O Martim é bue da empreendedor


Arranja as miúdas mais giras da escola e põe-nas no Facebook com as camisolas que idealizou, estilo Linha de Cascais (costumo ver umas iguaizinhas na Feira da Senhora da Hora, de marcas famosas, mas como são os ciganos a vendê-las, chamam-lhes contrafacção). Começa então a vender bem e tem de contratar uma fábrica para lhe produzir as camisolas.
Se aqueles que lhe fazem as camisolas ganham 485 por mês, é coisa que nunca lhe ocorreu. O Martim é jovem e no meio em que se move se calhar ninguém ganha isso. O Martim é jovem, pode ser completamente insensível socialmente que a malta perdoa-lhe.
O Prós & Contras é especialista em trazer-nos figuras bizarras. Mas o Martim, que nem precisou de bater punho para ter sucesso, é tudo menos bizarro. Com 16 anos, já a sabe toda. Quanto às raparigas giras que usou como modelos, e que agora «já não servem», com um bocado de sorte terão outra serventia. Estarão daqui a uns anos a caminho de uma qualquer fábrica, onde trabalharão a troco do salário mínimo para enriquecer um qualquer Martim deste país.
Azar. Se estivessem desempregadas era pior.

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88 respostas a O Martim é bue da empreendedor

  1. PCG diz:

    Muito bom!

    • um psico que acredita em medição de cousas inexistentes? diz:

      agente tamém queria o salário mínimo…

  2. António diz:

    Eu não percebo tanta indignação… O rapaz criou uma marca, e paga a uma empresa para lhe produzir os produtos, o que tem ele a ver com quanto pagam aos funcionários dessa empresa? secalhar era melhor ninguem fazer nada porque à pessoas a ganhar o salário minimo…

    • Américo Gonçalves diz:

      Sim, que tinha o Steve Jobs a ver com os operários da Foxconn que se suicidavam ás pazadas ? Que tem a ver a BP com os peixinhos mortos no Golfo do México ? E óbvio, que tem uma central nuclear japonesa a ver com tsunamis? Ele há cada apanhado do clima…isto não é ser empreendedor. Já havia “empreendedores” destes a traficar escravos , no tempo do “Império colonial português”. Máximo lucro, zero responsabilidade.

      • António diz:

        Isso tudo é muito bonito… eu não estou enteirado do que se passava entre a Foxconn e o steve jobs, não sei se era ele que defenia as praticas nessa empresa ou não… e em relação aos peixinhos, não sei onde esta a comparação..
        Mas neste caso, as encomendas do Martim a essa empresa vão alterar alguma coisa para pior dentro da empresa, são elas que vão diminuir os salarios? No melhor caso até poderam criar novos empregos e ajudar ao desenvolvimento, ou seria melhor não ter encomendas e fechar? nesse caso o pais parava…

      • Está a misturar demasiadas coisas que não têm nada a ver. O Martinho empregou pessoas que de outra forma estariam no desemprego. Parabéns ao Martinho, se tivessemos mais empregabilidade, mais facilmente conseguiriamos aumentar o salário minimo. Se as camisolas do Martinho provocassem derrames de crude e ele não os limpasse/indeminizasse ou soubesse da possibilidade dos derrames e não os tivesse evitado, ai que o Martinho se fosse f*der e pagasse o que devia/implementasse as medidas necessárias. Quem cria/autoriza centrais nucleares e negligencia os riscos, também não é um bom empreendedor. Agora meter o Martinho no mesmo saco, não faz sentido.

  3. Trabalhador honesto diz:

    Gostava de saber qual é a desonestidade em ganhar o salário mínimo! Pois olhe acho bem melhor ser honesto e ganhar o salário mínimo (o meu caso) que andar por aí armado em indignado a viver à custa do Estado e de quem trabalha!
    Obrigado e boa tarde!

    • Américo Gonçalves diz:

      Há um “radical trotskista”, de seu nome Barack Obama, que fez o desenho: “Quem trabalha NÃO PODE ser pobre. ” Entendeu agora?

      • Joel M. diz:

        E quem não trabalha, que infelizmente é o meu caso, NÃO PODE ser rico! Ganhar o salário mínimo é melhor do que salário nenhum.

      • Américo Gonçalves, tem de ser mais claro para com quem não está habituado a termos como “radical”, já então “trotskista” será pedir demais a mentes tão simples que se contentam com o ordenado mínimo.

        • Américo Gonçalves diz:

          Quando se soube dos suicídios na Foxconn, o Jobs foi lá, e impôs que se “tomassem medidas”. E tomaram mesmo: puseram umas redes, para a malta que se atirava da janela…mas o baril do Jobs não abdicou de um cêntimo da margem de lucro. A France Telecom viveu uma história muito parecida.

          • Pois não. Nunca abdicou do lucro. Também foi ele que revolucionou a arte, a tecnologia, as comunicações. Foi ele que criou a Pixar , a nExt, entre muitos outros.
            Se não fossem os lucros abismais da apple, se não fosse o steve jobs, por agora, tinhas merda, em tudo o que existe. O steve jobs não so revolucionou o que disse atrás, mas mudo a forma das pessoas verem o mundo. Vê o mundo dessa forma. Como um mar de oportunidades com a tua à espera de ser apanhada..
            Abraço.

