Má gestão. Nepotismo. Gastos sumptuários, sobretudo em popós de luxo. Pagamento de favores politicos com pilim alheio. Mil e uma formas de espatifar dinheiro e recursos de forma incompetente e despreocupada.
Quem traçou este perfil do nosso “novo” ministro, Rui Machete, não foi a esquerda botabaixsta e vitriólica. Foi um embaixador americano, ao descrever a forma como a FLAD estava a ser gerida pelo insigne jurista.


