lixo da História.

          • De diz:

            Lizard
            Babi Yar local de um dos maiores massacres de judeus e civis da então União Soviética pelos nazis, durante a II Guerra Mundial.(cerca de 100 000)
            Nani Yar foi a expressão do ódio selvagem nazi contra os povos eslavos, judeus e ainda por cima comunistas.
            Mais tarde os sionistas tomaram nas mãos o legado nazi e apressaram-se a repetr alguns dos métodos dos seus verdugos.
            Quem diria tal?

            Fica confirmado que entre comunistas e nazis não pode haver qualquer compromisso. Fica confirmado que entre sionistas e nazis os pontos de contacto são mais parecidos do que desejaria lizard
            Fica comprovado que os dois principais males do século foram o nazismo e o sionosmo

  10. Miguel diz:

    Não sei se já alguém leu sobre o plano “Charioteer”…

    Este plano previa o lançamento de 133 bombas atómicas em 70 cidades da antiga União Soviética, oito delas a explodir em Moscovo. Os Estados Unidos achavam, na altura, que mesmo depois do ataque em cadeia, a ex-URSS ainda seria capaz de resistir durante dois anos, mas um segundo tratamento a aplicar ao resto do território com 200 novas bombas atómicas resolveria a guerra com a ex-URSS.

    O plano foi desenhado em 1948.

    Como é lógico, muitas abominações “made in USA” vieram depois disso, tais como os bombardeamentos no Vietname e no Cambodja, ou o lançamento de duas bombas de neutrões no aeroporto de Bagdade, em 2003 que eliminaram a famosa guarda republicana de Saddam Hussein.

    Estes e outros factos, assim como o despejo de resíduos nucleares no oceano Atlântico e Pacífico que o exército americano continua a esconder, são aquilo que podemos esperar de uma nação sem história e sem cultura, baseada no genocídio e no racismo.

    Alguém uma vez me perguntou qual a diferença entre o império romano e o império norte-americano. Uma boa resposta está no filme “The Life of Brian” e a célebre pergunta, “what did the romans do for us?” Se os romanos construíram, os americanos destruíram.

    • Carlos Carapeto diz:

      Tratava-se da ” operação Dropshot” consistiu no plano mais criminoso e macabro até hoje imaginado por o ser humano, se tivesse sido executado os crimes nazis representavam uma bênção paroquial em comparação com esta monstruosidade.

      Foi apenas conhecido nos finais dos anos 90. Não foi levado à prática porque na altura a aviação imperialista não tinha capacidade de cobrir todo o território Soviético.
      No ano seguinte os Soviéticos dotaram-se da arma nuclear. Mesmo assim não desistiram dos planos.

      Em 1952 os americanos ensaiaram a primeira bomba de hidrogénio no pacifico, não era uma bomba era uma máquina com 70 toneladas de peso impossível de deslocar. No ano seguinte os Soviéticos também ensaiara a bomba H mas lançada de uma aeronave (com utilização prática) e em 1961 ensaiaram na Nova Zembla (extremo norte) o engenho atómico mais potente até hoje experimentado, que fez vibrar todo o planeta.

      A partir daí desistiram definitivamente da ambicionada destruição da URSS.

      Mas antes desse plano de puro banditismo, existiu um outro plano para atacar a URSS.

      Que foi a operação “O impensável” e também não levaram à pratica porque a correlação de forças era favorável à URSS.

      http://en.wikipedia.org/wiki/Operation_Unthinkable

      ( aqui é contado por eles, os Sites Russos explicam melhor os meandros das coisas)

      Era feito com a participação do exercito nazi.
      Muitos historiadores já levantam duvidas se Hitler não estava a par da situação. O exercito Alemão rendia-se no ocidente e resistia ferozmente no leste.

      Esta tramoia também foi conhecida há poucos anos.

      O capitalismo está atolado em imundície. Por saber disso é que não dou tréguas aos sicários desse sistema. Nem aqui nem em qualquer parte.

      • Miguel diz:

        Obrigado, Carlos Carapeto.
        Também deve estar informado dos planos de Patton para conquistar Moscovo em 30 dias (ainda a guerra não tinha acabado), com a ajuda dos soldados nazis. Já para não falar do massacre que Patton fez em Itália, ao abater soldados italianos que se rendiam. Não sei quantos foram, mas é sempre bom recordar estes factos.

  11. Dezperado diz:

    Depois de ler o interessante debate aqui, com comentarios para todos os gostos, chego à seguinte conclusão: que não gostem dos EUA, tudo bem, tambem não é país que goste….Mas para “atacar” os EUA, chegam ao cumulo de dizer que a URSS foi destruida pelo capitalismo, acho exagero. Podem dar as voltas que quiserem….mas sobre o comunismo, é impossivel apagar os factos:

    “De acordo com os cálculos da organização, o número de mortos pelos regimes comunistas em todo o mundo é de mais de 100 milhões. A China lidera o ranking, com o número estimado de mortes de 65 milhões de pessoas. Em seguida, aparecem União Soviética, 20 milhões; Camboja, 2 milhões; Coreia do Norte, 2 milhões; países africanos, 1,7 milhão; Afeganistão, 1,5 milhão; países comunistas do leste europeu, 1 milhão; Vietnã, 1 milhão; América Latina, 150 mil; entre outros.”

    http://www.globalmuseumoncommunism.org/

    • Miguel diz:

      Os EUA pagaram a muitos elementos da ex-URSS para minarem a própria URSS. Toda a gente bem informada sabe isso. Se quiser mais factos, há que ler Henri Alleg e o seu livro «O Grande Salto Atrás» que não é parcial.
      Sobre os números, duvido muito da propaganda capitalista. Eles fala de mortes aos milhões, mas se quiser um número em relação aos filipinos que os EUA abateram na guerra do princípio do século XX, também existem; tal como o de indonésios comunistas mandados abater por ordem dos EUA (1965).
      Toda a gente que se informa e se esclarece sabe disto.

      • LGF Lizard diz:

        “Não acabou e muito menos está morto”
        Se não está, parece.
        Mesmo com a pior crise económica desde 1929, a votação nos partidos comunistas é o que é.
        Ou seja, o povo não passa cartão aos vossos ideais.

        “O Estado intervir diretamente na economia nacionalizando empresas se não são métodos da teoria económica do Marxismo, então o que é?”
        É uma treta.
        O Estado não deve salvar bancos. E deve combater e taxar bem alto a especulação.
        Estamos como estamos porque se desregulamentou o sector financeiro, permitindo que o capitalismo financeiro tomasse conta do sistema.
        Os países onde se cresce economicamente são aqueles onde o capitalismo industrial ainda existe.

        “Pode falar-se em democracia quando são negados à maioria da população os direitos mais elementares para viver condignamente? Saúde, ensino, cultura, habitação, proteção na infância e velhice”
        Liberdade de expressão, liberdade de reunião, liberdade religiosa, liberdade de associação política e sindical, liberdade económica, liberdade de manifestação….
        Isso são liberdades que já se sabe que para vocês não contam.

        “Dresden, Hamburgo”
        Bombardeamentos na 2ª Guerra Mundial… nem melhores nem piores do que os bombardeamentos de Londres, Coventry ou Roterdão.

        “Hiroxima, Nagasaki”
        Com meio milhão de baixas, os japoneses renderam-se.
        Se a invasão americana tivesse ido por avante, teriam morrido 1 milhão de americanos e milhões de japoneses.
        Bem vistas as coisas, até salvou vidas.
        Salvou a vida de japoneses e americanos. Salvou as vidas dos habitantes dos países ocupados pelos japoneses. Salvou as vidas dos prisioneiros de guerra.

        “a destruição da Coreia, Vietname”
        As guerras são para vencer.
        Ficar em 2º lugar não interessa.

        “do apoio a Sadan Hussein na agressão contra o Irão”

        “a Bin Laden”
        Os americanos não apoiaram Bin Laden.
        Os americanos deram os recursos ao ISI. O ISI apoiou as facções afegãs e os combatentes estrangeiros que bem entendia.
        Admira-me que você dê calinadas como esta. Como se diz culto e sabedor, deveria saber isto.

        ” a grande fome de Bengala”
        Fome na 2ª Guerra Mundial.
        Mas para fomes, o Holomodor ucraniano e a fome norte-coreana batem todos os recordes, sendo apenas ultrapassados pelo Grande Salto em Frente..

        “o genocídio dos Indios”
        Morreram mais de doenças do que em “genocídios” do homem branco.

        “a participação do genocídio do povo Timorense”
        Os americanos participaram do genocídio timorense? Bolas, e eu que pensava que tinham sido os indonésios a ter a ideia, a executá-la e a carregar no gatilho.
        Mas OK, já se sabe que os americanos são sempre os culpados. Ou por acção ou por inacção.

        “a orgia de sangue na Indonesia,”
        “.W. Brands wrote that the Johnson administration expressly refused to supply weapons for the mass killing of Indonesian communists.
        According to Robert Cribb, there is no evidence that the United States significantly increased the scale of the killings”

        “Pinochet”
        Golpe de estado feito pelo próprio, com apoio americano.
        O Allende deveria estar á espera de uma reação das forças armadas, especialmente depois que o general Schneider ter sido morto. Deveria ter nomeado um constitucionalista para comandante do exército, em vez de Pinochet.

        “a guerra suja na Argentina, a Operação Condor que espalhou a morte e o terror de um extremo ao outro da América Latina.”
        Feito pelos próprios, com apoio americano.
        E depois?
        O que estavam à espera? Que os comunistas não levassem chumbo?
        Eu contraponho com a violência exercida pelo Fidel após a revolucão, que levou muitos ao “el paredón”.

        “A segregação racial na sede do império”
        Eu contraponho com o racismo escondido existente na URSS… que, agora que vivem em liberdade, saiu do armário para a luz do dia.
        Onde o país que mais sofreu com os nazis é o mais nazis/extrema-direita tem.
        Tais ideias não apareceram do nada.

        “o apoio ao regime racista na África do Sul”
        E o apoio soviético aos regimes racistas angolano e moçambicano, que expulsaram os portugueses que lá viviam?

        Mas há mais.

        Lembro-me assim de repente da destruição da Hungria em 1956. Da supressão das revoltas alemãs e polacas de 1953. Da Primavera de Praga.
        Da invasão do Afeganistão.
        Do apoio a Saddam. Do apoio à Facção do Exército Vermelho alemão. Do apoio ao Sekou Touré.
        Do genocídio cambodjano, que só a invasão vietnamita parou.
        O Grande Salto em Frente e a Revolução Cultural.
        O Muro de Berlim.
        As deslocações forçadas de tchechenos em 1944.

        • Miguel diz:

          Muito obrigado pelo seu tratado de verdadeira ignorância.
          Estou convencido que fez um trabalho supremo em revelar nas coisas em que acredita. É um privilégio conhecer o seu repertório de anedotas. Então, a dos americanos acho verdadeiramente genial.
          Continue!

        • Miguel diz:

          Queria dizer índios americanos, mas escapou-me para a parte dos americanos. No fundo, dou-lhe total crédito pelos disparates. Genial.

        • De diz:

          Um comentário que permite revelar a verdadeira besta que existe num sionista.

          Lizard oscila entre a morte do comunismo e a sua ressurreição.Entretanto nota-se a sua preocupação.Até medo.
          Fala em votos? O coitado aonda não se apercebeu que o circo vai pegar fogo.

          Estanos onde estamos porque o capital está condenado a isto.Já nada tem para oferecer.Tem um big brother imenso que alguns canalhas apoiam daquela forma típica dos animais que rastejam.E tem mais fome,miséria,desemprego, desespero e guerra

          Percebe-se que a liberdade de expressão seja mais importante que o direito ao pão e à saúde e à educação e à cultura.É que a expressão da classe dominate está garantida smepre e os que os contestam têm um big brother a vigiá-los que é defendido por aquela camada de roedores que infestam os esgotos.
          Entretanto o povinho pode dizer até palavrões e ter liberdade religiosa …mas morrer de fome,na miséria ou na rua.Vivam, as liberdades à moda do capital.Este é o cenário que têm para oferecer.Pode-se não ter emprego mas podem-se chamar nomes ao néscio do capitalista.Pode-se morrer sem assistência médica..Mas pode-se rezar a missa debaixo das saias do rabi ou do cónego melo

        • De diz:

          “Dresden, Hamburgo”
          Bombardeamentos na 2ª Guerra Mundial… nem melhores nem piores do que os bombardeamentos de Londres, Coventry ou Roterdão.

          Eis a evidência.Os crimes dos ingleses e americanos na segunda grande guerra comparados aos crimes dos nazis.Desta forma clara e sem rebuço.
          A verdade é como o azeite.Vem sempre ao de cima.Pode é demorar mais do que o seria desejável

        • De diz:

          Mas vejamos mais de perto o que foram estes bombardeamentos de Dresden.Nem sequer vale a pena ir a um site revolucionário.
          O bombardeamento de Dresden foi um bombardeamento militar efetuado durante a Segunda Guerra Mundial pelos aliados da Força Aérea Real (RAF) e a Força Aérea do Exército dos Estados Unidos da América (USAAF) entre 13 e 15 de fevereiro de 1945. Em quatro ataques-surpresa, 1.300 bombardeiros pesados lançaram mais de 3.900 toneladas de dispositivos incendiários e bombas altamente explosivas na cidade, a capital barroca do estado alemão de Saxônia. A tempestade de fogo resultante destruiu 39 quilômetros quadrados do centro da cidade
          (repare-se na data.Fevereio de 1945!!!)
          Dresden era um marco cultural de pouca ou nenhuma significância militar, uma “Florença do Elba”, como era conhecida, e que os ataques foram um bombardeio indiscriminado e desproporcional aos comensuráveis ganhos militares

          Nas primeiras décadas após a guerra, estimativas de mortos chegavam a 250.000, número atualmente considerado absurdo. Uma investigação independente encomendada pelo conselho municipal de Dresden em 2010 chegou a um total mínimo de 22.700 vítimas, com um número máximo de mortos em torno de 25.000 pessoas.