  4. PT diz:

    É assim mesmo! Tudo contra o sucesso de quem faz pela vida e nada contra o Estado Social-parasitário. Já agora, o senhor Ricardo Ferreira Pinto tem ideia de quanto ganham as pessoas que lhe publicam as teses e os livros da Xôtôra Raquel? É melhor verificar isso para mudar para uma gráfica, sei lá, em Cuba ou coisa que o valha, que de certeza aí não pagam 485 euros.
    E, já agora, as maiores felicidades na vossa mais recente campanha contra os miúdos empreendedores que postam as fotos das coleguinhas que se dispõem a usar os seu modelitos.

  5. Espero sinceramente que o “empreendedor” Martim não se entale como o outro… o Moniz.
    Quanto ao salário mínimo há quem diga que é melhor que estar no desemprego.
    Eu direi mais, que tal uma sopinha e o bilhete do comboio de casa trabalho, em vez do magro salário, sempre é melhor comer do que nada, mas pode ser ainda melhor, que tal arranjar um cantinho lá na fábrica, para passar a noite, olhem o que se poupava em transportes e tempo, e assim até nem havia desculpa para não trabalhar mais horas.

  6. António diz:

    Só discuto temas relacionados com a problematica do salario minimo com miudos com menos 12 anos. Sinto muito.

  7. Automático for the people diz:

    Num país onde tanto licenciado ganha menos de 1000 euros, uma pessoa que faz camisolas ganhar o salário mínimo (quase 500 euros) é mau? Vocês vivem em que planeta? Correu mal a piadola à Raquel e até ela, se for mulherzinha, percebe que foi ridícula a pergunta. E só a engrandece se o fizer. Agora que tentem racionalizar o irracionalizável…

    • Bernardo Bombaim diz:

      erm … se calhar o problema está no facto de os licenciados ganharem pouco não ? Ou queremos uma sociedade em que o trabalho valha tão pouco ?

  8. Martinho diz:

    Qual é o salário dos gajos que fizeram os brincos da Raquel? E as gajas que fazem publicidade à marca dos brincos? São giras ou feias?

    • Custodio diz:

      E não esquecer as fabricas da Foxconn na China onde é feito om Ipad Doutora. Mas pronto, como é um brinquedo para ela as questões sociais ficam de lado e já não importa se são feitos por chineses a ganhar $2… LOL

  9. diz:

    Deixem lá o fedelho vender as t-shirts, seus comentadores de sofá sedentários! Fosga-se!

  10. Pingback: Uma mão cheia de argumentos contra a ignorância | cinco dias

  11. Rui Sousa diz:

    Peço desculpa, estimo a Raquel Varela como Historiadora e sigo os seus textos no 5 dias com atenção, mas neste caso acho que procedeu mal. Procurou descredibilizar uma iniciativa de um jovem de 16 anos, que certamente ainda não terá uma grande empresa vendedora de t-shirts mas uma experiência com algum lucro, com questões sobre o local de produção, o salário dos que as produziram? Se estivermos sempre a pensar em tudo isso, nunca ninguém conseguirá criar um negócio em Portugal nem empregar pessoas. 500 euros de salário é pouco. É. Mas neste momento é o que muitas empresas – não estou a falar de EDP´s e etc – conseguem pagar.

  12. Carlos diz:

    “O Martim é jovem, pode ser completamente insensível socialmente que a malta perdoa-lhe.” Aquela senhora caiu no ridículo por estar a “atacar” o miúdo gratuitamente, e tu parece que também estas a tentar. O Martim estava a contar o seu caso de empreendorismo, não é nenhum herói, mas também não é culpa dele o valor do salário mínimo, ou se o mesmo é pago a trabalhadores fabris na industria textil (já agora é mesmo? eu não sei). A resposta do Martim foi natural e em autodefesa, tendo em conta as circunstancias.

    • João S. diz:

      É basicamente isto. Mas explicar a estas mentes é complicado. Vêem um puto a armar-se em empresário e toca a cair em cima dele que deve ser fácil fazer um ‘bullying político’… olha ele tão novo e já armado em capitalista.

      E agora que ele disse “pelo menos têm o salário mínimo”. Agora é que não se calam.

