Vocês quem?
E quem é o Rothbard? Um anónimo admirador de gaspar?
Conheci outrora um tipo com esse nome que era admirador de um chefe da ku-klus-klan.
Tinha ideias parecidas com o gaspar, se bem que o gaspar admirasse mais o pinochetiano friedman
Ao marquês de pombal, em Lisboa, é favor trazer um cravo vermelho ao peito.
Atenção à diferença – não é não fazer greve. É afirmar que não vale a pena. O castigo para quem não fez é muito pior 😉
Olhem para o que digo, não olhem para o que faço??
“Houve também funcionários dos partidos que não foram trabalhar. Os funcionários do PCP no Parlamento, por exemplo, não fizeram oficialmente greve porque têm um vínculo laboral que implica confiança política. No entanto, não foram trabalhar e terão falta não justificada, perdendo um dia de salário.” in Publico, MARIA LOPES 27/06/2013 – 20:40
Sinceramente, acho uma certa soberba imaginar-se que foi esta greve “geral” (as aspas são propositadas) que fez cair o Gaspar. No entanto cada um fica com as suas alegrias e certezas simples. Completei hoje, 1 de Julho, quarenta e quatro anos de trabalho sem nunca ter feito greve. Acho que as greves (estas greves) não valem a pena, uma vez que se limitam a retirar do vosso campo milhares de pessoas que, pela sua fragilidade, têm necessidade de utilizar diariamente os serviços que (cada vez menos) são bloqueados. Não acreditam(?), estão no vosso direito.
Então e se a saída do Gaspar fizer parte da estratégia que o vosso companheiro “bloger” Frederico Aleixo enunciou num post intitulado “As melhoras da morte”?
A propósito da greve “geral”, como é que possível assistirmos à ridícula e ufana presença de tudo o que é sindicalista na Auto-Europa, festejando uma adesão de 100% a uma paralisação decretada… pelo patrão?
Caro Moby, lamento, mas está profundamente desactualizado. Não sou funcionária do Grupo Parlamentar, fiz greve e estive nos piquetes.
Enquanto fui, fiz greve, perdi o dia de salário e estive nos piquetes.
Olhe pois para o que digo, escrevo e faço.
Cara Lúcia, o excerto apresentado não faz referência em específico à sua pessoa mas a um conjunto de funcionários de um partido que é sempre o primeiro a atear a fogueira grevista mas que, internamente, impõe vínculos laborais que vedam o acesso a esse direito fundamental que tanto advogam! Sim, olhem para o que digo mas não para o que faço. (este é apenas um exemplo, entre muitos outros)
Caro Moby, devia informar-se melhor. Todos os funcionários do PCP fazem greve. Só não fazem os deputados porque não encaram a tarefa como um “emprego” mas como um mandato.
Vocês vivem num mundo de sonhos. È bonito. É melhor que ir matar gente na mata.
Vocês quem?
E quem é o Rothbard? Um anónimo admirador de gaspar?
Conheci outrora um tipo com esse nome que era admirador de um chefe da ku-klus-klan.
Tinha ideias parecidas com o gaspar, se bem que o gaspar admirasse mais o pinochetiano friedman
Ahahahahah!
Bravo!
Não fiz greve. Onde me devo dirigir para levar a minha chapadona?
Ao marquês de pombal, em Lisboa, é favor trazer um cravo vermelho ao peito.
Atenção à diferença – não é não fazer greve. É afirmar que não vale a pena. O castigo para quem não fez é muito pior 😉
E esse castigo é?
ó Lucia, voce acredita mesmo que foi a greve que fez cair Gaspar??? eheheheheh….essa foi boa!
Olhem para o que digo, não olhem para o que faço??
“Houve também funcionários dos partidos que não foram trabalhar. Os funcionários do PCP no Parlamento, por exemplo, não fizeram oficialmente greve porque têm um vínculo laboral que implica confiança política. No entanto, não foram trabalhar e terão falta não justificada, perdendo um dia de salário.” in Publico, MARIA LOPES 27/06/2013 – 20:40
chapadona em todos vocês??
Eu não fiz greve, mas estive nos piquetes, e isto para mim é assim, vão só mudar as moscas.
Mas se forem pro Marquês não caguem aquilo com a pichagem. Já temos vândalos que cheguem.
Claro, o homem diz que queria ir embora desde Outubro, mas foi a greve da semana passada que o fez dizer “agora é que vou mesmo”.
Sinceramente, acho uma certa soberba imaginar-se que foi esta greve “geral” (as aspas são propositadas) que fez cair o Gaspar. No entanto cada um fica com as suas alegrias e certezas simples. Completei hoje, 1 de Julho, quarenta e quatro anos de trabalho sem nunca ter feito greve. Acho que as greves (estas greves) não valem a pena, uma vez que se limitam a retirar do vosso campo milhares de pessoas que, pela sua fragilidade, têm necessidade de utilizar diariamente os serviços que (cada vez menos) são bloqueados. Não acreditam(?), estão no vosso direito.
Então e se a saída do Gaspar fizer parte da estratégia que o vosso companheiro “bloger” Frederico Aleixo enunciou num post intitulado “As melhoras da morte”?
A propósito da greve “geral”, como é que possível assistirmos à ridícula e ufana presença de tudo o que é sindicalista na Auto-Europa, festejando uma adesão de 100% a uma paralisação decretada… pelo patrão?
Caro Moby, lamento, mas está profundamente desactualizado. Não sou funcionária do Grupo Parlamentar, fiz greve e estive nos piquetes.
Enquanto fui, fiz greve, perdi o dia de salário e estive nos piquetes.
Olhe pois para o que digo, escrevo e faço.
O castigo maior será ver o Governo, no qual provavelmente votou, a tombar.
Cara Lúcia, o excerto apresentado não faz referência em específico à sua pessoa mas a um conjunto de funcionários de um partido que é sempre o primeiro a atear a fogueira grevista mas que, internamente, impõe vínculos laborais que vedam o acesso a esse direito fundamental que tanto advogam! Sim, olhem para o que digo mas não para o que faço. (este é apenas um exemplo, entre muitos outros)
Caro Moby, devia informar-se melhor. Todos os funcionários do PCP fazem greve. Só não fazem os deputados porque não encaram a tarefa como um “emprego” mas como um mandato.