          Em comparação direta com o bombardeio de Hamburgo em 1943, que criou uma das maiores tempestades de fogo provocadas pela RAF e a Força Aérea dos Estados Unidos, matando aproximadamente 50.000 civis e destruíndo praticamente toda a cidade, e o bombardeio de Pforzheim em 1945, que matou aproximadamente 18.000 civis, os ataques aéreos contra Dresden não podem ser considerados os mais graves da Segunda Guerra Mundial. No entanto, eles continuam conhecidos como um dos piores exemplos de sacrifício civil provocado por bombardeio estratégic

          Um crime de guerra, defendido desta forma abjecta (transcrita em cima) por lizard

        • De diz:

          Poderia imaginar-se que os estrategas dessem a prioridade aos objectivos industriais, e com efeito é isto que se lê na directiva emanada em Junho de 1943 do comité conjunto dos chefes de estado-maior anglo-americanos, confirmada dois meses depois pelo presidente dos Estados Unidos e pelo primeiro-ministro britânico na conferência de Québec. Mas foi o contrário que sucedeu. Apesar destas duas directivas a aviação aliada não deixou de se mostrar interessada pelo bombardeamento global de áreas e pelo massacre de civis, e logo em Julho e Agosto desse ano os bombardeamentos de Hamburgo visaram principalmente os habitantes e fizeram quarenta e cinco mil mortos . Mais tarde, nos últimos meses da guerra, a capacidade de concentrar poder destrutivo em alvos circunscritos, que serviu aos Aliados para atingir estabelecimentos fabris, foi usada igualmente para devastar os centros urbanos com uma eficácia sem precedentes e para chacinar a população civil em números sempre mais elevados . E embora em Setembro de 1944 o comité conjunto dos chefes de estado-maior insistisse que os bombardeiros procurassem instalações industriais, chegou-se afinal ao resultado prático oposto . Em Janeiro de 1945 o Ministério da Aviação britânico concebeu um novo plano de destruição sistemática dos maiores centros populacionais do Reich, executado nos meses seguintes pelas forças aéreas conjuntas no âmbito do supremo comando aliado, com o objectivo suplementar de agravar o caos económico perturbando os fluxos de refugiados e interrompendo o abastecimento alimentar. Quando a guerra terminou estavam reduzidas a escombros todas as grandes cidades alemãs, com um custo em vidas de civis calculado entre setecentos e cinquenta mil e um milhão . O mesmo sucedeu no resto da Europa ocupada pelos nazis. Em França a aviação aliada foi responsável pela morte de um número de civis superior ao provocado entre a população civil britânica pelos ataques da Luftwaffe [força aérea do Reich] . E durante o período de vigência da República Social Italiana [o reduto de Mussolini no norte da Itália sob a tutela directa das tropas germânicas] mais de cinquenta mil civis pereceram nos centros urbanos do norte da Itália sob os bombardeamentos aéreos aliados .

        • De diz:

          Um especialista da economia alemã do imediato pós-guerra descreveu com lógica rigorosa as consequências desta estratégia, considerando que «é um facto de importância capital, e que domina toda a economia alemã de hoje, que os bombardeamentos tivessem sido muito mais sensíveis sobre as cidades e os nós de comunicação do que sobre as forças produtivas». Ao analisar em seguida os diferentes graus de violência com que foram visados os vários ramos da indústria, este autor concluiu que «a indústria pesada, base essencial da indústria de guerra, saía do conflito menos atingida do que qualquer outra», e prosseguiu: «Esta situação das estruturas de produção, que foram relativamente poupadas, contrastava com as destruições muito mais graves dos meios de comunicação. […] Mas nenhuma ruína se comparava às das grandes cidades». As destruições de imóveis em Hamburgo, por exemplo, foram superiores às verificadas em toda a Grã-Bretanha, e não foi sequer essa a cidade que mais sofreu. «Os elos resultantes de interesses económicos ou financeiros passando por cima das fronteiras […] foram em alguns casos um factor de protecção, de que as imensas instalações da I. G. Farben, poupadas no meio das ruínas, oferecem em Frankfurt um exemplo ostensivo», escreveu aquele economista. «No mesmo sentido pôde exercer efeitos o desejo de proteger certas empresas na vanguarda do progresso técnico. Senão, como explicar, para citar apenas este exemplo, que a fábrica do Wiedia (aço especial, duro como o diamante “wie Diamant”), um dos motivos de orgulho da técnica alemã, tivesse sido a única intacta das fábricas Krupp em Essen, a duzentos metros de um campo de ruínas?». Recorrendo ao conveniente estilo retórico – «Como explicar esta fúria desencadeada sobre as cidades, mais do que sobre as fábricas?» – aquele autor encerrou o balanço com o cinismo de que os verdadeiros académicos são mestres: «viu-se que era sobretudo eficaz, para atingir uma indústria, visar o pessoal de preferência ao material» [30]. Escrevendo quase meio século depois, não foram diferentes as conclusões a que chegou outro especialista. «Os bombardeiros de longo alcance da RAF foram usados contra alvos civis e apagaram assim a distinção entre combatentes e não combatentes, colocando os operários fabris numa situação de perigo tão mortal como aquela a que se expunham as tropas de infantaria»

        • De diz:

          Não posso senão pasmar perante uma tão sábia divisão do trabalho. Enquanto davam aos nazis toda a latitude para massacrarem os judeus e o «bolchevismo judaico», os Aliados iam chacinando a população operária na Europa submetida aos nazis. Como poderiam alguma vez as democracias combater os fundamentos do Terceiro Reich?

          Fragmentos de um texto de João Bernardo no Passa Palavra

        • De diz:

          “Hiroxima, Nagasaki”
          “Com meio milhão de baixas, os japoneses renderam-se.”

          O à vontade criminoso como este lizard fala em meio milhão de mortos diz muito do que este é e do seu carácter, mais ainda do que o seu perfil ideológico.
          A morte de populações civis desta forma inqualificável é justifcada desta forma nojenta por lizard como…”salvadora de vidas”
          O império,perdão,os assassinos do império também dão um arremedo desta justificação, não indo tão longe todavia como lizard, que chega a insinuar que estas bombas até foram benéficas para o Japão.
          Um pequeno aparte para demonstrar que os sionistas costumam dizer tais anormalidades bárbaras e sem perdão

          “Japón anunció una protesta oficial ante Israel tras la polémica declaración del político israelí Daniel Seaman sobre los bombardeos nucleares de las ciudades de Hiroshima y Nagasaki.
          El jefe adjunto del Ministerio de Información de Israel comentó que los bombardeos atómicos de Hiroshima y Nagasaki se lanzaron “en represalia por la agresión de Japón” y que las ceremonias de recuerdo de las víctimas de la tragedia llevadas a cabo en estas ciudades a principios de agosto “tenían un tono de superioridad moral”

          http://actualidad.rt.com/actualidad/view/103099-israel-declaracion-hiroshima-nagasaki

          O crápula sionista face ao escândalo teve que ser suspenso temporariamente (curioso este temporariamente) do cargo de director de relações públicas do primeiro ministro de israel, Benjamín Netanyahu.

          http://actualidad.rt.com/actualidad/view/103099-israel-declaracion-hiroshima-nagasak

          Eles escolhem-nos bemi

        • De diz:

          Fala lizard da forma néscia de mercador da morte e de defesa dum dos maiores crimes da História que “teriam morrido 1 milhão de americanos e milhões de japoneses.”
          Os factos desmontam de uma forma dramática as baboseiras sem escrúpulos dos babosos servidores do império

          Quando a União Soviética declarou guerra contra o Japão em 8 de agosto de 1945 e conduziu a Operação Tempestade de Agosto, o Exército Imperial Japonês ordenou que suas forças na Manchuria lutassem “até o último homem”. Entretanto, em apenas três semanas, o Exército da URSS conseguiu destruir a força principal do Exército Imperial japonês que ocupava o norte da China e a Coréia, composta por cerca de 1 milhão de homens.

        • De diz:

          “Há 68 anos, a 6 e 9 de Agosto de 1945, as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki foram reduzidas a fogo e pó. Os bombardeamentos de Hiroshima e Nagasaki com armas atómicas são um elucidativo exemplo de terrorismo de Estado perpetrado pelo governo e forças armadas dos Estados Unidos da América e configuram um crime contra a humanidade. Nunca é demais lembrar que tal crime não correspondeu a qualquer estratégia militar para a vitória dos aliados na II guerra mundial. A rendição da Alemanha Nazi estava já assinada e a derrota militar do Japão era já um dado adquirido. Por mais que se tente mitigar esta verdade com alterações da História é impossível ocultar que a decisão do uso da arma nuclear contra civis serviu essencialmente para os EUA afirmarem o seu poderio militar e capacidade destruidora e para sinalizar uma política de crescente confrontação com a União Soviética.

          Jamais se conhecerá com exactidão o número das vítimas directas e indirectas desse hediondo crime, bem como jamais será possível conter nas palavras a verdadeira essência do horror vivido nesse e nos dias imediatos aos bombardeamentos, bem como nas décadas vindouras
          68 anos depois, enfrentam ainda, directa ou indirectamente, as consequências das radiações.”

          A morte de civis, de uma imensa maioria de civis não perturbou os mandantes dos crimes.

          Eliminar vítimas inocentes nunca perturbou o impéirio.Nem ontem nem hoje.

        • Carlos Carapeto diz:

          O debate para o Lizard e os outros que lhe seguem as pegadas, transformou-se naquela coisa trivial que faz lembrar as disputas infantis, ” a minha é maior que a tua” .

          Não é nesse tipo de arena que pretendo medir forças, isso seria rebaixar-me ao mesmo nível dessas pessoas.

          A minha consciência moral e a experiência que adquiri ao longo da vida e em particular o muito que vi e as longas distâncias que palmilhei durante quase vinte anos que andei fora de Portugal nas minhas andanças de imigrante, procurando lá fora aquilo que o meu país me negou , como dizia , a minha consciência moral e a minha experiência de vida não me permitem alinhar nesse género de vulgaridades.

          Isto não quer dizer que me afasto dos debates, continuarei a discutir com o mesmo interesse, fundamentando os meus argumentos em dados credíveis.

          Involuntariamente por alguns momentos deixei-me arrastar para o debate corriqueiro quando a discussão se centrou sobre a União Soviética.

          Não inventei nada daquilo que escrevi, nem copiei de qualquer livro negro, branco, prateado ou dourado.
          Pretendi isso sim; comprovar aos meus adversários que não era possível edificar a partir quase do zero um colosso industrial, social, militar, com um desenvolvimento tecnológico e cientifico daquelas dimensões sem técnicos altamente qualificados e uma população iletrada.

          Infelizmente constatei que o “senhor” Lizard está mais interessado em discutir a dialéctica dos contrários, despejando números avulso de duvidosa proveniência , nem rigor lógico.

          Interessa-lhe mais utilizar o chavão de que «o fim justifica os meios» nomeadamente no que concerne às acções dos Americanos «deixam de ser crimes se servem para a protecção e a extensão do “Mundo Livre” ».

          Por esta razão nem Lizard nem aqueles que partilham a mesma crença ideológica esperem da minha parte estabelecer uma participação amena .
          Infelizmente a história já provou os perigos que representa para a humanidade a ideologia que defendem.

          A comprovar aquilo que acabo de escrever estão algumas palavras que Lizard deixou num comentário anterior.

          Ou seja; revelou o seu genoma politico.

          Já lá vamos.

        • Carlos Carapeto diz:

          «LIZARD ESCREVEU »
          “ o apoio soviético aos regimes racistas angolano e moçambicano, que expulsaram os portugueses que lá viviam”
          “As guerras são para vencer.
          Ficar em 2º lugar não interessa”»

          Primeiro; pelas sequelas que herdei da guerra colonial, considero este comentário uma provocação .

          Segundo; quem usou e abusou da condição racial em África para dominar através da força e alcançar estatuto social? Quem foi?
          Terceiro; e qual o sentido das guerras? Será que os mais fracos não têm direito a viver em paz ou defender-se quando são agredidos?

          Estes dois comentários descodificam o seu genoma politico.
          Revelam as suas origens sociais e a sua condição burguesa de classe.
          Clarificam a ideologia em que se revê.

          Inconscientemente confessou aquilo que não tem tido a coragem de assumir.

          Que é um fascista tenebroso e um racista de primeiro grau.
          Depois ainda tem a pouca vergonha de comparar o comunismo ao nazismo?

          Fui levado para África para defender os interesses daqueles que executavam na prática aquilo que está a confrontar-me.
          Tive a lucidez de tentar compreender quem controlava a totalidade da riqueza produzida e quem beneficiava dela.

          Muitos jovens da minha geração perderam a vida numa guerra que nada tinham a ver . Vou contar-lhe um episódio que ainda hoje me atormenta.
          Vi um camarada meu, casado, com um filho, morrer crivado de balas a cerca de dois metros de onde me encontrava abrigado.
          Cai-mos numa emboscada em cunha (as chamadas emboscadas perfeitas, se em situações onde se perdem vidas houvesse alguma perfeição) atiramo-nos todos para o lado de onde vieram as primeiras rajadas, só que o grosso dos guerrilheiros estava do lado contrário, quando começamos a ser atacados do outro lado ficamos desabrigados contra uma barreira, gerou-se uma confusão que cada um fugiu para onde podia.

          Uns quantos abrigamo-nos atrás de uns troncos de árvores caídas que as máquinas arrancaram quando foi aberta a estrada, esse meu camarada tal como eu estava atrás de um desses troncos , junto a nós rebentou uma granada de RPG , eramos cinco, todos apanharam com estilhaços, eu fui no ombro, outros nas pernas , nos braços nas costas, não se safou um, esse cravou-se-lhe uma lasca de madeira no queixo, quando viu sangue entrou em pânico, começou a gritar , chamem o enfermeiro que eu vou morrer, já não vejo a minha mulher e o meu filho , e nós a gritar-mos não saias dai, não saias dai, ele em pânico, com medo de morrer, tentou saltar para junto de nós, o primeiro passo que deu em campo aberto foi logo atingido, veio morrer quase aos meus pés, sem poder fazer nada.

          As balas a baterem-lhe no corpo faziam um estalido igual às pressões de ar.
          Fiquei tão traumatizado que ainda hoje passados quarenta anos quando ouço um som idêntico fico sobressaltado de tal maneira que à noite tenho dificuldade em adormecer.

          É muito duro ter que carregar com este fardo por toda a vida. Estar a escrever isso aqui frente ao computador e as lágrimas teimosas não pararem de cair é duríssimo.

          Sabe porque perdeu a vida esse jovem com 22 anos e mais uma dezena de milhar ?

          Foi para defender os interesses de canalha racista da sua laia. Bandidos e energúmenos parasitas que viviam desafogadamente à custa da miséria imposta aos povos Africanos e do atraso endémico a que foi vetado Portugal por um regime fascista que despudoradamente se atreve tecer elogios.
          Por isso considero o comentário que me dirigiu uma provocação grosseira, uma afronta àqueles que perderam a vida inconscientemente na defesa da ideologia com se identifica.

          Por as sequelas que ficaram dessa maldita guerra a minha reacção ao seu comentário não podia ser outra, nem a partir de agora pode ser diferente.

          Não se esqueça que «o torniquete do tempo traz as suas vinganças»

      • Carlos Carapeto diz:

        Miguel.

        Conforme escrevi num comentário anterior, eles próprios não se entendem nas cifras “aterradoras” que fabricam.