  13. Susana diz:

    E o que é que as miúdas giras que fazem publicidade tem que ver com isto? No seu tempo não lhe ligavam nenhuma? Dor de cotovelo 🙂

  14. hep diz:

    Ya, o Martim chama-se Martim em vez de Ricardo, é um burguês porque vem de famílias conservadoras e, com 16 anos, vai deixar de fazer o seu projecto (empreendedor ou não) porque mete as miúdas mais giras (e não as menos giras ou feias) com ‘as camisolas que idealizou, estilo linha de Cascais.’ Esta é boa. Vejo aqui, à partida, um preconceito – a referência a Cascais. Se fosse um projecto empreendedor de arte urbana da Cova da Moura é que era? Em Cascais só há gente abastada e, portanto, não poder ser empreendedora? A referência aos ciganos é curiosa – ‘mas como são os ciganos a vendê-las, chamam-lhes contrafacção.’ Lá vem o complexo de defesa das minorias da esquerda. Não conheço sequer o projecto do miúdo. Mas, segundo diz, não é original ou o mais criativo de sempre, mas foi algo que ele idealizou e que manda fazer numa fábrica. É um projecto próprio. O que os ciganos fazem é vender Dolce&Gabana por Dolce&Cabana. Apropriam-se de uma marca, mudam-lhe o nome e vendem mais barato. Isso sim é contrafacção. E não estou a acusar o povo cigano de o fazer. O senhor é que acusa o jovem Martim de ele fazer contrafacção, porque vê t-shirts ‘iguaizinhas na Feira da Senhora da Hora’. Vê os ciganos a serem presos por fazerem contrafacção? Olhe eu não. E vivo bem perto deles. Todos os dias me dizem ‘oh menina olhe o óculo barato’.
    O jovem Martim fez-se à vida! Criou ou adaptou algo para ‘ganhar uns trocos’. Talvez um dia, assim, consiga ganhar mais que o salário mínimo nacional.
    Ocorrer-lhe que os operários que fabricam as suas t-shirts ganham 485 euros por mês? Entrámos no princípio de que se os operários ganham o salário mínimo nacional, então o Martim não pode mandar fazer as suas camisolas porque tem de ser tão pobre como os operários? Em que é que ficamos? Só se o salário mínimo passar a ser de 1000 euros, é que jovens como o Martim podem mandar fabricar as suas camisolas?
    ‘O Martim é jovem e no meio em que se move se calhar ninguém ganha isso.’ Mais um preconceito e uma suposição barata. Sabe em que meio se move o jovem? Não. O seu argumento calculo que seja ‘como se move num meio burguês (acha você), então nunca passou realmente dificuldades, logo não tem sensibilidade para analisar e pensar nas dificuldades dos outros.’ Não, isto não é verdade. Uma coisa não leva, necessariamente, a outra.
    ‘O Martim é jovem, pode ser completamente insensível socialmente que a malta perdoa-lhe.’ Diz bem. O Martim é jovem e resolveu fazer algo da vida, que não ir apenas para a escola ouvir os professores. Não é o Einstein? Pois não. Parece que estamos a levar demasiado a sério um projecto de um puto de 16 anos, que apenas quer produzir, criar algo na vida. Insensível? Acho que não. E não me venha com o argumento que temos de criar uma sociedade em que, desde pequenos, os miúdos têm de ser incutidos a serem sensíveis a este problema.
    O problema do salário mínimo nacional é, de facto, um problema. Mas não é por ser um problema, que vamos deixar de fazer outras coisas para além de pensar que o salário mínimo é um problema.

  15. Jony diz:

    Eu já fui da opinião que o salário mínimo em Portugal era resultado de patrões gananciosos que apenas pensam em explorar os trabalhadores. Depois li as estatísticas sobre a riqueza média que um trabalhador português produz por hora de trabalho: 17 euros. Em Espanha são 30 e na Grécia são 19. Como economia, não temos capacidade para pagar um salário mínimo mais elevado, porque pura e simplesmente não produzimos. O mais importante é descobrir PORQUÊ e curar esse mal, para finalmente se poder aumentar o salário mínimo (que mal dá para viver)

    • EMS diz:

      Significa que o trabalhador medio portugues num horario semanal de 40 horas produz 2720 euros mensais.
      O salario minimo não chega a 500

      • Carlos diz:

        Já viu os encargos que um empreendedor tem de acarretar com um trabalhador? Pois para pagar um salário de 500€, o trabalhador tem de conseguir produzir perto de 1500€ em Portugal, isto tirando todos os desincentivos criados pela burocracia e sistema judicial. Tudo isso conta.

        • R. diz:

          Tudo isso conta para ser o Estado a dar com uma mão e a tirar com outra.
          Via CGD, via IVA%, via não pagamento a tempo e hora e via aumento de impostos.
          R:

      • AIAI diz:

        EMS e os impostos? E as instalações, os carros, máquinas, água, luz, computadores, internet, seguros, etc as empresas não tem que pagar isso? O trabalhador trabalha no meio da rua sentado no chão? As mesas, cadeiras, materiais também custam dinheiro e uma empresa precisa de dinheiro para sustentar isso. Não é tudo lucro.

    • Carlos diz:

      Os salários são aumentados com o aumento de capital, e quando digo capital digo máquinas, ferramentas, infraestruturas, conhecimentos. Quando o empregador trás uma nova máquina e o trabalhador aprende como se trabalha com ela, isso normalmente significa aumento de produtividade. Agora uma pergunta: quantas vezes um trabalhador tem de aprender (aumento de capital do trabalhador) a trabalhar com uma nova máquina (aumento de capital do empregador)?

