Clitóris, prazer proibido

Num país onde até um dos principais bancos se chama Espírito Santo é bom lembrar que a educação sexual está reservada, quando existe, às questões reprodutivas e de saúde. De prazer ninguém fala. Vale a pena ver este documentário, lindíssimo.

http://videos.blog.br/clitoris-prazer-proibido-documentario/

Clitóris, prazer proibido – Documentário

Added by  on 12 de agosto de 2013

O documentário inédito “Clitóris, Prazer Proibido” explora o órgão cuja única função é proporcionar prazer às mulheres. Médicos, educadores sexuais, estudiosos do comportamento e mulheres em geral dão depoimentos sobre o tema.

Por séculos, o clitóris conseguiu a façanha de aparecer e desaparecer diversas vezes. O primeiro anatomista a fazer referência a essa parte do corpo feminino foi Ronaldo Columbus, em 1559, quando o descreveu como a “cidade do amor”. O filósofo francês René Descartes, 100 anos depois, achou que tivesse feito a descoberta. Para ele, sem o prazer clitoriano, as mulheres não se submeteriam à maternidade. Mas depois disso, o clitóris caiu no esquecimento por muitos anos, até que em 1884, George Cobald publicou uma série de desenhos que não poderiam mais ser negligenciados pela ciência.

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8 respostas a Clitóris, prazer proibido

  1. M. diz:

    Não posso deixar de lhe dar os meus parabéns.

    Muitíssimo obrigada.

  2. José Sequeira diz:

    Raquel
    Mesmo quando a acho – perdoe-me a expressão – um bocadinho lírica, no que toca às suas tiradas sobre o mundo do trabalho, gosto sempre do que escreve e como escreve.
    Este belo tema, que agora traz ao 5dias, vai deixar os seus camaradas machos, habituados à ascese das lutas, muito confusos e até provavelmente ligeiramente incomodados.
    Todos reparámos que os posts sobre o Urbano Tavares Rodrigues, escritor de afectos e também de “carne”, não tiveram comentários. A vida está complicada, ainda por cima com as notícias a serem benevolentes com o governo, a malta a banhos, tudo entretido com a sua vidinha e distraídos com a estátua.
    Aproveito para reler o idólatra Luís Pacheco, um especialista dessa parte divina do corpo feminino, especialmente quando o sacana do enfisema já não lhe dava grandes hipóteses de o percutir com o martelo e o obrigava a contemplá-lo muito mais perto dos olhos.
    Tal como a “M” também lhe agradeço.

    • Raquel Varela diz:

      🙂

    • De diz:

      Mais uma vez uma pequena correcção.Os posts, pelo menos um, sobre Urbano Tavares Rodrigues tiveram comentários.O que se passa é que ainda não os viram aprovados pelo autor

      • José Sequeira diz:

        Caro De
        Não é a si que a pergunta é dirigida. Nós os leitores e eventuais comentadores não sabemos se há ou não comentários; ou então, quando aparecem já perderam a actualidade. Na minha modesta opinião um blogue vive do que lá é publicado e também do que os comentadores escrevem. Porquê e para quê então a moderação dos comentários? No caso do 5Dias em que há comentários que 15 dias depois ainda não viram a luz do dia (não é o caso da Raquel), parece ser mais diferimento que moderação, até porque já tenho lido comentários com expressões do tipo “filho da …” e que não são cortados.
        Talvez algum dos donos do blogue possa escrever um post a explicar; ou então, caso isso já tenha sido feito deixar o link.
        Obrigado

  3. De diz:

    Um bom comentário.de que se saúda a sua divulgação
    Uma correcção todavia, pequena e menor no contexto geral do comentário,mas necessária
    .Não foi o filósofo francês René Descartes que 100 anos depois,achou que tivesse feito a descoberta do clítoris, mas sim de Graaf.
    De resto é isso que é referido no vídeo

  4. Nuno Cardoso da Silva diz:

    Ao contrário do que se possa pensar, alguns de nós, homens, sabem muito bem o que é o clítoris e para que serve. E até sabemos dar-lhe toda a atenção que ele merece. Mas achei o vídeo interessante. Sempre permitiu pensar noutra coisa que não fosse a dívida…

  5. Don Luka diz:

    Um tipo que acha que descobriu o clitóris, merecia levar com um encharcado na tromba.

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