        A propósito disso fui rever aquilo que dizem os autores dessas construções macabras, (Ellenstein, Wiles, Bettelheim, Glucksmann, Soljenitsin, Voslensky) disponho de bastante informação ” melhor; propaganda ” divulgada por esses “ícones” do anti comunismo.

        Hoje por falta de tempo não vou confrontar os que aqui estão a apresentar esses números fantásticos com aquilo que esses escreveram (começaram por referir alguns milhões o numero de deportados “sem falar em mortos” para acabar em 110 milhões de mortos só na URSS).

        A verdade existe e foi encontrada na consulta mandada fazer por Gorbachov aos arquivos Soviéticos e tornada publica já no tempo de Yeltsin no principio dos anos 90.

        Como não encontraram os números desejados, abafaram o assunto e continuam a insistir nas mentiras de sempre.

        http://www.hist-socialismo.com/docs/Mentiras%20sobre%20a%20historia%20da%20Uniao%20Sovietica.pdf

        A isto é que os nossos inimigos têm que responder. O resto é propaganda, são mentiras sem qualquer relevância.

        Se quiserem até podem alegar que os comunistas exterminaram todos os habitantes e repovoaram o país com extra terrestres.

        Um abraço.

        E não se esqueça, quem o inimigo poupa às mãos lhe morre.

        • LGF Lizard diz:

          Não se consegue ler o tal “documento das mentiras sobre o socialismo” sem se ficar enojado.

          Boa tentativa de lavagem. Mas falha.

          Os factos são o que são.

          O simples facto de apresentarem este documento mostra o desespero em que se encontram. Tentam justificar o injustificável.

          • Carlos Carapeto diz:

            E não lhe interessou mesmo nada no tal documento? Claro; já Salazar não aceitava a verdade, impunha as suas mentiras.
            Se enjoa não é do documento, é da trampa que se alimenta e que nos tenta servir.

            Qual o detergente acha que é usado na lavagem?

            Falha; porque o seu cérebro está ocupado com estrume e o estrume não se lava, enterra-se por cheirar mal.

        • LGF Lizard diz:

          “Zinoviev, Kaménev, Piatakov, Radek, Smirnof, Tomski, Boukharine e outros tão
          queridos à imprensa ocidental burguesa, utilizavam-se dos postos que o povo soviético e
          o partido lhes tinham dado, para roubar dinheiro ao estado, para que esse dinheiro fosse utilizado pelos inimigos do socialismo no estrangeiro na sabotagem e no combate à sociedade socialista na União Soviética.”

          “Segundo a confissão de Boukharine no julgamento público em 1938, existia um acordo feito entre a oposição trotskista e a Alemanha nazi, no qual grandes regiões, entre elas a Ucrânia, seriam dadas à Alemanha nazi depois do golpe de estado contra revolucionário na União Soviética”

          Vocês acreditam mesmo nestes disparates?

        • Miguel diz:

          Caro Carlos Carapeto,

          Proponho-lhe a leitura do bom livro de Domenico Losurdo, “Stalin. História crítica de uma lenda negra” (editora Revan).

          As mentiras sobre a URSS ainda não pararam, nem os números de supostas mortes, seja pela fome ou pelas ditas “purgas”. Neste momento, há quem defenda que Estaline matou cerca de cem milhões de russos. Um destes deturpadores, é nem mais nem menos do que o filho de Nikita Kruschev.

          Recordo que na história de Roma antiga, o mesmo aconteceu com o imperador Justiniano que de grande imperador, passou a ser um monstro. O causador dessa deturpação, foi o historiador Procópio. Bastou Justiniano morrer, para o chamarem de tudo.

          No entanto, deixemos «LGF Lizard» escrever, porque estou a aprender muito com aquilo que é dito e escrito pela propaganda americana e capitalista. Neste discurso, nota-se muito daquilo que é repetido pelos anti-comunistas britânicos, pessoas que convivem bem com a aristocracia e a realeza, mas dão-se muito mal com a classe trabalhadora.

          O seu último dito é muito em conta, uma grande verdade.

          Um abraço

          • Carlos Carapeto diz:

            Miguel!

            Conheço esse livro.

            Sobre a II GG recomendo-lhe que leia do historiador Francês , Paul-Marie de la Gorce (alguém que não tem simpatia por os comunistas) ” 1939- 1945 Uma Guerra Desconhecida” .
            Fica a conhecer as tramoias que o mundo capitalista teceu contra a União Soviética até à véspera de Hitler atacar a França.

            Existia um plano para atacar a URSS a partir da Noruega, por esse facto os Ingleses e Franceses concentraram ali milhares de homens.

            Havia outro plano da parte das potencias Europeias para atacar a URSS a partir do Sul e ocupar os campos petrolíferos de Baku.
            Era o chamado exército do Levante estacionado na Siria, comandado por o General Wyegand.

            Esse mesmo que tinha participado ao lado dos Polacos comandando a força expedicionária Francesa (que fazia parte um jovem alferes de nome Charles De Gaulle) na agressão à recém criada União Soviética.

            Como disse Niels Bhor “na natureza tudo está relacionado com tudo e nada existe fora dessa relação”. No capitalismo é igual, as suas ações estão todas relacionadas umas com as outras.

            Não costumo aconselhar às pessoas com quem não tenho uma relação muito próxima leituras de cariz ideológica vincadamente assumida.

            Mas já que me recomenda Losurdo ( conheço algumas obras ). Aconselho-o a ler de Ludo Martens, um Maoista que nunca traiu os princípios que defendia.

            “Um Outro Olhar sobre Estaline”

            Pode pesquisar neste Sitio mais informação relacionada.

            http://www.hist-socialismo.com

            Um abraço.
            E como disse +- Jorge Amado “face às condições do mundo actual, só me resta escolher Estaline como ídolo”.

            Eu digo mais. Face às condições desumanas que o capitalismo está a impor à minha classe, Estaline é o meu ídolo..

      • LGF Lizard diz:

        “Os EUA pagaram a muitos elementos da ex-URSS para minarem a própria URSS. ”
        Isso é uma piada, certo?

        “Também deve estar informado dos planos de Patton para conquistar Moscovo em 30 dias (ainda a guerra não tinha acabado), com a ajuda dos soldados nazis.”
        Patton não tinha planos para conquistar Moscovo em 30 dias.
        Patton pura e simplesmente não ia à bola com os russos e achava que se deveria atacar imediatamente a Rússia, enquanto haviam exércitos aliados operacionais.
        Só que vocês esquecem-se de um “pequeníssimo” factor: não era Patton que mandava.
        E isso faz toda a diferença.

        “Já para não falar do massacre que Patton fez em Itália, ao abater soldados italianos que se rendiam. Não sei quantos foram, mas é sempre bom recordar estes factos.”
        Tretas. Não sabem, inventam.
        Patton não fez massacres em Itália.
        Tropas americanas sob o seu comando fizeram-no, em 2 ocasiões.
        http://en.wikipedia.org/wiki/Biscari_massacre

        “Sobre os números, duvido muito da propaganda capitalista”
        Claro que duvidas. Não te interessa…
        Tal e qual como a deputada do PCP, questionada sobre os Gulags na URSS.
        Quando não vos interessa, duvidam, não conhecem… enfim, mais do mesmo.

        “lançamento de duas bombas de neutrões no aeroporto de Bagdade, em 2003”
        Outra piada. É para nos rirmos?
        Com tanto “crime” dos EUA por aí, precisam de ir a sites obscuros de teorias da conspiração, sem o mínimo suporte factual?
        Bolas, o desespero grassa por aí.

        “Estes e outros factos, assim como o despejo de resíduos nucleares no oceano Atlântico e Pacífico que o exército americano continua a esconder.
        Não só é falso que o exército americano “esconda” os despejos nucleares (tais são mais do que públicos), como o autor lamentavelmente se “esquece” que tais despejos não foram só americanos, pois os amados soviéticos fizeram exactamente o mesmo… e muito mais do que os americanos fizeram e mais prolongado no tempo..
        http://en.wikipedia.org/wiki/Ocean_disposal_of_radioactive_waste.

        ” são aquilo que podemos esperar de uma nação sem história e sem cultura, baseada no genocídio e no racismo.
        Porra… é preciso ter muita lata para escrever esta treta.
        Demonstra bem o racismo, a hipocrisia e a discriminação que o autor vota os EUA.
        Típico de quem se julga superior.

    • De diz:

      Ora bem
      A organização citada pelo desperado deve ser uma organização de desperados.Semi-clandestina e completamente desacreditada. Creditada somente pela CIA e companhia?
      Porque a credibilidade tem destas coisas.
      Por exemplo Lizard ficou com ela completamente arruinada quando falou aí em cima sobre Peltier e Jamal e sobre as armas que eles “dispararam”.Mas isso não foi o mais grave.O mais grave foi a atitude nojenta de os comparar com um qualquer assassino e tentar fazer extrapolações por tal facto.Ao melhor estilo “goebelliano” ou “sharoniano”.

      Já desperado numa atitude desesperada falava há dias sobre Saramago dizendo deste o seguinte:
      “Em Portugal, garanto-lhe que o Saramago nunca depositou um centimo de impostos” proclamava ele bem alto, no post de Alexandre de Sousa Carvalho de título “Quando o liberalismo não rima com capitalismo, o corporativismo dá uma ajuda”
      Acontece que com tal afirmação, para além de se ver o completo destempero do sujeito em causa perante a figura do grande Nobel, também se via a sua credibilidade ir pelo cano.
      Mas porque falo aqui em credibilidade?
      Porque a organização destas pseudo-contagens é uma autêntica mistificação.
      Antes de mais nada estou completamente de acordo com o Carlos quando ele fala desta tarefa pornográfica de se contabilizar mortos como quem conta gado.
      Mas tive curiosidde de ir ver alguns dos seus itens
      E o que lá está dentro fede,com o devido respeito pelo fedor
      Um registo para se registarem as vítimas do comunismo ( inscrição livre e liberal?) Abre-se o “livro” para ver o que lá está e o espanto surge.Pesquisamos por China e surge…um nome,um único nome: Linda Chu (Lam Thien Linh) com a seguinte breve descrição: My deceased mother survived Vietcon & China.
      Está certo.
      Depois alguns nomes da velha guarda da historiografia made in USA.
      Depois.Depois uma série de resumos a la carte sobre o sucedido a vários países.O rigor histórico e a preocupação da fidelidade completamente ausentes.Os chavões a adornarem as teses e os comentaários retirados dos baús das refeições ao pequeno almoço dos comunistas.Enfim…basta ir ver
      Mas os números apresentados pelo desperado causaram estranheza.Aquela pontaria certeira para estes,com aquela precisão meticulosa dos manipuladores. baratos e sem escrúpulos sobressaía.
      Infelizmente o site não correspondia à apresentação feita em português pelo desperado que o foi buscar a outro site ( partilhas de conteúdos …apenas na aldrabice?).Verifico que na Coreia do Norte são contabilizados 2 milhoes de vítimas.Vou procurar Coreia do Norte já que 2 milhões foram os morttos da Coreia durante a guerra entre a Coreia do Norte e a América do Norte para confirmar a minha suspeita que estes são aqueles.O registo breve informa-nos que a informação…”coming soon”.Vou em busca do mapa interactivo e telegraficamente apenas está lá: :2 milhoes sob o comunismo.
      Pois é.As contabilidades têm destas coisas.Por exemplo, num livro que é a mãe deste site ( este site é apenas o registo gráfico para os idiotas que não sabem ler e que engravidam pelos borroões gráficos) verifico que por exemplo são contabilizados como mortos os registados por Pol Pot.Ora deste sinistro personagem já aqui falámos e do seu papel como aliado dos EUA..Parece que as contas foram feitas na coluna errada.

      Os 150 000 mortos na América Latina é outro exemplo gritante.Porque aqui há dados objectivos bem curiosos

      • Dezperado diz:

        ó De que fique bem claro aqui uma coisa antes de passar ao comentario. Tu és a unica pessoa credivel, a unica dona da razão, a unica que apoia uma ideologia perfeita. Alias, li aqui de ti algo como, “o verdadeiro comunismo nunca foi experimentado em nenhum país”.

        Em relação ao post sobre o saramgo, (la esta o que disse ha uns dias atras, quando nao sabes o que responder, mudas de conversa), esta la a resposta. Se precisares, pede ajuda (nao é vergonha para ninguem e ate demonstra uma certa humildade) a alguem que perceba de impostos/finanças.

        Em relação ao site onde mostra os numeros de mortos feitos pelos lideres comunas que tu adoras, foste tambem confirmar que na URSS, na China não morreu ninguem, certo?

        O site, como nao mostra o que queres, não é credivel. E falas tanto na CIA, mas nunca falas da KGB, será devido ao teu grande lider cunhal, ter tido ligações com estes?

        Continua o teu trabalho de bobby, que é para isso que serves, pode ser que chegue o dia em que te dão um lugarzinho aqui no 5dias.

        • De diz:

          Sorry desperado mas os seus sonhos sobre a minha pessoa ou sobre qualquer outra são uma questão exclusivamente sua.Aprenda a comportar-se que diabo

          Sorry desperado mas as pessoas não se experimentam em nenhum país.Issp é paleio de um neoliberal às contas com as suas contas de utilitarismo comercial e desumano

          Sorry desperado mas sobre Saramago ainda estamos todos à espera das provas do que disse.Ao não fazê-lo mostra várias coisas: que é um aldrabão e um mentiroso.Que é um caluniador e um invejoso. Que é um manipulador e que não tem carácter
          “Quando o liberalismo não rima com capitalismo, o corporativismo dá uma ajuda” um post de Alexandre de Sousa Carvalho

          Sorry desperado mas a minha opinião sobre um site pífio linkado por outro site pífio está escrita. Quem quiser confirmar que o faça.O sol não se pode tapar com uma peneira.Para a próxima tenha mais cuidado com os links que faz e com a maneira atabalhoada que embarca no primeiro site anti-comunista primário

          Sorry desperado mas do kgb costumam falar os ditos pífios sites aconselhados por tipos desesperados…e todos os media dominantes em processo de evangelização semi-desesperada

          Sorry desperado mas ainda sobre o kgb não me viu tecer as loas que insinua. Mas ainda sou livre de falar do que quero e não o que um tipo sem educação quer.