    • Nuno Cardoso da Silva diz:

      A produtividade é uma coisa curiosa… Num estudo que estou a fazer verifiquei que um trabalhador português produz mais 40% por cada euro que ganha do que um trabalhador alemão. Só que nunca ninguém se deu ao trabalho de fazer esta análise que prova, definitivamente, que os trabalhadores portugueses não ganham demais. O que eles não têm é meios de produção ao seu dispor comparáveis aos dos alemães. Se tivessem eram mais produtivos do que eles e as nossas empresas seriam mais competitivas do que as empresas alemãs. Mas vá lá explicar isto a quem estudou economia em versão banda desenhada…

      • Se está a fazer um estudo para demonstrar que trabalhadores que dispõem de capital cuja produtividade marginal é maior são mais produtivos, então pare já e repense. Nenhum reviewer lhe aceita isso.

        Obviamente que a sua conclusão é falsa — ter melhor capital não implica que sejam mais competitivos, até porque o mercado é heterogéneo e os alemães produzem artigos de elevada especialização e valor acrescentado.

        Posto isto, apropria-se o ditado: se a minha avó tivesse rodas, era uma bicicleta. Como espera que as empresas tenham melhor capital senão reinvestindo os lucros? Se é mesmo isso que defende, então fico feliz, porque partilhamos a mesma visão que o IRC deveria ser bem próximo de zero.

        • Nuno Cardoso da Silva diz:

          Vamos lá ver se nos entendemos. A produtividade do trabalho é geralmente calculada dividindo o valor produzido pelo número de trabalhadores que contribuiram para esse produto, ou pelo número de horas de trabalho necessárias para tal produzir. Mas nunca se refere os meios de que os trabalhadores se servem para produzir. Mas eles não trabalham de mãos nuas. Dispõem de equipamentos e de tecnologia. É evidente que o mesmo trabalhador, trabalhando o mesmo número de horas, produzirá mais ou menos em função dos meios de que dispõe. Logo a produtividade do trabalho depende também do tipo e qualidade desses meios. Por isso é legítimo dizer que só será possível comparar a produtividade de um trabalhador alemão e a de um português, se pudéssemos medir as respectivas produtividades usando os mesmos meios de capital. Comparar a produtividade de um português com pá e picareta com a produtividade de um alemão com uma retro-escavadora, é uma vigarice. E mais vigarice é querer usar essa diferença para reclamar uma redução de salário do português, o qual produz mais 40% por cada euro de salário do que o alemão.

          • Nuno, isso é óbvio e é um pressuposto aceite em qualquer escola económica, do Keynesianismo à Escola Austríaca. Até Marx sabia disso. Por isso mesmo é que um artigo desses não seria aceite — é verdade à la Palice, não acrescenta nada de novo.

            Pegue numa função produção usada por neoclássicos e neokeynesianos, como a Cobb Douglas, e repare que tanto mais produtivos (e maior o salário) serão os produtores, quanto maior produtividade tiver o capital. f(A,K,L) = A*K^a*L^(1-a), em que A é tecnologia, K é capital e L é trabalho. A produtividade marginal do trabalho (df/dL) é tanto maior quanto maior for K, A e a elastecidade a. Qualquer economista o sabe no primeiro ano de licenciatura.

            A questão é porquê que eles têm melhor capital que nós, especialmente depois de terem visto o país ser destruído na WWII. Simples, porque eles como sociedade poupam mais e, logo, investem mais. O consumo privado per capita na Alemanha é menos de 60%, em Portugal é quase 70% [1]. O diferencial é poupado e investido.

            Se quer de facto que os trabalhadores sejam melhor equipados, e eu concordo, está na altura de largar o dogma da luta contra o grande capital e deixar empresas e empresários investir. Para tal, baixe-se imediatamente o IRC.

            Por fim, isto é apenas parte da história da competitividade. Não interessa somente o rácio output/input (produtividade), mas também que artigos eles produzem. Nós produzimos produtos indiferenciados e competição aqui é uma race to the bottom pelo preço. Eles produzem produtos de alta tecnologia, maquinaria, e outros produtos de muito valor acrescentado. Como tal, a métrica de competição aqui interessa pouco. Eles detêm a exclusividade na produção dos mesmos.

            [1] – http://www.ocomite.org/2013/03/18/estrutura-da-economia-portuguesa/

          • De diz:

            Tanto disparate para justificar a posição de invertebrados face à Alemanha?
            E a baixa do IRC foi para satisfazer o grande capital de que este lopes é apenas um dos seus defensores?
            Em português e em alemão.Como em 33

  16. António diz:

    A senhora Raquel quando vais às comprinhas da maquilhagem, ou das camisinhas, ou dos preservativos, ou dos ipads, também pergunta quanto ganham nas fábricas que os produzem???

    Esta senhora expôs-se ao ridículo.

    • zeze diz:

      Ó António, então não vê que a Sra Raquel não come em restaurantes, nem anda em transportes, nem se veste, nem…nada! Como sabe ela não pactua com ordenados mínimos!!! Por isso não sai de casa, onde só anda nua e faz jejum…

      Não, desculpe, ela não tem casa, que como sabe a construção civil está repleta de exploração capitalista!

