Oliveira e Costa vai de carro, protegido pela polícia, apresentar-se semanalmente. Um desempregado vai de transporte caríssimo apresentar-se quinzenalmente no centro de emprego. Desempregados, subempregados, não são franjas excluídas da sociedade, porque a existência de desempregados pressiona o salário dos empregados para baixo (chama-lhe Marx exército industrial de reserva). O capitalismo criou a ideologia de que era necessário, no quadro da competição do sistema internacional de Estados, flexibilizar o mercado de trabalho para manter a competitividade e assim criar emprego. O que se verifica é que o desemprego e a flexibilização são parte da mesma moeda – crescem a pari passu – e, mais dramático, financiados com aquilo que deveria ser um fundo de proteção para um envelhecimento digno, com saúde e de qualidade.
procurar
autores
- 5dias
- ana catarino
- Alexandre de Sousa Carvalho
- António Mariano
- António Paço
- Bruno Carvalho
- brunopeixe
- Carlos Guedes
- Joana Lopes
- Clara Cuéllar
- João Vilela
- zenuno
- Luhuna Carvalho
- Francisco
- fmrosas
- Frederico Aleixo
- Paula Gil
- Gui
- Ivo Rafael Silva
- João Torgal
- João Labrincha
- José Borges Reis
- luismiguelrainha
- Miguel Afonso
- Mário Machaqueiro
- Renato Teixeira
- Morgada de V.
- Nuno Bio
- nunotito
- paulogranjo
- Pedro Bismarck
- pestanandre
- pfjo
- paulo jorge vieira
- Rafael Fortes
- raquel freire
- Raquel Varela
- Ricardo Ferreira Pinto
- Rita Veloso
- sergiovitorino
- Luís Bernardo
- Tiago Mota Saraiva
- Tiago Sousa
arquivo recente
- Janeiro 2015
- Dezembro 2014
- Novembro 2014
- Outubro 2014
- Setembro 2014
- Agosto 2014
- Julho 2014
- Junho 2014
- Maio 2014
- Abril 2014
- Março 2014
- Fevereiro 2014
- Janeiro 2014
- Dezembro 2013
- Novembro 2013
- Outubro 2013
- Setembro 2013
- Agosto 2013
- Julho 2013
- Junho 2013
- Maio 2013
- Abril 2013
- Março 2013
- Fevereiro 2013
- Janeiro 2013
arquivo 5dias.net
acesso ao arquivo 5dias.net.tags
- anti-fascismo
- anti-imperialismo
- assad
- Austeridade
- autárquicas
- BE
- Bloco de Esquerda
- Brasil
- capitalismo
- cavaco
- cavaco silva
- CGTP
- Chipre
- cinema
- cinema português
- Crimeia
- Crise
- Demissão
- desenhos
- Donetsk
- Economia
- efeito boomerang
- eleições
- Esquerda
- Euro
- Europa
- fernanda policarpo
- Governo
- Greve
- Greve Geral
- grevegeral_27jun2013
- guerra civil síria
- hezbollah
- i
- ilustrando
- Imperialismo
- Indústria
- Itália
- iv reich
- Le Monde
- liberdade de expressão
- Luta
- luta de classes
- luta social
- manifestação
- manifestação cgtp
- Movimento de Massas
- Movimentos
- movimentos sociais
- Nelson Arraiolos
- piquete sombra
- podemos
- Poesia aos domingos
- porto
- Portugal
- Professores
- Protestos
- PS
- que bem que se está na rua
- Que se Lixe a Troika
- Relvas
- renatar por aqui
- resistência
- revolução
- rússia
- subvertizing
- Síria
- Troika
- Turquia
- ucrânia
- União Europeia
- urbanismo
- vídeo
- Vítor Gaspar
- youtube
facebook


“Desempregados, subempregados, não são franjas excluídas da sociedade, porque a existência de desempregados pressiona o salário dos empregados para baixo (chama-lhe Marx exército industrial de reserva). O capitalismo criou a ideologia de que era necessário …”
Isto é um bocado ultrapassado, e nem a direita mais estúpida (salvaguardando parte da nossa, que é estúpida, bolorenta e mentalmente truncada) compra essa ideia. Um estado de coisas deste tipo não pode ser mais que temporário, e quando muito desejado por meia dúzia de oportunistas que não representam o universo dos que têm dinheiro e investem. Toda a gente sabe que onde há oportunidades individuais, o desenvolvimento acontece e a geração de riqueza também.
O Marx pura e simplesmente não teve o acesso a casos práticos, em qualidade nem em quantidade, comparado com a contemporaneidade. O capitalismo para ele são os analfabetos que foram senhores do dinheiro durante a revolução industrial.
Os tempos são outros, convinha a esquerda libertar-se de maniqueísmos arcaicos.
Os comunistas devem entrar na Assembleia da República?
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/os-comunistas-devem-entrar-na-assembleia-da-republica
Um título, uma interrogação do Correio da Manhã. Interrogação revolucionária ou fascismo rasteiro? A resposta está na identidade de quem manda a posta.
Que solução propõe, se as novas tecnologias e as máquinas estão a destruir o emprego? Um rendimento mínimo garantido para todos?
Se o futuro é das máquinas o melhor é investir em WD-40.
É que a riqueza mundial está a crescer, a Europa empobrece e perde a classe média… só vejo como solução a garantia de um rendimento mínimo para que os mais desfavorecidos vivam com dignidade, e longe da caridadezinha da Igreja.