Das políticas alternativas


“Um processo em construção”

P.S.- Imagem do Público

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6 respostas a Das políticas alternativas

  1. André Carapinha diz:

    O passo decisivo ainda falta, que é o de se entenderem a sério, passando por cima de qual é o partido que “lidera”, qual o que “anda a reboque”, etc etc. Na minha opinião, o entendimento é possível para uma coligação eleitoral, de preferência com uma figura fora dos dois partidos como “cabeça”. E uma equitativa distribuição dos “lugares”. Justamente para que a questão dos “lugares” seja uma não-questão, que fartos já estamos de a ver nos partidos do arco da austeridade.

  2. renegade diz:

    Ontem já era tarde. Vamos a isso. É preciso por em marcha uma dinâmica de resposta, trazer gente, dar esperança. Para isso não chega convergir em políticas. É preciso trabalhar em conjunto, que as pessoas se falem, que se criem espaços para as pessoas falarem. Arranjar uma fórmula organizativa, métodos de trabalho, objetivos.
    Mas é preciso ter orientações internas claras, discutidas e sufragadas pelos militantes. Nem um nem outro fizeram isso – passa-se tudo nas cúpulas, ao sabor do momento. Não se entende que, com tanta vontade de convergência, a ocasião autárquicas seja deitada fora como vai ser. Nas europeias já se está a preparar o mesmo – cada um por seu lado a frustrar a visão que se intui nas palavras do jerónimo “os dois não chegam, mas sem os dois não há saída”. Quais vão ser os eixos de mobilização em outubro? Repudiar o memorando e renegociar a dívida são objetivos largos. Há que ser mais concreto – vamos mobilizar-nos contra o quê? Pelo quê?
    São estas razões que me levam a acreditar que tudo isto deve ser mais um recurso tático por causa das conversas PS-governo. Burro velho desconfia.

  3. Alcides Santos diz:

    Força, juntem-se, concretizem, façam o caminho. Se assim for, como tantos outros, militarei.

  4. Tico e Teco diz:

    E quando se pensa que as inúmeras manifs efectuadas servem para alguma coisa, passado uns meses juntam-se outros chupistas e voltam a cair na graça dos cegos..haja paciência para quem ainda acredita nos políticos!!

    • De diz:

      A estória está mal contada teco e tico. Os chupistas que se juntam são os do dito “arco de governação” nas palavras dos serventuários do poder.
      Os “políticos” não são uma massa uniforme.Tal como os tecos e ticos não o são.
      Percebido?

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