  17. Filipe diz:

    Nao vamos tapar o sol com uma peneira. Este jovem descredibilizou todo o seu argumento ridicularizando-a em plena televisao publica. Tudo o que possa comentar associado a este tema sera sempre fruto de um erro crasso de quem se acha demais.
    Humildade. Nao ha que ter vergonha em admitir os nossos erros.
    Num outro aparte, sempre ganhei o ordenado minimo enquanto trabalhador qualificado em Portugal.Hoje estou em Londres e sou um executivo de sucesso num edificio emblematico. Ganhar o ordenado minimo em Portugal teceu o meu caracter e vontade de vencer e fazer mais por mim, alem de me ter tornado uma pessoa mais consciente das dificuldades reais de uma tipica familia portuguesa. E’ com extrema infelicidade que detecto uma incrivel falta de altruismo da sua parte. Num exemplo pratico, mais rapido contrataria um jovem carismatico e ideologista do que alguem que se acha demasiado pelas suas conquistas academicas e que nada tem a acrescentar ‘a profunda crise de valores que vai em tantas pessoas e paises como Portugal.

    • alibabah diz:

      Os gajos da HBSC, da J.Morgan,da Goldman & Sachs também teem tido um sucesso nas falcatruas que fizeram e,continuaam a fazer com a riqueza criada pelos trabalhadores(para além,claro está,do dinheiro fictício….).As guerras também teem sido um sucesso(ou um crime contra a humanidade),….

  18. Se vivêssemos no maravilhoso mundo socialista de que o Ricardo tanto gosta o jovem Martim não teria oportunidade de explorar trabalhadores que ganham 485 euros por mês. Não senhor. O jovem Martim estaria ele também a trabalhar numa fábrica e a ganhar 485 euros por mês, como é justo que seja igual para todos. Sabendo dos salários nas fábricas no maravilhoso mundo socialista – China, Coreia do Norte e Cuba – até estaria a ganhar menos, mas isso não importa porque teria a felicidade de ter esse salário garantido, sem ter que fundir a cabeça a inventar roupas capitalistas. Os modelos que ele faria vinham do Planeamento Central de Moda e Estilo, certamente muito mais bonitos agradáveis de usar. Realmente não podemos permitir que estes jovens pré-capitalistas, ou filhos de capitalistas empedernidos, se metam a ter ideias e a por essas ideias em prática, perpetuando a exploração do homem pelo homem.
    Resumindo: ó Ricardo o que o move? Falta de imaginação par ser empreendedor? Prefere ser revolucionário à conta do seu pai? Ou é pura e simples inveja por não ter a atitude suave e a postura simpática do Martim, para não falar no sucesso evidente?
    Quanto à Raquel, que já é crescidinha, certamente que o Planeamento Central do Trabalho já a tinha colocado a partir pedra numa pedreira qualquer, pois os testes de inteligência revelariam que não serve para mais do que isso.

  19. José diz:

    Não tente defender o que é impossível de defender. O seu discurso só prova que está a tomar partidarismo ao invés de defender alguém que decidiu fazer algo da vida e pelo facto de estar a ter sucesso, a empresa a quem compra as tshirts mantem os seus empregados. Ou esquece-se que o emprego indireto(neste caso, a falta dele) é uma das principais fontes de desemprego em Portugal?
    Ponha-se na pele do miúdo, com 16 anos faz mais pela vida que muitos subsídio-dependentes, e quando alguém critica o seu dinamismo, não tem direito a se defender? O miúdo pôs o dedo na ferida, e melhor estaríamos se mais fizessem algo por este país como ele está a fazer.

  20. Pedro Santos diz:

    Hoje ao Quinto Dia, é dia de azia. Tudo porque um miúdo calou uma Doutoradazinha que “escreve” aqui. Lindo 😀

  21. JP diz:

    Epá Raquel, assuma o erro e reconheça que foi uma saída infeliz…
    Então o rapaz tem que saber qual é a remuneração de uma empresa que subcontrata?
    A Raquel sabe quanto ganham as pessoas na tipografia que imprime o seu livro? E no café onde toma a bica?
    É evidente que o salário mínimo é muito pouco mas não me parece ser nestes termos que a discussão deve ser colocada. Se me permite o conselho, modere a aurgumentação um bocadinho e vai ver que a mensagem passa melhor. Já diz o povo que “não é com vinagre que se apanham moscas”
    Repare no absurdo da sua afirmação: Se eu tiver uma empresa, quando peço um serviço a um fornecedor devo pedir-lhe a folha de pagamentos? Acha que ele ma dá?
    Admita Raquel. Estava chateada com aquela idiota que estava à sua frente e achou que podia mandar ali uma tirada para “encostar o empreendedor às cordas”.
    Correu mal.

  22. DSS diz:

    Que palermice. Toca a deitar abaixo o miúdo só porque humilhou completamente a Raquel Varela à frente de toda a gente na televisão…
    Gostando ou não do “modelo de negócio”, da imagem ou dos produtos que vende, há que dar o devido valor a iniciativas destas.