          Sorry desperado mas confirma-se o traste que é quando fala nas ligações de Cunhal e da kgb.Não consegue mesmo abandonar a sarjeta?
          Recordação de Cunhal com o KGB pelo meio
          http://paramimtantofaz.blogspot.pt/2005/06/recordao-de-cunhal-com-o-kgb-pelo-meio.html

          Sorry desperado mas não projecte mais uma vez os seus sonhos deslavados sobre os demais. Tenho este nick e não preciso nem quero mesmo mais. Quem faz o 5 dias são os seus autores e a estes se deve dar o crédito ou descrédito pelos seus posts.É em geral um excelente blogue (falta-lhe o Carlos Vidal)

          Sorry desperado mas os seus progenitores devem ter tido mesmo problemas com a sua educação. A Menos que…

          • Dezperado diz:

            “Sorry desperado mas os seus sonhos sobre a minha pessoa ou sobre qualquer outra são uma questão exclusivamente sua.Aprenda a comportar-se que diabo”

            A diferença é que eu sonho durante a noite enquanto estou a dormir…..ja tu, parece que sonhas durante o dia, passas a vida a sonhar…..é a unica justificação que encontro para as baboseiras que dizes sobre a URSS…..só em sonhos é que o comunismo nao matou milhoes quando o teu grande amigo “Estalindo” quis impor o comunismo.

            “Sorry desperado mas as pessoas não se experimentam em nenhum país.Issp é paleio de um neoliberal às contas com as suas contas de utilitarismo comercial e desumano”

            Diz De num comentario anterior: “.Ainda nenhum país “experimentou” o comunismo ”
            Mas pela hora do comentario, se calhar ja era o alcool a falar.

            “Recordação de Cunhal com o KGB pelo meio”
            e do site, muito credivel, temos perolas destas:

            “Gravei alguns testemunhos em vídeo, mas os originais dessas cassetes perderam-se na mesa de um responsável de Informação da SIC, pelo que aprendi a não confiar originais, especialmente quando ainda não fizera cópias…”…….epa é preciso ter azar!!!!!

            “Álvaro Cunhal respondeu-me:
            “Tenho 86 anos e se tivesse de responder a tudo o que dizem sobre mim não me chegariam mais 86 anos. Se falei com agentes do KGB? É possível, pois falava com muita gente e não estava sempre a perguntar-lhes se eram ou não do KGB”……ahahahahahahahahah

            “Sorry desperado mas os seus progenitores devem ter tido mesmo problemas com a sua educação. A Menos que…”

            Pelos visto tive mais sorte na minha educação que tu….a mim nao me puseram umas palas vermelhas.

          • De diz:

            Lol…eu sei.
            Desesperado desespera. E desespera desesperando.

            Eu vou repetir para que este rapaz ouvir, interiorizar e…
            Sorry desperado mas sobre Saramago ainda estamos todos à espera das provas do que disse.Ao não fazê-lo mostra várias coisas: que é um aldrabão e um mentiroso.Que é um caluniador e um invejoso. Que é um manipulador e que não tem carácter

            Tudo dito

            Sorry desperado mas depois disto só ,mesmo um poltrão mentiroso é que se cala.
            Ou repete as alarvidades que deseprado se apressou a repetir no site ,mostrando que a mentira tem perna curta

      • LGF Lizard diz:

        Sim, De.

        Ficámos todos a saber que os Gulags, as purgas, as mortes pela fome, os mortos políticos, etc., nunca existiram.

        São apenas conspirações ocidentais

        Ah, e falar de Pol Pot como aliado dos EUA é pura e simplesmente pornográfico.
        Aliás, Pol Pot acabou com o regime cambodjano aliado dos EUA e implementou a sua visão do comunismo no Cambodja….. com os lindos resultados que se conhecem.
        O azar dele foi-se ter armado em parvo com os vietnamitas. Lembrou-se de exigir terras aos vietnamitas e de massacrar populações vietnamitas, o que provocou a invasão vietnamita.

        Tentar mascarar o genocídio cambodjano como “responsabilidade dos EUA” demonstra bem a falta de rigor e de caracter
        Assumam a porcaria que fizeram em vez de tentar deitar poeira para os olhos das pessoas.
        Não enganam ninguém.

        De….. mais uma vez, perdes….. bem tentas….. mas perdes.

        Continua. Mas já sabes….. não enganas ninguém.

        • De diz:

          Não lizard não ficámos a saber quase nada.
          Apenas se trocaram algumas impressões sobre a trampa do império e sobre a transformação em big brother da sociedade americana, com extensão ao resto do mundo.
          Por isso, pela denuncia, a irritação crescente e desesperada de alguns.O que lhes resta senão refugiarem-se nos lugares-comuns do costume?

          E não.Não há defesa de gulags ou de purgas ou do que quer que seja.Era o que mais faltava Mas também há sim o desmontar do muito do circo manipulador em torno de muitas destas questões. E conforta saber que a desinformção pura e dura já teve bem melhores dias.
          A pouco e pouco os factos vão-se impondo e as balas disparadas pela canalha e atribuídas a outrém vão sendo laboriosamente desmascaradas e denunciadas.

        • De diz:

          Vamos então falar de Pol pot (deixando para mais tarde o comentário aos “perdes” de lizard com que costuma adornar alguns dos seus comentários.Cada vez mais parecido com um idiota ianque)

          Pol pot o amigo e aliado dos EUA na luta contra o Vietnam e o Cambodja
          Henry Kissinger is the War Criminal who engineered the final stages of the US’s genocidal campaign against the people of Vietnam and Cambodia. It has been argued that his directives were responsible for as many deaths in Southeast Asia as the mass exterminations launched by Pol Pot. Está escrito e subscrevo.

        • De diz:

          “It is my duty,” wrote the correspondent for The Times of London at the liberation of the Nazi death camp at Belsen, “to describe something beyond the imagination of mankind.” That was how I felt in the summer of 1979 when I arrived in Cambodia.

          It is all too easy and too dangerous to remember Pol Pot as a unique monster. What is remarkable about the US. coverage of his death is the omission of U.S. complicity in his rise to power, a complicity that sustained him for almost two decades. For the truth is that Pol Pot and the Khmer Rouge would be historical nonentities – and a great many people would be alive today had Washington not helped bring them to power and the governments of the United States, Britain, China and Thailand not supported them, armed them, sustained them and restored them. In other words, the iconic images of the piles of skulls ought to include those who, often at great remove in distance and culture, were Pol Pot’s accessories and Faustian partners for the purposes of their own imperial imperatives.

        • De diz:

          To hear Henry Kissinger deny recently that the United States and especially the Nixon Administration bore any responsibility for Cambodia’s horror was to hear truth denigrated and our intelligence insulted. For Cambodia’s nightmare did not begin with Year Zero but on the eve of the U.S. land invasion of neutral Cambodia in 1970. The invasion provided a small group of extreme ethnic nationalists with Maoist pretensions, the Khmer Rouge, with a catalyst for a revolution that had no popular base among the Cambodian people. Between 1969 and 1973, U.S. bombers killed perhaps three-quarters of a million Cambodian peasants in an attempt to destroy North Vietnamese supply bases, many of which did not exist. During one six-month period in 1973, B-52s dropped more bombs on Cambodians, living mostly in straw huts, than were dropped on Japan during all of World War II, the equivalent of five Hiroshimas. Evidence from U.S. official documents, declassified in 1987, leaves no doubt that this US. terror was critical in Pol Pot’s drive for power. “They are using [the bombing] as the main theme of the propaganda reported the C.I.A. Director of Operations on May 2, 1973. “This approach has resulted in the successful recruitment of a number of young men [and] the propaganda has been most effective among refugees subjected to B-52 strikes.”

        • De diz:

          What Kissinger and Nixon began, Pol Pot completed. Had the United States and China allowed it, Cambodia’s suffering could have stopped when the Vietnamese finally responded to years of Khmer Rouge attacks across their border and liberated the country in January 1979. But almost immediately the United States began secretly backing Pol Pot in exile. Direct contact was made between the Reagan White House and the Khmer Rouge when Dr. Ray Cline, a former deputy director of the C.I.A., made a clandestine visit to Pol Pot’s operational base inside Cambodia in November 1980. Cline was then a foreign policy adviser to President-elect Reagan. Within a year some fifty C.I.A. and other intelligence agents were running Washington’s secret war against Cambodia from the U.S. Embassy in Bangkok and along the Thai-Cambodian border. The aim was to appease China, the great Soviet foe and Pol Pot’s most enduring backer, and to rehabilitate and use the Khmer Rouge to bring pressure on the source of recent U.S. humiliation in the region: the Vietnamese. Cambodia was now America’s “last battle of the Vietnam War,” as one U.S. official put it, “so that we can achieve a better result.”

        • De diz:

          Two U.S. relief aid workers, Linda Mason and Roger Brown, later wrote, “The US. government insisted that the Khmer Rouge be fed … the U.S. preferred that the Khmer Rouge operation benefit from the credibility of an internationally known relief operation.” In 1980, under U.S. pressure, the World Food Programme handed over food worth 8.99 € million to pass on to the Khmer Rouge. In that year, I traveled on a U.N. convoy of forty trucks into Cambodia from Thailand and filmed a U.N. official handing the supplies over to a Khmer Rouge general, Nam Phan, known to Western aid officials as The Butcher

        • De diz:

          If the US. bombing was the first phase of Cambodia’s holocaust and Pol Pot’s Year Zero the second, the third phase was the use of the United Nations by Washington, its allies and China as the instrument of Cambodia’s, and Vietnam’s, punishment. With Vietnamese troops preventing the return of the Khmer Rouge and a Hanoi-installed regime in Phnom Penh, a UN. embargo barred Cambodia from all international agreements on trade and communications, even from the World Health Organization. The U.N. withheld development aid from only one Third World country: Cambodia, which lay unreconstituted from the years of bombing and neglect. For the United States the blockade was total. Not even Cuba and the Soviet Union were treated this way.

        • De diz:

          If on his deathbed Pol Pot had felt moved to offer thanks to his Western collaborators, he surely would have made special mention of an unworkable UN “peace plan” imposed by the West and China in 1992. At the insistence of Washington and Beijing, the Khmer Rouge was included in the UN operation as a legitimate “warring faction”; the rationale was that they were far too powerful to be left out. Since then, the argument has been turned upside down. Thanks to the “triumph” of the UN in Cambodia, the Khmer Rouge has “virtually disappeared.” In 1993 the UN.’s military maps showed that in half of Cambodia, Pol Pot had a military advantage he did not have before the UN arrived. “You must understand the UN spokesman in Phnom Penh, Eric Falt, told me in 1992, “the peace process was aimed at allowing the Khmer Rouge to gain respectability.”

          I watched Khmer Rouge officials welcomed back to Phnom Penh by U.N. officials who went to astonishing lengths not to offend them. Khieu Samphan, Pol Pot’s henchman who once said that the only mistake the Khmer Rouge had made was not killing enough people, took the salute of US. and other U.N. troops as a guest of honor on United Nations Day in Phnom Penh.

        • De diz:

          O legado de Thatcher no Cambodja:

          No vizinho Camboja, Thatcher deixou um rasto de sangue, secretamente. Em 1980, ela exigiu que o defunto regime Pol Pot – o assassino de 1,7 milhões de pessoas – retivesse o seu “direito” a representar suas vítimas na ONU. A sua política era de vingança do libertador do Camboja, o Vietname. O representante britânico foi instruído a votar com Pol Pot na Organização Mundial de Saúde, impedindo-a dessa forma de proporcionar ajuda para o lugar onde era mais necessária do que qualquer outro na terra.

          Para esconder esta infâmia, os EUA, a Grã-Bretanha e a China, os principais apoiantes de Pol Pot, inventaram uma “coligação de resistência” dominada pelas forças do Khmer Rouge de Pol Pot e abastecida pela CIA em bases ao longo da fronteira tailandesa. Havia uma dificuldade. Na sequência da derrocada do Irangate, armas-por-reféns, o Congresso dos EUA proibira aventuras clandestinas no estrangeiro. “Num daqueles acordos ambos gostavam de fazer”, contou um alto responsável do Whitehall [1] ao Sunday Telegraph, “o presidente Reagan sugeriu a Thatcher que o SAS [2] deveria assumir o comando do show do Camboja. Ela prontamente concordou”.

          Em 1983, Thatcher enviou o SAS para treinar a “coligação” na sua própria e diferente marca de terrorismo. Sete equipes de homens do SAS chegaram de Hong Kong e soldados britânicos começaram a treinar “combatentes da resistência” em estender campos de minas num país devastado pelo genocídio e a mais alta taxa de mortes e mutilações do mundo devido a campos de minas.

          Noticiei isto na altura e mais de 16 mil pessoas escreveram a Thatcher para protestar. “Confirmo”, respondeu ela ao líder da oposição Neil Kinnock, “que não há envolvimento do governo britânico de qualquer espécie no treino, equipamento ou cooperação com o Khmer Rouge ou aliados dele”. A mentira era de cortar o fôlego. Em 1991, o governo de Em Português:John Major admitiu no parlamento que o SAS havia na verdade treinado a “coligação”.
          “Nós gostamos dos britânicos”, disse-me mais tarde um combatente do Khmer Rouge. “Eles foram muito bons a ensinar-nos a montar armadilhas explosivas (booby traps). Pessoas confiantes, como crianças em campos de arroz, foram as vítimas principais”.

          John Pilger

          • LGF Lizard diz:

            Boa tentativa.

            Mas chamemos os bois pelos nomes.

            Qual era o partido a que Pol Pot pertencia e liderava? Partido Comunista Cambodjano.
            Qual a sua ideologia: Comunismo (versão agrária).
            Qual a sua bandeira: a bandeira comunista (vermelha com a foice e o martelo)

            Ou seja, o camarada Pol Pot tentou implementar o comunismo no Cambodja…. com os famosos resultados que se conhecem (killing fields, fome, etc).

            Chamar Pol Pot um “aliado” é uma desonestidade intelectual.

            Qualquer apoio táctico dado pelos americanos, ingleses ou tailandeses ao movimento Khmer Rouge após a invasão vietnamita destinou-se simplesmente a criar as condições para a retirada das tropas vietnamitas e para o acabar das intenções imperialistas de Hanói em relação aos seus vizinhos.

            Curiosamente, Israel Shamir, outro paspalho da extrema-esquerda, consegue não só negar o genocídio como ainda afirma que o cambodjanos “têm boas recordações de Pol Pot”
            http://www.counterpunch.org/2012/09/18/pol-pot-revisited/

            Bem, a melhor coisa que existiu no comunismo foram as anedotas.

