Quando a luta organizada vale a pena

Comunicado do CESP/CGTP

Resolvido problema dos trabalhadores do DIA/Minipreço da Loja Miguel Bombarda – Porto

Em reunião, ontem realizada, entre CESP e DIA/Minipreço, foi resolvido o problema dos trabalhadores abruptamente transferidos após a Greve Geral. Os trabalhadores vão ser integrados em Lojas da sua escolha, próximo da sua residência e na Loja do Miguel Bombarda – Porto. Este acordo resulta da luta dos trabalhadores integrados no CESP. A solução, com bom senso, deste problema é positiva e revela que os trabalhadores organizados no CESP resolvem os seus problemas.

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Sobre Ivo Rafael Silva

Mestre em Tradução e Interpretação Especializadas; Licenciado em Assessoria e Tradução; Investigador de História e Etnografia; Investigador do Centro de Estudos Interculturais (CEI) do ISCAP; Tradutor freelance; Secretário administrativo; Militante do PCP desde os 18; Membro da JCP desde os 16.
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6 respostas a Quando a luta organizada vale a pena

  1. JgMenos diz:

    Muito bem!

    • Já não podes ter um orgasmo, que chatice.

      • josé sequeira diz:

        Pronto, a esquerda organizada já pode começar a largar “as mercearias do bairro” que serviam de alternativa ao Minipreço e voltar a gastar o patacão para comprar, em nome do iberismo, os produtos espanhóis de quarta qualidade que são vendidos nessa cadeia.
        Parabéns aos que pensam que “a luta organizada vale a pena”.
        Querem apostar que o “susto” é que valeu a pena?
        Façam mais uma greve geral e vão ver se estes 4 voltam a cair na asneira.

  2. subcarvalho diz:

    Ai que bom que o sindicato amarelo “conseguiu” fazer cumprir os direitos dos trabalhadores. O problema, momentâneo, foram aquelas dezenas de pessoas, também trabalhadoras, que decididram apoiar as trabalhadoras sem a benção desse majestoso e magnifico sindicato…viva, viva, viva!!!!

  3. Vasco diz:

    Ora aí está a cretinice esquerdista no seu melhor. Na sequência de uma luta eminentemente sindical como foi a greve geral, há trabalhadores reprimidos. Face a isto, estes trabalhadores, juntamente com o sindicato, iniciam uma luta para reverter a situação. De repente, vindo não sei de onde – mas não dos próprios trabalhadores e das suas estruturas – surge um boicote (alguém ouviu os trabalhadores envolvidos??) que o sindicato não propôs, não foi envolvido e (e bem) não apoiou. Mas os trabalhadores e o seu sindicato, unidos e determinados, lutaram e venceram – sim, venceram! – a prepotência patronal. Não foi a luta final, não, mas foi a luta a que se propuseram, e venceram. E o boicote, faça-o quem o propôs (ou fui eu que não percebi que esta era, afinal, uma luta entre o minipreço e as mercearias de bairro e não entre os trabalhadores do minipreço e o seu patrão?).

    Viva a luta organizada DOS trabalhadores (e não, paternalmente, de fora PARA os trabalhadores).

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