    É deprimente ver adultos supostamente íntegros e educados a tentar ridicularizar um rapaz de 16 anos que tenta fazer alguma coisa da vida dele, quando o mais fácil seria estar quietinho no quarto a coçá-los e a ver os Morangos enquanto a mamã faz o jantar.

  23. Miguel P diz:

    Pior que a resposta dada por Raquel Varela é este artigo que tenta desacreditar o esforço de um jovem de 16 anos. Mas já agora, quantos empregos criaram vocês?

  24. Manuel diz:

    O miudo ter iniciativa é bom e de facto a Dra Raquel meteu alguma água.
    Mas não vamos todos viver de vender t-shirts e cupcakes, certo?

    Mais, é ridiculo a Dra Fatinha Campos Ferreira, e outros, estarem a usar o miudo para exemplo, do que quer que seja. Revela o desespero perante a falta de resultados de tanto “empreendedorismo” a martelo, à boa moda portuguesa.

    É também delicioso lêr pérolas como “sou um executivo de sucesso num edificio emblematico” 🙂
    Espectacular …

  25. sp diz:

    que post preconceituoso e que envergonha a esquerda. honestamente.

  26. Miguel diz:

    Será que se preocuparam com os salários que as editoras onde publicaram os vossos livros pagam aos seus trabalhadores?

  27. R. diz:

    A Bertrand em 2004 pagava-me um salário de 200€ por 6 horas de trabalho, + descontos.
    Será que a Raquel dorme descansada?
    R.

  28. Ricardo Ferreira Pinto diz:

    Acéfalo é aquele que me vem insultar na minha própria casa. Não sabe comentar sem insultar os outros. Pobre educação que lhe deram. Aqui não volta a comentar. Fico-me por aqui.

  29. ACF diz:

    Só porque as raparigas são giras, vão ter que ir trabalhar para uma fábrica? É uma profissão nada desonrosa – aliás, é preciso que alguém trabalhe nas fábricas – mas não poderão as raparigas almejar a vôos mais altos, sejam eles ser médicas, engenheiras ou, até quem sabe, investigadoras e doutoradas?

    Ai ai, que é preciso chamar a Ex-Secretária de Estado para a Igualdade…

  30. J. Fernandes diz:

    O sr. Ricardo como é que prova que o trabalhadores da fábrica só ganham o salário mínimo????
    O sr. é das finanças????
    É o guarda-livros da fábrica????
    É o dono da fábrica????
    Ou é espião????
    É que tem que se provar para afirmar!!!!!!
    E já agora???? quando de manhã vai ao padeiro.. já perguntou quanto ganha quem esteve uma noite inteira a produzir o seu pequeno-almoço????

  31. bulimundo diz:

    esta sim é uma empreendedora a sério..começar com 16 ?? big deal..com seis dá-lhe uma abada..
    http://gnt.globo.com/maes-e-filhos/noticias/Conheca-a-menina-de-6-anos-que-ja-ganhou-o-primeiro-milhao-de-dolares.shtml

  32. asa diz:

    JÁ agora o RSI tem um valor demasiado baixo, deviamos lutar por ter um RSI superior ao SMN, desta forma o SMN deixava de existir.

    Só havia o problema de saber que pagaria,
    havia o problema de saber quais as empresas que queriam continuar em Portugal.

    Pois !Portugal Livre! era isso todos com o nivel de vida dos cubanos aí o SMN não é bitola.

    Note-se o SMN não deveria existir, bastava que existisse investimento em industrias de tecnologias avançadas, tenho quase a certeza que a Fabrica de Palmela VW não paga o salário minimo.

    Por isso é que os sindicatos nunca lá fazem manifs e etc.

    Não é o estado que vai elevar a vidas das pessoas, por decreto.

    Mas pode favorecer essa melhoria eclipsando-se.

  33. Caxineiro diz:

    Não vi o programa mas pelo modo como a direita se atira à R V é para mim sinal que a sua participação naquela coisa dos prós deve ter aberto rombos à narrativa oficial
    Bem haja

    era bom saber quem “fabricou” o puto e só depois tecer considerações Cheira-me à versão dois do “bate-o-punho” do Relvas

  34. Filipe Martins diz:

    Parabéns Martim! É um exmplo a seguir. Ouvessem mais empreendedores com esta dinâmica em Portugal e seríamos um país mais rico.

    Os salários são baixos nas profissões mais desqualificadas porque há muita oferta de trabalhadores para essas funções. Educação que acrescenta valor numa profissão e ideias inovadoras são o caminho para melhores rendimentos.

    Não me parece de bom tom criticar o Martim. Queriam que ele pagasse mais aos funcionários da fábrica para fabricarem as suas roupas?! Não me parece razoável…

    Competimos globalmente. É verdade que há praticas de trabalho inaceitáveis em alguns países que deveriam ser boicotadas. Mas o caso do Martim não representa esse caso. Foi de facto um saída muito infeliz da professora.