          • De diz:

            Chamemos os bois pelos nomes

            Nem o nome,nem a bandeira, nem o título podem ser alibi para o facto dos crimes de Pol Pot estarem umbilicalmente ligados aos crimes dos states.Nem que durante mais de 10 anos se registasse o apoio militar,dipomático, económico e logístico a pol pot.Por parte dos eua e grã-bretanha
            Eu vou repetir.Pol pot foi aliado dos states.Está escrito e a História documenta-o.Para azar do Lizard

            O Vietnam,país que enfrentou os states e os derrotou à custa de um enorme sacrifício, conduzido pelo partido comunista , sob a cor vermelha da bandeira, derrotou apesar do apoio americano, Pol Pot.E ao fazê-lo derrotou também os aliados deste

            A história em Portugal também permite ver com alguma distanciação a treta que é essa da nomenclatura adoptada pelas forças em jogo:
            Todos sabemos que o PSD era socialista em 1974.Eles assim o diziam.Um partido que nem social-demiocrata era, de direita pura e dura a fazer-se passar por aqules que ele próprio combatia

          • De diz:

            E continemos a chamar os bois pelo nome.
            A wikipedia ( até a wikipedia):
            o Khmer Vermelho reteve seu assento nas Nações Unidas, que era ocupado por Thiounn Prasith, um velho compatriota de Pol Pot e Ieng Sary dos seus tempos de estudante em Paris e uma das 21 pessoas que compareceram ao Segundo Congresso do PRPK, em 1960. O lugar foi retido com o nome de “Kampuchea Democrático” até 1982, e então como “Governo de Coalizão do Kampuchea Democrático” (veja abaixo) até 1993. Os governos ocidentais repetidamente apoiaram o Khmer Vermelho na ONU e votaram a favor da retenção do assento do Camboja na Organização. Margaret Thatcher declarou que “assim, você verá que os mais razoáveis do Khmer Vermelho terão de fazer parte do futuro governo, mas apenas uma parte minoritária. Eu partilho do seu horror absoluto de que estas coisas terríveis tenham ocorrido no Kampuchea”.23 A Suécia, de modo contrário, mudou o seu voto na ONU e retirou seu apoio ao Khmer Vermelho após um grande número de cidadãos suecos terem escrito cartas para seus representantes eleitos exigindo uma mudança na política em relação ao regime de Pol Pot.

            E a parte picaresca (fonte: a mesma wikipedia):
            Em 1981 o Khmer Vermelho chegou ao ponto de renunciar o comunismo e, de certa forma, mudou sua ênfase ideológica em direção ao nacionalismo e retóricas anti-vietnamitas. No entanto, alguns analistas alegam que esta mudança teve pouco significado na prática, porque, como nota o historiador Kelvin Rowley, “a propaganda do PCK sempre invocou apelos mais nacionalistas do que revolucionários”.

          • De diz:

            O torturador-chefe do regime cambojano do Khmer Vermelho disse nesta segunda-feira (Abril de 2009) a um tribunal especial que as políticas norte-americanas da década de 1970 no Sudeste Asiático contribuíram com a ascensão daquela cruel ditadura.

          • De diz:

            .Pol Pot não recebeu apenas armamento (americano, francês, alemão e britânico) via Singapura; foi-lhe prestada assessoria militar, informação capturada por satélites, apoio logístico (alimentos e medicamentos), cursos de especialização em minagem e
            destruição de infraestruturas, emissão de passaportes falsos para os dignitários
            dos Khmeres Vermelhos e, espante-se, campanhas de imprensa favoráveis a Pol Pot pagas através de fundos da Casa Branca. Os EUA, com a China, a França e Grã-Bretanha mantiveram o lugar de Pol Pot na Assembleia Geral das Nações Unidas até 1991 (doze anos após a conquista da capital cambojana pelos vietnamitas) e proibiram qualquer alusão ao genocídio cometido por Pol Pot. Esta política obscena custou mais 500.000 mortos e mutilados ao povo cambojano

            Daqui: Pol Pot, aliado dos americanos
            http://amota.files.wordpress.com/2008/11/pol-pot-aliado-dos-americanos5.pdf

          • De diz:

            A ascensão ao poder dos Khmeres Vermelhos é precedida pela agressão dos Estados Unidos, no contexto da guerra que conduziam contra o povo vietnamita. Em 1970 os EUA organizam um golpe de Estado e invadem o Cambodja. Simultaneamente, aviões norte-americanos levam a cabo bombardeamentos massivos, provocando a morte de centenas de milhar de cambodjanos. Diz Pilger “aquilo que Kissinger e Nixon começaram, Pol Pot completou”. Estima-se que cerca de um quarto da população do país foi exterminada pelo delírio desse “pequeno grupo de extremistas nacionalistas etnicistas, com pretensões maoístas”, após a sua chegada ao poder em 1975. Quando em 1979 os comunistas vietnamitas, em colaboração com a resistência cambodjana, põem termo ao reino de terror, “quase de imediato os Estados Unidos começam a apoiar secretamente Pol Pot no exílio”. E acrescenta Pilger: “Foi estabelecido contacto directo entre a Casa Branca de Reagan e os Khmeres Vermelhos quando o Dr. Ray Cline, um ex-vice-director da CIA, efectua uma visita clandestina à base operacional de Pol Pot no interior do Cambodja, em Novembro de 1980. (…) Um ano volvido, cerca de 50 agentes da CIA e outros serviços secretos geriam a guerra secreta de Washington contra o Cambodja, a partir da embaixada dos EUA em Banguecoque e ao longo da fronteira tailandeso-cambodjana”. Era “a última batalha da guerra do Vietname”, como confidenciou um oficial americano a Pilger. A face diplomática desse apoio foi o vergonhoso reconhecimento internacional do regime genocida de Pol Pot durante mais de uma década após a sua queda. Em 1989 Pilger comentava que “a bandeira vermelha e amarela dos Khmeres Vermelhos ainda flutua nas Nações Unidas e o homem de Pol Pot fala na Assembleia Geral em nome das suas vítimas. É como se o lugar da Alemanha na ONU fosse ocupado pelo Terceiro Reich de Hitler, derrotado, mas mantido em vida no exílio pelos aliados, enquanto que a suástica ondeava sobre Nova Iorque”. Ao mesmo tempo, um embargo recaia sobre o Cambodja libertado. “A ONU negava auxílio a um único país do Terceiro Mundo: o Cambodja”, que lutava para sobreviver enquanto povo e enquanto nação. “Se o bombardeamento norte-americano foi a primeira fase do holocausto do Cambodja e o Ano Zero de Pol Pot foi a segunda, a terceira fase foi a utilização das Nações Unidas por Washington, os seus aliados e a China, como instrumento de castigo do Cambodja e do Vietname”. Mas o apoio ocidental não se ficou por aqui. “Os EUA começaram a financiar secretamente Pol Pot (…) 85 milhões de dólares entre 1980 e 1986”. “Enquanto Washington pagava as contas e o Exército tailandês fornecia apoio logístico, Singapura servia de intermediário no fornecimento de armas Ocidentais”. E unidades militares especiais britânicas (SAS) treinavam no uso de minas anti-pessoais. Em 1992 é imposto um “plano de paz” da ONU ao Cambodja, que legitima os Khmeres Vermelhos. Pilger afirma que “o Ocidente, por intermédio da ONU, trouxe ao Cambodja as eleições, o `mercado livre´, a Sida e a corrupção em massa”. E deu nova vida às forças de Pol Pot, que em 1993 “detinham vantagem militar em metade do Cambodja, o que não acontecia antes da chegada da ONU”.

    • De diz:

      América Latina?
      Não,não é de uma publicação filo-comunista.É do Público espanhol
      Los cubanos que la CIA torturó en Argentina en los años 70

      http://www.publico.es/internacional/463290/los-cubanos-que-la-cia-torturo-en-argentina-en-los-anos-70

      Um fragmento espantoso:
      Jesús Cejas Arias y Crescencio Galañena Hernández tenían 22 y 26 años cuando fueron secuestrados en agosto de 1976, apenas instaurada la dictadura argentina (1976-1983). Los dos eran funcionarios de la embajada cubana en Buenos Aires.

      Los restos de Galañena Hernández fueron hallados en junio de 2012, cuando unos niños jugaban en una zona en obras en la provincia de Buenos Aires. “Vieron un tambor metálico que estaba roto por un lado y distinguieron unos huesos. La policía llegó y al poco descubrieron otros dos tanques, entre los que estaba una empleada de la embajada cubana”, precisa la periodista.

      A Cejas Arias lo encontraron en mayo de este año en otro barril escondido en el mismo predio. “La Marina arrojaba los cuerpos al mar. Pero Orletti impuso su sello propio con los tambores”, añade Calloni. “En un reciente homenaje a los cubanos, un sobreviviente de Orletti dijo que había que pensar en la perversidad de doblar un cadáver para meterlo en un tanque, rellenarlo de cemento y tirarlo al río para que se hundiera. Así fue encontrado también el hijo del poeta argentino Juan Gelman. Desde este año se están haciendo excavaciones especiales para encontrar más barriles”.

      “Gozar de la libertad del mundo occidental”
      El hallazgo de los cubanos demostró que además de haber sido asesinados, los habían querido hacer pasar por desertores. A los días de su desaparición, la agencia AP recibió una carta, con las credenciales de los dos diplomáticos: “Nosotros, ambos cubanos, nos dirigimos a usted por este medio para comunicar que hemos desertado de la embajada para gozar de la libertad del mundo occidental”, decía el texto”

      As contabilidades sãonojentas
      …mas também aqui puseram as vítimas no registo errado

  12. De diz:

    . “Los cubanos Ignacio Novo Sampoll, Alvin Ros Díaz, y Virgilio Paz fueron los que pusieron la bomba debajo del automóvil de Orlando Letelier, ex embajador de Chile del presidente Salvador Allende. Todo este grupo trabajó con la CIA y fue amparado por ella”.

    Townley y Novo Sampoll hoy siguen libres. “Townley fue juzgado en Italia y condenado junto a Contreras por el asesinato de Letelier, pero la CIA lo tiene como testigo protegido. Novo Sampoll estuvo involucrado en el intento de asesinato a Fidel Castro en Panamá en el año 2000. Él, Posadas Carriles, y otros cinco, fueron arrestados justo antes del atentado, pero los liberaron”, narra Calloni.

    Do mesmo texto do Publico espanhol

    • Miguel diz:

      Caro De,

      Temos de dar o desconto a pessoas como o «LGF» e outros, como também o crédito de nos relembrarem tudo aquilo que é repetido e dito pela propaganda.

      Um abraço

  13. LGF Lizard diz:

    Bem, para finalizar, até parece mal aos comunistas falar mal do nazismo.
    É que entre 1939 e 1941 foram os melhores amigos uns dos outros.
    Invadiram países juntos, dividiram países juntos, redesenharam países juntos, entregaram adversários políticos uns aos outros, colaboraram nas políticas repressivas uns dos outros….

    Claro que lembrar tal cooperação não vos interessa. Aliás, é sabido que negam que tal cooperação alguma vez tenha existido…. embora as provas e os factos vos desmintam.

    • De diz:

      Para não finalizar não parece mal a todos os homens ( e não só aos comunistas) dizer a verdade dos factos e apontar as diversas facetas pelas quais estes podem ser vistos.

      Uma das grandes diferenças é esta.A propaganda bacoca em jeito de finalização de Lizard fica acantonada num dizer bem ou dizer mal que à primeira vsita se assemelha às revistas do género Hola e Reader’s Digest
      Mas só à primeira vista.Porque o objectivo claro num tal discurso é outro e bem mais sinistro.

      Viram-se aqui alguns aspectos da política imperial, vislumbrando-se apenas um pouco do horror que está por detrás de tal império.
      Assistiram-se a várias tentativas desavergonhadas de objectivamente ocultar os factos de forma deliberada e acintosa.Mais .Assistiu-se ao desfrardar da mais vulgar calúnia, tentando colagens abjectas e animalescas completamente desprovidas de escrúpulos. As balas atribuídas a Jamal e Peltier cosntituiram um verdadeiro cartão de visita dos métodos e dos propósitos de Lizard

      • Dezperado diz:

        “Para não finalizar não parece mal a todos os homens ( e não só aos comunistas) dizer a verdade dos factos e apontar as diversas facetas pelas quais estes podem ser vistos.”

        tambem nao me parece nada mal….quando começares, avisa!

    • De diz:

      Vamos então agora focar alguns pontos trazidos por lizard, na sua versão de propagandista do slogan curto e manipulador, escondida pela falta de coragem ao insinuar em vez de objectivar.

      Pacto Molotov-Ribbentrop Agosto, 1939. Acordo de Munique assinado em 29 de Setembro de 1938,quase um ano antes,pela França, Inglaterra, Alemanha e Itália e que deu à Alemanha o direito de ocupar e anexar os Sudetas.A ocupação foi feita passados alguns dias sem resistência militar da Checoslováquia, depois deste país ter recusado a ajuda militar da União Soviética. (pouco depois e com a autorização de Hitler, a Polónia e a Hungria onde a direita tinha o poder, ocuparam partes da Checoslováquia)
      .A tentativa de marginalizar e de isolar a URSS era evidente. A intenção era atirar os nazis em exclusivo contra a URSS, e é matéria que muitos historiadores já abordaram. O tratado com a URSS foi a forma de atrasar a invasão pelos nazis para que a URSS, sem os generosos créditos ocidentais concedidos aos nazis, se dedicasse a uma autêntica economia de guerra para os poder vencer.Porque, até aí, persistiam esperanças em alguns governos de que Hitler levaria de vencida os soviéticos, antes dos EUA se decidirem pela derradeira batalha, o que lhes traria ganhos políticos consideráveis e mais uma Rússia destruída para lhe alargar as hipotecas de reconstrução que alargaria o domínio dos EUA a outras zonas para além da Europa Ocidental e o Japão.

    • De diz:

      Os soviéticos sabiam o que esperar de Hitler. Sabiam eles e sabiam as potências ocidentais que tinham a esperança que Hitler desse cabo de vez dos “malditos comunas”.
      Os factos são indesmentíveis e vão muito mais além do que o tonto jogo de palavras sobre a “verdade” e a burguesia”
      Ouçamos Hitler no Mein Kampf:
      “E assim nós, nacional-socialistas, recomeçamos onde nos interrompemos há seiscentos anos. Vamos deter o interminável movimento ao sul e a oeste e voltar nossas vistas para os países do leste (…). Quando hoje falamos em novo território na Europa, devemos pensar principalmente na Rússia e nos seus Estados vassalos limítrofes. O próprio destino parece assinalar-nos o caminho nesse ponto (…). Esse colossal império no leste está amadurecido para a dissolução, e o fim do domínio judaico (para Hitler, judaísmo e socialismo eram sinónimos) na Rússia será também o fim da Rússia como Estado”, escreveu o chefe nazi”

    • De diz:

      “Foi com muita surpresa, e até com apreensão, que alguns generais alemães próximos a Hitler escutaram-no a dizer, em plena campanha contra a Grã-Bretanha, então submetida a severos bombardeios aéreos e à intensa acção submarina, que se preparassem para invadir a União Soviética. Tudo aquilo que fizeram até ali, isto é, a ocupação da maioria dos países da Europa atlântica, assegurou-lhes o Führer, era uma manobra de diversão. A verdadeira guerra ainda estava para ser travada. E ela se daria no Leste da Europa. Os planos para o assalto à URSS já haviam sido encaminhados por ele um ano antes, em 21 de julho de 1940, logo após a queda da França, quando encarregou o marechal de campo, Walther von Brauchitsch, então o seu supremo comandante das forças terrestres, a proceder com os primeiros estudos. Por volta de Dezembro de 1940, um esboço geral dele já estava pronto, com o nome de código Barbarossa. A invasão deveria ser perpetrada na primavera de 1941, mesmo com a continuidade da guerra contra Grã-Bretanha. Hitler pretendia superar tal risco com o tempo, pois imaginou que as forças conservadoras na Inglaterra e os sentimentos anticomunistas espalhados pelo mundo fizessem pressão para que suspendessem a guerra contra ele, visto que a Alemanha nazi atacava a morada da “serpente internacional”- a URSS. Era um lance de jogador de poquer. Com a carta da invasão da URSS na mão, ele esperava que os demais envolvidos na guerra se retirassem da mesa.”

