Da unidade

“Perante a exigente situação política e os seus desenvolvimentos, o PCP dirige-se às forças sociais, aos partidos e forças políticas e aos democratas que, norteados pelo respeito dos princípios e valores constitucionais, inscrevem como objectivos a demissão do governo, a realização de eleições e a rejeição do Pacto de Agressão. Nesse sentido, o PCP endereça convites para a realização a curto prazo de encontros com organizações sociais, com o PEV, o Bloco de Esquerda e a Intervenção Democrática. O PCP promoverá também um conjunto de contactos, reuniões e encontros com personalidades empenhadas na afirmação de um Portugal desenvolvido e soberano.”

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11 respostas a Da unidade

  1. LM R diz:

    “unidade” é colocar o Bloco no mesmo pé de invenções mais ou menos fantasiosas como a “Intervenção Democrática”?

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  4. Miguel diz:

    Já existem problemas nas tentativas de criar uma unidade de esquerda. O PS atirou a primeira pedra, com as reuniões que está a ter com a direita. Agora vem o BE optar pela mesma iniciativa do partido comunista, subscrevendo o PS nos encontros.

    Enquanto nos dividimos, a direita ganha forças e reage. Vamos perder mais uma hipótese de derrotar esta direita.

    Há que encontrar alguém no meio da esquerda que seja um ponto de convergência de todos e de muita gente. Há que apostar num líder e recomeçar esta luta. Esse líder tem de vir de uma base esquerdista e não PS, porque o PS (em casos de pressão) entra a reboque para não perder força.

    • ninissaia diz:

      Não compliquem, o eleitorado do PS é fundamental e está desiludido. Vai gostar da proposta e votar em força.

  5. Manuel diz:

    Promponho desde já Arnaldo Matos para liderar a coligação das esquerdas acessorado por Pacheco Pereira e Zita Seabra.

  6. Nuno Cardoso da Silva diz:

    Este tipo de encontros só fará sentido se conduzir a uma coligação eleitoral que permita à esquerda a sério alcançar 30% dos votos. Se é para ir, uma vez mais, dividida às eleições, mais valia a esquerda estar quieta.

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