  35. A utilização de camisinhas são um sinal de empreendedorismo, que Portugal cresça e faça crescer as camisinhas graças às suas raparigas giras…

  36. Fla P diz:

    Já se deram ao trabalho de olhar para o país onde vivem? Ou passa-vos ao lado a quantidade de gente desempregada? Ou o que ganha um jovem licenciado?
    Estamos a falar de um JOVEM, diria até uma CRIANÇA que aos 16 anos tem a sua própria empresa e cria postos de trabalho. O salário mínimo é uma vergonha? É. É culpa de uma pessoa de 16 anos que assim seja? Não me parece. Parece-me é que em Portugal é crime ser bem sucedido. Basta que alguém deixe de ser operário para passar a patrão e é o Diabo em pessoa. Porque ganha dinheiro de forma autónoma. Deixem-se de tretas.
    Pareceu-me que a Dra. Raquel perdeu uma excelente oportunidade de estar calada. Primeiro assumindo que o rapazito ia buscar camisolas aos chineses, depois atacando-o porque o ordenado mínimo actual é insuficiente. Dois tiros no pé.

    E reflictam um bocadinho: olham para a roupinha que compram? ou andam nús e descalços para não compactuar com salários baixos e más condições?

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  38. C Vidal diz:

    Falta apenas dizer que um mundo onde há parvinhos como este Martim é uma selva, onde se safa quem, por acaso, inventou nada de especial, e, se se safar, já é muito bom, mesmo que tudo à volta esteja abeirando-se da morte ou em morte lenta. Ricardo, é este o problema, a luta na selva. E isto dá-nos poucas esperanças para vencer a animalidade e a estupidez. De qualquer forma, continua.

    • Pimba diz:

      Falta apenas dizer que um mundo onde há parvinhos como este Martim é uma selva, onde se safa quem, por acaso, já nasceu rico.

  39. Paulo Pinto diz:

    VAI PRÓ CARALHO, RICARDO FERREIRA PINTO!

  40. ... diz:

    Antes de criticarem o miudo pensem melhor no que falam. Se calhar o problema é nao se apostar em “marcas” nacionais. É mais facil para um qualquer empresario texil ser contratado ao preço da uva mijona por qualquer mega empresa internacional. Temos o caso bem recente da Cofinca, empresa que produz para marcas conhecidas estrangeiras. O dinheiro que deixam cá é inferior ao que depois é obtido pelo produto final. Portugal nao tem “valor” acrescentado, Contentam se em pagar o salário mínimo e ser escravos das grandes multinacionais.
    A azia é f… Não esperem que um miúdo resolva ou seja o bode espiatório para o estado do País.

  41. mandriola diz:

    Alguém me esclarece, porque raio uma criança de 15 anos não pode trabalhar como “colaborador” (leia-se escravo), mas pode ser “empreendedor” (capitalista), sem que seja considerado trabalho infantil?
    Podem trocar os nomes, que nada muda. O “puto” “batedor de punho”, que pôs as miúdas giras na net, não “criava” nem uma peça de roupa, se ganhasse 485 €uros mensais, aos quais se retirariam os respectivos descontos. Nem ostentava aquele “look” de menino mimado.

  42. Epa, vocês desculpem-me la o desabafo, mas depois de ler imensos comentários que andam por ai a circular nas redes sociais, apenas vou expressar a minha opinião relativamente a isso para que pelo menos possa tentar “iluminar” um pouco a cabeça dos que tiverem a paciência de ler isto até ao fim…

    Não percebo algumas pessoas sinceramente… Aqui há tempos fizeram uma polémica desgraçada por causa do Miguel Lopes Gonçalves ter dito que até a vender pipocas se podia pagar as propinas de uma faculdade. Toda a gente lhe caiu em cima por causa do que disse… Agora que este rapaz de 16 anos provou ao país que nem é preciso chegar à faculdade para por em pratica a definição do empreendedorismo! E o que acontece? Surgem ainda críticas a dizer que o puto não quer saber dos trabalhadores precários e não sei quê… Mas vocês quando vão ao futebol perguntam por acaso perguntam quanto ganha a funcionaria da limpeza?! Ele apenas encomendou um serviço a uma empresa que por sinal não é gerida por ele! Se ele começou nisto à um ano, vocês queriam que essa fosse a sua primeira preocupação?!? Sejam realistas!
    É o que está mal neste país: quando uma pessoa tem sucesso, chovem sempre montes de críticas… Se têm inveja do sucesso do rapaz e gostariam de ter sucesso também porque é que não põem em pratica uma ideia semelhante em vez de criticar quem as põe em prática, e muito ou pouco, ajuda a promover o emprego (seja ele de que maneira for. Ele é empresário, não político)? Ah pois é… Dá trabalho… Custa muito menos ir gritar em frente ao Min. Finanças umas quantas frases feitas pelos comunas e sindicatos.
    Quando é que vamos perder essa mentalidade tacanha!? Julgo que o nosso modelo de ensino necessita de uma reforma valente! Pois é inconcebível que se obrigue os alunos a aprender durante 12 anos para acabar o ensino secundário, mais pelo menos 3 anos para o ensino superior. Isto tudo a correr bem… E quando decidem fazer-se à vida devem dizerem-lhes que o mundo não limita aquilo que estudaram, no país em que vivem, nem apenas a trabalhar por conta de outros… E não é preciso ter um canudo para ter ideias! Como vi alguém responder, um canudo não é um atestado de inteligência. É quanto muito um atestado de competências…
    Em qualquer dos cenários, não podemos é baixar os braços e resignarmo-nos com a vida que levamos e esperar que surja numa notícia a dizer que acabou a crise, e podem sair das vossas casas… ISSO NÃO VAI ACONTECER! As coisas nunca vão voltar a ser como eram… Temos é de analisar e aplaudir casos de sucesso como o do Martim e promover desde cedo nas nossas escolas o empreendedorismo… Os Portugueses costumavam ser um povo que se adaptava a qualquer circunstância, mesmo nas situações mais difíceis… Onde estão essas pessoas hoje em dia?? Espero que ainda existam bastantes.
    Tento ver o que de tão bom que se faz em Portugal e sempre que vejo casos como o do Marim gosto de acreditar que sim…