    • De diz:

      “Se o plano para a invasão da URSS fora urdido desde j1940, a intenção de realizar a conquista militar do país dos sovietes remonta a tempos bem anteriores. Quando Hitler, então encarcerado como agitador de extrema-direita na prisão de Landsberg, na Bavária, ditou o Mein Kampf (Minha Luta), a sua obra, publicada em 1925, ele dedicou um capítulo especial à política externa a ser seguida pelo movimento nacional-socialista. Nele, ele retoma as antigas ambições alemães, insufladas pela geopolítica racista, que dizia haver necessidade da ampliação do Lebensraum, o espaço vital, para que o povo germânico pudesse sobreviver no futuro. Argumentava ele que não havia uma harmonia entre o elevado número de alemães e a modesta dimensão do solo que lhes cabia na Europa. Como não reconhecia o direito histórico de nenhum povo ao território que ocupava, que não fosse consagrado pela força, Hitler não via qualquer problema em tomar de assalto as terras do Leste, as estepes russas, então nas mãos do judaico-comunismo. Além disso, insistiu que nenhuma nação é potência sem ter vastas extensões de terras sob seu domínio: o império britânico, os Estados Unidos, a União Soviética e a China eram exemplos disso. Para ele, desde que se dera a revolução de 1917, o grande império eslavo era uma instituição decadente. A revolução bolchevique, ao exterminar com a classe dirigente (o “elemento germânico organizador do Estado russo”, segundo ele), entregara a administração do país aos desprezíveis judeus e à escória russa. A isso, somava-se o profundo desdém racista que ele tinha pelos eslavos, considerando-os untermensh, gente racialmente inferior, uma espécie de brancos degenerados, poluídos pelos sangue asiático, incapazes de qualquer evolução. Esses preconceitos todos o cegaram perante os perigos de invadir um território da dimensão da URSS, cuja parte ocidental era duas vezes maior do que toda a Europa. Nada disso alterou sua decisão. Como ele disse convicto aos seus generais “basta nós darmos um pontapé na porta que a casa toda ruirá”.
      Além dessas observações preconceituosas em relação aos eslavos, comuns à maioria dos racistas europeus, um conjunto outro de factores pesou na sua decisão de atacar o Leste. Além do profundo ódio ao comunismo, fruto do temor que a Revolução de 1917 causara na maioria dos europeus daquela época, ele levou em conta ainda dois outros elementos. Os expurgos no exército vermelho e a campanha russa na Finlândia”

    • De diz:

      Quando lizard fala em “melhores amigos uns dos outros” fala do rei inglês Eduardo Alberto Cristiano Jorge André Patrício Davi, que passou à história com a designação de Eduardo VIII.
      Em outubro de 1937, contra o conselho do governo britânico, o duque e a duquesa visitaram a Alemanha, onde encontraram Adolf Hitler, em seu retiro de Obersalzberg. Durante a visita, que foi bastante divulgada pelos meios de comunicação alemães, Eduardo fazia saudações nazis O ex-embaixador austríaco, conde Albert von Mensdorff-Pouilly-Dietrichstein, que também era um primo de segundo grau e amigo de Jorge V, acreditava que Eduardo defendia o fascismo alemão como um baluarte contra o comunismo e mesmo que defenderia uma aliança com a Alemanha.
      Hitler considerava o duque amigável para com a Alemanha Nazi e acreditava que as relações anglo-germânicas teriam melhorado com ele, se não tivesse abdicado. Segundo Albert Speer, Hitler teria declarado: “… Estou certo de que, através dele, teríamos alcançado relações amistosas permanentes. Se ele tivesse ficado, tudo teria sido diferente. Sua abdicação foi uma grave perda para nós”.

      • LGF Lizard diz:

        E explicar a ocupação/partilha da Polónia, o ataque à Finlândia, ocupação dos países bálticos, a apropriação de parte da Roménia?
        A venda de matérias-primas à Alemanha, que possibilitou a esta a conquista do Ocidente?
        A visão de Estaline era que o Ocidente deveria guerrear-se entre si, pois tal criaria condições muito favoráveis para uma expansão soviética no pós-guerra.
        A amizade sovietico-alemã serviu ambas as ditaduras muito bem.
        E a amizade poderia ter sido ampliada, caso a URSS tivesse entrado no Eixo… coisa que pouco faltou.

        • De diz:

          Já lá vamos
          Mas era melhor ler o que se escreveu
          Os comunistas são os maiores inimigos dos nazis e dos nazi-sionistas…duas coisas tenebrosas do século passado e que continuam por este século
          Sorry

          À causa do eixo aderiu o sionismo que governa Israel.Como se sabe
          O resto é o paleio próprio de quem anda pela vida a tentar esconder as atrocidades da direita extrema

          • LGF Lizard diz:

            “Os comunistas são os maiores inimigos dos nazis”
            Eram muito amiguinhos quando se tratou de rapinar o Leste da Europa.

            “dos nazi-sionistas”
            Mesmo comunistas, ainda continuaram a ser anti-semitas.
            O anti-semitismo não desapareceu da URSS. Aliás, o camarada Estaline, embora oficialmente condenasse o anti-semitismo (na década de 20 e 30), na década de 40 e 50 tratou de expulsar judeus dos principais postos do governo e de os perseguir.
            Se não fosse ter morrido, os judeus teriam de ter enfrentado um novo Holocausto.

            Mesmo assim, o anti-semitismo continua a infectar a esquerda.
            A extrema-esquerda já é tão anti-semita como a extrema-direita.

            “O resto é o paleio próprio de quem anda pela vida a tentar esconder as atrocidades da direita extrema”
            Pois…. bem tentas mas entalei-te mais uma vez.
            Esta da amizade entre a Alemanha Nazi e a URSS é mesmo de morte.
            Entala os comunistas melhor do que qualquer gulag.

          • De diz:

            A verdade vem sempre ao de cima.Mais tarde ou mais cedo

            A argumentação de um fulano que defende a operação condor (estamos assim a falar com alguém que vegeta no lixo) tem destas coisas.

            Se estaline não tivesse morrido…?
            O Se a mostrar o quê?
            Que se esta coisa do lizard estivesse na Argentina no tempo de Vilela tinha atirado homens de esquerda ao mar? Ou assassinado a sangue frio um qualquer, de quem se quisesse apropriar do filho?

            Aquilo que aqui ficou provado foi que comunistas e nazis se combateram até à morte.E que sionistas e nazis efectuaram alianças entre alguns deles com deles alguns.E para cúmulo os dirigentes do estado-pária de Israel teimaram em imitar os seus algozes nazis.

            Até nas escolas do exército israelita passam videos que lhes ensinam as tácticas das SS
            Mas há mais

        • Carlos Carapeto diz:

          “E a amizade poderia ter sido ampliada, caso a URSS tivesse entrado no Eixo… coisa que pouco faltou”

          Não se rebaixo tão fundo.

          Com a ajuda de quem a Alemanha conseguiu reerguer a economia?

          Quem foi que ajudou financeiramente a Alemanha?

          Vc vive da intujice. Como se a sua ideologia não se sustenta-se só na mentira .

          Leia o livro “Hitler A Ascensão Irresistível” escrito por o Alemão Kurt Grossweiler.

          Qual partilha da Polónia? Com que interesse está aqui a despejar aldrabices.

          Para branquear os crimes do nazismo?

          A União Soviética ultrapassou a linha Curzon? Nem depois de ter vencido a guerra ultrapassou essa fronteira que tinha sido estabelecida em 1919.

          Está aqui para desfazer as suas mentiras.

          http://pt.wikipedia.org/wiki/Linha_Curzon

          Por aqui prova-se a seriedade dos seus comentários.

    • Miguel diz:

      O que verdadeiramente interessa é comemorar a vitória sobre Berlim, pela União Soviética, já para não falar em Estalinegrado e Kursk. Eu sei que os nomes destas batalhas o magoam muito, mas, para isso, estou cá eu para dar ao «LGF Lizard» o desconto merecido.

      Já agora, porque não «LGF Lagarto»? Não gosta de ser português?

      • LGF Lizard diz:

        Só tiros ao lado, pá. Não acertas uma.

        Para mim, a melhor vitória soviética não é nenhuma dessas.
        Para mim, é a “Operação Bagration” ou ” Soviet 1944 Belorussian Strategic Offensive Operation”, que praticamente destruiu o Grupo de Exércitos Centro e expulsou os alemães da URSS.

        Uma maravilha de operação, brilhantemente planeada e ainda melhor executada.

        “Já agora, porque não «LGF Lagarto»?”
        Porque inevitavelmente mete conotações clubistas e eu nada tenho a ver com o clube da casa-de-banho da 2ª Circular.

        “Não gosta de ser português?”
        Gosto.
        Mas tenho vergonha de quem nos governa…. tanto a nível presidencial, governamental e local. Seja de que partido for.

        • Carlos Carapeto diz:

          “Para mim, a melhor vitória soviética não é nenhuma dessas.
          Para mim, é a “Operação Bagration” ou ” Soviet 1944 Belorussian Strategic Offensive Operation”, que praticamente destruiu o Grupo de Exércitos Centro e expulsou os alemães da URSS.”

          Mas quando pensa perder essa teimosia de imiscuir-se em assuntos que desconhece? Se não no todo em parte.

          A Operação Bagration destinou-se numa fase já avançada do conflito atingir um objectivo especifico. Retirar toda a capacidade ofensiva dos exércitos nazis que ainda ofereciam alguma resistência.
          Como a Operação Tufão procurou alcançar outros fins, a Operação Urano outros e a Operação Cidadela outros.
          Cada uma a seu tempo serviram para infligir derrota após derrota e esmagar a Wehrmacht

          Por as palavras em Inglês é fácil deduzir que sacou esta informação de um qualquer “digno” ressabiado anti comunista.
          A Wiquipedia tem húmus para fertilizar todas as mentes.

          Consultou as memórias de algum dos principais chefes militares desta operação? Rossokvsky, Zhukov, Boldin.
          Leu algum livro dos repórteres que cobriram o desencadear dos combates nesta frente?
          C. Simonov, A. Beck, V Grossman.
          Ou obras recentes publicadas por outros historiadores? V. Fallin, D Gusev.

          Tenha mais cuidado com o seu prestigio, não se ridicularize com essa fanfarronice que sabe mais que todos acerca da URSS

      • De diz:

        Há ainda quem seja mais à direita que passos coelho ou que o rui rio

        A mão levantada para israel no gesto típico da saudação da ordem.
        Com aspirações a ser general do exército respectivo.E a encontrar armas que se disparam sozinhas como pretextp para executar inocentes convenientemente apanhados no local

  14. Miguel diz:

    Através da «Press TV», documentário ainda em transmissão, sobre diplomata americana que trabalhou no Bahrein e que foi perseguida pelos serviços secretos americanos, devido à tentativa que os EUA queriam fazer para entrar em guerra com o Irão (em Dezembro de 2007). A própria vive hoje na Austrália, no exílio; e dá conta dos métodos utilizados pelos EUA para se verem livres de pessoas ditas «incómodas» para a sua agenda mundial de conquista planetária.

    Não tenhamos dúvidas que Snowden é um homem a abater pelos «gangsters» americanos, assim como Julian Aassange.

    Sobre Leonard Peltier, o silêncio continua, dando também a entender que os EUA não querem dar a conhecer ao Mundo os contornos da sua justiça racista que persegue um índio americano, não só por ser Lakota, mas porque a sua tribo está conotada com o autêntico fracasso que foi Little Bighorn, ou como os índios lhe chamam, Greesy Grass.

    «Sand Creek» e «Wounded Knee» também não estão esquecidos, bem como a campanha criminosa do general Tecumseh Sherman no Atalanta, durante a guerra civil.

    Estados Unidos da América, uma nação dominada por autênticos «gangsters» e abutres.

    • LGF Lizard diz:

      Tens que por mais tabaco nisso……

    • LGF Lizard diz:

      A Press TV? Mas quem é que no seu perfeito juízo acha a Press TV uma fonte fidedigna de notícias?

      Mais uma vez escrevo:
      Tanto Peltier e Mumia são idolatrados pela extrema-esquerda apenas pela sua raça/cor de pele. Fossem eles brancos e ninguém saberia ou se preocuparia com eles.
      Fossem os polícias (que eles mataram) índios ou negros e a extrema-esquerda denunciaria o caso como mais um episódio de racismo contra as minorias.

      Bem tentam falar dos massacres feitos contra os índios no século XIX…. que são minúsculos em comparação com os crimes cometidos em nome do comunismo no século XX.

      Bem tentam misturar alhos com bugalhos.

      Se não sabem, deveriam saber, que as leis da guerra no século XIX não são as mesmas do século XX e não são as mesmas que vigoram actualmente.
      A acção dos exércitos do Norte, embora violenta, não foi criminosa, dado não ter violado as leis da guerra da época.
      E se vamos falar de conduta de exércitos na guerra… nem é bom começar
      Basta falar nos crimes de guerra cometidos pelo Exército Vermelho na 2ª Guerra Mundial para resolver a questão. Ou os crimes cometidos na Hungria, Checoslováquia… ou no Afeganistão. Onde o tiro em-tudo-o-afegão-que-se-mexe era prática geral. Ou nas aldeias suspeitas de abrigar mujahedines bombardeadas e destruídas com aviação ou com artilharia.

      “Estados Unidos da América, uma nação dominada por autênticos «gangsters» e abutres.”
      Mais uma vez, o autor desta linda frase a demonstrar a sua ignorância, racismo e complexo de superioridade.
      Enfim.