  43. Edgar diz:

    Ainda bem que os criadores deste blog zelam pelo bem estar dos trabalhadores, de certeza que compram tudo o que comem no comércio justo, os seus computadores não são montados numa linha de produção chinesa, a gasolina dos seus carros provém de países certificados, etc. Assim até me dá esperança de ver este mundo a mudar! O Martim é mais um diabo capitalista que monta uma empresa aos 16 anos… devia era estar a escrever artigos num blog a denegrir outras pessoas, afinal só somos crianças uma vez na vida.

    • diz:

      sem duvida, é por isso que lhe dou desconto. 1) O menino Martim é fruto do investimento dos pais, assim como o seu projecto. 2) Onde foi buscar o menino martim dinheiro para investir num negocio proprio aos 15 anos, pai natal? 3) O menino martim afirmou arrogantemente que se está a cagar se ganham o ordenado mínimo, e alias que estará a fazer alguma coisa de bem por “podia ser pior”. 4) Se ninguém investisse em fabricas que não pagam condignamente, estas seriam forçadas a pagar mais aos operários. 5) Já pensas-te que pode ser a tua filha/o a ir trabalhar para esse Martim no futuro?

  44. O Ricardo é bué de inteligente.

  45. Editoras diz:

    “A Bertrand em 2004 pagava-me um salário de 200€ por 6 horas de trabalho, + descontos.
    Será que a Raquel dorme descansada?” Conheço quem está na Porto Editora e outras a ganhar uma mísera… E o Papel vem de onde? Será que a Raquel sabe de onde vem o papel? AH ESPERA E A TINTA? Vem do petróleo ou é “tinta” verde.

    Este blog é uma ridicularidade, conjunta de preconceitos. Senti indignado com pessoas como a Raquel que nem sabe do que diz.

  46. diz:

    Sou só eu o iluminado aqui ou de um puto fazer umas tshirts e mandar as miss da escola secundária desfilar (talvez na própria escola) até exportar para a Nova Zelândia vai um graaaaaaaaaaaaaaaaaande salto????? Acreditam que isso é possivel? Que basta fazer um sitezinho e ta feito, bota aí a ser empreendedor? Ora bem vamos contar por baixo, puto de certeza juntou as mesadas desde que tinha 5 anos, para aos 15 anos investir 10 mil euros em camisolas numas poucas camisolas… depois gastou mais 10 na promoçao da marca, depois gastou 10 mil na exportação, a apagar favores ao pessoal para o meter no monopólio, e subitamente vai parar ao prós e contras? WTF? É impressão minha ou isto é um investimento do PAI do Martim, no sonho do Martim, talvez que devesse estar lá a falar era o pai. Agora parece-me a mim que a figura do Martim foi areia para os olhos, para o pessoal mais uma vez pensar “ESTOU TÃO FELIZ… GANHO 485 EUROS” quando chegar aos 60 estou fodido porque não tenho dinheiro para comprar uma caixa de comprimidos. Parabéns a todos.

  47. Dédé diz:

    O Passos quando for grande quer ser como o Martim.

  48. Zé Carioca diz:

    Safa, estes comentadores “progressistas” o que faziam aos 16 aninhos???? Andavam a “mamar” os tostões dos papás???? Para além de galar as gajas boas, menos boas e más, que mais é que fizeram??? Safa………………

  49. Rui diz:

    Ricardo tenho pena de si por escrever estas coisas publicamente, e não perceber está a criticar a pessoa errada. O seu texto é das coisas mais fúteis e desconexas que li ultimamente. Mas pronto a internet tem de ter espaço para todo tipo de gente. Boa sorte para o seu blog empreendedor!

  50. Tomás M. Santos diz:

    Só tenho a dizer que quem escreveu isto faz parte do club dos aziados
    o rapaz está a ser sucesso porque tem capacidades para isso para alem disso se não houver pessoas a fazer crescer algo o pais ainda para mais, deixem-se de merdas por favor, força martim, tambem já fiz dinheiro com t-shirts, não é fácil entrar no mercado é é preciso muito tempo e muita cabecinha. Em relaçao ao post, ridiculo. apaguem se quiserem

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