      • Miguel diz:

        Ou o crime cometido pela CIA ao apoiar a morte de cerca de um milhão de comunistas na Indonésia, em 1965.

        Está esquecido, ó Sr. Rei Lagarto?

        Já não digo o crime da CIA em apoiar o narcotráfico. Leia as declarações de MIchael Ruppert (ex-funcionário da CIA).

        De forma ingénua, diz que os crimes de genocídio cometidos contra os índios americanos são minúsculos se compararmos com os crimes que a União Soviética cometeu (ou que a propaganda diz que cometeu).

        Se consultar os historiadores, ficará boquiaberto, porque não foram somente os índios americanos do norte, mas também do sul. Aí, o número de mortos provocados pela máquina capitalista americana passa muito para além dos 200 milhões de vítimas, fora os torturados e aprisionados.

        Não tenha dúvida, rei Lagarto, que o seu U.S.A. é uma miséria e grande parte dos sul americanos sabem isso.

        A revolução já começou e não tarda muito a assistirmos à implosão dos seus lindos U.S.A. (menina dos seus olhos, a flor da sua alma).

        Bon soir!

  15. LGF Lizard diz:

    “This guide does not include:

    mobilizations of the National Guard
    offshore shows of naval strength
    reinforcements of embassy personnel
    the use of non-Defense Department personnel (such as the Drug Enforcement Administration)
    military exercises
    non-combat mobilizations (such as replacing postal strikers)
    the permanent stationing of armed forces
    covert actions where the U.S. did not play a command and control role
    the use of small hostage rescue units
    most uses of proxy troops
    U.S. piloting of foreign warplanes
    foreign or domestic disaster assistance
    military training and advisory programs not involving direct combat
    civic action programs
    and many other military activities.”

    “Em suma.Lizard mistifica e tenta mistificar o próximo”

    Lamento, De….. nenhuma destas operações é considerada invasão ou bombardeamento.

    E da lista que referi, invasão ou bombardeamento não são as 149 operações.referidas.

    Sorry…. tenta outra vez.

    • LGF Lizard diz:

      Mas podes fornecer outra lista, De.

      Se a tiveres, claro.

    • De diz:

      Nãp percebeu?
      A lista que mostrava não incluia nada disto.
      E era parcial
      🙂
      Portanto a lista das invasões e bombardeamntos confirma-se e é maior do que o mostrado
      Percebeu desta vez?
      🙂

    • Miguel diz:

      Panamá não foi uma invasão?
      Filipinas não foi uma invasão?
      Granada não foi uma invasão?

      Não, claro que não foram. Digamos que foram operações movidas por acção de graças da bandeira norte-americana.

      Não houve bombardeamentos no Cambodja? No Vietname?

      Claro que não. Aquilo foi tudo filmado num enorme estúdio em Hollywood.

      Ainda há pouco, não ocorreu um bombardeamento provocado por um “drone” no Iémen que matou duas pessoas?

      Já sei. eram da Al-Qaeda, correcto? Sim, pela maneira de ver as coisas do «Lagarto» para aquelas pessoas morrerem, só podiam ser da Al-Qaeda.

      Este «Rei Lagarto» é, sem dúvida, um profissional da música americana. Toca mais música para os nossos ouvidos, «Lagarto».

      Long Live the American Dream!

    • Carlos Carapeto diz:

      Que interesse tem se foram 10, 20, 40, 148 ou 149. Foram agressões a países indefesos por uma super potencia que devia respeitar o direito internacional e acima de tudo permitir aos Estados mais fracos viverem em paz e sem sobressaltos com o receio permanente de serem agredidos.

      Mas como para convencer o Lizard só as palavras não servem para ele têm o mesmo valor que as leis internacionais têm para os seus queridinhos amigos Yanques.

      Recomendo que leiam de Peter Scowem um jornalista Canadiano licenciado na universidade do Colorado. ” O Livro Negro da América” .
      Lá é explicado tudo tim por tim as invasões, participação em golpes de Estado, o numero de mortos provocados por as intervenções diretas e encapotadas e o nome dos participantes nos conflitos.

      Lizard; serve ou precisa de mais? Estou disponível para servi-lo, nesta e noutras matérias que Vc tenha a veleidade de resvalar para a mentira corriqueira.

      • Dezperado diz:

        ò Carlos, peço-lhe que me responda apenas à seguinte questão:

        A URSS comunista de Estaline matou ou não milhoes de pessoas? Pergunta simples, só de sim ou não.

        É que leio aqui algumas verdades sobre os americanos (povo que nao tenho grande simpatia). Voce, falou que percebe de URSS, porque até ja la esteve. Mas nos seus textos que escreveu sobre a URSS, não fala na epoca do comunismo de Estaline, porquê?

        • Carlos Carapeto diz:

          “A URSS comunista de Estaline matou ou não milhoes de pessoas? Pergunta simples, só de sim ou não.”

          Ao contrario daquilo que possa julgar não sou “negacionista” e ainda menos serei capaz de dizer que nada aconteceu.

          Foi responder-lhe com duas perguntas, uma breve, outra mais longa. E mais algumas considerações.

          Considera que as vitimas provocadas por o outro lado são menos importantes e como tal merecem menos respeito?
          Sabe; já reparei que a sua preocupação está sempre direcionada num único sentido.
          Por esse motivo desafio-o a primeiro repartir-mos as responsabilidades e quando assumir que do seu lado também houveram vitimas, nessa altura estou pronto em aceitar a quota parte que me cabe.

          E quantos milhões foram consegue precisar?
          Vou fornecer-lhe uma lista de aritmética macabra, construída ao longo de anos por diversos autores. Agradeço que me indique o numero que considera mais plausível.

          Por exemplo: Jean Ellenstein em “História da URSS” publicado em 1973, avaliava em alguns milhões o numero de deportados (sem referir mortos).
          Em 1975 Charles Bettelheim, mencionava “segundo as estatísticas de Wiles” 1,62 milhões de deportados entre 1931 e 1937 e de 4,3 milhões para 1938, mas acrescentava que este último numero lhe parecia elevado.

          Em 1977 autores eurocomunistas (A. Adler e outros) já falavam em 10 milhões de mortos entre 1930 e 1938, estes só já referiam mortos.

          De seguida André Glucksmann (ex maoista mais tarde colaborador da CIA) “denunciava” 15 milhões de mortos prováveis, até 40 milhões provavelmente.

          Aleksandr Soljenítsin em o “Arquipelago de Gulag” assegurava que na URSS tinham morrido 66 milhões de homens às mãos do regime comunista.

          Este mesmo Soljenítsin escreveu no livro atrás referido “ a coisa que mais me chocou na vida, foi quando vi um jovem prisioneiro Alemão, vestido com as calças do exercito Soviético, nu da cintura para cima ser vergastado por os seus captores”.
          O traidor não se lembrou dos milhões de soldados e civis Soviéticos mortos e torturados cruelmente às mãos dos Alemães?

          Para acabar com esta contagem lúgubre citarei apenas o numero mais alto que encontrei.
          Michael Voslensky em “A Nomenklatura” anunciou que o tributo pago pelos povos Soviéticos à ditadura entre 1917 e 1959 foram 110 milhões de vidas humanas.

          Como facilmente se deduz uma estimativa contradiz a outra, destruindo assim a pretensão da verdade e do rigor .

          Gorbachov mandou abrir os arquivos Soviéticos, os resultados foram só publicados já no tempo de Yeltsin.
          Aquilo que foi encontrado desmente a panóplia dos números fabricados até então, cerca de 600 mil mortos.
          Mais de 300 000 mortos provocaram os bombardeamentos maciços da aviação Americana ao Camboja e aqueles que não se cansam de carpir as “vitimas” do Estalinismo não dispensam uma única palavra a denunciar isso.

          “É que leio aqui algumas verdades sobre os americanos (povo que nao tenho grande simpatia). Voce, falou que percebe de URSS, porque até ja la esteve. Mas nos seus textos que escreveu sobre a URSS, não fala na epoca do comunismo de Estaline, porquê?”
          Eu pelo contrário tenho muita simpatia e respeito por o povo Americano (quanto aos dirigentes sou de outra opinião).

          Conheceu o período depois do 25 de Abril? Se conheceu sabe o alvoroço que provocaram aqueles que foram destituídos do poder!
          E a Revolução em Portugal não passou de uma brincadeira com a duração de alguns meses.
          Imagine como devia ter sido na URSS onde se fez uma revolução a sério, sem paralelo na História da humanidade ?
          Por isso se pretende fazer uma analise séria e isenta, tem que perceber primeiro o contexto em que as coisas aconteceram.
          A União Soviética não teve só que enfrentar inimigos externos, os inimigos internos eram tão perigosos como os outros e isso viu-se durante a II GG. Por exemplo Vlassov um general oriundo da aristocracia Czarista passou-se com milhares de homens para o lado dos Alemães.

          Já antes tinha havido outro oficial de alta patente com as mesma origens que mantinha contactos com os serviços secretos da Alemanha, marechal Tukhachevsky.

          Se me perguntarem se houve excessos afirmativamente que respondo sim. Mas primeiro temos que entender o contexto da situação.

          Assumo e aceito a responsabilidade dos desvios e excessos cometidos por o meu lado, quando os meus inimigos de classe tomarem a mesma postura.
          Não julguem que me vou imolar gratuitamente.

          Ninguém está inocente.

          • Dezperado diz:

            Carlos

            Antes demais, agradeço-lhe a sua educação na resposta.

            Segundo os numeros que envia, percebo, porque conheço alguns desses autores, que o numero vai aumentando de autor para autor, uns dizem que foram menos mortos porque defendiam Estalin, os que eram anti-Estaline, elevam os numeros, mas a discrepancia entre os numeros, faz com que seja dificil acreditar mais nuns que noutros.

            “Gorbachov mandou abrir os arquivos Soviéticos, os resultados foram só publicados já no tempo de Yeltsin.
            Aquilo que foi encontrado desmente a panóplia dos números fabricados até então, cerca de 600 mil mortos.”

            Neste numero é que sinceramente não acredito….

            “Considera que as vitimas provocadas por o outro lado são menos importantes e como tal merecem menos respeito?”

            Como referi num comentario mais abaixo:

            O problema em debater estes assuntos, é que chega a uma altura que parece que estamos a debater futebol……Eu como sou do clube X só falo bem e tudo o que tiver havido de mal no passado ignoro. O outro que é do clube Y só fala das coisas boas e o passado é apagado.

            A lógica é, na URSS morreram X pessoas, mas não faz mal, porque o EUA ja matou X+Y…..

            E deixo apenas uma ultima nota, quando digo que nao tenho simpatia pelo povo americano, refiro-me aos seus dirigentes, nao tenha nada contra o cidadão americano comum.

  16. De diz:

    Um pulha é isto.
    Insinuar que a morte de Allende foi por culpa dele próprio Allende
    Devia ter nomeado um constitucionalista escreveu lizard

    Sem mais palavras

    • Carlos Carapeto diz:

      O Kapo Lizard , esganiça-se a tentar ilibar a participação e apoio do IV Reich no golpe fascista do Chile.

      Como se Pinochet tivesse agido por conta própria.

      É essa intrujice ( não se trata de outra coisa) que ele tenta fazer passar.

  17. Miguel diz:

    O famoso Rei Lagarto acusa a PRESS TV de não ser fidedigna, como talvez também acuse a «RT» ou «Russian TV», para onde o repórter Larry King (ex-CNN) foi trabalhar, dizendo até mesmo: «I would rather ask questions to people in positions in power, than talking on their behalf».

    Por sua vez, «Dezperado» escreve sobre os crimes da URSS, sob o domínio de Estaline, algo muito propagado pela imprensa norte-americana e britânica (ou antes anglo-saxónica). «Dezperado», esquece que durante a época de Estaline, a União Soviética esteve cercada pelos países capitalistas e muita da informação que hoje é usada contra Estaline, também foi usada pelos nazis e pela propaganda de Goebbels. Por exemplo, quem acusou primeiro o crime de Katyn? Foi Goebbels. Logo a seguir, vieram os ingleses, os americanos, para acabar em Ieltsin e nos documentos forjados à pressa, para acusar os comunistas de crimes que não tinham cometido. Sobre Katyn, Geoffrey Roberts, autor de “Stalin’s Wars” parte de duas investigações. A primeira baseada nos descobrimentos arqueológicos em Katyn. Algumas cartas escritas dos polacos mortos, trazem a data posterior à invasão dos nazis (22 de Junho de 1941). Outra observação, vem no próprio diário de Goebbels. O mesmo ironiza, em relação aos fuzilamentos e nos cartuchos deixados pelos executores. Finalmente, é o modo como os polacos foram fuzilados, mas isso são factos que os novos propagandistas não querem ver discutidos, nem mesmo os oficiais forjadores de documentos na nova Rússia.

    Já se falou aqui muito em crimes comunistas, mas ninguém mencionou os crimes registados contra comunistas.

    Por exemplo, Xangai em 1927 (12 de Abril); o desaparecimento de comunistas na Argentina e no Chile (sua tortura e morte), entre 1973 e 1976; o massacre de Bodo League, na Corea do Sul (1950, cerca de cem mil pessoas); o terror branco húngaro, em 1919; os fuzilamentos de Franco, após a guerra civil de Espanha; os massacres e fuzilamentos praticados pelos nazis; o Iraque, em 1963 (Saddam Hussein, ajudado pela CIA, cerca de cinco mil mortos comunistas); a Indonésia e o massacre de um milhão de comunistas, em 1965 (algo que o senhor Lagarto tem dificuldade em contradizer)…

    Se olharmos para a história e confrontarmos a propaganda com a realidade, iremos verificar que os comunistas foram mais as vítimas que os criminosos.

  18. Dezperado diz:

    “Por sua vez, «Dezperado» escreve sobre os crimes da URSS, sob o domínio de Estaline, algo muito propagado pela imprensa norte-americana e britânica (ou antes anglo-saxónica).

    Miguel, assim por vezes torna-se dificil discutir algo.

    Pelo tua boca, tudo o que aparece sobre o EUA (volto a referir que é um povo que nao gosto) é verdade, verdadinha e as teorias da conspiração são todas verdadeiras e provadas com factos.

    Tudo que se le sobre Estaline e o comunismo é apenas propaganda feita pelos EUA. Até posso acreditar que alguma parte seja……mas vais me dizer que os milhoes que morreram nas mãos de Estaline tambem é mentira? Queres que acredite que Estaline foi um grande lider e o comunismo resultou na URSS?

    O problema em debater estes assuntos, é que chega a uma altura que parece que estamos a debater futebol……Eu como sou do clube X só falo bem e tudo o que tiver havido de mal no passado ignoro. O outro que é do clube Y só fala das coisas boas e o passado é apagado.

    A lógica é, na URSS morreram X pessoas, mas não faz mal, porque o EUA ja matou X+Y…..

    • Miguel diz:

      Tratar este tema, como se fosse uma conversa de futebol, é banalizar o assunto por completo.

      Quer saber o que acho sobre Estaline, os mortos na URSS no tempo de Estaline e a URSS como país comunista.

      Respondo-lhe desta maneira:

      Estaline não foi um homem amistoso e generoso para com os seus inimigos, mas foi o melhor que a URSS teve durante a invasão alemã de 1941. Se «Dezperado» ler sobre este tema, vai encontrar muitas factos acrescentados, mas não se esqueça que este foi o homem que deteve Hitler de chegar a Moscovo. Quando Estaline morreu, a URSS era a segunda potência do Mundo, a seguir aos Estados Unidos da América. Melhorou a vida dos trabalhadores soviéticos que lhe agradeceram no dia do seu funeral. Veja as imagens desse dia.

      Portanto, podem dizer que Estaline foi um tirano e um ditador. No entanto, fica a ideia de ter sido um líder que o povo contou para derrotar o exército de Hitler. Não só o povo soviético, como também o britânico e o americano, daí a alcunha de “Uncle Joe”, dada pelos americanos.

      No passado, tem a mesma situação com o imperador bizantino, Justiniano, que uniu os territórios do antigo império romano. Enquanto permaneceu vivo, foi um líder. Quando morreu, foi um tirano para o historiador incumbido de relatar os seus feitos (Procópio).

      Sobre os mortos na URSS, é verdade que houve muitos mortos, num país cercado por inimigos. Já ouviu falar na «guerra esquecida»? Seria bom que investigasse sobre estes assuntos.

      Já depois da implosão da URSS, os arquivos do tempo de Estaline foram abertos ao público. Através de estudos feitos por historiadores anti-comunistas chegou-se à conclusão que o número de mortos provocados por Estaline era muito abaixo das cifras apontadas pelos historiadores ingleses e americanos. Falava-se em centenas de milhar, mas não em milhões.

      Por último, se quer uma opinião acerca da URSS e do comunismo, aquilo que se viveu na URSS, entre 1917 e 1991 foi uma experiência no campo do socialismo. Teve alguns resultados brilhantes, sobretudo na educação.

      A URSS foi também uma frente contra o capitalismo e o modo de viver de uma sociedade capitalista. Com a sua perda, o seu principal inimigo, os EUA, delineou projectos para uma nova ordem mundial e fez planos para conquistar o planeta. Basta contar as bases militares que os americanos têm à volta do Mundo e ver a conquista espacial que fizeram até ao momento, com intuito de espiar os seus inimigos e vizinhos.

      • Dezperado diz:

        Miguel

        “Por último, se quer uma opinião acerca da URSS e do comunismo, aquilo que se viveu na URSS, entre 1917 e 1991 foi uma experiência no campo do socialismo. Teve alguns resultados brilhantes, sobretudo na educação.

        Assim como teve resultados menos brilhantes, como a “fome”, e mais grave…os Gulags.

        Em relação aos numeros de mortos, admito que pode haver muita discrepancia, uns dizem que são milhoes, outros dizem que sao milhares…..mas em relação aos Gulags, são factos, as imagens provam isso, e todos os que levantessem um dedo a contestar o regime, tinham o seu destino traçado.

        Mas Miguel, obrigado pela resposta, gosto sempre de ler opiniões contrárias as minhas, só assim se faz o debate.

        • De diz:

          Parece que desperado encontrou agora o caminho da boa educação
          Já não era sem tempo

          E o destino não está traçado.Ainda tem mais algumas coisas a dizer

        • Miguel diz:

          «Desperado», sobre os Gulags e as mortes nos «Gulags», investigadores, no passado, compararam o número de mortes em prisões americanas e havia um equilíbrio entre as duas potências.
          Não se esqueça que aquilo que se está a passar hoje nos Estados Unidos da América, em termos de estabelecimentos prisionais, já é descrito por críticos e investigadores como «novos Gulags».
          Se quiser, faça um esforço e um estudo sobre o mundo dos campos de correcção nos E.U.A. Eu sei que é um trabalho monumental, mas ficará perplexo, pois aquilo que diziam e imaginavam da URSS está a acontecer hoje na América.

  19. Carlos Carapeto diz:

    “mas em relação aos Gulags, são factos, as imagens provam isso, e todos os que levantessem um dedo a contestar o regime, tinham o seu destino traçado.”

    Dezperado; não insista com a litania dos GULAG.

    Quer maior Gulag que aquele que existiu por toda a América Latina e do Norte, ainda hoje persiste nos EUA e Canadá?

    As vitimas deste GULAG, não tinham que manifestar as preferências politicas, nem tão pouco eram internadas em campos de detenção.

    Para estas vitimas não havia qualquer tipo de julgamento, nem os seus nomes constavam em arquivos.

    Eram executadas sumariamente, muitas vezes com os familiares.
    Foram centenas de milhares, muitos desapareceram, outros eram encontrados em lixeiras com os corpos mutilados.

    Foi como já escrevi noutro lado. Há pessoas que têm tendência em valorizar uma vitimas em detrimento de outras.
    Com isto não pretendo afirmar que todos o façam com má intenção.

    Julgo que na maioria dos casos se deva à falta de informação.

    • Dezperado diz:

      Carlos

      “Dezperado; não insista com a litania dos GULAG.
      Quer maior Gulag que aquele que existiu por toda a América Latina e do Norte, ainda hoje persiste nos EUA e Canadá?
      As vitimas deste GULAG, não tinham que manifestar as preferências politicas, nem tão pouco eram internadas em campos de detenção.”

      Miguel

      “«Desperado», sobre os Gulags e as mortes nos «Gulags», investigadores, no passado, compararam o número de mortes em prisões americanas e havia um equilíbrio entre as duas potências.”

      Peço desculpa, mas não concordo com estas comparações….

      Não consigo aceitar a desculpa que na URSS morrem X, mas não é tão mau, porque os EUA ja mataram X+Y.

      Mortes, são mortes…..e não são umas que “desculpam” as outras.

      • Miguel diz:

        Ok, «Dezperado», se vamos por esse caminho, nem Portugal teve desculpa com todas as mortes que provocou no tempo do Império.
        Por esse juízo, um país nunca será desculpabilizado, porque «mortes são mortes», segundo a sua perspectiva.
        Afinal, quantos crimes cometeram os cristãos? Quantas pessoas foram para a fogueira no tempo da Inquisição? No entanto, o Papa é aclamado no Vaticano.

      • De diz:

        Mortes são mortes.
        E as tentativas de fazer contabilidades a este nível são perfeitamente espúrias

        Mas vamos colocar alguns pontos nos is:

        “Vivemos numa época de dupla impostura. A primeira consiste em apresentar o anticomunismo como uma análise da URSS. Alain Besançon, antigo comunista e “sovietólogo” como tantos outros, dizia: “O problema do especialista em questões soviéticas não é principalmente, como acontece noutros domínios, actualizar conhecimentos. A grande dificuldade está em considerar verdadeiro o que alguns têm como inverosímil, em acreditar no inacreditável” . A segunda das imposturas consiste, na expressão de Moshe Lewin, em “estalinizar” o conjunto do fenómeno, o qual, não teria sido mais do princípio ao fim que um imenso gulag, uniforme e contínuo . Mais um passo e chega-se a assimilar comunismo e nazismo utilizando a muito grosseira noção de “totalitarismo”, do que resulta nas cabeças de galinha norte-americanas que 40% dos jovens estejam convencidos segundo se diz que a segunda guerra mundial opôs os EUA… à URSS! Em nome desta ideia rasteira, deste tosco espantalho, um antigo comunista avisou-me, muito a sério, que tínhamos de desconfiar do Movimento dos Sem Terra… Criminalização do ideal comunista, autofobia de antigos comunistas que não vêem inconveniente em se julgarem atores de uma história da qual o menos que se pode sentir é… vergonha: são estas entre outras as consequências do desaparecimento do campo socialista e a inaudita arrogância dos vencedores do momento. Esta farsa sinistra tem consistido em fazer passar pela mesma mistificação os mais generosos sonhos de dezenas e dezenas de milhões de homens e mulheres através do planeta, sonhos que, durante décadas, acompanharam a existência do “socialismo real”, em reduzi-los ao mesmo nível dos obscenos arrebatamentos daquelas multidões que os fascistas só galvanizaram à custa de apelos ao ódio e incitamento à selvajaria, e em fazer-nos admitir que a vulgaridade neoliberal é um mal menor e que portanto deve ser este o único horizonte”.

      • De diz:

        Quer isto dizer que não se passou nada? Que não se cometeu nenhum crime? Que Evguenia Guinzbourg não descreveu em páginas pungentes a loucura da vida num regime de concentração que não a fez mudar de ideal? Que o terror não pesou sobre o país durante pelo menos largos anos como uma esmagadora chapa de chumbo? De modo nenhum. Apenas pergunto se, à força de pretender que é indecente fazer contas ao Grande Comandante quanto ao terror, haverá fundamento para proferir acusações mais desmedidas que qualquer número determinável e assim banalizar os montes de dentes de ouro armazenados nos campos de extermínio nazis, as cabeças ressequidas de prisioneiros utilizadas como pisa-papéis pelos senhores das SS, os quebra-luzes de pele humana, as diabólicas experiências de médicos saídos do inferno, etc. Exijo, antes de como muitos fizeram me entregar sem mais à autoflagelação dos vencidos, nós que do comunismo conhecemos sobretudo a rectidão, as esperanças luminosas e o heroísmo que caracterizava os nossos maiores, exigimos que se nos diga de forma algo mais precisa de quê nos estão a falar, qual a escala dos crimes em questão. Porque, quando tinha 15 anos, em 1968, quer dizer 45 anos depois dos factos, os historiadores falavam de 3 ou 4 milhões de mortos nas duas grandes vagas de repressão dos anos 30 (anos 1930-33 e 1935-38), ao passo que a partir de 1975 começaram a circular os números mais demenciais (100 ou mesmo 140 milhões de vítimas!).

      • De diz:

        No plano internacional, tal como escreve A.Badiou, os Estados socialistas provocaram suficiente medo aos Estados imperialistas para “os obrigar, tanto externa como internamente, a cautelas cuja falta tanto sentimos hoje” (13). Evidência cada dia mais clara: a simples existência desse campo de enfrentamento, isso a que um presidente norte-americano não teve vergonha de chamar “império do mal”, impediu durante mais de 70 anos o “mundo livre” de revelar tão abertamente como o faz hoje as suas verdadeiras normas: guerras, miséria, desemprego em massa, prostituição, tráfico de droga e armas, empobrecimento absoluto e lobotomização generalizada das grandes massas, etc. O domínio absoluto do capitalismo vem trazendo grandes sofrimentos a centenas de milhões de pessoas, tanto no interior como no exterior dos países ex-socialistas. Como nos parecem distantes aquelas incríveis declarações dos anos 91-92, segundo as quais o desaparecimento da União Soviética constituía uma oportunidade para os revolucionários do mundo inteiro! Uma hipoteca menos para os “puros”, aquelas almas nobres que, ao fim e ao cabo, tinham desejado a revolução mas… sem prejudicar nem ofender ninguém, o progresso social mas sem essa União Soviética, sempre demasiado “branda” ou demasiado “dura” aos seus olhos altaneiros, para todos aqueles que clamavam e ainda hoje clamam por uma revolução… sem revolução.

      • De diz:

        “Podemos dizer que a questão do balanço do período histórico iniciado com a Revolução Soviética e com a chegada de Lenine ao poder continua a estar manifestamente em aberto. Podemos dizer que regressará em breve uma reabilitação mais que parcial de Outubro de 1917 e do “socialismo real” com a renovação das lutas e a restauração da esperança”.

        Fragmentos de ““Ostalgia”, horror global e renovação das lutas
        Sobre a Revolução de Outubro de 1917
        Jean Salem

  20. De diz:

    Talvez se tenha notado que nada dissemos até agora sobre uma população cada vez mais empobrecida, humilhada, forçada a recorrer ao plano B para sobreviver, nem sobre a diminuição da esperança de vida na Rússia, nem sobre o facto do pequeno ecrã ter chegado a ser ócio predominante nesse país coberto até nas mais afastadas aldeias por uma vasta rede de teatros e cinemas, associações artísticas e desportivas, conjuntos musicais e bibliotecas.
    A exploração do homem pelo homem, o desemprego, a pilhagem capitalista das enormes riquezas da União Soviética (nada se soube disto durante décadas) são os sinais mais tangíveis da situação que se seguiu à contra-revolução e afundamento da URSS. Nada dissemos sobre essa inegável nostalgia (ost-algia, dizem os alemães referindo-se à Alemanha de Leste) sentida por muitos de entre os menos jovens pelos tempos passados. O direito a um trabalho fixo, a jornada de 7 horas, ou mesmo 6 horas (instaurada em 1956), assim como a semana de 5 dias, o direito a ensino gratuito, aos cuidados sanitários e à protecção social, a alugueres de baixo custo, a reforma fixada aos 55 anos para as mulheres e aos 60 para os homens, tudo isto resulta da revolução de Outubro. O regime que saiu de Outubro de 1917 estabeleceu além disso os fundamentos da abolição da discriminação e opressão das mulheres. Aliviou-as de numerosas responsabilidades familiares, criando um sistema gratuito de serviços sociais geridos pelo Estado. Desde o primeiro momento da sua criação, tentou fazer recuar preconceitos, alguns milenares. O poder soviético soube gerir o seu imenso território praticando uma espécie de “internacionalismo interno” como nunca o fez nenhuma outra potência com as suas colónias, levantar um sistema internacional através dos primeiros planos quinquenais de antes da guerra e, quando era o caso, reformar-se. São outros tantos factores que testemunham avanços muito espectaculares em relação com a antiga Rússia.
    ***

    • Miguel diz:

      Amigo De,
      Boas análises e factos relatados, de acordo com um pensamento formado e esclarecido.
      Na base de defesa da URSS estão as mentiras ditas pelos E.U.A., contra a mesma URSS e a prestação de serviços por parte de pessoas que se deixaram vencer pelo império americano.
      Os E.U.A. mentem descaradamente, praticam crimes contra a humanidade e fazem propaganda, dizendo que são os representantes da liberdade, da democracia e dos direitos humanos.
      Os E.U.A. mentem, corrompem e tentam modificar a história, através dos seus métodos.
      A meu ver, o fim da sua estrutura de poder está mais próxima do que se pensa. Por isso, um dia vamos todos ter acesso às suas mentiras e colossais embustes, tais como foram a ida à Lua e o chamado 11 de Setembro. Os E.U.A. serão definitivamente desacreditados.
      Saúde.

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